Foda gay na faculdade

Foda gay na faculdade

E aí galera! Meu nome é Igor e vim aqui contar uma história que aconteceu comigo há uns meses atrás. Vou ajudar vocês a me imaginar: sou moreno, estatura média, uso bigode e sou bem peludo. Magrinho, mas com um pouco de músculo, 18 cm de pau e uma bunda não muito grande, mas bem gostosinha.

Em 2016 me formei na faculdade. Quando entrei no curso, novinho com 18 anos, logo fui caçar quem seriam meus veteranos. Um deles chamava Jonas. Negro, um pouco mais baixinho que eu, cavanhaque e carinha de marrento. A primeira coisa que a gente reparava era a raba dele. Uma bunda imensa, que o pau subiu de ver só pela calça, vocês imaginam sem cueca? Era um cu pedindo para ser comido.

O único problema era: Jonas era hétero. Claro que rolavam uns boatos aqui e ali, mas no fim, ele estava sempre namorando meninas. Nem cheguei a investir, só segui meus estudos e, depois de formado, só via fotos de Jonas pelo Instagram.

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Bom, o cara era bem gostoso. Não era do tipo que postava muita foto, mas tinha uma que ele postou sem camisa, o peito só com uns pelos de leve entre o peitoral, os cabelos do umbigo descendo naquele caminho da perdição… lembro de ter batido uma gostosa praquela foto, só imaginando mamar aquele negro gostoso. Quem diria, em 2017, eu teria uma notícia bem inesperada.

Um belo dia acordo com uma mensagem privada do Jonas. “E aí, Igor, suave? ”, respondi que estava tudo bem e ficamos trocando esse papinho de gente que não se vê tem um tempo. De repente, ele me surge com “quero te falar sobre um negócio meio delicado”, e eu já fiquei curioso. Ele me mandou o link de um site, que eu assim que abri vi que era um site de “acompanhantes”. Fiquei meio chocado. Perguntei se ele trabalhava com as publicações do site ou algo parecido e ele disse “nada, sou acompanhante também”. Opa! Mas aí, para o meu desanimo, ele mandou “Se puder me indicar para alguma amiga kkkk”. Que merda, eu pensei, mas, bom, se ele estava disposto a meter em alguém por dinheiro, porque não eu? Mandei uma mensagem pra ele, perguntando se ele não estaria disposto a diversificar a clientela. “Sei não, cara, não curto muito não. ”, mas porra eu queria muito ver aquele cara pelado, então insisti um pouco e fui amaciando o cara: “pô Jonas, sempre te achei super gostoso, faz assim, eu te pago um extra além da taxa do site, te pago umas cervejas e tudo que você precisa é ficar pelado pra mim, deixar eu pegar e tal, só isso mano, topa não? ”

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Vamos combinar que a proposta era irresistível e ele topou. Marcamos no meu apartamento. Eu pedi pra ele vir com aqueles shorts de jogar bola, só pra poder ver o pau e a bunda dele marcando bastante. Porra, como ele era gostoso. Cumprimentei ele já duraço, pau latejando. Mas cumpri o que disse: acendemos uns cigarros de palha, tomamos umas brejas e conversamos. Deixei ele bem relaxado, fui ao banheiro e, quando voltei, falei “deixa eu realizar um sonho aí Jonas, deixa eu tirar sua roupa”. Claro que ele deixou, primeiro porque ele tava doido no extra que ia ganhar, segundo porque eu já tinha massageado bem o ego de macho hétero dele.

Comecei devagar. Primeira coisa: passei a mão naquela rola marcando no short. Senti ela mexendo um pouco, mesmo que tímida. Depois, fiquei por trás dele e relei minha pica dura naquele rabão, sentindo a barriga durinha e o peitoral dele, dando uma cheirada no pescoço. Ai aquele cheiro de perfume de macho!

Pouco a pouco, enquanto eu roçava minha pica naquela bunda por cima do shortinho, fui descendo a mão pra pica dele. Para minha surpresa, o safado estava ficando bem duro. Aproveitei, fiquei de frente pra ele e fui tirando a blusa dele devagar. Que corpo lindo, puta merda. Brinquei com os mamilos, lambi cada centímetro daquele corpo negro lindo. Pedi pra ele levantar o braço e dei uma boa lambida no sovaco dele, que estava bem aparadinho.

Devagar, pra saborear bem, desci os shorts dele, a pica tava dura, cabeçona roxa saíndo pela borda da cueca. Que pica! Devia ter uns 19cm, cabeça roxa, veia pulsando. O safado tava adorando o macho relando nele. Mas eu tinha que fazer uma coisa antes de mamar aquele desgraçado. Falei pra ele virar e inclinar um pouco a bunda. Ele ficou hesitante, achou que eu ia enfiar o pau nele, mas falei “calma que você vai gostar”. Com todo tesão que eu tinha naquele rabo por anos, meti a língua naquele cu. A bunda dele um pouco peluda, coisa de hétero que acha que não via usar, não é? Mas eu adorei. Esfreguei a língua, a cara, bati uma pra ele enquanto chupava. Juro que chegou um momento que o safado até rebolou aquele cuzão na minha boca, fui a loucura!

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Depois de lamber bastante, de fazer ele gemer com um macho chupando o cuzinho de hétero dele, virei ele e comecei a mamar, mamei muito, deixei o pau dele todo babado. Chegou uma hora que ele estava com tanto tesão que pediu pra me comer. “Não curto muito dar não, mas se você tá assim com tanta vontade, por que não deixar eu meter em você?”. Ele pensou, eu sei que ele pensou, mas sendo um marinheiro de primeira, vi que ele não ia deixar. “Faz assim, vou pegar um brinquedinho que tenho e quero ver você gozando com ele dentro do seu cu”. Isso ele topou.

Chupei mais um pouco aquela raba preta e coloquei um pouco de lubrificante no meu plug. Fui colocando devagarinho e masturbando ele. A cara de tesão dele era impagável, que delícia. Quando o plug entrou todo ele tava delirando, virando os olhos e mexendo a bunda como uma passivona velha de guerra. Putinha.

O safado gozou, gozou muito e eu fui lambendo aquela porra do corpo dele todo. Logo depois mandei ele bater uma para mim até eu gozar na boca dele. E que delicia de gozada eu dei, sujei a cara dele toda e ainda fiz ele bebe um bocado.

Passamos uma hora do tempo do programa, mas ele não me cobrou “pelos velhos tempos”. Sei. Hoje em dia, pelo que eu saiba, o Jonas não tem nenhum cliente macho, até porque, quando ele volta lá pra casa, é porque tá com o cuzinho piscando pra me dar.

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