Conto Real – Minha Vida de Chifradeira – Parte 1 por Juliana Lima

Este é o primeiro conto de muitos. Vou contar as aventuras que colecionei desde meus 18 anos quando perdi minha virgindade até hoje, aos 23, noiva há um ano. Quem quiser acompanhar meu dia-a-dia é só entrar no meu tumblr (achifradeira ponto tumblr ponto com).

Lembro ter um imenso tesão desde muito nova. Durante toda a adolescência eu queria me esfregar em meninos e, pouco antes de perder minha virgindade, chupei um garoto pela primeira vez.

Estudava numa escola particular, mas nada muito chique e tínhamos um grupinho que andava junto desde o primário. Estudávamos juntos, curtíamos juntos, aprontávamos juntos e, não poderia ser diferente, começamos a vida sexual juntos. E, o mais interessante. Com a minha vida sexual, começou também a minha vida de chifradeira.

Desde os 18 anos eu tinha um rolinho com um dos garotos do grupinho, o Bruno. Ele era da minha idade, minha altura, branco, bonitinho, muito querida, me paparicava e me ajudava com tudo. Ficamos assim por uns dois anos até que passávamos tanto tempo juntos que ele me pediu em namoro. Aceitei de boa. Muito novinha, eu não estava apaixonada, mas gostava muito dele. E além disso ele era rico! Sempre me dava presentes, levava a galera na mansão dele e namorar alguém naquela situação não era particularmente ruim.

O Bruno era relativamente tímido e muito comportado. Nunca tentou nada além de me beijar. Um dia eu botei a mão no pau dele de curiosidade e não senti muita coisa, mas não tinha como comparar porque era o único pau que eu tinha pegado. Depois de um ano de namoro eu finalmente o vi pelado e, mesmo sem ter comparado com nenhum outro, e depois de muito deliberar com as amigas, chegamos à conclusão que ele tinha o pinto pequeno, mas… Sendo virgem isso em nada nos afetava.

O problema é que um outro menino do nosso grupinho começou a dar em cima de mim. Renato era mulato, dois anos mais velho (tinha repetido o ano duas vezes), filho de um negro com uma branca e cheio de atitude. Muito confiante, bem ao contrário do Bruno. Já tinha ficado com várias meninas e segundo a lenda da escola já tinha perdido a virgindade. Sempre voltávamos da escola juntos em 5 (Eu, o Bruno, o Renato e mais duas amigas). Em uma véspera de feriado as duas amigas tinham viajado e o Bruno não foi na aula por estar doente e acabei voltando sozinha com o Renato.

Era difícil não reconhecer que eu tinha atração por aquele mulato. Mais velho, mais experiente, mais cheio de ginga, com uma voz grossa e bem mais alto e forte que o Bruno. Claro que é fácil ver isso, do alto dos meus 23 anos, mas pra uma menina de 18 essas coisas não são fáceis de perceber (ou admitir). Acabamos nesse dia conversando sobre sexo e perguntei se ele já tinha transado. Ele disse que sim, com 3 mulheres e que uma ele conhecia. Era uma professora da escola. Eu morrrriiiii de curiosidade e implorei pra ele me contar mas ele soltou uma bomba:

-Tá bem, eu conto, mas só se você deixar eu pegar na sua bunda e nos seus peitos

Eu gelei!!! Mas senti uma corrente elétrica na minha espinha e minha buceta molhou na hora. Foi o momento de maior tesão na minha vida até então. Demorei uns segundos de boca aberta e soltei…

-Afffee, ta doido menino, e o Bruno? Vocês não são amigos?

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– Somos sim, mas detesto o jeito que ele se acha porque é rico e além do mais uma menina pra frente como você precisa de pegada forte. Você acha que eu não vejo o jeito tímido que ele te pega? E jeito sem-graça que ele te beija?

– Como assim? O que tem de errado? (Eu queria discordar mas não podia porque era verdade)

– Quer que eu te mostre??

– Claro que não (Falei que não mas minha linguagem corporal pedia outra coisa)

O folgado me pegou e me beijou assim mesmo. Me pegou de um jeito que me molhou ainda mais (pensei que não fosse possível) e fiquei petrificada quando senti uma coisa ENORME E DURA pressionando contra a minha barriga.

Não vou me descrever porque quem entrar no tumblr vai ver fotos, mas sou bem baixinha e como ele era alto sentia aquele negócio duro bem na minha barriga, era impossível não perceber…. Passei uns 5 minutos beijando aquela boca negra carnuda, alisando aqueles braços fortes e encharcada.

Mas a consciência me pesou e corri pra casa. – Renato não conta pra ele por favor. – Não te preocupa, o corno não vai saber….

Aquele folgado chamando meu namorado de corno me deu um tesão tão grande que eu mal percebi que… aquele momento resumiu o que seria minha vida nos próximos 7 anos…. Sempre traindo, humilhando meu namoradinho milionário, e com uma queda especial por homens fortes, sarados e folgados, e alguns deles, melhor ainda: negros….

Continua!

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