Nossa aventura em MG

Conheci o Q em uma viagem de trabalho em MG.

Na primeira vez, nem o notei direito e praticamente nem nos falamos.

Trabalhamos no mesmo ramo, logo, somos concorrentes.

Em outra viagem, novamente p MG, mas pra uma cidade bem de interior, daquelas com a igrejinha sendo o principal ponto turístico, nos encontramos novamente e nos conhecemos bem melhor.

A viagem era para visitar produtores, então, íamos o grupo todo sempre no mesmo ônibus fretado ou dividido em 3 carros de passeio.

Após passarmos o dia nos produtores, de noite teríamos um jantar de confraternização e apresentações.
Com toda aquela andança do dia, calor e cansaço, óbvio que o ar daquela noite deliciosa pedia uma bebida….uma não, várias.

Mas, voltemos um pouco nos detalhes.

Depois de voltarmos das fazendas, fizemos check-in em uma pousadinha simples mas muito simpática e aconchegante. Tínhamos a missão de tomar um banho rápido, nos arrumar e reagrupar no local do jantar.
Coloquei um vestido comportado mas um pouco justo nos seios e cintura. Sou alta, tenho seios fartos, cintura razoavelmente fina e pernas grossas.

Logo que cheguei no local do jantar, um lindo e aconchegante restaurante, com o típico acolhimento mineiro, mas com um certo glamour, o Q me olhou dos pés a cabeça e falou algo sobre minha roupa, que eu tinha bom gosto ou algo assim. Eu sorri e não prestei atenção (sou meio desligada nestas coisas mesmo) Logo depois o Q veio fazer uma foto minha, fiz uma brincadeirinha escondendo meu rosto (não gosto muito de fotos), ele insistiu e então eu sorri pra ele, já que não ia mesmo me deixar em paz sem fazer aquela foto.

Ele fez a foto e finalizou com um “linda d+!” elogiou, sorriu e saiu fazer outras fotos.

Desta vez eu até percebi algo diferente, o que me fez procurar ele com os olhos vez ou outra e perceber que ele fazia o mesmo.

Nós dois somos casados, e eu, nunca havia traído meu marido em quase 10 anos de casada. Nem ao menos havia dado abertura para outros homens.

Dito isso, dá pra imaginar que os olhares eram super discretos de ambas as partes.

Em um certo momento da noite, após o jantar e a devida programação, notei que ele estava do outro lado da rua, fora do restaurante, junto com outro companheiro de viagem, sentados na escada da igrejinha, e pela janela, me observava ao longe.

Como eu estava já querendo ir dormir, cansada de socializar e com os pés já doendo de ficar em pé, decidi ir até eles quando o Q levantou o copo como um convite pra ir beber com eles.

Lá me sentei ao lado do Q, na escada mesmo.

Os convidados do restaurante começaram a ir embora e iam passando por nós pra se despedir. O grupo aumentava e diminuía, o Q e eu vez ou outra trocávamos rápidos olhares e muito de vez em quando deixávamos que nossas mãos se tocassem na troca de copos ou ao nos sentar e levantar.

Horas depois, todos haviam ido embora e ficamos apenas eu, o Q e nosso parceiro inicial, que chamarei de J.
Claro que já estavamos bem ‘altinhos’ da bebida, uma troca entre cerveja e a típica cachaça mineira.

Sugeri que voltássemos para a pousada, que ficava poucos quarteirões dali. Fomos a pé, obviamente, já que ninguém tinha ido de carro na viagem.

O J era o que mais demonstrava embriaguez, andava em.curvas em uma rua de subida ingrime.
O Q estava mais calado, e eu me esforçando para esconder minha própria embriaguez dos meus concorrentes.(sempre fui muito ‘encanada’ com esta coisa de aparência e postura no trabalho).

Enfim chegamos na pousada, pegamos cada um a chave do seu quarto e falamos o número dos nossos quartos, como uma brincadeira, para caso não acordássemos no dia seguinte, para que o outro fosse nos chamar. Já que sairíamos cedo novamente para as fazendas no dia seguinte.

Entro no meu quarto (animada por ter flertado com outro homem, depois de tantos anos), vou pro banho. Quando saio do banho, pego meu celular pra ajustar o horário que teria que acordar na manhã seguinte, e vejo uma mensagem do Q (ele havia pego meu número de um grupo de whats app em comum). Abro e vejo que eram aquela fotos que ele havia tirado naquela noite, com uma mensagem, “para recordar”.

Eu sorri sozinha e respondi agradecendo, pensando no que mais poderia acontecer no dia seguinte.
Logo recebo uma nova mensagem. Era o Q perguntando se meu chuveiro era bom. Que o dele estava péssimo e com água fria. Respondo que era bom sim, já apreensiva das intenções dele, mas achando aquilo possível, por se tratar de uma pousada realmente simples.

Ele envia outra mensagem perguntando se poderia ir tomar banho no meu quarto. Com o coração quase na boca, respondo que poderia, mas que ficaria estranho se alguém visse.

