Sexo a três com a colega gostosa do meu marido, ou o dia que eu descobri o anal

Sexo a três com a colega gostosa do meu marido, ou o dia que eu descobri o anal

Sexo a três com a colega gostosa do meu marido, ou o dia que eu descobri o anal

Eu sou a M, sou casada há quase 20 anos com o J. Nosso sexo é incrível. Sempre foi, desde a primeira vez. Foi com ele que perdi a virgindade.

E nunca transei com mais ninguém. Dizem que o casamento acaba com a libido, mas para nós não foi assim. Já passamos da fase de transar todos os dias. Mas transamos, pelo menos, duas vezes por semana. E dificilmente é uma rapidinha.

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Nós gostamos mesmo de sexo. Fazíamos de tudo, menos anal. Tentamos algumas vezes, no início do relacionamento, mas sempre foi muito difícil e doloroso para mim, então acabamos desistindo. Mas o resto é tão bom que eu não sinto falta. Ele, de vez em quando, volta ao assunto. Mas é só por hábito, sabe que não vai conseguir. É claro que eu curtia uma estimulação anal, uma massagenzinha enquanto ele tava me comendo. Mas o pau dele lá, eu não aguentava. Mas neste verão, tudo mudou…

Nós temos uma casa na praia, pra onde vamos nas férias e nos feriados prolongados. Meu marido é muito extrovertido e sempre convida os amigos para nos visitarem. Mas raramente isso acontece. Um dia uma colega de trabalho dele, D, mandou uma mensagem propondo que nos encontrássemos na praia no dia seguinte. Ela iria com o namorado. Embora eu não os conhecesse, aceitamos imediatamente, pois ficamos muito sozinhos nas férias, e uma companhia seria agradável.

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Quando chegamos lá, ela estava sozinha. Disse que o namorado tinha sido chamado no trabalho, uma urgência. Eu nem liguei, afinal não conhecia nenhum dos dois.

Ela era muito bonita. Não do tipo modelo ou ninfeta. Era uma mulher bonita normal. Pernas longas, bunda gostosa e seios pequenos. Tinha uma cintura bem marcada. Não parecia o tipo que curte academia. Não era flácida mas também não era toda definida. Tinha barriguinha e celulite. Enfim, era uma mulher absolutamente normal. Fiquei louca pra tocar nela. Nem eu entendia aquela sensação, então fiquei na minha.

Falamos sobre o trabalho deles, sobre o meu. Sobre as coisas que gostamos de fazer. Tínhamos pouco incomum. Isso a tornava mais interessante.

De repente o tempo fechou. Achamos que passaria rápido, mas em seguida começou a chover. Decidimos ir para casa e convidamos a nova amiguinha para nos acompanhar e não perdermos o dia.

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Chegando lá, fizemos uns sanduíches e uns drinks. Em seguida parou de chover. Estava nublado mas continuava muito quente. A qualquer momento poderia voltar a chover. Não valia a pena voltar pra praia. Decidimos ficar na piscina. Eu e D fomos na frente. Meu marido resolveu preparar mais uns drinks. Já tínhamos tomado dois ou três e a D já tava rindo à toa.

Quando J estava chegando na piscina, estávamos bem próximas, conversando. Ele sorriu. Eu sabia no que ele tava pensando. Me aproximei e me ofereci para arrumar o cabelo dela, que tava se soltando e caindo no rosto. Toquei no seio dela e disse que biquínis atrapalham.

Na mesma hora tirei o meu. Meu marido tinha sentado na beira da piscina, com os pés na água, nos olhando. Ela, meio sem graça, concordou comigo. Me aproximei novamente e perguntei se poderia ajudar a tirar o dela. Ela olhou para o J e consentiu.

Ficamos de frente, com o corpo colado. Aproximei meus lábios dos dela e lentamente desamarrei o biquíni. Primeiro as cordinhas de cima, depois as de baixo. Nossos corpos estavam tão colados que o biquíni dela não caiu. Coloquei a mão entre nós e puxei o biquíni passando o dorso da minha mão no bico do peito dela, durinho, e arrisquei um beijo. Ela retribuiu.

