O motorista do onibus

O caso aconteceu a 8 anos,eu trabalhava de madrugada,em um restaurante,na zona sul do rio,na epoca eu nao era casado ainda,mas namorava(com mulher) sou bi sexual,mas ninguem sabe sou discreto,moreno 1,68 74 kg cabelo curto olhos claros,entao seguindo o conto,sai do restaurante por volta das 15hs,e cheguei em niteroi cidade vizinha,por volta das 4:20 da … Ler mais

Me exibi para o entregador de gás safado

Me exibi para o entregador de gás safado. Eu me chamo Júlia, sou uma dona de casa de 35 anos, sou casada mas não tenho filhos. Eu e meu marido optamos assim porque a gente queria ter liberdade para curtir nossa vida sexual, que por sinal é bem safada. Nós dois curtimos muitas novidades na cama, a gente já fez sexo a três, já fizemos swing e sempre fico viciada em fazer novas sacanagens rs.

Eu comecei a sentir tesão em me exibir, eu ficava de camisola bem transparente e calcinha na janela do apartamento para que os vizinhos do prédio da frente me vissem. Isso me despertava um tesão gigantesco do caralho e quando meu marido saía para trabalhar eu passava o dia todo de calcinha e ceom os peitos de fora, observando alguns vizinhos me olhando com cara de safados.

Um dia comecei a ver vídeos de sexo de mulheres transando com o entregador de pizza, encanador, eu achava todos os vídeos bem falsos mas me dava muito tesão, e fiquei me imaginando no lugar daquelas safadas, doidinha pra levar pica daqueles morenos suados, com cara de machos brutos e enquanto assistia minha bocetinha escorria, eu ficava louca, brincava com meu grelo, gemia de prazer e gozava muito gostoso.

Ler mais

Fodi a manicure da minha mulher

Fodi a manicure da minha mulher. Eu me chamo Augusto, mas todo mundo me conhece como Guto. Tem 2 anos que sou casado com a Marcela e no bairro onde moramos tem uma novinha muito gata de uns 19 anos chamada Aninha. Ela é gostosa pra caralho, tem um bundão e é baixinha, mas uma baixinha bem feita, muito sexy.

Ela ia toda semana lá em casa, era de lei e eu volta e meia tava assitindo jogo sem camisa, só de samba canção no sofá e percebia que ela me olhava de um jeito safado quando minha esposa não tava. Aquilo começou a despertar meu tesão por ela e eu acabei ficando louco por essa mulher, desesperado para comer ela.

Ela aparecia aqui de shortinho, com vestidos justos e eu podia ver a forma da sua bunda e meu pau ficava duro, eu tinha que tocar punheta pra aliviar um pouco aquela vontade. Um dia cheguei a comer minha mulher pensando nessa cachorra, pela forma que ela me olhava tava na cara que ela queria me dar.

Um dia minha mulher saiu apressada porque ligaram pra ela por conta de uma entrevista de emprego e ela atrasou mais que o normal, aí a Aninha veio aqui atrás dela e eu disse onde ela tava e a convidei para entrar. Ela entrou, a gente começou a conversar e a troca de olhares ficou mais safada, até que vi ela dar uma cruzada proposital de pernas para eu ver a boceta dela pelo vestido. A safada tava sem calcinha, foi rápido mas deixou meu pau duro.

Ler mais

Grávida quero sentar na rola

Titulo: Grávida quero sentar na rola.

Sinope:       “”” A verdade é que, a cada anúncio, eu conhecia homens e transas diferentes. Cheguei a dar o cu por três horas, para um leitor que tinha um apartamento em Cotia, (SP). Fui enrabada por seis caras, levei tanto no rabo que pensei que não voltaria mais a sentar. Fiz, inclusive, uma dupla penetração anal. Dá para imaginar o que é isso, dois pau no mesmo cu? “””

Ler mais

Estagiária invicta

Vou tentar resumir essa história, pois essa experiência foi complexa e durou anos. Mas para entender melhor é preciso explicar o que aconteceu muitos anos antes, quando eu era apenas uma menina.

Aos dez anos, devido às constantes brigas dos meus pais, passei a ir mal na escola e brigar com as pessoas. Primeiro com meus irmãos, depois passei a dar respostas mal criadas aos adultos também.

Foi quando bati no filho da vizinha que era alguns anos mais velho que eu, que a minha mãe disse uma pérola que jamais esqueci: “Tome cuidado! Feia, burra, pobre e ainda por cima chata, vai morrer sozinha porque nenhum homem vai se interessar por você. Isso, se não te enbucharem!” Aquilo me machucou muito, mas resolvi mostrar que podia até ser pobre e feia (aos dez anos eu realmente não prometia ser grande coisa, era magricela, dentuça e meus cabelos pareciam os de um poddle), mas que não era burra e que seria desejada sim, e muito!

