O casamento com pecado

Eles se conheciam já tinha um tempo, foi através de um amigo em comum que trocaram o primeiro flerte, paquera e agendamento do primeiro encontro.

Érica e Eduardo se encontraram pela primeira vez quando tinham por volta de 16 anos, engataram um namoro, fizeram planos e planejaram a família perfeita.

Eduardo era o primeiro namorado sério de Érica, tiveram a primeira relação sexual quando ele estava prestes a se mudar para outra cidade, havia passado no vestibular. Tudo caminhava para a mais perfeita vida, como ocorrem em filmes da Disney.

O planejamento sempre foi cumprido na mais perfeita ordem, contrariando até mesmo a regra que determina que: “Pianificazione sono importanti . Bastone a loro , no”

Regra essencial da vida, pois planejamentos nos dão os nortes para seguirmos em frente.

Ambos se formaram, Eduardo teve que se mudar para outra cidade para trabalhar. O casal viveu um relacionamento à distância, se viam em finais de semana alternados. Érica sempre se manteve fiel à Eduardo, quando o casal se encontrava, tiravam o atraso necessário.

Ela já havia, obviamente, tido outros namoros, mas nada além do beijo, calor e satisfação própria, através do próprio toque.

Eduardo seria o primeiro e último com quem ela teria relações sexuais.

Enfim, Érica iria se mudar para a cidade de Eduardo. Ele estava bem, em verdadeiro crescimento profissional. Se casaria com o amor da sua vida.

O casamento seria ideal, e foi, para Érica.

O vestido escolhido à dedo, lista de convidados definida, festa, arranjos, artistas, comes e bebes, lua de mel. Seria o casamento dos sonhos.

A cerimônia ocorreria em uma casa de campo, grande, bem espaçosa e sofisticada. Érica chegou no lugar na sexta-feira, para descansar e se preparar para a cerimônia que se iniciaria no início da tarde do dia seguinte.

Érica tinha em mente passar horas a fio na banheira, submeter-se à sessão de massagem, tratamento com pedras quentes, cremes. Um dia no Spa, por assim dizer.

Mas, então que ocorre o inimaginável, Érica estava na residência, quando avistou um rapaz se aproximando. Curiosa que é, dirigiu-se até o mesmo, quando ficou sabendo que ele trabalharia no evento, era o chefe da segurança. Moreno, bem encorpado, simpático, parecia um rapaz sereno e alegre. Conversaram um pouco, tempo o suficiente para que Érica ficasse com desejo.

Érica se lembrou dos tempos de adolescente, e se tocou durante a noite pensando em Carlos. Imaginando ser penetrada por ele, olhá-lo profundamente, olhar que revelaria sua vontade de ser preenchida por completo, enquanto sua vulva suplicava pelo membro do chefe da segurança.

Érica apagou. Acordou com os feixes de luz do sol que entravam pela janela do quarto, a sensação era boa, ela sentia-se despertando de um sono profundo, quase de uma hibernação, sentindo-se liberta e segura.

Ao se olhar no espelho enquanto escovava os dentes, Érica sorria para ela mesma, se lembrando do desejo desperto na noite anterior e no que havia feito.

A noiva se aprontou e desceu. Tomou café e começou a dar continuidade em sua programação, apesar que não conseguia tirar Carlos de sua mente.

A cada segundo, Érica adquiria a certeza de que seria melhor evitar Carlos, quanto menos eles se cruzassem, seria melhor. Ela falaria com a cerimonialista para saber mais ou menos os lugares que Carlos ficaria.

Mas, o destino é cruel.

Érica nadou, descansou, arrumou cabelo, unhas, fez massagem, o verdadeiro dia da noiva. Mas, quando ela estava prestes à entrar na cerimônia, já colocando o vestido, um pequeno acidente ocorreu no seu quarto, um pequeno curto em um dos aparelhos que estavam ligados, iniciou um pequeno incêndio.

Ela saiu correndo pelo corredor, até que avistou Carlos que foi prontamente socorrê-la.

Ele apagou o fogo com facilidade, mas – bem ao estilo clichê – virou-se para Érica e disse que, na verdade, queria apagar outro fogo.

Imediatamente Érica ficou vermelha de vergonha e de tesão, os sentimentos se misturavam se tornando um só, cheio de luxúria e tentação.

Ela nem teve tempo para se recompor, Carlos a agarrou e a beijou, fazendo-a desfalecer, caindo nos braços de Carlos.

Logo, o rapaz, abaixou as calças, umedeceu as mãos e tocou a vulva de Érica que estava encharcada com o elixir do pecado.

Ele percebeu que nem precisava ter umedecido as mãos, o caminho estava aberto. Então, não perdeu tempo, penetrou Érica fazendo-a soltar um gemido abafado e gostoso.

Ela vivia um sentimento contraditório, morria de tesão, vontade, louca para sentir o pênis de Carlos latejar dento dela, mas, sentia-se culpa por trair Eduardo, pior, justo no dia do casamento.

Inicialmente hesitante, não demorou muito para que Érica se entregasse. Carlos mexia bem, parecia ter um quadril de bailarino, ela nunca havia sentido aquele gingado.

Depois, Érica pediu para ficar de quatro. Quando ela se ajoelhou arrebitando a bunda, Carlos ficou ainda mais louco. A calcinha fio dental de Érica, branca, deixava sua bunda linda.

Carlos então a penetrou novamente e começou a puxar os cabelos de Érica que rebolava a cada estocada, como se os membros dançassem uma valsa em perfeita harmonia.

Com as nádegas de Érica arrebitada, Carlos começou a explorar o rabinho da moça com os dedos, até que conseguiu colocar um pouco o dedo médio da mão esquerda, enquanto alternava tapas na bunda e puxadas de cabelo.

Érica gozou como jamais havia feito.

Carlos não aguentou, tirou o pau para fora e melecou toda a bunda e a calcinha de Érica com seu leite quente.

Ambos ficaram nocauteados. Safados que ficaram, combinaram de Érica casar com a mesma lingerie e, quem sabe, ter relacionamento com o marido ainda naquela noite, para que se lembrasse de Carlos e da foda mágica que acabara de ter.

A vida é estranha. Com tantos convidados, jamais Érica poderia pensar que o melhor presente seria de um desconhecido.

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