Minha enteada me deixou maluco

Minha enteada me deixou maluco

Os acontecimentos que vão nesse meu singelo relato são acontecimentos havidos há pouco tempo, mas que tem inicio há muitos anos. Para começar vou me apresentar. Meu nome é Raul, tenho hoje 48 anos e sou aquilo que se chama “quarentão com corpo de garoto” sempre gostei de me cuidar, malho, sou alto, moreno e sou sócio em uma empresa de importação e exportação.

Quando era mais novo, sempre gostei de me relacionar com meninas mais novas do que eu: se eu tinha 20 preferia as de 15; com 30 queria só as de 20; e foi quando eu fiz 35 anos que eu conheci Manuela, uma jovem de 21 anos e mãe de uma menina chamada Samara que tinha apenas 3 anos.

Apaixonei-me perdidamente por Manuela, apesar de mãe, ela conservava um corpo belíssimo, ela não era tão alta, morena de pele e cabelos, ahh os cabelos meu deus, negros, longos, cheirosos, sedosos, lisos com algumas poucas ondas. Ela era, e ainda é linda. Não demorou muito e me casei com ela. Manuela era pobre, e como tirei a ela e a filha da pindaíba, ela sempre foi muito grata a mim, o que faz do nosso casamento um casamento quase perfeito.

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Quase perfeito porque nada é perfeito, por exemplo, como homem que sou e adorador de sexo, é preciso às vezes procurar o colo de outras mulheres. Enquanto casado com Manuela eu sempre tive amantes, quando não amantes, uma puta qualquer servia para me divertir. O problema é que apesar de uma esposa maravilhosa, boas amantes e dinheiro para bancar umas putas bem gostosas, eu ainda sentia falta de uma diversão diferente, sempre gostei de coisas proibidas, quando mais jovem peguei minhas primas, namoradas de amigos meus, e coisas do tipo. O proibido me excita.

O tempo foi passando e Samara, a filha de Manuela, começou a crescer e não tinha como notar que ela estava ficando a cada dia que passava mais gostosinha. Quando ela tinha treze anos foi impossível não notar como o corpinho dela se desenvolvia, os seios que de picadinhas de mosquito começaram a crescer, a bundinha dela tomou formas redondas, as pernas ficaram longas e um pouco grossas, e a boca dela, os lábios grossos, vermelhinhos.

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A garota estava se tornando um mulherão, e estava ficando difícil controlar a vontade de pegar essa menininha. Tentei controlar essa vontade recorrendo a mulheres mais novas, arrumei umas de 22, 20, depois as de 18; mas ainda assim queria uma menininha novinha, mas isso era complicado.

O tempo seguiu passando e quando Samara fez 15 anos, na festa de aniversario dela, eu tive o prazer de dançar com ela. Ela estava linda, com um penteado diferente, um vestido rosa com decote, o bocão vermelho dela estava ainda mais vermelho por causa do batom, a pele branquinha dela brilhava e tão estava cheirosa.

Quando dancei com ela, eu passei as minhas mãos pela cintura dela e meu pau começou a crescer, tive que largá-la antes que ela e os convidados percebessem a minha excitação; fui do salão direto para o banheiro, me tranquei em uma cabine e me masturbei como um louco pensando na minha enteada gostosinha.

Gozei duas vezes pensando naquela bundinha gostosa. Quando voltei para o salão me deparei com Samara tirando fotos com as amigas dela, umas nos colos das outras e aquilo me deixava ainda mais louco, decidi então ir embora, me despedi de Manuela e disse que precisava ir para casa, pois estava com muita dor de cabeça, ao chegar a minha casa fui para o computador procurar vídeos de novinhas dançando funk, novinhas dando para homens maduros, eu estava tão enlouquecido por causa da Samara que já nem procurava outras mulheres, não tinha mais amantes e as putas viraram coisa rara, eu só me masturbava com vídeos de menininhas para me satisfazer, cheguei até a pensar em comprar fotos e vídeos com meninas mais novas na Deep Web, mas isso eu não levei a frente, não queria ser preso por pedofilia.

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No dia seguinte a festa de 15 anos de Samara, a mãe dela e eu demos a ela o seu presente de aniversario; era um iPhone X, a menina ficou muito feliz, abraçou a mãe depois sentou-se no meu colo e me abraçou também. Aquela bundinha em contato com a minha rola foi uma sensação maravilhosa, depois que ela se levantou do meu colo eu fui para o banheiro e bati outra punheta pensando nela, gozei como um louco, mas eu queria gozar nela, eu já não pensava mais em outra coisa. Quando sai do banheiro e voltei à sala, Samara estava com o novo celular e o antigo, a mãe dela perguntou o que ela estava fazendo e Samara respondeu que estava passando os aplicativos e redes sociais do celular antigo para o novo, foi ai que tive uma ideia.