A partir daí tudo mudou.

Ler mais

Durante a enchente, comi a cliente gostosa e casada

Meu nome é Fábio, tenho 28 anos e sou técnico em eletricidade em São Paulo. Sou moreno, porte grande (1,85 m e 90 kg), e modéstia à parte, considero-me bem apessoado. Recentemente fui contratado por um casal para reformar o home theater de um apartamento no Alto de Pinheiros. Já conhecia a dona da casa, Cinthia, da época em que ainda era solteira, pois havia feito um serviço na casa de seus pais.

Fui num sábado me reunir com ela e seu marido, Fred, para conhecer a obra e propor um orçamento. Cinthia estava ainda mais gostosa do que quando a conhecera 6 anos antes: agora com 32 anos de idade, tinha ganho mais corpo. Pele branca como o leite, cabelos castanhos, puxando para o ruivo e na altura dos ombros, olhos verdes, peitos grandes e duros e uma bunda de fechar o trânsito. O tamanho era, em minha opinião, o ideal para meter – 1,55 m, com peso proporcional. Nesta reunião ela vestia legging e top, pois tinha voltado da academia, e tive que disfarçar minha ereção quando percebi a xoxota gordinha sob o tecido de lycra. O marido dela, como não poderia ser diferente, era um mala: típico empresário que viveu crendo que era o tal e portanto poderia comprar a todos. Felizmente, como ele viajava muito a trabalho, Cinthia ficou encarregada de acertar todas as questões da reforma comigo.

Ler mais

Fodendo depois da balada

Boa noite! Essa história ocorreu ontem à noite e foi muito legal, pois fodemos e nos divertimos muito, mostrando que ainda podemos curtir muito sem estar com outras pessoas, como tem ocorrido em outros contos!

Bom, minha esposa é muito gata, loira, magra e safada, me convidou para irmos em uma boate ontem à noite, topei na hora então ela foi arrumar-se, e tomou um bom banho, depilou a buceta e começou a experimentar várias roupas, ficou nuazinha e começou a trocar as roupas, até que decidiu por uma saia curtinha tipo couro e uma blusa que mais parecia um soutien que deixava o peito todo de fora.

Ler mais

Dei pro meu vizinho novo

Ola, meu nome é Camila e hj vou contar a vcs sobre a vez que dei pro meu novo vizinho, tenho 22 anos, na epoca namorava a 3 anos ja porem o namoro nao vinha bem, sou negra, coxas grossas, bumbum bonito mas nada exagerado, seios pequenos mas bonitos, tenho um corpo bonito porem nada fora do padrão alem das coxas grossas e bonitas.
Na época lembro que meu namoro não estava bom a muito tempo, muitas brigas e desentendimentos e direto eu pensava e terminar e tal, ate que em uma quarta feira surgiu uma nova familia na casa ao lado, uma senhora de uns 45 ou mais de idade e seu filho, Jonatan, era um neguinho de maia oi menos 1.70, nao era muito musculoso nem mt magro nem muito bonito mas senti uma atração de inicio mas de leve, ele era um rapaz muito simpático e logo fizemos amizade.

Ler mais

Meu primeiro anal

Não há como distinguir, homens quanto mulheres adoram ser cortejados, desejados e cantados. Se vai rolar alguma coisa, como dizia meu pai, “são outros quinhentos”.

Descobri minha sexualidade muito cedo, entre os nove e dez anos, já ensaiava minhas primeiras masturbações. Depois que aprendi gozar com ejaculação, não dava folga.

No ano que completará 13 anos, tive uma colega de escola muito assanhada. Samantha tinha a mesma idade, porém na safadeza, aparentava ser muito mais velha e experiente. Era filha de pais separados e seu irmão mais novo estava na escola na parte da tarde. Estudávamos pela manhã. Numa época daquele ano, ela sugeriu algumas festas dançantes entre os colegas às sextas feiras na parte da tarde.

Nas três primeiras, bombou. Metade da sala era certo em cada reunião. Os homens levavam refrigerantes e as mulheres, salgados. Normalmente, íamos das 14 às 18 horas. Era muito tímido naquela época, minha primeira parceira de dança foi Samantha e ela que escolheu a música. Na verdade, a ordem das coisas foi ao contrário, ela escolheu a música lenta. Em todas as festas, tinha que ter um cobertor na janela da sala, dava um ar melhor ao ambiente, ficávamos com a impressão de danceteria. O final era sempre com música romântica. Ia para essas festinhas para ficar olhando até aquela reunião.

Ler mais