Sobre um ménage – a realização de uma fantasia

Sobre um ménage – a realização de uma fantasia

Sobre um ménage – a realização de uma fantasia

Eu estava na praia com os amigos. Por volta do meio dia o sol estava muito forte e decidimos dar um tempo. Um deles convidou pra ir até a casa de uns primos que moravam perto. O casal estava com roupa banho. Ele com uma bermuda larga. Ela com um maiô preto, com um corte esquisito. Era um casal um pouco mais velho do que eu. Nos convidaram pra entrar. A casa era grande, com móveis antigos. Na sala tinha quadros de flores e paisagens feitos com tinta a óleo, provavelmente pintado pela sogra de um dos dois. E fotos dos filhos, já adultos, na lareira.

Passamos a tarde na casa deles. Eles eram muito carinhosos um com o outro. Não sentavam juntos, mas cada vez que um passava pelo outro tinha uma carícia, um beijo, uma mão no cabelo, nos ombros, e um olhar muito doce. Muita cumplicidade. De vez em quando ele parecia me olhar de um jeito malicioso, mas eu não tinha certeza se realmente estava acontecendo, ou se era só uma sensação. O fato é que aquilo me deixava excitada.

Ela falava empolgada sobre o trabalho, os filhos, as plantas, as viagens, os projetos de decoração. Ele era mais fechado. Observava muito e, praticamente, só respondia o que perguntávamos. Isso me deixava intrigada. Louca pra saber mais.

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A conversa estava tão boa que acabamos passando a tarde por ali. No fim da tarde decidimos ir embora. O pessoal queria conhecer um bar novo, mas eu disse que estava cansada e iria direto pra casa. Esperei todos saírem dei a entender até faria o mesmo. Fingi tentar ligar o carro e não conseguir. Disse que ligaria pro seguro, mas que não sabia o que fazer. Pra onde o guincho levaria o carro? Perguntei se poderia deixar o carro ali, pro guincho retirar no dia seguinte e ir pra casa de Uber. Ela perguntou se eu tinha algum compromisso, ou poderia passar a noite ali e resolveríamos o problema pela manhã.

Voltamos pra casa e continuamos conversando muito. Só entre nós três, fluiu mais. Ele falou sobre suas convicções, sobre as frustrações, e sobre não ter perdido as esperanças, apesar das dificuldades.

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Já era tarde quando bateu o cansaço. Eles me mostraram o quarto onde eu dormiria, ao lado do deles, e me entregaram uma toalha limpa pra que eu pudesse tomar banho. Ela saiu e avisou que também iria tomar um banho rápido, no outro banheiro. Ele ficou, me ajudando a colocar lençóis limpos na minha cama. Mas o que eu queria, de verdade, era deitar no meio deles. Era um quarto antigo. Com móveis de madeira escura, bem pesados. Antes de sair ele me deu um beijo de boa noite. No rosto, mas tão perto da boca, e com uma mão tão forte no meu quadril que percebi que os olhares que ele direcionou a mim, durante toda a tarde, realmente tinham malícia. Mas ele não me deu espaço pra nenhum outro movimento.

Fui para o banheiro e ele passou pela frente naquele momento. Deixei a porta entreaberta enquanto tirava a roupa, na esperança de que ele estivesse espiando, o que não sei se aconteceu.

Vesti uma camiseta dela e me preparei pra deitar. Mas, em seguida, ouvi uns sons. Tentei ouvir mais me aproximando da parede, mas não era suficiente. Saí do quarto e, colada na porta do quarto deles, conseguia ouvir quase tudo que acontecia lá dentro.

Tentei espiar pela fechadura, mas nos filmes isso funciona melhor. Precisei me contentar só em ouvir. No começo senti medo de ser flagrada. Depois percebi que, enquanto houvesse gemidos, ninguém sairia de lá. Minha mão acariciava a minha vagina, por cima da calcinha, enquanto dentro do quarto, o que havia começado com suspiros, aos poucos se transformava em gritos abafados. Às vezes dela, às vezes dele. Imagino que tentassem se controlar pra que eu não ouvisse. Mas era tarde. Também pensei na possibilidade de estarem fazendo de propósito, pra me provocar.

