O casamento

Eram 7:30 h, quando o relógio despertou, Osvaldo mal conseguia olhar um palmo à sua frente, esticou a mão e desligou o aparelho, o qual sinalizara – apesar de ainda precisar dormir – era hora de acordar.

Osvaldo acordou, se aprontou e, em um pouco mais de 30 minutos, já estava na rua, dirigindo-se para o casamento de um de seus melhores amigos.

Chegando ao local, uma vistosa igreja, Osvaldo avistou antigos amigos, de modo que passou, através das conversas do grupo, momentos memoráveis, inesquecíveis, aventuras e molecagens que foram necessárias para o desenvolvimento de cada um deles.

Entre uma conversa ou outra, Osvaldo ia observando a chegada dos convidados, muitos senhores, crianças, moças e rapazes transitavam ao redor.

Assim foi, até que a celebração do casamento se iniciasse.

Após os trâmites religiosos e o preenchimento de todos os requisitos legais necessários para a celebração do casamento, Osvaldo dirigiu-se até o mais novo casal para cumprimentá-los, momento no qual avistara Amanda. Uma moça com traços faciais muito chamativos e que vestia um vestido quase na altura dos joelhos, colorido, no qual prevalecia as cores branca e azul, com um decote de instigar os Deuses. Embaixo, daquela vestimenta necessariamente havia um corpo escultural, seios perfeitos, nem tão grande, nem tão pequeno. Amanda possuía uma bunda perfeita, durinha, a qual estava acobertada por uma calcinha fio dental branca, que deixava-se transparecer por baixo do vestido, bastava para tanto, um pouco de atenção à região. E isso, Osvaldo estava fazendo bem, a ponto de ficar com seus 24 cm eretos, prontos para toda e qualquer aventura.

Mas, Osvaldo, que ficara instantaneamente empolgado com o evento, ficou cabisbaixo com a entrada de Pedro no recinto. Pois, o distinto rapaz, de aproximadamente 1,70 m de altura, franzino, com cara de riquinho e modos requintados era o namorado de Amanda.

Após ter sido surpreendido pela imagem do companheiro de Amanda, Osvaldo voltou a atenção para os amigos, pois fazia tempos que não se falavam e havia muita conversa para por em dia.

Chegando ao local da festa, Osvaldo sentou-se com os amigos, onde continuaram conversando, agora, regados por vinhos, cervejas e uma gama razoável de drinks que lhes eram servidos.

Assim o cenário permaneceu, até que o almoço fosse servido, Osvaldo foi se servir e quando estava retornando à mesa, percebeu que Amanda o estava encarando, como se desejasse que ele lhe penetrasse vigorosamente e que lhe beijasse a boca calando os sussurros que insistiam em sair de sua boca.

Osvaldo então, retornou sua atenção à distinta moça.

Percebeu que entre uma garfada e outra, Amanda olhava fixamente para ele, até mesmo quando Pedro a beijava, os olhos da moça estavam em outro lugar.

Osvaldo, começou novamente a ficar excitado com a situação, pois além de Amanda ser uma baita gostosa, o instinto masculino estava em alta, pois ele era a pessoa desejada, superando, assim, Pedro.

Após o jantar, Osvaldo acompanhou com os olhos Amanda indo à pista de dança com o companheiro, então aproveitou-se e fora dançar, pois aquela poderia ser a oportunidade de se aproximar.

Na pista de dança, Osvaldo se manteve perto o suficiente de Amanda, a ponto de sentir o perfume que a moça usava que, com toda certeza do mundo, Osvaldo sabia ser o Gabriela Sabattini.

Amanda começou a dançar frenética e sensualmente, provocando ainda mais Osvaldo, que já estava novamente com seu membro ereto. Assim, o rapaz aproveitou uma pequena deixa de Pedro, passou por Amanda e disse ao seu ouvido: “Me encontre lá fora.”, aproveitando para dar uma sútil apalpada na bunda da moça.

Amanda demorou, mas conseguiu escapar de Pedro, em tempo suficiente para ficar toda encharcada, só de imaginar que Osvaldo estava à sua espera.

Quando ambos estavam enfim a sós, correram para o carro de Osvaldo, que estava estacionado em uma rua bem próxima do salão. Mal entraram no veículo e Osvaldo já beijou a moça com muito fervor, imediatamente colocando a mão por baixo do vestido, sentindo que o tecido da calcinha de Amanda estava completamente melado pelo néctar dos Deuses.

Ao tocar na buceta de Amanda, ela praticamente não resistiu e realmente soltou um gemido que fora abafado pelo beijo ardente que Osvaldo estava lhe dando. Após, alguns movimentos com os dedos e Amanda estava prestes a gozar.

Osvaldo, percebendo a situação, passou a acariciar a bunda de Amanda, que tinha o contorno ainda mais ressaltado pelo fio dental que usava. Osvaldo proferiu leves tapinhas na perfeição da moça, que passou a ter seu pescoço como objeto de pequenas mordiscadas.

Amanda então, empurrou Osvaldo para trás e colocou o seu pau para fora, abocanhando o membro, como se fosse uma menina chupando um pirulito bem grande e volumoso.

A moça mostrou ser uma verdadeira especialista na tarefa. Circundava a cabeça do pau com a língua, alternava com longas lambidas e engolidas perfeitas, as quais fazia com que a boca engolisse o membro em toda sua extensão. Em um tesão, praticamente desconhecido, Osvaldo começou a circundar com seus dedos, o ânus de Amanda, que parecia ser ainda região não visitada.

Amanda havia tentado isso com Pedro em outras oportunidades, mas jamais lograra êxito em terminar o ato. Mas, percebeu que aquele seria o momento, pois o clima era mais do que perfeito.

Assim, Osvaldo pegou Amanda e a colocou virada para o bando de carro, de modo que a moça arrebitasse a bunda, ressaltando ainda mais o conjunto harmônico estabelecido entre seu lindo traseiro e o fio dental.

Osvaldo, afastou para o lado o pequeno fio que separava as duas nádegas da moça, deu uma cusparada naquele buraco negro que estava louco para ser preenchido, brincou mais um pouco com os dedos, para, enfim, penetrá-lo com o pau, que já encontrava-se devidamente umedecido com o boquete recebido minutos antes.

No início foi difícil a penetração, Osvaldo teve que ser insistente e persistente, se movia com cuidado, com carinho, beijava os ombros já expostos de Amanda, que devagarinho ia ajudando a penetração, deixando de “recolher” aquele rabo perfeito, mas forçando, com cuidado, o movimento contrário ao pau de Osvaldo.

Os seios de Amanda estavam sendo acariciados pelo estofado do carro, o que lhe dava ainda mais excitação.

Com um pouco de calma e paciência, conseguiram preencher o vazio existente em Amanda. Assim, em movimento ritmados o casal conseguiu a realização de seus desejos.

No início, Amanda achou um pouco incômodo, mas conseguiu gozar, como jamais o fizera.

Por não ter opção, pois o vestido da moça não poderia ser manchado pelo leite de Osvaldo, o rapaz gozou dentro do cú de Amanda, que sentiu o pau do rapaz tremer e jorrar um leite quente e apetitoso.

Assim, o casal voltou à festa, como se nada tivesse acontecido. Ambos trocaram o telefone e torcem para que outros amigos procurem casar.

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