Comi minha enteada

Comi minha enteada

COMI MINHA ENTEADA

Núbia, minha enteada, conheci quando ela muito novinha, na época em que eu ainda namorava minha segunda esposa. Namorávamos por telefone e internet, já que eu residia em São Paulo e ela era morava em outro Estado, com a filha. Quando minha futura esposa se mudou para São Paulo, passando a viver comigo, deixou Núbia aos cuidados de parentes. Uma separação traumática, que deixaria marcas em todos os envolvidos nos anos subsequentes.

Depois de alguns anos morando juntos em São Paulo, decidimos nos mudar para a cidade natal de minha esposa, no intuito de ficar com Núbia, agora com 8 anos de idade. Contudo, infelizmente, o sonho de minha esposa de ter uma família feliz: eu, ela e a filha, foi ficando cada vez mais difícil, pois o relacionamento entre mãe e filha se deteriorava a cada momento.

Quanto a mim, eram irrelevantes todos os esforços de uma boa convivência com a menina. Ela me odiava e fazia de tudo para deixar isso muito bem claro.

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Os anos que passaram foram de idas e vindas de Núbia tentando voltar a morar com a mãe, sem, contudo, obter sucesso. Brigas e discussões eram diárias, com Núbia se tornando cada vez mais rebelde. Minha pessoa era completamente desprezada por ela, que nem sequer me cumprimentava mais. E, nas poucas vezes que me dirigia a palavra, deixava transparecer um rancor tão profundo que dava para sentir o ódio disparando pelos seus olhos.

Como naquela época eu não tinha a mínima paciência ou interesse naquela situação, larguei mão, preferindo ocupar-me com problemas que considerei mais urgente.

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Aos 15 anos, Núbia tornou-se a rodada na cidade. Quando sua mãe descobriu que a filha gostava de passar as madrugadas mandando nudes para os meninos, a crise que se seguiu foi tão grande, que nem meu casamento suportou. Nunca mais soube de Núbia ou de qualquer pessoa relacionada a família de minha segunda ex esposa.

Seis anos se passaram e minha vida havia mudado completamente: havia me formado em psicologia, tornando-me professor. Passei a morar em uma casa maravilhosa, cheia de meninas lindas que escolhi a dedo. Tornei-me famoso na cidade, como o professor que criou um harém para si, o que eu discordo completamente. Minha casa não tem nada de harém e eu nada tenho de sultão. (Para quem ainda não conhece essa história, por favor, procure os meus textos, aqui, neste site)

Porém, tinha uma vida muito boa, aproveitando cada minuto com intensidade. Meu lema: “Carpe Diem”, aproveite o dia.

Os melhores momentos da vida eu sempre passava durante as férias. Em minha casa, cercado de pessoas que me amavam e eu as amando de volta. O momento em específico era especial: dezesseis meninas moravam na casa e minha caixa de e-mail estava repleta de novas pretendentes, interessadas em se juntar à família. Estava, também, recebendo mais uma linda moça: Jéssica: a história de sua chegada a casa é muito interessante e já relatei sobre isso num conto delicioso, chamado “O despertar de Jéssica”. Você pode conferir aqui no site. Foi num desses dias que algo inusitado aconteceu.

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Uma festa estava acontecendo em minha casa. Era a despedida de uma das meninas, que saia para morar com o noivo. Eu estava feliz por ela, por outro lado, também um pouco triste. Tratava-se de uma boa amiga que seria difícil ver novamente.

Não gosto muito de festas e as evito sempre que possível. Mas, naquela noite, sai de meu quarto para cumprimentar os convidados e conversar um pouco com minha querida amiga, que estava de partida.

Passeei entre as pessoas e conversei com algumas. Minhas meninas, sem exceção, estavam lindas em seus vestidos curtos e decotados. Não conheço nada mais belo neste planeta do que o corpo feminino: sou absolutamente fascinado por ele.

Uma lata de cerveja me foi entregue por um desses anjos, que também me trazia o recado de que havia uma moça no portão insistindo em falar comigo, identificando-se como Núbia, filha de minha ex- esposa.

Poucas coisas me pegam de surpresa e quase nunca me deixo surpreender. Confesso que, desta vez, aquela notícia me abalara um pouco. Intrigado, me dirigi até o portão e, ao atravessá-lo, deparei-me com Núbia, minha enteada, que à primeira vista em nada lembrava a menina que tinha visto pela última vez há anos.