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Ele falou algo que não consegui entender, mas a resposta dela foi muito clara: “sim! Por favor”. Eu já não conseguia me controlar. Minha mão estava dentro da calcinha. Meus dedos penetravam os dois orifícios. Sentia um prazer indescritível. Era como se eu estivesse com eles. Pouco depois de ela dizer “por favor”, deu um gemido profundo, e ele continuou. Em seguida ele também gozou e, com ele, eu gozei. Senti uma sintonia entre nós.

Ouvi um barulho. Era o rangido dos pés dele nas tábuas do piso. Rapidamente levantei e voltei pro meu quarto, mas fiquei espiando. Ele saiu com uma cuequinha preta tão apertadinha que eu via desenho do pau dele, agora molinho, e daquela bunda perfeita. Ele percebeu que eu estava ali. Mas só deu um sorrisinho cafajeste sem me encarar. Entrou no banheiro e eu voltei para a porta do quarto deles.

A porta estava entreaberta. Ela estava deitada de bruços. Com os braços embaixo da cabeça. Em segundos decorei todo o corpo dela. Pelo menos a parte que estava vendo. E imaginei o resto. Ela era muito branca. O que não combinava com a praia onde estávamos. Ela parecia estar dormindo profundamente. O corpo todo relaxado. Eu tava tão excitada que sentia o líquido quente escorrendo de dentro de mim. Eu nunca tinha transado com uma mulher. Até então só tinha tido relações com homens. Homens muito diferentes entre eles. Mas nenhuma mulher. Eu estava decidida a mudar isso. Mas não sabia o que fazer.

Foi quando ouvi a descarga e ele voltando pro quarto. Mas minha mão estava dentro da minha calcinha e a única coisa que eu conseguia mover era um dedinho.

Ele chegou devagar e me pegou por trás. Não reagi. Colou o pau, que em segundos cresceu, na minha bunda. A mão dele se encaixou na minha e, instantaneamente, o dedo dele estava, junto com o meu, dentro de mim, enquanto os dois observam aquele corpo suave na cama, sem falar uma palavra. Ele começou a andar pra trás. Em direção ao meu quarto, me levando junto. Com o pau duro me atiçando. Entramos no quarto e fechamos a porta. Ele me sentou na cômoda, abriu minhas pernas e me beijou enquanto enfiava os dedos dentro de mim. Um. Dois. Três dedos. Dedos grossos e habilidosos. Acho que estava me medindo. Quando tirou a língua da minha boca, colocou a mão, pra que eu não fizesse barulho, e colocou a língua na minha vagina. Me chupou de um jeito que eu queria gritar. Ele tirou minha camiseta, enrolou e colocou na minha boca. Tirou a cueca lentamente, enquanto eu olhava aquele pau duro por mim. Não era o maior pau que eu já tinha visto. Mas tinha um diâmetro perfeito. E a firmeza era um elogio ao meu corpo.

Com a camiseta entre os dentes, ele não corria o risco de eu acordar a bela adormecida e pode abrir mais as minhas pernas e colocar aquele pau delicioso dentro de mim. De uma só vez. Meu corpo era jogado pra trás a cada estocada. Não foi difícil gozar. Deitamos na cama. Eu de costas pra ele. Colados. Ele com o braço esquerdo por baixo de mim. Estávamos de mãos dadas, enquanto ele desenhava o meu corpo com a ponta dos dedos da mão direita. Barriga, seios, umbigo. Eu me arrepiava inteira. A mão chegou na minha vagina. Os dedos dele deslizavam sobre os poucos pelos que tinha lá. Ao sentir meu corpo se contrair ele pegou com força meu seio direito com a não esquerda e, novamente introduziu um dedo em mim. Foi uma delícia. Mas não tanto quanto o que estava por vir. Enquanto ele me segurava com força, sussurrou no meu ouvido que eu poderia ir para o outro quarto, com a mulher dele. Disse que se eu fosse carinhosa, ela aceitaria. Sem pensar duas vezes, me virei pra ele, dei um beijo demorado e levantei.