Eu nunca fui muito antenado com essas coisas de redes sociais, mas percebi então que Samara devia postar fotos e vídeos nas redes sociais dela como muitas outras meninas fazem, criei então um perfil falso e procurei-a no Facebook, não achei nada, fiz o mesmo no Instagram e achei o perfil dela, mas não tinha nada demais, apenas fotos dela e das amigas e mesmo assim isso já me excitou. Pensei em procurar no Twitter, mas achei que não encontraria nada demais, mas mesmo assim o fiz, e para a minha surpresa achei um perfil dela com vários vídeos maravilhosos.

Não sei se vocês sabem, eu mesmo não sabia, mas hoje as jovens tem o costume de postar vídeos chamados “Lomotif’s” em que algumas postam fotos de biquíni, vídeos rebolando e o perfil de Samaria tinha justamente isso, eu me enlouqueci com aqueles videozinhos dela dançando, com as fotos dela mostrando a bunda, eu me tranquei e me acabei gozando assistindo aquilo tudo. Para um vídeo especifico, com ela dançando de ladinho com um shortinho branco, eu gozei varias vezes, essa garota já estava no ponto, se ainda não tinha sentado numa rola, esta pronta para sentar.

Nos dias seguintes o meu desejo aumentou, eu não desgrudava do Twitter dela, e em uma tarde enquanto eu cochilava tive sonhos picantes com Samara. Acordei com o pau muito duro, estava latejando e todo babado, estava tendo um sonho maravilhoso, em que a garota cavalgava como uma louca no meu pau e a minha piroca dilacerava aquela buceta quentinha. Quando levantei a minha esposa percebeu a minha excitação, ela logo disse:

– Que isso hein garanhão? Estava sonhando com quem?
– Com você!

Menti obviamente, e para que ela acreditasse eu peguei-a no colo, a joguei na cama, arranquei a sua roupa e comecei a chupar a buceta dela, enfiei a minha língua no fundo da xota dela enquanto masturbava o clitóris dela com os meus dedos. Ela gemia e perguntava por que eu acordei com tamanho fogo, eu apenas respondi que era um fogo para ela apagar.

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Depois que chupei muito a buceta dela, eu a coloquei de quatro, chupei o cuzinho dela, deixei ele bem babadinho e sem cerimonia enfiei a minha piroca no cu dela. Ela gritou, não gostava muito de me dar o cuzinho, mas eu não estava nem ai, soquei forte o meu caralho no cu dela, e dei tapas em sua bunda, ela gemia e gritava, com certeza sentia prazer e dor, depois de socar por quase dez minutos naquele cu, eu me sentei na cama e mandei ela rebolar na minha pica, ela foi se sentando no meu colo, me beijou na boca e pediu para ser na bucetinha dela, aceitei; ela então sentou-se de frente para mim e começou a cavalgar no meu caralho enquanto eu chupava os peitos siliconados dela.

Ela adorava me dar a buceta, estava gemendo como uma doida, até temi que outras pessoas nos ouvissem fodendo. Eu já estava quase gozando, mas queria que ela gozasse primeiro, então mandei ela se deitar na cama, chupei mais a buceta dela, chupei como um louco e por um instante pensei que aquela buceta era a de Samara, eu sugava e engolia todo o melzinho que saia da buceta dela, como eu desejei que ela fosse a filha.

Não demorou muito e Manuela gozou, a buceta dela ficou ensopada, eu bebi todo o melzinho dela, depois lambi os beiços e a beijei, e com ela deitada ali mesmo mandei-a arreganhar as pernas que eu ia foder ela na posição mais famosa do mundo “papai e mamãe” ela arreganhou as pernas do jeito que eu gostava, como uma puta, então comi ela naquela posição, com ela falando barbaridades no meu ouvido, me chamando de cavalo, pedindo leite para o cavalo dela, e não demorou muito e eu enchi a buceta dela de porra quente. Depois dessa foda maravilhosa ela se deitou ao meu lado, e perguntou:

– Por que essa empolgação toda hein, amor?
– Porque eu estava com saudades de você. Cochilei aqui e fiquei sonhando contigo, dai acordei daquele jeito que tu viste.
– Era comigo mesmo que você estava sonhando? – perguntou ela desconfiada.
– Claro que sim, e com quem seria?
– Não sei, faz anos que você não transa assim comigo.
– Como disse, estava com saudades. Acho que precisamos fazer uma viagem, uma segunda lua de mel para a gente transar muito assim, como loucos. Nos reconectarmos.

Ela me beijou e disse:
– Gostei da ideia, pode ser no Réveillon, né?
– Perfeito.

Depois desse papo Manuela e eu fomos para o banho, fodemos mais debaixo do chuveiro, enchi a boca dela de porra duas vezes. Nos dias seguintes eu até esqueci um pouco essa ideia de pegar a minha enteada, Manuela e eu fodemos muito nesses dias, mas com o tempo a coisa foi se acalmando com a minha mulher e o desejo pela minha enteada voltou a minha mente.

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No réveillon eu e Manuela viajamos sozinhos para o nordeste, Samara ficou na casa de uma amiga dela. Fomos para Fortaleza no Ceará, chegamos no aeroporto à noite, do aeroporto fomos de taxi para o hotel onde ficaríamos hospedados. No caminho passamos por um ponto de prostituição, então minha mulher disse:

– Muitas prostitutas nesse bairro aqui, né?
– Muitas mesmo. Inclusive madame, muitas meninas menores. Um absurdo e ninguém faz nada – respondeu o taxista.