Ela trajava um micro shorts jeans, que lhe dividia a boceta ao meio. Uma camiseta branca cobria seu colo. Seu rosto arredondado trazia um sorriso tímido e olhos esplendidamente negros a me fitar, sem muita convicção.

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-Núbia? – Exclamei sem conseguir disfarçar a surpresa, o que me deixou levemente insatisfeito comigo mesmo.

– Oi Adam! – Respondeu a moça, rapidamente.

– Há quanto tempo! – disse eu, um pouco mais contido.

-Pois é, não é?

Querendo por um fim naquele diálogo absolutamente sem propósitos, eu a convidei para entrar. Ela aceitou o convite e, então, a conduzi para o meu quarto, onde teríamos mais condições de conversar. Por alguma razão, achei que o motivo da visita seria algum tipo de ajuda financeira, ou alguma má notícia sobre sua mãe, ou algum outro pedido de ajuda. Enfim, chegamos ao meu quarto.

-Dando uma festa? – perguntou Núbia.

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-As meninas organizaram uma comemoração de despedida.

– Ah! Sim…

Pedi para que ela se sentasse em minha cama e assim ela fez, enquanto eu tomava o assento de uma poltrona logo a frente. Fiquei encarando a moça por algum momento, enquanto ela desviava o olhar de um canto para outro, observando todos os detalhes de meu quarto com curiosidade. Não percebi em Núbia nenhum traço daquela menina cheia de raiva de anos atrás. Minha enteada havia se tornado uma belíssima mulher: sua pele era bem clara, seus cabelos, longos e lisos, escorriam pelo rosto como uma cascata enegrecida.

– Como vai a sua mãe? – Perguntei, finalmente.

-Vai bem, daquele mesmo jeito dela.

-Sei, sei! – Respondi com um sorrisinho debochado.

Sentada em minha cama, Núbia cruzou as pernas. Pela primeira vez reparei nas grossas coxas de minha enteada, constatando o quanto ela havia se tornado gostosa. Tal pensamento, logo fiz questão de apagar, pois a menina era algo mais próxima de um parente com que estava tendo contato no momento. Era uma barreira que eu achava que não conseguiria ultrapassar.

– E você? O que anda fazendo? – perguntei

– Estou trabalhando como secretária de minha avó.

– Humm! Estão ainda mora com ela?

-Sim! Mas queria um novo lugar para ficar, não está mais dando certo. Está insuportável, na verdade…

– Sua mãe sempre sonhou com você morando com ela.

-É, mas morar com ela é pior do que com minha avó!

– As coisas não mudaram tanto, afinal.

-Depende! Para você mudou bastante! – Disse ela com um sorriso malicioso.

-É! Mudou, sim!

– Quantas mulheres moram aqui?

-Perdi a conta na décima!

-Eita! Cabe mais uma?

-Está pensando em se mudar para cá? Sua avó e sua mãe jamais permitiriam!

– Tenho 21 anos. Eu é que sei da minha vida.

– As coisas nem sempre são tão simples, Núbia!

– Para mim, são! Você não quer que eu fique? Não vai deixar eu nem tentar te convencer?

Núbia se levantou e simplesmente não consegui deixar de reparar em seu corpo de mulherão, com sua larga cintura, pernas roliças e seios deliciosamente grandes. Quando ela começou a rebolar sensualmente na minha frente, uma onda de tesão se apossou de mim e não consegui mais pensar em nada. Minha mente focou-se em Núbia e nada mais.

Virando-se e se posicionando de quatro, a moça se pôs a exibir uma bunda grande e apetitosa, que se apertava em um micro- shorts. Endireitou-se e levou as mãos às nádegas, apertando-as provocativamente. Virou-se. Deixou as mãos escorregarem pelos seios deliciosamente grandes. Removeu a camiseta que estava usando, revelando um sutiã preto que parecia ter dificuldades em conter o volume que guardava. Desabotoou a peça e fez um pouco de suspense para removê-la. Quando finalmente deixou-a cair ao chão, senti um calor viajando pelo corpo, quando mirei aquelas duas maravilhas da natureza e sentindo o tesão, juntamente com meu membro, crescendo cada vez mais.

Sem desviar o olhar de mim, Núbia deslizou as mãos pelos peitos enormes, provocativamente. Acenei para ela, aprovando sua atitude. Ela, então, entendeu que eu estava disposto a ver até onde aquilo chegaria.

A menina desabotoou o short e, com movimentos sensuais de vai-e-vem, se despiu, deixando a peça escorregar ao chão. Minha enteada usava uma calcinha preta, um tanto transparente, através da qual pude vislumbrar a silhueta de sua xana.

