Minha namorada me trai com o meu melhor amigo

Minha namorada me trai com o meu melhor amigo

Minha namorada me trai com o meu melhor amigo

Eu me chamo Carlos, 30 anos, sou baixo, mas tenho um corpo malhado. Minha namorada é a Isabel, 27 anos, baixa, seios médios, bunda bem empinada e longos cabelos negros que chegam à bunda.

Eu vivo na Europa, no Luxemburgo, em uma casa pequena com apenas dois quartos, uma sala entre eles, uma cozinha pequena e um banheiro. Vivo junto com o meu melhor amigo, Bruno, 27 anos, alto, magro e com um pinto de uns 18 cm mole. Eu e ele andávamos muitas vezes pelados pela casa, nunca houve pudor ou malícia entre nós. Afinal, nos conhecemos desde criança.

Isabel vive com a família em uma cidade vizinha, mas vem regularmente dormir na minha casa.

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Eu tenho um sono pesado, mas no início deste ano de 2020, por andar mais stressado com o trabalho, tive algumas insónias e comecei a notar que a Isabel saía da cama a meio da noite e só voltava cerca de uma hora depois.

Primeiro pensei que ela ia no banheiro ou comer alguma coisa, mas depois de acontecer durante muitas noites seguidas, desconfiei. Em uma noite, fingi dormir, esperei ela sair, esperei uns minutos e fui atrás, em silêncio. Como durmo pelado, fui assim mesmo.

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Fui na cozinha, nada. Banheiro, nada. Como o banheiro é ao lado do quarto do bruno, ouvi uns gemidos de prazer. Gelei na hora.

Vi que a porta do quarto tinha uma pequena abertura e via a luz que vinha de dentro. Aproximei e escutei:

– Come, gostoso! Abre tudo bem fundo!

Era a voz da Isabel. Mal podia acreditar. Tomei coragem e empurrei um pouco a porta sem fazer barulho. Foi quando vi, minha namorada deitada na cama, pelada, com a bunda empinada para cima e o Bruno em cima dela, metendo vara na buceta sem dó. Seu pinto era largo demais e quando saía puxava os lábios da buceta junto.

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Eu fiquei com raiva. Vendo aquilo, eles de costas para mim trepando na maior devassidão. Mas incrivelmente fiquei de pau duro.

O bruno metia com toda a força. O pau dele entrava e saía a toda a velocidade e ele ainda batia na bunda de Isabel, chamando ela de putinha, cachorra, gostosa… Ela gritava de tanto prazer e tentava abafar os gritos com a almofada.

Eu comecei batendo uma ali mesmo, vendo meu amigo comendo minha mina, via a bunda subir e descer e o seu pinto entrar até ao saco e sair.

Então o Bruno anunciou que ia gozar. Estava trepando sem camisinha e ele nem tirou da buceta. Depois tirou o cacete e eu vi ele duro pela primeira vez. Meu deus. Uns 30 cm sem brincadeira. Ele estava a tirar o pinto da buceta e parecia que nunca mais acabava.

Eu fui depressa para o meu quarto e me deitei. Ainda estava de pau duro, mas na minha cabeça pensava se devia ou não confrontar Isabel e acabar com tudo ali. Esperei ela voltar e se deitar. Ela também dorme pelada. Aproximei meu corpo do dela e ela me afastou.

Com pau duro e com uma certa raiva, insisti. Levei a mão à buceta e senti o que temia, a porra do Bruno na entrada. Ela nem se tinha ido lavar…

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Com mais raiva ainda, subi em cima dela e apesar dos seus protestos, meti vara na buceta mesmo cheia de porra do meu amigo e bombei com vontade. Logo ela já estava a gemer como louca e a pedir mais.

Gozei rápido dentro e fiz ela limpar meu pau todo cheio de porra branca do bruno com a boca. Depois deitei e dormi.

Isto foi há duas semanas e até hoje ainda não disse a eles que sei dos seus encontros nocturnos. Que devo fazer? Eu amo Isabel e adoro meu amigo como um irmão…

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