– Que absurdo – finalizei eu.

Quando chegamos ao hotel, notei que não saia da minha cabeça o que o taxista falou. Prostitutas menores de idade ali na rua, ao meu alcance, isso talvez resolvesse essa minha fixação por pegar a minha enteada. Eu e Manuela jantamos, depois fodemos e fomos dormir, no dia seguinte acordei cedo e decidido a voltar aquele ponto onde encontrei aquelas prostitutas.

Então fui ate a uma locadora de carros, aluguei um carro e esperei a noite chegar. Não contei nada para Manuela. De noite eu disse que iria dar um passeio no calçadão, ela se prontificou a ir comigo, mas eu disse que não iria demorar, só queria beber uma agua de coco e voltar. Peguei o carro e fui até aquela rua onde vi aquelas cenas de prostituição.

Eu estava nervosíssimo, já tinha pegado varias putas, mas uma menor seria a primeira vez. Fiquei olhando, saí do carro, fumei uns cigarros e fiquei observando de longe; enfim tomei coragem, entrei no carro e dirigi até perto das putas. Fiquei passando devagarzinho para escolher uma bem novinha e linda. Percorri toda a rua, depois voltei e achei uma razoavelmente parecida com Samara. Ela era branquinha, cabelos compridos e negros; eu então parei o meu carro ao lado dela, abri o vidro do carro e ela se aproximou com uma amiga que era magra também, mas era loira e com a pele bem morena. Elas disseram:

¬– Oie.
– Oi meninas, querem brincar?
– Queremos. Você aguenta brincar com nós duas?

A coisa estava saindo melhor do que eu tinha imaginado. Respondi a elas:

– Claro, entrem.
As duas entraram. A loira se sentou no banco do carona e a morena se sentou atrás.
Eu então perguntei aonde podíamos ir, elas disseram que tinha um lugar ali pertinho, então perguntei:
– Quantos anos vocês tem?
Elas se olharam e depois de silenciar por um tempo, disseram que tinham 18 anos. Eu sorri, era evidente que elas não tinham 18 anos. Então eu disse:
– Falem a verdade, podem falar.
Elas se olharam e depois assumiram ser menores de idade, a loira, que se chamava Raissa, tinha 14 anos; a morena que se chamava Débora, disse que tinha 15. Era tudo que eu queria, meu pau já estava duro pra caralho. Quando chegamos ao lugar onde elas me indicaram, dava para ver que havia um esqueminha combinado para que de menores levassem clientes até ali. Fomos para um quarto, elas então perguntaram se eu não queria saber o preço. Eu respondi:

¬– Se eu gostar, pago o que vocês pedirem.
Eu estava preparado, tinha mais mil reais na carteira. E para comer uma novinha eu pagava mais ainda, duas então, seria perfeito e eu pagava até vendendo a minha alma. As duas se sentaram na cama, que era bem simples, o quarto era minúsculo, abafado, tinha uma cômoda e um ventilador em cima e mais nada. Elas ficaram sentadas na cama esperando eu tomar a ação.

Eu não fazia nada, fiquei de pé olhando elas. Então elas me chamaram para eu sentar entre elas, me sentei, então Raissa perguntou-me se eu nunca tinha feito aquilo. Eu respondi que não com garotas tão jovens, elas disseram que se eu quisesse elas podiam arruma uma bebida para eu me desinibir, eu aceitei, mas elas disseram que eu tinha que pagar adiantado. Dei cem reais a Debora e ela voltou com uma garrafa de uísque já pela metade e um copo, eu tomei duas doses de uma só vez, mesmo sem gelo.

Elas pediram para tomar também, eu pensei em negar, oferecer bebida alcoólica a menores é crime, mas como um cara que queria comer duas jovens menores de idade podia se preocupar com o que elas bebem, então deixei. Elas beberam, claramente não era a primeira vez que elas provavam o sabor do álcool. Depois dessas doses eu e elas nos desinibimos, meu pau estava quase rasgando a calça e foi então que eu beijei a Debora na boca, eu ainda estava um pouco envergonhado, mas quando provei a doce saliva daquela menina, a vergonha foi toda embora. Depois beijei Raissa, o beijo dela era mais gostoso.

E eu estava cansado de ficar só nos beijos, então fiquei de pé, tirei a calça, depois a cueca; tirei a blusa também porque estava muito calor. Depois de ficar todo nu, as mandei chuparem o meu pau. As duas caíram de boca nele e o disputavam como se meu pau fosse um pedaço de carne e elas fossem feras esfomeadas.

Meu pau provavelmente nunca esteve tão duro, o meu tesão era tamanho que sem perceber eu gozei ali na boca delas, elas beberam tudinho. Talvez eu nunca tenha gozado tão rápido, mas engana-se quem pensa que acabou por ali, dei mais dinheiro a uma delas e mandei trazer mais bebida, fiquei um instante conversando com elas e bebendo, quando senti as forças voltando botei elas para me mamar de novo, elas chuparam com a mesma eficiência de antes, mas dessa vez eu me controlei para não gozar tão rápido.

