Chance única com a madrasta

Chance única com a madrasta

Meu nome é Renato e gostaria de dividir com vocês a minha história de sexo mais absurda. Realmente acho que só postarei essa história pois não tenho vida sexual muito ativa.

Sempre fui um jovem mais recatado, não tinha muito sucesso com as garotas por vários motivos de meu convívio social, mas sempre fui sexualmente muito intenso na minha imaginação.

Sou filho de pais separados e convivo com meu pai e sua esposa, que não é uma mulher exuberante, mas ainda é uma mulher. Apesar da meia idade e seus quilos a mais, sua pele morena e seus lábios carnudos harmonizam bem com sua estatura baixa e sua bunda e seios avantajados como é normal em mulheres mais velhas que já foram mães.

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Minha falta de atividade sexual e interação sexual com garotas da minha idade me fez criar o hábito de fantasiar e me masturbar pensando em minha madrasta, afinal de contas, era ela que eu vi em roupas mais curtas com frequência e era ela que tinha mais contato físico comigo.

Na adolescência e início da vida adulta confesso que cheirei muito suas calcinhas enquanto batia longas e prazerosas punhetas imaginando um evento sórdido onde eu enfiaria a minha rola na buceta da mulher do meu pai.

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Embora ela usasse roupas curtas em dias de calor e sempre me abraçasse e tocasse em mim sem desconforto, a maioria do tempo do nosso convívio nunca me deu a menor brecha para pensar que minha fantasia um dia se tornaria verdade. Porém depois de anos de casamento com traços de desgastes e de eu atingir a vida adulta, algumas situações começaram a mudar.

Minha madrasta começou a se queixar sobre não receber atenção e nem apoio financeiro para suas vontades como recebia antes, certos momentos em que eu me desentendia com meu pai e me consolava com ela e vice versa, existia uma certa tensão no toque, afinal eu era um homem adulto e ela uma mulher adulta que apesar da relação com meu pai, não possui nenhum parentesco real comigo.

Percebi o lado humano dela, que mais especificamente incluía seus defeitos, como ser um pouco vingativa e também gananciosa. Por várias vezes comecei a ver discussões dela com meu pai e uma mudança no clima da casa, onde ela falava pra quem quisesse escutar até mesmo que não recebia mais atenção na cama.

Embora ouvir ela falar sobre frustração sexual me desse margem pra fantasiar ela entrando no meu quarto e pedindo pra eu satisfazê-la com todo o meu tesão, a vida real infelizmente não é um filme pornô e essa situação precisa ficou só na minha punheta.

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Um tempo considerável se passou enquanto essa fase durava e nesse período a minha falta de atividade sexual me fez guardar um valor pra contratar uma garota de programa, abandonando as homenagens para minha madrasta. O plano era esse até que, convenientemente o universo me concedeu uma possibilidade, não uma certeza, mas eu poderia arriscar se tivesse coragem.

Minha madrasta em uma tarde, em que eu estava resolvendo pendências na rua, me liga com uma voz pedante, contando que pediu dinheiro para o meu pai para fazer uma compra e que ele se negou. Até esse ponto estava normal, mas nessa vez ela já havia feito a compra contando com o dinheiro e estava ferrada pois não trabalhava. Falei pra ele que deveria conversar pessoalmente pois por telefone era difícil de entender e não tinha tempo naquela hora.

Quando cheguei em casa imaginei que ela havia saído. Meu pai com certeza estava trabalhando e tudo estava silencioso. Fui para o meu quarto e pouco tempo depois ela aparece na porta, com uma cara simpática de quem precisa de algo, como eu já sabia.

Explicou sua história, que basicamente era uma atitude superficial de gastar com besteira que naquele momento ferraria ela. Resolvi então jogar, pois eu poderia ser sincero e ter uma única oportunidade de negociar em todos esses anos.

– Escuta, eu gostaria de te ajudar, mas não posso, também estou numa situação complicada.

Ela quase que assustada responde.

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– Meu deus, você está devendo pra alguém, é algum problema com drogas?

Respondi.

– Você sabe que eu não sou disso. – respirei fundo, era o momento. – A verdade é que estou sem transar já tem um bom tempo, você deve imaginar que minha sexual não é ativa pela ausência de garotas vindo até aqui. Basicamente o dinheiro que você está me pedindo é o que eu usaria pra poder aliviar, por assim dizer, isso que ta guardado.

Ela me olhou quase que incrédula, mas não como se tivesse ofendida, somente surpresa.

– Que bom que você confia em mim pra falar algo assim, sei que deve ser difícil, já passei por isso e sei que com homem deve ser até pior. Desculpa, de verdade, mas minha situação é tão emergencial que tenho que insistir pra você me ajudar da mesma forma.

Meu coração já batia mais rápido nesse momento, precisava manter a calma e focar. Era uma chance em um milhão.

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– Eu te entendo, não se preocupe, é triste, se ao menos a gente tivesse uma forma de ajudar um ao outro, seria perfeito.

Ela arregalou levemente os olhos e penetrou em minha direção.

– Olha, eu não sei o que você ta sugerindo, mas isso daria merda só de falar, imaginar de fazer. Que absurdo menino.