Eu avaliava a reação dela a cada movimento meu. Não queria perder tempo, mas também, temia que ela se assustasse e fugisse. Minhas mãos deslizaram pelas costas dela e chegaram na bunda. Primeiro toquei pelos lados e em seguida aproximei do centro daquela bundinha gostosa e enfiei os dedos, por cima da calcinha. Ela deu uma gemidinha de leve, o que indicava que estava gostando, enquanto fingia ignorar a presença do J. E eu estava gostando de me exibir pra ele.

Não demorou e eu perguntei se ela queria que ele participasse, ela deu um sorrisinho mais safado do que o dele e disse que sim, com a cabeça. Olhamos para ele e eu estiquei a mão, autorizando a entrada dele no jogo.

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Eu estava impressionada com o meu poder de sedução. Ele chegou por trás de mim e me puxou. Me deu um beijo que quase acabou com o oxigênio, depois me pediu autorização para beijar ela também. Enquanto ele a beijava ela pulou no colo dele e enrolou as pernas na cintura.

Ele me puxou para junto deles e alternava beijos nela e em mim. Ela fazia o mesmo, beijava ele e me beijava. Foram alguns minutos, que pareceram horas, naqueles beijos.

Em seguida ela pegou a minha mão e colocou no pau dele, para eu sentir o que ela já tava sentindo, já que ela tava com a buceta quase apoiada naquele pau que eu conheço há tanto tempo. Ela perguntou no meu ouvido o que eu achava de sairmos da piscina.

A água estava ótima, mas fora o ventinho quase nos congelou. Fomos direto para o banho. No banheiro ela avisou que fazia questão de tirar as nossas roupas. Tirou a parte de baixo do meu biquíni aproveitando o momento para passar os dedos em mim. Na frente e atrás.

Depois fez o mesmo com ele. Perguntou quem ia querer tirar o biquíni dela. Nos dividimos. Ele puxou a parte de atrás e eu a da frente. Fizemos do mesmo jeito que ela, e os nossos dedos se encontraram entre as pernas dela. Abrimos o chuveiro, com água bem quente.

O sabonete alternava de mão em mão. Os três queriam usar. Cada um que pegava passava no corpo dos outros dois, “lavando” cuidadosamente seios, bundas, bucetas e pau. Nossa amiga se se ajoelhou e começou a chupar o meu marido. Ela tinha muito jeito no boquete, ele tava adorando. Nunca imaginei que sentiria tanto prazer vendo ele se entregar a outra mulher.

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Em seguida ela chegou para o meu lado, levantou minha perna até o ombro dela e olhou a minha xoxota, deu um gemido e colocou a língua. Foi uma delícia. Mas ela deixou claro que aquilo era só um esquenta. Em seguida saímos do chuveiro e nos secamos colaborativamente. Um secava o outro.

Saímos do banheiro direto pra minha cama. Nunca achei tão bom ter uma cama grande. Coube os três sem problemas. Ela me levou até a cama.

Sentei na pontinha e ela colocou os joelhos um de cada lado do meu quadril e me deitou. O corpo dela deitou junto e ela puxou as minhas pernas. Enquanto ela me beijava, naquela posição ficamos totalmente expostas para J.

Estávamos ali, totalmente abertas para ele. Duas bucetas meladas e dois cuzinhos gostosos pra ele olhar e delirar. D passou a mão entre nós e enfiou um dedo na minha buceta. Fiz o mesmo. Meu marido se aproximou e começou a esfregar o pau no meu cu. Apenas para nos excitar. Sem qualquer intenção entrar.

Ele sabia que não podia. Então ele pegou na minha mão tirou da buceta dela e levantou uns três centímetros para que eu tocasse no cuzinho dela. Eu não sabia se ela gostaria ou não de ser penetrada, mas sabia que a estimulação seria prazerosa, como era para mim.

Ela percebeu que ele estava sem graça de fazer algo e me perguntou se eu me importava de dividir o marido. Mesmo eu nunca tendo imaginado isso, disse que não. Então ela mandou ele colocar uma camisinha e penetrá-la, e mandou que eu continuasse mexendo no cuzinho dela, que estava delicioso.