Depois de muito elas me chuparem, mandei elas se beijarem, elas fizeram. Foi a cena mais linda que eu já vi na minha vida, enquanto elas se beijavam eu me masturbava bem lentamente, mandei elas irem tirando a roupa, quando elas estavam peladinhas, ainda sentadas na cama, eu me ajoelhei diante delas e comecei a chupar os seios de cada uma; os de Raissa, apesar de ela ser mais nova, eram um pouco maiores; já os de Debora, apesar de menores tinham o bico rosado, eu me acabei chupando aqueles seios, havia muito tempo que eu não tinha dois pares de seios diante de mim ao mesmo tempo, e ainda mais aquelas duas obras de arte que o tempo e a lei da gravidade ainda não tinham começado a fazer ruir.

Eu peguei o uísque e derramei nos seios das duas, e chupei com mais vontade, elas soltavam leves gemidos e era possível ouvir outros gemidos vindos de outros quartos, toda aquela atmosfera proibida me enchia ainda mais de tesão. Beijei as duas ao mesmo tempo e depois de muito beijar elas, decidi que estava na hora de enterrar minha piroca em uma delas.

Elas me deram a camisinha, obviamente eu pensei em foder elas no pelo, mas achei prudente colocar a capa. Depois que coloquei a camisinha, as botei de quatro na cama e fiquei admirando aqueles rabinhos, pequenas obras divinas, tentei me decidir por qual começaria a minha festa, escolhi o de Raissa. Passei cuspe na buceta dela, posicionei o meu pau na entradinha daquela buceta, enfiei a cabecinha bem devagar, depois enfiei tudo. Só quem já viveu essa experiência sabe como ela é boa, comecei a bombar na buceta dela com muita força. Estava maravilhoso, só de lembrar meu pau fica como pedra.

Enquanto metia na buceta de Raissa, ordenei que elas se beijassem, as ninfetinhas fizeram do jeito que eu mandei, imaginem a cena, duas ninfetinhas de quatro, com as bundinhas empinadinhas, se beijando enquanto uma te da a buceta dela, eu já estava quase gozando de novo, e foi ai que Debora, pediu rola também. Ela disse:

– O senhor trouxe duas pra cama pra comer só uma? Deixa eu fazer por merecer o meu dinheiro também.
Ouvir isso me enlouqueceu. Elas apesar de jovens eram mais putas do que muita puta fresca que tem por aí. Atendi ao pedido dela, me sentei na cama e mandei-a cavalgar no meu pau.

Antes de ela sentar, troquei a camisinha e ela se sentou de frente pra mim e começou a cavalgar, a buceta dela era apertadíssima, quentíssima. Diferentemente de Raissa, Debora era escandalosa, gemia bem alto, quase gritava, isso me enchia de tesão. Enquanto ela cavalgava no meu pau, Raissa me beijava na boca, depois beijava a boca de Debora, eu estava tão louco de tesão que não resisti e enfiei um dedinho no cu de Debora, ela então parou de cavalgar por um instante e disse:

– Brincar no cuzinho é mais caro.

Eu disse que não me importava. Então ela continuou cavalgando com a buceta no meu pau enquanto eu enterrava meu dedo do meio no cu dela. Puxei Raissa para perto de mim e enfiei o dedo da outra mão no cu dela também. Mas eu não queria ficar só no dedo, mandei Raissa se deitar na cama de ladinho, tirei Debora do meu colo, me deitei atrás de Raissa, passei cuspe no cu dela e enfiei meu pau na bundinha da safadinha, ela então me mostrou que também sabia gritar.

O meu tesão era tamanho, que eu havia ido ate ali decidido a não chupar elas, “puta de beira de estrada não se chupa”, já dizia o meu pai, “pelos mesmos motivos que não se enfia a língua numa tomada elétrica”. Mas eu queria chupar, mandei a Débora se deitar perto do meu rosto e cai de boca naquela bucetinha pequena enquanto enrabava a colega dela.

Fiquei chupando uma e metendo na outra por um tempo interminável. Depois me levantei, puxei Débora pelo cabelo, a coloquei de quatro na cama, chupei o cuzinho dela e sem muita cerimonia meti nela, bombei forte no cu daquela putinha, enquanto isso Raissa veio me beijar, beijei ela por pouco tempo, logo mandei ela se abaixar e chupar o meu saco enquanto eu atolava o meu pau no cu de sua amiga, ela fez o que eu mandei, ficou brincando com as minhas bolas enquanto o pau eu enterrava no cu da outra.

Não demorou muito e eu já estava doido para gozar, as coloquei de joelho na minha frente e enchi a boca delas de porra, depois dessa gozada eu cai exausto na cama. As duas se deitaram sobre mim, estávamos suados, muito suados, mas eu nem pensava mais em Samara. Resolvi pegar meu celular para ver as horas, vi que tinham duas ligações perdidas de Manuela, eu realmente tinha demorado mais do que havia planejado. Então eu me vesti e perguntei quanto eu devia as duas. Débora disse que era R$150,00 para cada uma mais R$70,00 do local. Dei os R$70,00 do local, e como valeu tão a pena, dei R$400,00 para cada uma e uma promessa de voltar.