Núbia, então, sentando-se em minha cama, deixou-se cair para trás. Levantou as pernas e retirou a calcinha. Depois, endireitou-se, abrindo bem as pernas. Exibiu lindamente sua convidativa bocetinha, deixando-me cada vez mais louco de vontade de fodê-la.

Expressei minha vontade, pondo para fora a minha tora e masturbando-me na frente da moça. Ela, então, olhou para a minha vara endurecida, lambendo os lábios sugestivamente. Deixou-se cair ao chão e veio engatinhando, completamente sua, em minha direção. Parou aos meus pés, levantou-se, e se encaixou entre as minhas pernas, encarando minha pica como uma criança encararia um doce.

Agarrando-se à minha bermuda, puxou-a, despindo-me da cintura para baixo. Senti a mão gelada de minha enteada envolvendo meu membro rijo. Segurando-o com firmeza, Núbia ensaiou algumas batidas de punheta, mas logo passou a lamber a cabecinha de meu pau, com a ponta da língua. Deu uns beijos nele, acariciou-o e abocanhou-o deliciosamente.

Núbia de mostrou ser uma boqueteira experiente: a sensação de meu pau entrando e saindo de sua boca era incrível. Em certo momento, se eu não tivesse pedido para que ela parasse, com certeza eu teria enchido de porra a sua boca. Mas como eu queria aproveitar um pouco mais de minha linda enteada, pedi que ela parasse por um momento. Sem levantar da poltrona, alcancei uma lata de cerveja no frigobar, a abri e depositei um pouco do conteúdo na boca de Núbia. Depois, ela voltou a trabalhar duro no meu instrumento, enquanto fiquei aproveitando um pouco mais daquele incrível boquete.

– Jamais imaginei que um dia estaríamos assim – disse eu.

– Eu também nunca! – respondeu Núbia, parando de chupar por um instante – e quero te dar muito hoje!

-Então levante-se e deite de barriga para baixo naquela cama, que eu vou dar o que você quer!

Mal terminei de falar, a diabinha já ficara de pé, se dirigindo até a cama. Deitou-se de bruços exibindo uma bunda branca, carnuda e aparentemente deliciosa. Não perdi tempo e ataquei minha enteada sem dó, enfiando até o talo na boceta da menina. Meu pau abriu espaço nas carnes da moça e passei a fodê-la vigorosamente!

-Ai!, Ai!, Huh! – gemeu a menina!

– Está gostando, safada? – provoquei.

– Ai! Ai! Fode minha boceta, Adam! Igual você fazia com minha mãe!

Aumentei a velocidade e a força das estocadas. Minha tora, cada vez mais dura, entrava e saia de Núbia com ferocidade. Ela gritava, gemia e perguntava freneticamente:

– Huh! Huh! Ai! Ai! Está gostando, não é seu safado? Gostou da minha boceta? É melhor do que a da minha mãe, não é?

– Que delícia de boceta! Núbia!

– Quero quicar nessa pica! Quero quicar e rebolar nessa pica, agora!

Parei de meter e deitei na cama. Núbia veio por cima e sentou gostoso na minha rola duríssima, passando a cavalgar deliciosamente, enquanto eu acariciava seus enormes seios.

A moça quicou e rebolou como disse que faria. Começou a pular na minha pica, alucinadamente. Depois, deitou sobre mim e me disse ao meu ouvido:

-Se me deixar ficar, você vai poder me comer todos os dias! E vou cuidar de você melhor do que todas essas meninas!

-Então deixa eu gozar… no seu rosto…

-Rapidamente, a moça saiu de cima e se posicionou ao meu lado na cama, segurando minha tora e batendo punheta com vigor. Um jato de porra disparou pelo meu membro e acertou em cheio o rosto de Núbia, que continuou a punhetar até se certificar de que nenhuma só gotinha de esperma tinha restado. O líquido escorreu pelo seu queixo até o pescoço, e deu para perceber que ela gostava mesmo daquilo. Não era como muitas meninas que fazem somente para agradar o parceiro, mas, na realidade, odiavam.

De fato, eu tinha bons motivos para deixar Núbia morar em minha casa. Além de linda e fogosa, a moça estava disposta a oferecer toda a sua assistência. E eu poderia ajuda-la de inúmeras maneiras, em troca. Os benefícios me pareciam maiores do que os eventuais infortúnios. Assim, naquela mesma noite, a convidei para morar em minha casa, junto das outras meninas.

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