Apesar de todas a dificuldade de nos tocarmos, naquelas posições, ela colocou mais um dedo na minha buceta e esticou o terceiro pro meu cu. Foi quando o meu marido começou a socar gostoso na buceta dela. Aquilo foi uma loucura, beijava a boca dela enquanto os dedos dela estavam em mim e os meus nela, e o meu marido, de quem eu tenho tanto ciúme, comia uma mulher que tava em cima de mim…

Eu sentia cada estocada que ele dava nela, o seu corpo todo ia pra frente e os seus dedos me penetravam mais. Ela gozou gostoso com meu dedo e o pau dele.

Ela nos beijou e se afastou para assistir. J tirou a camisinha e veio pra cima de mim, pra eu gozar também. Enfiou gostoso na minha buceta, que já tava prontinha. Ele começou a me comer e beijar até eu gozar. Depois que eu gozei, ele gozou também.

Deitamos os três. D, que naquele momento já havia se recuperado, ficou no meio e começou a nos beijar. Ele e eu, eu e ele. Acho que ela tinha mais preparo físico do que nós. Em seguida ela virou para o meu lado, puxou o meu rosto, pra que eu a olhasse nos olhos, tão próximas que eu sentia a respiração dela, e enfiou os dedos em mim, novamente. Eu a beijei, instintivamente.

Enquanto isso, ela esfregava a bunda no J. Ele, por sua vez, desceu na cama, levantou a perna dela, e começou a chupar. Ela me perguntou o que eu queria que ela fizesse. E me disse que queria muito ser penetrada novamente pelo J, perguntando se eu me importava.

Eu estava louca para assistir ela sendo penetrada pelo meu macho. Ela disse que eu seria a produtora e que daria para o meu marido como eu quisesse. Paramos tudo, deitei ela de costas, abri as suas pernas e mandei J entrar. Ele estava tão excitado com a situação que nem precisava de mais estímulos para ficar com o pau duro.

Na hora nem percebi que a gente só estava usando ele para nos penetrar. Quase todos os carinhos e beijos eram entre nós duas. Mas ele não se importava, muito pelo contrário. Estava adorando.

No momento em que ele começou a penetrá-la me ajoelhei ao lado dela peguei sua mão e a puxei até o meu corpo. Coloquei nos meus seios que ela segurou com força, olhou e disse que eram lindos e gostosos. Me puxou e colocou um deles na boca e ia alternando enquanto desceu a mão suavemente pela minha barriga, provocando arrepios, e voltou a colocar os dedos dentro de mim.

Ele tava comendo ela gostoso, ela dizia isso a todo momento para que não tivéssemos dúvidas. Falava do pau duro dele, e que vendo ele no trabalho jamais imaginaria que era assim. Ela levantou o corpo levemente e deu um beijo nele, eu enxergava as línguas deles se roçando e ficava mais molhadinha. Ela disse pra ele, entre gemidos que eu tinha sorte de ter uma mulher tão gostosa. E me pediu pra beijá-la também.

Depois daquele beijo molhado, mistura de tanta saliva, ela disse que o J deveria economizar energia, pois já tava me preparando para ser comida de novo. Nesse momento ela tirou os dedos dentro de mim colocou na boca dele e mandou ele chupar.

Disse que precisava de saliva para preparar o meu cu para recebê-lo. Ele, que já tava chupando os dedos dela, ficou sem saber o que fazer e nem olhou pra mim. Baixou as pernas dela, sem sair de dentro, e se aproximou do ouvido dela. Explicou que eu não gostava e que preferia outras formas de sexo.

Sem falar nada, D o segurou entre as pernas, para que ele parasse os movimentos e pediu que eu deitasse ao lado dela. Esticou o braço pra que eu deitasse nele, me abraçou e abraçou o J.

Naquela posição de máxima intimidade e carinho, ela me perguntou se eu nunca dava o cu. Eu disse que gostava da estimulação, mas só por fora, pois a penetração doía muito e eu não aguentava. Ela soltou o corpo dele e pediu que ele parasse só um pouquinho.