Então ele fala a verdadeira intensão:

Q – “Se não estou enganado, você sentiu o mesmo que eu. Rolou química entre nós.”

Eu – “Não está enganado, mas bebemos muito e não podemos fazer isso, por motivos óbvios “.

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Q – ” Realmente, se for só por estarmos bêbados não rola, pode dar arrependimento amanhã e isso não seria bom.”

Eu – “Não é só a bebida, rolou química mesmo, mas se alguém visse, seria péssimo. Meu quarto está ao lado do quarto da organizadora da viagem.”

Q – “Então vamos, nós dois queremos, será nossa aventura nesta cidade, depois seguimos a vida. Por favor, vai ser muito bom.”

Eu crio coragem, me entrego ao tesão que já toma conta do meu corpo e digo:

Eu – Tudo bem, estou te esperando.

Q- Estou indo, me espera pelada.

Eu- Não estarei nua, te darei bastante trabalho.

 

Quando ele chega no meu quarto nosso tesão e ansiedade está tomando conta do ambiente todo.
Ele entra, me pega com vontade, me abraça com as mãos já correndo pelo meu corpo e me beija com o maior tesão que já percebi em alguém.

Já estamos na cama, loucos um pelo outro, como se tivéssemos esperando por aquilo por muito tempo.
Não lembro em que momento nossas roupas sairão de nós, só sei que quando me dei conta ele chupava meus seios, mordiscava os bicos, logo desceu até a minha buceta, que já estava muito molhada e me chupava com muita vontade. Me penetrava com a língua enquanto suas mãos passeavam por meu corpo todo.

Eu gemia baixinho , por não poder fazer barulho, mas tinha vontade de gritar de tanto tesão.

Ele subiu até bem próximo da minha boca e perguntou se eu queria sentir meu próprio gosto e me beijou, com os lábios molhados com meu tesão. Em seguida colocou o pau dentro de mim, bem de vagar, enquanto ainda me beijava, tirou lentamente e o levou até a minha boca.

Nossa! que sensação gostosa.

Era algo simples, mas que nunca nenhum homem tinha feito pra mim. Me fazer sentir meu próprio gosto.
Estávamos tomados pelo tesão. Começamos a nos soltar e falar muito palavrão, que mesmo sendo cochichado, atiçou mais ainda.

Eu descobri ali, que adoro ser tratada como puta entre quatro paredes, (talvez por minha postura séria fora delas). e o Q, soube fazer isso com maestria.

Estávamos já loucos para gozar, mas sabíamos que quando isso acontecesse, a realidade viria a aventura ‘naquela cidade’ acabaria. Então quando estávamos quase gozando, parávamos e ficávamos nos beijando loucamente (nossas bocas se encaixaram em todos os aspectos).

Fomos tomar um banho juntos, sem nos desgrudar, para tentar prolongar mais ainda aquela transa maravilhosa. Tentamos anal no chuveiro, embora eu nunca tenha gostado muito da prática por sentir dor, com o Q eu queria muito fazer.

Infelizmente, como estávamos sem camisinha e sem gel para lubrificar, entendemos que ficaria para outro momento.
Saímos do chuveiro e voltamos pra cama, ainda loucos um pelo outro e sabendo que o gozo não demoraria a vir.
Chupei ele do jeito que pedi que me mostrasse que gostava. Com força, passando os dentes de leve ao mesmo tempo que engolia e chupava o pau todo.

Não aguentando mais aquele tesão, com o corpo queimando e latejando, subi sobre ele cavalgando com vontade, fazendo o pau dele tocar meu útero, gozei alucinadamente. Assim que anunciei meu gozo, senti o pau dele pulsar dentro de mim num gozo forte e pleno daquele homem que segurou comigo aquele desejo para aproveitarmos ao máximo daquele momento.

Gozamos, nos abraçamos cansados e em seguida veio a realidade.
Com medo de que dormíssemos ali mesmo devido ao cansaço da nossa transa louca de quase duas horas e pela embriaguez, ele levantou, se vestiu, me beijou e partiu.

No dia seguinte ele me enviou uma mensagem logo cedo perguntando se eu estava bem.
Nos encontramos no check-out da pousada, nos cumprimentamos com um beijo no rosto de bom dia, olhar de cumplicidade e partimos com o restante do grupo para mais um dia de visitas às fazendas e posterior retorno para casa.

No aeroporto de BH, aonde ele e J pegariam o voo para SP capital e eu para o interior de SP, conseguimos adiantar os voos, cada um em seu destino e voos separados, sem conseguir ao menos nos despedir.

Continuamos nos falando pelo whats, pelo tempo que já se passou, (8 meses), e só agora surgiu a possibilidade de nos reencontrarmos.

Mas este encontro, se realmente acontecer, volto para contar a vocês.

Espero que gostem, pois cada detalhe que escrevi, aconteceu de verdade e reavivou a mulher de 39 anos que existe em mim.

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