Sai daquele lugar rapidamente e fui para o hotel, pensei em uma boa desculpa para dar a Manuela, porque eu havia demorado muito. Mas estava difícil pensar em algo se não me saiam da cabeça os corpinhos daquelas duas peraltas. Inventei uma desculpa qualquer que aparentemente colou, mas ela ficou desconfiada, então decidi não dar nenhum outro mole enquanto a viagem durasse.

O réveillon passou, nós voltaríamos para casa no dia 06 de janeiro, então deixei para voltar a procurar aquelas duas safadinhas no dia 05, eu não podia ir embora sem me despedir. Consegui despistar a patroa, uma mulher que conhecemos na viagem a convidou para uma resenha só com mulheres, eu a incentivei a ir e funcionou. Então fui até aquela rua onde as encontrei a primeira vez, nada de ver elas. Então chamei outra novinha, essa era mulata, tinha 16 anos, seu nome é Danubia, ela entrou no carro e já foi logo dizendo que a gente podia fazer ali no carro mesmo. Eu então perguntei pelas duas que eu queria, ela disse que já tinha visto elas essa noite, mas que elas deviam estar com algum cliente.

Ela se ofereceu para fazer o serviço de Debora e Raissa e me garantiu que faria melhor que elas. Eu não quis aceitar, mas também não queria perder a viagem, então botei a mulata para me fazer um boquete ali mesmo enquanto eu ficaria esperando para ver se as duas apareciam. Preciso reconhecer que Danubia sabia bem o que fazia, que boquete maravilhoso, ate garganta profunda a putinha fez. Não demorou e eu enchi a boca dela de porra.

Continuei esperando as duas com Danubia no meu carro, fiquei batendo um papo super agradável com ela, descobri que algumas meninas chegam para trabalhar ali aos doze anos, algumas levadas pela família outras vão por conta própria por que querem ter dinheiro. Descobri ainda que tem uma cafetina que controla o esquema com a ajuda da policia, quando eu já estava desistindo de esperar Débora e Raissa, e levar só Danubia para brincar comigo as duas apareceram. Eu pisquei o farol do carro e elas reconheceram o meu carro, se espantaram em me ver com uma concorrente delas ali, mas eu disse que queria levar as duas, melhor, as três (por que não?). Para um lugarzinho. Eu não aceitava mais entrar naquele muquifo onde fodi com as duas dias atrás. Elas ficaram temerosas mais toparam.

Dias antes eu me havia lembrado que conhecia um corretor de imóveis em Fortaleza, liguei para ele e perguntei se ele não conseguia me arrumar uma casa desocupada só para uma noite. Ele disse que seria difícil e seria caro, mas eu estava disposto a pagar, ele conseguiu um apartamento já mobiliado, perfeito.

Levei as três para o apartamento que eu já tinha visitado mais cedo, a única coisa que eu queria é que ninguém nos visse e ninguém viu. Chegamos lá, entramos, e mais do que o meu prazer eu queria o prazer e a alegria delas, tinha comprado umas comidinhas, bebidas, as mandei tomarem um banho, as três foram juntas. Fiquei só imaginando a conversa delas, quando elas voltaram eu mostrei umas sacolas de roupas que eu havia comprado mais cedo, felizmente eu comprei varias peças então daria para vestir também a intrusa. Eu as queria lindas e arrumadas assim como a minha enteada. Dei a elas umas bijuterias que eu havia comprado também (não se gasta joias com putas). Enfim as três estavam lindíssimas, mas um pouco assustadas, eu as acalmei deixando claro que eu iria embora no dia seguinte e queria me divertir e divertir elas também. Jantamos, bebemos, conversamos e então fomos para o quarto. Eu botei um pornô na tv e disse que estava disposto a dar mil reais para cada uma, se elas trabalhassem direitinho.

Os olhos delas brilharam. Alguém pode até achar que eu gastei demais com elas, mas se esse era o preço para tirar a minha enteada da cabeça, valia a pena. Elas disseram que iam trabalhar para me fazer o homem mais feliz do mundo, então o meu primeiro pedido foi que eu queria foder as três, mas sem camisinha, pode parecer doideira minha, mas eu queria muito comer elas no pelo. Elas se olharam, Danubia ensaiou uma negativa mas elas toparam. Meu pau estava muito duro, então o coloquei pra fora da calça e dei a elas, elas chuparam do jeitinho que eu queria, como verdadeiras putas.