Ele saiu de cima dela, e ela me acomodou com um travesseiro sob a cabeça, na parte bem de cima da cama e dobrou e abriu as minhas pernas. Ficou de joelhos na ponta de baixo da cama de forma que conseguia me chupar enquanto deixava a bunda bem aberta.

Ela me lambeu toda. Buceta, cu… Depois pegou o lubrificante colocou nos dedos, e meteu a língua na minha buceta, de um jeito que eu dei um grito. Enfiou a mão por baixo com bastante lubrificante e perguntou se podia massagear o meu cu. Eu concordei.

Ela disse que se, em algum momento eu não gostasse ou, simplesmente, não quisesse mais, deveria dizer e ela pararia. J estava batendo uma, nos olhando, quando ela mandou que ele fosse para os pés da cama, e que continuasse metendo nela.

O negócio continuava quente, meu marido comendo a D e ela me chupando gostoso, massageando meu cuzinho. Ela alternava entre movimentos circulares e enfiadinhas de leve dos dedos. Aquilo me constrangia um pouco. Eu me sentia vulnerável, mas tava muito gostoso.

De repente o dedo começou a entrar mais e mais, ela tirava e botava, tirava e botava, tava uma delícia. Até que ela começou a gozar, o corpo amoleceu e ela só conseguiu manter umas lambidinhas de leve em mim.

Meu marido parou e deitou ao meu lado, como quem espera uma ordem.

Ela esticou as pernas pra tentar relaxar, mas continuou no mesmo lugar, com uma visão privilegiada da minha xota. E mandou que ele me beijasse e acariciasse os meus seios, o que ele obedeceu imediatamente. E disse pra eu bater uma punheta pra ele.

Aquilo estava muito gostoso e acho que a D estava gostando de nos olhar. E eu, gostando de me mostrar. Ela disse pra eu chupar ele, que se ajoelhou ao meu lado. E ela curtiu a cena um pouquinho, enquanto se recuperava da gozada que deu.

Em seguida ela disse pro J voltar a me beijar e acariciar, sentou na cama, próximo da minha bunda, levantou as minhas pernas e colocou nos ombros dela. Se abaixou, deu mais uma lambida na minha buceta e colocou gel no meu cu.

No primeiro toque percebi que agora ela usava os polegares. Enquanto o esquerdo estava no meu cu, em movimentos circulares com pressão, o direito passeava pelos meus lábios vaginais, pressionava o meu clitóris e, de vez em quando, entrava na minha vagina, pra lambuzar, e saia.

E voltava a fazer o mesmo circuito – clitóris, lábios, entrava na minha vagina. Ela me olhava fixo, nos olhos, não desviava o olhar, observando as minhas reações. O dedo esquerdo que, até então só tava fazendo massagem no meu cu, começou a entrar.

E eu gemia de prazer. Era tanta coisa fora do meu controle acontecendo no meu corpo naquele momento, que eu não sei o que me dava mais prazer. Duas pessoas se dedicando a me dar prazer. O J em cima, na minha boca, seios e barriga. E a D embaixo.

De repente o dedo direito desceu para o meu cu também. Eles me massageavam e entravam alternadamente. Ela colocava um, tirava e colocava o outro, rapidamente. Depois de um tempo ela colocava o segundo dedo ainda com o primeiro dentro, e só aí tirava ele.

Aí colocava de novo e tirava o outro. Foi assustador. Mas muito gostoso. Depois de um tempo assim, ela não tirou mais. Ela apenas fazia movimento de ir e vir, com os dedos coladinhos, sem tirar. Percebi que meu cu tava ficando mais frouxinho. Eram os polegares no meu cu e o resto da mão dela espalmada na minha bunda, segurando com força.

Quando ela percebeu que meu cu já tava bem arrombadinho, afastou meu marido, deitou em cima de mim, me deu outro beijo gostoso, e perguntou se eu confiava nela. Disse que da forma que ela tinha me preparado eu iria adorar. E perguntou se eu aceitava experimentar.

Que só fariam enquanto eu quisesse e que eu poderia parar a qualquer momento. Eu concordei. Ela me puxou até a ponta da cama, me virou de bruços, botou meu joelho no chão e a parte de cima do meu corpo na cama, de forma que eu fiquei bem abertinha.

