A vizinha top

Vendo a capa do filme “Show de vizinha” não há como negar, a imaginação entra em ação. Mas, de fato, nem sempre é possível ter uma baita vizinha gostosa ou com ela se relacionar. E, mesmo assim, vida que segue. Não é?!

Sim. É. Até que um dia o destino te prega alguma peça, fazendo com que a vida imite a arte, já uma cópia da vida sem hipocrisia.

Em um dia qualquer, você terá uma briga feia com algum vizinho, é quase inevitável e não poder-me-ia ter sido diferente. Entrei em um barraco qualquer, daqueles que a vontade é chegar na voadora e destruir a cara de babaca do vizinho todo “pimpão”, do tipo que paga de gostoso, descolado, mas no fundo é um tremendo covarde.

Então, não tive mais qualquer vontade de me relacionar com a família do cidadão. O “bom dia” e “boa noite” continuaram a ser costumeiros, eis que a educação veio de berço e não era qualquer trouxa que iria me fazer afastar das regras sociais.

Mas, algo era inevitável, reparar na beleza e no corpo da esposa do cidadão. Se um dia surgiu em vida alguma chance da injustiça imperar, essa foi a oportunidade. O sujeito era casado com uma baita gostosa, loira, alta, com lindos, grandes e deliciosos seios e com uma raba de dar gosto. Grande e durinha.

Juntos haviam tidos dois filhos. Era uma família aparentemente perfeita, não fosse pela patente arrogância do sujeito, certamente tratava a esposa como uma qualquer. Não lhe dava atenção, nem nada.

Nos encontros quase que diários, normalmente ocorridos dentro do elevador, era visível que ela tentava algum tipo de contato, além do “cumprimento” que mandava a boa educação.

Sempre cheirosa, acabava me instigando SEMPRE. Tinha vontade de arrancar-lhe a roupa e fodê-la ali mesmo, diante as câmeras de segurança. Para que todos soubessem que o cidadão, além de babaca, era um corno manso.

Mas, sempre me mantive na minha, tentando ser educado e elegante, com meu sempre “ar de superior” perto daquele mortal. No fundo, sabia que ela era louca para trepar comigo, pois esperava que, além da atenção que lhe daria, a faria gozar como jamais tinha feito.

Os dias passavam e nada mudava. Até que em certo dia, ela resolveu puxar assunto, me pegando desprevenido. Nossas conversas passaram a ser constantes.

O papo fluía, os assuntos brotavam do além. Era gostoso falar com ela, não posso negar. Isso fazia com que meu desejo em fodê-la aumentasse.

Um dia acabei falando que ela estava irresistível e que poderia beijá-la ali mesmo.

O róseo do seu rosto acabou ficando evidente.

Um sorriso surgiu e, com ele, o silêncio.

Surpreendentemente fui convidado para ir até o apartamento da família. Ela estava sozinha.

Aceitei, mas antes passei em casa, deixei as compras, me ajeitei, tomando um banho rápido, mas eficiente para retirar o suor e a poluição que a pele absorve em cidades como São Paulo.

Mal desci do elevador, já fui agarrado pelo pescoço, recebendo um beijo sedento. Sem poder esperar, já agarrei-a pela bunda e apertei aquela beleza. Nada me vinha à mente, além do “Puta que pariu, que gostosa”.

Não sei explicar bem como, mas entramos e fechamos a porta.

A joguei contra a parede e a beijava loucamente. Sugava aqueles lábios, enquanto continuava apertando as nádegas, as quais, como os verbos, podiam ser conjugadas como “mais que perfeitas”.

Que tesão.

Levantei o vestido dela, que era justo o suficiente para expor as curvas perigosas, revelando uma calcinha branca fio dental. Imediatamente fiquei louco.

A virei de frente para a parede, bem ao estilo “Assedio Sexual”, a encochei e acariciei os seios deliciosos.

Meu pau já estava duro, parecia iria explodir de tesão.

Abaixei a mão direita e comecei a acariciar a buceta, deixando-a ainda mais molhada. Enquanto mordia o pescoço exposto, puxava os cabelos fazendo com que ela soltasse gemidos de dor e prazer.

Então, me ajoelhei e comecei a lamber os glúteos sensacionais, enquanto ela gemia cada vez mais. Afastei o pequeno fio de tecido que mantinha os contornos daquela raba bem delineados e passei a proporcionar um prazer escomunal com um beijo grego, algo que o marido almofadinha jamais havia feito.

Provavelmente ele era daqueles caras que se acham o Pica das Galáxias, mas cuja vaidade impedia de se dedicar ao sexo pleno com a esposa.

Quando percebi que ela estava em êxtase, a virei de frente e passei a me dedicar à xaninha. Lambi inteirinha.

Grandes e pequenos lábios, clítoris, enfiei a língua. Explorei com intensidade e o carinho que toda mulher merece.

Após muita dedicação a levantei no colo e a coloquei em cima do tapete central da sala, sentei-me no sofá e pedi para que ela retribuísse o sexo oral que havia lhe dado.

Ela engoliu meu pau, já duro, de uma só vez. Enquanto me chupava, falava que nunca havia se dedicado tanto em uma pica como estava fazendo. Que nunca teve tanta vontade de engolir um membro, pois seu marido não lhe permitia ter aquela sensação que estava sentindo.

Enquanto ela ia me chupando, ia acariciando a buceta dela. Enfiava um, dois, três dedos e massageando-a inteirinha.

Estava quase gozando, quando a coloquei de quatro, afastei a calcinha e enfiei de uma só vez meu pau na bucetinha. Ela rebolava como uma cadela no cio enquanto eu puxava os cabelos.

Também dava-lhe tapas na bunda, deixando-a temporariamente marcada.

Ela gemia intensamente e chegou a gozar no meu pau.

Então deitei no chão e pedi para que ela sentasse em cima. Ela se agachou e consegui ver a bucetinha engolir meu pau inteiro.

Ela rebolava como uma puta. Gemia muito, alto, muito alto.

Com certeza foi uma das melhores cavalgadas que já recebi. A cada levantada o retorno era bruto, engolia meu pau com maestria.

Fiquei louco para gozar dentro, a foda estava sendo perfeita, mas não podia.

Então, quando estava prestes a explodir, ela saiu de cima e engoliu todo o leite produzido.

Lambeu todo o membro, deixando-o limpo para a próxima.

A partir de então, minhas visitas começaram a ser constantes e ela passou a ser mais feliz.

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