Elas deixavam as línguas delas esbarrarem nas línguas das outras enquanto me chupavam. Raissa foi logo chupando meu saco, deve ter se lembrado do nosso primeiro encontro. Mas o que mais me impressionava era como Danubia engolia o meu pau, ele ia à garganta dela e ela nem sufocava, a mulata sabia muito bem o que fazia. Enquanto uma quase engolia o meu pau e a outra quase engolia as minhas bolas, eu puxei Débora e a beijei, enquanto a beijava apertei com força aquela bundinha, eu já estava doido para comer aquelas três vagabundinhas, então terminei de tirar a minha roupa, deitei na cama e mandei elas fazerem um strip para mim, elas foram tirando os vestidos meio rápido, eu pedi para que elas fizessem mais devagar. A Raissa rebolava como uma dançarina de boate, as outras duas davam para o gasto, quando haviam terminado de tirar os vestidos, elas foram para os sutiãs, e para a minha surpresa Danubia tinha seios bem grandes.

Mandei-as pararem, chamei Danubia, olhei de perto aquele belo par de seios e os chupei, depois mandei as três voltarem a dançar, a primeira a tirar a calcinha foi Débora, mandei ela atirar a calcinha para mim, e eu a cheirei, a calcinha estava um pouco molhadinha então eu chamei logo ela para a cama, ela foi chupar meu pau enquanto as outras duas dançavam. Logo Raissa tirou a calcinha também e na sequencia Danubia, as duas me atiraram suas calcinhas também, as cheirei, as lambi, as mordi e enquanto isso as três chupavam meu pau de novo. Foi ai que mandei Danubia se sentar na minha cara, eu queria sentir o gostinho daquela bucetinha e daquele cuzinho de mulata. A vagabunda sentou na minha cara e rebolou enquanto eu chupava aquela buceta e aquele cu, ela soltava uns gemidinhos fracos, devia estar gostando.

Foi ai que Raissa, sem nem esperar minha ordem, se sentou no meu pau e começou a cavalgar, a buceta dela estava ensopada, dava para sentir meu pau escorregando por dentro dela. Pena o homem só ter um pau, naquela noite eu queria ter três. Eu já tinha provando e adorado o melzinho da mulata, queria Débora sentada na minha cara, com ela eu comecei pelo cuzinho, tão apertadinho, rosadinho, ele estava pedindo rola. Então nem chupei tanto, tirei elas de cima de mim, botei Débora de quatro na cama, passei um lubrificante naquele cuzinho maravilhoso e meti meu pau pra dentro.

Ela gemeu, gritou, e enquanto eu comia uma, mandei as outras duas se deitarem na cama e se beijarem, e se tocarem, as safadas fizeram direitinho, uma com a mão na buceta da outra, iam se acariciando, se beijando, se lambendo, que maravilha de cena. Eu continuei comendo o cu de Débora, e beijava-a na boca também, a saliva dela era uma delicia, eu engolia, depois de tanto comer o cu dela, falei que era a vez da Danubia.

Eu já estava doido para comer aquele cu. (só quem já comeu um cu de mulata ou negra sabe como é bom). Ela ficou de quatro pra mim, a mandei abrir a bunda, ela escancarou e eu meti a língua dentro do cu dela, estava enlouquecido, depois de chupar, enfiei o meu pau sem lubrificante mesmo, estava tão babadinho que não precisava de lubrificante. Meti com força, meu pau já estava pulsando, pronto para gozar, e os gemidos da mulata com o meu pau no rabo dela só me enlouquecia ainda mais. As outras duas vagabundas haviam ido pegar bebida e ficaram bebendo e se tocando enquanto assistiam a meu desempenho com a amiga.

Eu já estava doido para gozar, chamei as outras duas, mandei elas ficarem de quatro também e dei leite na bunda das três, nunca em minha vida eu gozei como daquela vez, era porra que não acabava, depois desse mar de leite eu me deitei na cama, chamei a Danubia para se deitar comigo e ficamos nos beijando.(adorei aquela mulata safada). E aquilo foi só o começo, elas ficaram ali comigo a madrugada inteira, transamos na cozinha, na varanda, não preciso nem dizer que eu tomei um Viagra para aguentar as três ninfetas a madrugada toda.

Só dormimos depois das quatro da manhã, acordamos às nove horas, fodemos mais um pouquinho, tomamos um café da manhã e então decidimos ir embora. Paguei a elas o prometido, mil pra cada uma, e disse que as roupas e as bijuterias eram delas, elas que dividissem como quisessem. Antes de nos despedirmos, perguntei se elas tinham WhatsApp ou alguma outra forma de contato segura, a Danubia me passou o numero dela e eu prometi mandar presentinhos as três se elas me mandassem vídeos, fotos; e obviamente eu prometi voltar para um repeteco com as três.

No caminho até o hotel eu não conseguia parar de pensar nas três, as cenas iam se repetindo em minha mente. Se pudesse eu me mudava para Fortaleza e comia aquelas três ninfetinhas todas as notes. Elas haviam conseguido um grande prodígio, me fizeram esquecer minha enteada, eu mal pensava em Samara e quando pensava não era com maldade. Enfim estava tudo resolvido, já que é bem melhor comer a enteada dos outros do que a minha. Mas apesar da minha alegria, ao chegar no hotel eu tive um problemão para resolver, Manuela estava chorando quando me viu partiu para cima de mim me xingando e me acusando de traição.