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No outro quarto ela continuava dormindo. Tinha se mexido pouco. Deitei de lado, coladinha nela. E deixei meu corpo cair levemente sobre o dela, só pra sentir aquela pele macia e cheirosa. Ela parece não ter percebido. Passei a mão, suavemente, pela bunda e coxas dela, ela suspirou e se acomodou na cama. Parecia estar gostando. Coloquei a mão entre as pernas dela, por trás. Senti que ela estava ficando excitada. Comecei a passar os dedos pela vagina dela. Olhei para a porta e ele estava lá, nos observando. Fascinado. Ela novamente suspirou, e abriu um pouco mais as pernas, sem acordar. Lambi meu dedo e coloquei a pontinha na vagina dela, delicadamente.

Ela se abriu mais. Estava quente e molhada. Eu também. Enfiei o dedo inteiro, enquanto mordiscava a nunca dela. Neste momento ela acordou e se virou. Pareceu surpresa quando me viu. Olhou o marido na porta, se tocando, e me beijou sem pensar muito. Voltei a colocar os dedos dentro dela. Dessa vez dois. E observei o corpo dela. Seios grandes. Diferentes dos meus. Mamilos duros pela excitação. Um pouquinho acima do peso, o que fazia com que ela fosse toda macia. Precisei tocar. Foi quando ele resolveu se juntar a nós. Ela deitada de costas, me beijando e se abrindo pra minha mão. Ele se dedicou a mim.

O quarto era grande mas a cama, infelizmente, não. Então ele levantou, estendeu um edredom no chão, e nos levou pra ele. Chupei o pau dele, enquanto enfiava meus dedos nela. Distraidamente, um dos meus dedos, de vez em quando, deslizava um pouquinho mais pra trás, do jeito que eu gosto que façam comigo. Ela gostou da brincadeira. Me pediu pra chupá-la. Eu nunca tinha feito isso. Tinha medo de decepcionar. Mas o meu tesão era maior do que o medo. Abri as pernas dela e comecei a lamber devagar, medindo minha competência pela respiração dela. Ele foi pra trás de mim e levantou a minha bunda. Enquanto eu chupava a mulher dele, ele fazia o mesmo comigo. Eu tentava repetir nela o que ele fazia comigo. Ele ousou mais, esticava aquela lambida até o meu ânus, e pressionava ele com a ponta da língua. Ele penetrou a minha vagina e os dedos massageavam o meu cu. Eu não pretendia deixar. Mas quando percebi já estava tão relaxada que queria que ele continuasse. Ele tirou o pau da minha vagina e colocou no meu cu. Devagar e com cuidado. Estava gostoso demais. Mas eu já não conseguia mais chupar ela enquanto ele me comia. Era uma confusão de sensações. Meu corpo queria apenas se entregar.

Ela assumiu, então, o controle da situação. Mandou que ele sentasse na ponta da cama, sem sair de dentro de mim. Ele me segurou pelos seios e fomos. Eu sentada nele. Ela se abaixou e observou o pau do marido entrando e saindo devagar do meu cu. As mãos dele segurando os meus seios com desejo. Ela nos deitou, com as pernas pra fora da cama, pra abrir espaço pra ela. Passou a língua na minha vagina e no saco do marido. Voltou para o nosso lado e colocou os dedos na minha vagina e a língua na minha boca.

Meus orifícios ocupados pelos dois. Meu corpo se contraía. Eu queria retribuir. Mas, naquele momento, não era capaz. Eu estava entregue. E eles pareciam ter muito prazer em usar o meu corpo. Eu gozei e eles não pararam. E eu não queria que parassem. Até que caímos os três. Eles se beijaram com calma, como quem comemora um final feliz.

Quando eles dormiram, fui pro outro quarto, descansei um pouco, me vesti, espiei os dois, que continuavam dormindo abraçados, e fui embora. Sem despedidas. Nunca mais nos vimos, mas é comum, quando estou sozinha no meu quarto, com meu pequeno amigo que vibra, eu gozar pensando neles.

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