Eu tava ansiosa, com um pouco de medo, mas tão excitada que não poderia parar. Então ela chamou o meu marido, e deu um beijo babado nele. Ela disse que era ela que mandava e que hoje ele teria a melhor experiência sexual da vida. Mas que se ela mandasse parar, ele teria que obedecer.

Os dois foram pra trás de mim. Ela abriu a minha bunda passou os dedos em mim e disse “hoje você vai comer o cu da sua mulher, você quer?”. Ele respondeu que se eu conseguisse, ele seria o homem mais feliz do mundo.

Ela mandou ele me chupar. E foi orientando: lambe a buceta, dá uma chupada, agora sobe para o cu, lambe, chupa, baba ele com vontade, pra ela querer também. Enfia a língua nesse cuzinho gostoso e frouxinho. Ele ia seguindo cada orientação como um aluninho dedicado.

Ela se aproximou de mim e perguntou baixinho se eu queria uns tapas na bunda. Eu senti medo do que ela pudesse pensar de mim, mas confirmei com a cabeça, enquanto mordia o travesseiro. Ela voltou pra orientar o J, mandou ele parar de chupar, e segurar a minha bunda com vontade.

Que ele não se preocupasse se isso causasse algum roxão, pois isso faria com que eu causasse inveja na praia, no dia seguinte. Mandou ele esfregar o pau em mim e me dar uns tapas na bunda. Dizia frases pra que ele repetisse enquanto se esfregava e dava uns tapinhas gostosos, como “quer me dar esse cuzinho, minha safada?” ou “quer ser a minha putinha hoje?”

A cada movimento dele e cada frase, eu ficava mais louca. E pedia pra ele bater mais forte, sentindo a minha bunda quente pelos tapas.

Depois de alguns minutos fazendo isso, o pau dele parecia de ferro. Eu sentia um enorme desejo de senti-lo dentro de mim. D mandou ele diminuir o ritmo, segurar a minha bunda aberta, observar a delícia que ela era, e enfiar o pau na minha buceta. Ele pareceu confuso, mas não discutiu.

Seguiu à risca as ordens dela. Ele colocou o pau dentro de mim e eu me mexia devagar. Ela disse para ele meter até o fundo e ele meteu. Disse pra eu mexer devagar, pra ele poder me fazer um carinho. Colocou gel no meu cu e disse para ele massagear, enquanto eu comia ele. Ela ficou orientando a massagem. “Força com delicadeza”. Aí ela perguntou para ele se ele achava que meu cu já tava pronto.

Ele disse que sim. Ela chegou perto de mim, me beijou e perguntou se eu estava pronta. Eu disse que sim. Ela foi para trás dele, se ajoelhou e foi puxando o pau dele pra fora de mim. Disse que ele deveria enfiar só a cabecinha no meu cuzinho. Ele concordou, mas ela não confiou.

Ela se ajoelhou atrás dele e segurou o pau e bateu uma punheta rápida, pra que ele se sentisse à vontade. Colocou bastante gel no pau dele e no meu cu. Tanto que escorreu pra minha buceta, fazendo cócegas. Mandou ele abrir a minha bunda com as mãos e, segurando o pau dele com as duas mãos, direcionou até o meu cu, de forma que só a cabecinha tava livre pra entrar.

Mesmo que ele se empolgasse, não conseguiria penetrar mais. Quando a cabecinha entrou doeu um pouquinho, mas nada comparado as outras vezes que tentamos. Ela perguntou o que eu tava sentindo, e a dor já começava a passar. E eu, cada vez ficava mais excitada. Ela disse para eu me tocar e me mexer da forma que me desse prazer e eu comecei a rebolar. Ela perguntou se eu eu queria mais.

Eu disse que sim. Ela então puxou uma das mãos para trás liberou mais um pedacinho do pau. Me disse pra entrar na velocidade que eu quisesse. Demorei um pouquinho, mas venci mais aquele pedacinho. Cada etapa causava alguns segundos de dor, depois eu respirava fundo, me acostumava com a sensação e aumentava o meu prazer. Eu sentia as mãos dela, como uma barreira, impedindo que ele entrasse de uma vez. Aquilo também me excitava.