Eu tentei argumentar, mas ela tinha certeza, era obvio, ela disse que sentia o cheiro de perfume feminino na minha pele, ela estava revoltada e disse:

– Você disse que essa seria a nossa segunda lua de mel, mas você não me procurou uma só vez. Se não fosse pela minha insistência não teríamos transado uma só vez aqui. Agora você passa a noite fora, volta com esse cheiro de mulher, esses olhos vermelhos e vem me dizer que não estava com outra?

A argumentação era inútil, voltamos para casa com uma crise no casamento.

Uma pena que aquela semana incrível terminasse assim, mas uma hora Manuela me perdoaria, era só dar tempo ao tempo, ela não é dessas mulheres que chutam o pau da barraca, já havíamos tido outras brigas semelhantes por suspeita de traição, e eu sempre fui hábil em contornar a situação, com certeza conseguiria contornar dessa vez também. No fim o saldo era positivo, havia enfim tirado aquelas ideias insanas de pegar a minha enteada da cabeça, ou achei que tinha tirado, e arrumei três putinhas obedientes para quando voltasse a Fortaleza.

Quando chegamos em casa Manuela foi direto para o nosso quarto; já eu fui fumar um cigarro e beber um uísque no terraço e para minha surpresa Samara estava lá, só de biquíni tomando sol. Vê-la daquele jeito reacendeu todos os antigos desejos, era impressionante como ela me perturbava a mente, e impressionante também como ela estava linda, estava mais morena que o normal e quando me viu ela correu para me abraçar, perguntou onde estava a mãe e eu disse que ela tinha ido para o quarto. Samara foi falar com ela e eu fiquei ali pensando o que eu faria para esquecer essa garota. Quando Samara voltou, me perguntou:

– O que houve com a minha mãe, Raul? Ela está toda mal humorada.
– Tivemos uma briguinha hoje de manhã, mas já já a gente se acerta.
– Hum… E como foi o resto da viagem?
– Maravilhoso, tirando essa briga de hoje cedo, correu tudo bem. E você, se divertiu na virada? Aprontou o quê?
– Nada demais, fiquei esses dias na casa da Julia e só voltei hoje, pois sabia que vocês também voltariam hoje. Mas pensei que encontraria vocês mais felizes.
– Relaxa menina, logo tudo se ajeita.

Eu a deixei ali tomando o sol dela, mas não pude deixar de reparar antes de sair, na bundinha dela, estava perfeita, bronzeadinha. Parecia não ter jeito. Eu teria que comer a minha enteada. Nos dias seguintes fui amansando Manuela, não assumi a traição, nem precisava, mas dei uns presentes a ela e prometi me comportar de agora em diante, logo ela pareceu esquecer tudo. As coisas só não estavam perfeitas porque eu ainda sentia uma vontade insana de pegar minha enteada.

E estranhamente nos dias seguintes, senti que ela tentava me seduzir. Podia ser coisa da minha cabeça, mas ela pedia para eu passar protetor solar nela, passava perto de mim se esfregando, talvez sempre tenha sido assim, mas eu não sei por que, sentia uma maldade no ar. Para me controlar e não comer ela a força, fui procurar os vídeos e fotos de Samara no Twitter, tinha novos, eram maravilhosos.

Eu perdia horas me masturbando com as imagens dela, fiquei batendo papo com as três ninfetinhas de Fortaleza também; elas me enviavam fotos, vídeos se beijando, se masturbando, dançando funk com as calcinhas que dei a elas, diziam que sentiam saudades, mandavam áudios falando as maiores obscenidades, Débora sempre dizia que queria sentir meu beijo, me sentir chupando ela de novo; já Danubia queria me dar o cu de novo; e Raissa queria sentir a minha rola deslizando pra dentro da buceta dela mais uma vez. Dava vontade de largar tudo e ir atrás das três diabinhas. E por falar em diabas, dia 13 de janeiro aconteceu talvez o ponto alto desse conto, Samara foi com as amigas para o bloco “A favorita” em Copacabana um dia antes, dia 12. Quem é do Rio sabe que o carnaval aqui começa em janeiro.

A mãe dela fez várias recomendações, não aceite bebida de estranhos, não beba álcool, não faça isso, não faça aquilo; como se isso adiantasse. E ela foi fantasiada justamente de diaba, quando a vi daquele jeito senti vontade de pular em cima dela e foder ela bem ali na frente da mãe, ela estava linda. Logo depois que ela saiu eu fui me masturbar pensando nela, ela enfim dominava de novo todos os meus pensamentos. Não tinha espaço para Débora, nem para Raissa, nem para a maravilhosa mulata Danubia, muito menos para Manuela. Eu queria minha enteada.

O bloco acabou e Samara disse que foi para a casa de uma amiga e só voltou no dia seguinte, quando ela chegou eu estava sozinho em casa, me preparava para sair para trabalhar, a mãe dela já havia saído; Samara chegou completamente alterada. Estava bêbada, mas talvez tivesse usado outras coisas, provavelmente ela não foi dormir na casa de amiga nenhuma, deve ter virado a noite em algum lugar fazendo besteiras.