Estava feliz pois sabia que de qualquer forma aquela conversa não sairia dali. Eu teria ao menos tentado.

– Não. Não me interprete mal. Eu jamais sugeriria isso, não que você não vá além da minha expectativa pro meu problema, mas eu sei que você me julgaria como alguém ruim só de cogitar isso, mesmo que por necessidade. Só peço desculpa por não poder te ajudar, pois a falta de sexo ta me prejudicando até em trabalho e estudo e só posso recorrer ao sexo pago já que não ando de muita sorte.

Ela ficou em silêncio de cabeça baixa por um minuto ou dois. Durante esse tempo eu só ouvia o meu coração bater. Então ela se manifestou.

– Se por um acaso eu te ajudasse, você conseguiria manter sua boca fechada?

–É claro. Digo, você não precisa fazer isso, eu posso manter o plano e quem sabe tentar convencer meu pai sem ele saber que você pediu.

Respondi quase sem pensar, provavelmente o medo de tornar aquilo real gritou.

– Garoto, eu sou uma mulher feita. Eu reparo em como você me olha desde que tu eras moleque. Tu já deve ter esfolado esse pau imaginando me comer.

Eu nunca tinha ouvido ela falar daquela forma, nem comigo, nem com amigas, nem com meu pai. Um misto de tesão e receio tomou conta de mim.

– Desculpa, acho que você tá me julgando mal. Eu não devia ter desabafado sobre isso.

– Corta esse papo. Me diga logo, se eu resolver o teu problema, você resolve o meu e a gente segue a vida sem falar disso?

Encarei ela por alguns instantes enquanto pensava no absurdo que era tornar aquilo realidade, por mais errado que fosse era alcançar o inalcançável, o que me deixou com um sorriso.

– É claro que sim. – respondi firme

Nesse momento eu estava sentado na cama e ela próxima a porta. No instante em que respondi ela veio em minha direção e baixou minha bermuda junto com minha cueca, se ajoelhando e me olhando nos olhos enquanto dizia:

– Aproveite bem, vai ser só uma vez.

Então ela caiu de boca no meu pau. No momento ele não estava duro ainda pois apesar da tensão sexual também havia a tensão do medo, mas em menos de um minuto ele estava duro como nunca vi na vida.

– Trate de achar umas meninas pra foder, tu tem um pau de respeito. – disse ela sorrindo entre uma mamada e outra.

Fiquei observando-a mamando por um tempo até realizar que se realmente fosse uma situação única, eu devia aproveitar.

– Vem cá. – falei

Puxei ela pra cama e comecei a tirar sua roupa. Não era nada sexy, camisa e short de ficar em casa, mas tirar aquelas peças e chupar aquele corpo inteiro era um momento especial. Arranquei seu sutiã e fiquei mamando suas tetas grandes por um tempo.

– Mas é tarado mesmo né, puta merda. – ela disse

Desci seu corpo arrancando sua calcinha e caindo de boca na sua buceta grande e peluda. Uma delícia, como eu pensava. Nunca havia idealizado o corpo dela, minha tara era numa mulher de casa e naquela hora eu estava pelado com uma.

Depois de chupar aquela xota por um tempo, fui pra cima dela e comecei a meter no papai e mamãe por algumas bombadas, até ela falar rindo levemente.

– Não acredito que era assim que você imaginava foder comigo. – disse debochadamente

Sem pensar duas vezes virei ela de quatro no meio da cama e comecei a meter fortemente, fazendo estalos enquanto batia naquele rabão a cada bombada.

– Essa posição é boa pra trepar com uma madrasta? – disse quase com raiva, mas ainda era tesão. Ela ria, no final das contas minha madrasta tinha uma essência de vadia.

Agradeci aos céus por minha tensão segurar tanto minha gozada, em uma situação normal eu já teria depositado toda minha porra naquela safada. Felizmente ainda tinha muito gás. Resolvi provocar.

– E você, disse que ia me ajudar mas vai ficar paradinha tomando pica?

Ela saiu bruscamente da posição, virou pra mim dando um beijão babado na minha boca e disse:

– Vamo vê se tu aguenta uma sentada seu moleque.

A safada me deitou na cama e montou em cima de mim, de frente, sentando na minha rola e me olhando nos olhos enquanto ria, contanto o tempo pra eu pedir arrego.

– Vai tomar meu leite? – perguntei

– Mas nem fudendo. – ela respondeu

Resisti mais um pouco a sentada gostosa que ela estava dando, mas logo fiz sinal de que iria gozar, estava sem camisinha e não podia arriscar. Quando ela foi saindo pro lado me levantei e dei um puxão leve nela, disparando toda minha porra naquela bunda grande.

– Tarado, doente. – disse ela rindo de canto.

Cai de braços abertos na cama, suando como nunca.

– Preciso do dinheiro pra amanhã. – ela disse enquanto pegava sua roupas.

– Pode ficar tranquila, vou dar o que você precisa e torcer pra tu precisar de novo. Não me leve a mal. – respondi.

Ela já vestida, depois de limpar a porra da bunda com minha cueca que estava no chão, saiu do quarto com aquele sorriso

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