Quando ela percebia que eu recomeçava o rebolado, liberava mais um pouquinho de pau, até que não senti mais as mãos dela, mas sim o saco dele encostado na minha buceta. Ele já tava inteiro no meu cu. Ela disse que ele não deveria se mexer, que eu deveria rebolar, ou fazer os movimentos de vai e vem, como eu quisesse e me desse prazer. Em seguida eu já tava num vai e vem gostoso, com força.

Nesse momento ela soltou o J e disse que ele tava liberado para me comer do jeito que quisesse, enquanto ela assistia, de perto, o pau dele entrando e saindo da minha bunda. Ela puxou a minha mão e começou a massagear o meu clitóris e enfiar um dedinho na minha buceta pra que eu gozasse. Não cabia dois. Ela explicou que na primeira vez seria difícil eu gozar só com o sexo anal, mas que com o tempo isso acabaria acontecendo. Em seguida eu gozei, com a ajuda dela.

Então ela parou de me tocar e ele continuou dentro de mim. Ela achou que o gel estava secando e colocou mais um pouquinho, espalhando com os dedinhos entre nós sem nenhum constrangimento. Mas percebeu que, apesar de eu estar gostando, era demais para a primeira vez.

Mandou ele diminuir o ritmo, deitou ao meu lado, me deu um beijo e perguntou onde eu queria que ele gozasse, se podia continuar no meu cu ou deveria passar pra buceta. Eu disse que já estava ficando dolorida. E queria preferia que ele gozasse comigo. Ela perguntou se ele tinha ouvido e mandou ele parar e bater uma punheta, bem devagar, pra não gozar, enquanto assistia a mulher dele preparar a outra pra ele comer.

Foi aí que ela se deitou na minha frente e abriu as pernas na minha cara. Disse que depois daquele prazer que tinha nos dado merecia receber mais um pouco. A D era muito safada, gostava de sexo e gostava do jogo. Lambi bem ela e chupei aquela buceta melada. E disse que ela tava pronta.

Ela perguntou onde eu queria que ele enfiasse em mim. Eu hesitei, mas queria ser a única vadia a dar o cu pro J naquele dia. Queria que ele nunca se esquecesse daquele dia, e que o cu gostoso que ele comeu era meu. Fiquei com medo de o dela ser mais apertadinho.

Então eu me acomodei, e disse pra ela deitar em cima de mim. Nos beijamos gostoso, com um pouco de agressividade, enquanto eu passava as mãos no corpo dela. Que corpo gostoso, todo quente! Mandei o J colocar uma camisinha, segurei uma das pernas dela e puxei pra cima, pra facilitar pra ele.

Toquei na buceta dela, que continuava molhadinha, e lambi meus dedos, e dei pra ela lamber também. Aí mandei o J comer a buceta dela por trás. Ele se apoiou nos braços. Ela não parou de me beijar e eu sentia o movimento dos dois em cima de mim. E meu corpo vibrava a cada estocada. Ele esperou ela gozar e gozou depois, afinal, meu marido é um cavalheiro.

Ele caiu pro lado e ela foi junto. Ele segurou a minha mão, apoiada no quadril dela, que apertávamos juntos. Ela beijava a minha boca, exausta, enquanto ele mordia o pescoço e os ombros dela, e eu pressionava os meus seios contra os seios dela, o que provocava uma dor gostosa.

Pegamos no sono e eu acordei quando ela estava tentando sair sem ser notada. O J seguiu dormindo. Saímos do quarto e ela agradeceu pela experiência, enquanto me beijava. Perguntei se ela voltaria. Ela não respondeu.

Ela estava saindo quando perguntei se ela contaria ao namorado o que tinha acontecido. Ela riu e disse que não tinha namorado. Que só disse aquilo pra que eu não desconfiasse das suas verdadeiras intenções antes do tempo. Que queria nos comer desde que viu nossas fotos na rede social do J.

E eu, achando que tinha seduzido a moça, tinha sido a seduzida. Que delícia!

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