Eu nunca havia a visto daquele jeito. Eu e a mãe dela sabíamos que ela bebia, mas ela dessa vez mal se aguentava em pé. Eu a levei para o quarto dela, e foi surgindo em minha mente que aquela era a oportunidade que eu tanto esperava, ela estava ali, quase dormindo, talvez não se lembrasse de nada do que eu fizesse. Perguntei a ela o que ela havia usado para ficar naquele estado, ela mal articulava as respostas.

Eu disse que tiraria a roupa dela para ela dormir, ela disse que “sim”, então eu fui tirando a parte de cima, ela já havia desmaiado de tão bêbada. Os peitinhos dela estavam ali diante de mim, eu não resisti, fui passando minha mão nele de leve, tentava ainda disfarçar, mas ela não dava nenhum sinal de ter noção do que ali estava acontecendo, eu então me atrevi, passei a língua no biquinho rosado daquelas tetas maravilhosas, chupei, chupei muito; aproveitei o estado dela e peguei meu celular, tirei fotos, gravei vídeos, depois tirei a saia dela, depois a calcinha, a bucetinha dela estava ali, aberta para mim, eu não me aguentei, meti a língua, ela murmurou algumas palavras, eu me assustei, mas ela ainda dormia.

Eu tirei diversas fotos dela ali deitada naquela cama, de frente, de costas, sarrei o meu pau duro naquela bundinha, algo me impedia de penetrar ela naquele estado, mas ainda assim aproveitei para passar a mão em tudo, tirar fotos de tudo. Depois disso eu fui para o banheiro dela, me masturbei como um louco lá, gozei três vezes em menos de dez minutos.

Quando voltei para o quarto ela estava imóvel, eu então a peguei no colo, a levei para o banheiro, me sentei pelado em um banco que eu coloquei sob a ducha, a coloquei sentada em meu colo de frente para mim. Repito, não ouve penetração, mas eu a banhei ali, peladinha no meu colo. Eu sarrei nela de frente, de costas, esfreguei a bucetinha dela, o cuzinho dela, ela se mexia um pouco, mas nada dizia. Eu cheguei a gozar sem me masturbar, só o toque no corpo dela me bastava.

Peguei a mão dela e passei na cabeça do meu pau, gozei mais ainda. Cheguei a passar meu pau dentro da fenda da bundinha dela, só deus sabe como eu me controlei para não meter nela ali mesmo. Mas eu não queria comer ela desacordada. O banho durou quase uma hora, e quase não teve banho, só a limpei e fiquei me esfregando. Depois do banho eu a levei para a cama, peguei outra roupa para me vestir, e antes de vesti-la também, tirei varias fotos dela deitada na cama, de frente, de costas, abri a bundinha dela e filmei aquele cuzinho rosadinho, como eu o queria para mim. Ao menos passei a língua, passei a cabeça do meu pau novamente.

Depois disso tudo a vesti e a deixei ali dormindo. Fui para meu quarto, fiquei vendo todas aquelas fotos e vídeos, tinha com certeza mais de cem fotos e vídeos. Eu pensei em voltar lá e finalizar o serviço, mas me contive. Eu nem conseguia mais me masturbar, meu pau doía, eu só fiquei ali horas assistindo aqueles vídeos, vendo as fotos. Quando a empregada chegou eu decidi sair, mas a deixei avisada do estado de Samara. Sentia um misto de felicidade e de culpa, pensei em apagar as fotos e os vídeos, mas pensei “todo o esforço para apagar” decidi ir para o trabalho e tentar pensar em outra coisa.

Na hora de voltar para casa eu temi, Samara podia se lembrar de tudo e contar para mãe. Fiquei enrolando na rua, mas tomei coragem e fui para casa. Quando cheguei as duas estavam na mesa jantando, estava tudo normal, não havia perigo. Sentei-me a mesa e Manuela estava dando uma bronca em Samara. A empregada devia ter falado do estado que Samara estava quando acordou. Enfim estava tudo normal.

Eu mal consegui dormir naquela noite, estava sempre excitado e ia para o banheiro me aliviar com as fotos e vídeos dela. Pela manhã, quando acordei a minha esposa já estava de saída, eu fui me arrumar. Logo depois que Manuela saiu, eu me masturbei assistindo um vídeo que fiz enfiando o dedinho na buceta da minha enteadinha, mas para a minha surpresa Samara entrou no quarto e me pegou nessa cena constrangedora. Eu disse com autoridade:

– Não sabe bater na porta não, menina? Não tem educação?
Ela respondeu:

– Pior que não ter educação, é abusar da enteada enquanto ela esta bêbada? Está se masturbando com as minhas fotos, é?

Quando eu ouvi isso meu sangue gelou, senti meu coração bater na goela. Respondi gaguejando:

– Do que você esta falando garota?
– Não se faça de desentendido, eu estava bêbada, mas lembro de tudo.

Enfim, a casa tinha caído. Mas como a narrativa já está muito grande, vou parar por aqui. Teve continuação, vou escrevê-la e posto em breve.

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