Virei a submissa de um cara casado e to adorando

Olá esse e o primeiro conto que escrevo,me chamo JESSICA  (fictício) e contarei algo real de uma relação que tenho com um moreno a pouco mais de um ano, tenho 19 anos morena,baixinha 1,55 de altura bem magrinha com tudo no lugar não tenho bundão nem pernão mais minha bunda e bem durinha e redondinha bem empinada seios pequenos durinhos tudo se encaixa perfeito, sou solteira tirando essa relação que é só sexo com esse moreno,  e ele e um moreno bem forte e alto 32 anos  1,87 todo musculoso,casado, um pedaço de mal caminho o homem mais gostoso pra quem já dei,vou relata uma de nossas transas que são perfeitas ele dominador e eu a submissa e nem tem como não ser submissa com um pau gosto igual ele tem viro a cachorrinha,putinha e tudo q ele quiser rsrsr.

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Fudendo gostoso com meu melhor amigo

Oii, me chamo Karina (nome fictício) e vim aqui compartilhar minha história com vocês. Bom, tenho 23 anos, 1,57 e 56kg, sou negra, cabelos cacheados abaixo do ombro, olhos e cabelos castanhos claros. Tenho um corpo bem chamativo e um rosto bonito (pelo menos é o que as pessoas dizem rs) . Peitos durinhos, barriga chapada, pernas grossas e durinhas, bumbum durinho e redondo, devido a prática de musculação, dança e dieta.

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Perdendo a inocência para uma travesti

Bom antes de mais nada me descrever eu na época do ocorrido eu era branco, magro alto pra minha idade cabelo curto cor castanho médio olhos castanho escuro. Eu estava em uma festa de rua quando de repente eu vi uma linda travesti morena alta pernas grossas bunda grande seios fatos olhos castanhos cabelos cacheados pretos e me aproximei dela e perguntei se ela topava transar comigo pois eu era bem novinho ela ficou me olhando um pouco receosa porque eu era bem novinho mais eu insisti e ela acabou topando e me disse pra seguir ela que ela iria andando na frente até a casa dela eu fui acompanhando ela a uma certa distância chegando na rua que ela morava era uma rua meia escura fui apertando os passos pra não perde ela de vista já que era meia escura a rua ela chego em frente à casa dela e rapidamente abriu o portão entrou logo em seguida eu entrei e rapidamente ela fechou o portão e lá estava eu e ela.

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Dei para o moço da TV a cabo

Em plana terça de feriado acordei tarde e sorridente por não ter que trabalhar. Atualmente vivo em uma rotina apertada entre trabalho, faculdade e academia. Que eu amo por sinal.

Sou morena, 20 anos o corpo malhado, pois faço academia a 3 anos. 1,60 de altura e cabelos longos. Moro sozinha e por causa da rotina estressante atualmente não estou namorando. Uma pena. Voltando ao conto. 

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Numa casa desabitada fiz meu marido de corno.

Essa é a historia de quando fim meu marido de corno e chupei pica e dei  bundinha e senti todas golfadas a adentrar no cuzinho. E tudo começa quando um dia pequei uma amiga dando uma mamada no pátio da casa dela e fiz um barulho no portão ela olha e tentou limpar a boca e falei que ia embora, ela foi atrás de mim enquanto o carinha saiu rapidinho de lá e quando ela me alcançou falou que dava no jardim e quando entrava em casa o marido dela nem desconfiava e que iria me apresentar e deixaria dar umazinha com ele.

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Dando uma fugidinha com o padrasto

Adoro festas de fim de ano. Na verdade, adoro é todo tipo de festa. Se você fizer uma, nem que seja de Cosme e Damião, me convida viu? Já virou tradição, sempre comemoramos as festas de Natal na casa de meus avós maternos, isso desde quando meu pai ainda era casado com minha mãe. Faz dois anos que sai da casa de minha mãe e vim morar com meus avós.
Neste ano, como no anterior, minha mãe veio com o André (meu padrasto). Eu tive um envolvimento sexual com ele quando ainda morávamos os três no mesmo lar. Foi um dos motivos pelo qual sai de casa e vim morar aqui. Todavia, nem minha mãe e nem meus avós nunca suspeitaram do nosso envolvimento. Eu que decidi afastar-me antes que a bomba explodisse.

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Transando com o meu aluno predileto

Mesmo depois de todas aquelas provocações e o tesão que pairava no ar, o que se fortaleceu foi a nossa amizade. Viramos confidentes e conselheiros, acessamos a intimidade um do outro de forma que achei que não seria possível retroagir ao ponto de como o via antes.

Ele, que não vale muita coisa, de vez em quando soltava que da parte dele nada tinha mudado, que a vontade de me comer permanecia, independente da amizade que cultivamos. Sempre me limitei a rir e a dizer que eu tinha certeza que não rolaria, uma vez que eu só o via como amigo agora. Pelo menos era o que eu achava…

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O dia que eu fui a puta do meu meio irmão

Lembro-me do dia que minha mãe viajou com o pai do meu meio irmão, o Jhon, ele era moreno, 1,90, tinha cabelo curto e era muito malhado. Eu era uma ninfetinha, Nova e No meu Cu, e sem ao menos assoprar me perguntava, “tá mais quente, irmãzinha?” eu fazia que sim com a cabeça e ele dizia “e ainda vai melhorar..” em seguida ele bateu na minha bunda até que suas mãos ardessem e não aguentasse mais, nessa hora eu já sentia o meu corpo queimar e a minha buceta escorria só de imaginar que isso era só o começo …

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Siririca com a prima lésbica safada

Eu e minha prima nunca fomos muito próximas. Naquele final de semana fomos obrigadas a dividir quarto por causa do fim de semana no sítio em família. Era um daqueles programas que minha avó fazia para tentar tornar os parentes mais próximos.

Ela era muito bonita. Morena, cabelo curtinho, baixinha e com o corpo bem curvilíneo, a bunda grande que realmente chamava a atenção e seios fartos.

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Brincadeiras deliciosas entre primas

Eu e Aline nunca fomos boas amigas. Apesar de termos nascido no mesmo dia, sermos primas, termos a mesma idade e estudarmos na mesma sala, nunca nos batemos. Até nossos aniversários eram juntos.
Pois bem, crescemos, Aline cada dia mais chata e metida. Saíamos juntas raras vezes. Depois que nos formamos, as coisas melhoraram um pouco e até fui passar uns dias com ela na casa da avó, distante de onde morávamos uns 700km. Foi nessa viagem que algo inusitado aconteceu.

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