A lanchonete

Seria apenas mais um dia de trabalho, nada de anormal parecia que iria ocorrer.

Ele se levantou como de costume, tomou banho, fez seu micro tratamento estético diário, passou e tomou o café espetacular que costumava fazer.

Sentou-se no braço do sofá, enquanto observava o movimento na rua, ainda eram 06:00 horas, via pessoas transitar de um lado para outro, andando, correndo, apressadas, algumas já nervosas, havia sido iniciada a rotina na capital.

Antes de sair, deu mais uma ajeitada no terno no espelho do corredor de saída.

Assim, ele dirigiu-se para a procuradoria, embora muitos optavam por trabalhar em período mais curto, assim era o seu dia a dia, era de sua preferência acordar às 04:45 horas, treinar kung fu, tomar um banho e rumar para o trabalho. Em alguns dias dava aulas ao invés de treinar, mas, de toda forma, acabava indo para procuradoria o mais rápido que pudesse, pois gostava de “puxar ferro”, antes de iniciar o segundo turno de trabalho.

Mas, naquela data seria diferente, teria que ir para a lanchonete da qual era um dos sócios. Ele passava no estabelecimento apenas “an passant”, mas haviam assuntos importantes para decidir.

Durante o dia, nada novo, processos, manifestações, almoço de negócios e papéis e mais papéis, dos quais não podia se livrar, eis que instrumentos de seu mister.

O dia não passou, voou, e ele quase perdera a hora de seu treino, mas foi salvo pelas inúmeras mensagens de seus “brothers” de academia. O trânsito não logrou êxito em impedi-lo de treinar, embora tenha sido uma série de exercícios mais curta, ao menos não deixara de praticá-los.

Foi para casa, tomou um banho rápido, pôs outro terno, agora um chumbo, com camisa cinza e gravata verde musgo, pulseira de couro marrom que circundava o relógio, cujo ponteiro demonstrava já ser quase 19:00 horas.

Ele se apressou e dirigiu-se até a lanchonete. Daquelas do mais puro estilo “hamburgueria Rock`n Roll”. Nas paredes haviam quadros de cantores famosos, que marcaram época: Elvis, Janis Joplin, Stray Cats, Beach Boys, Buddy Holly e, perdido no meio dos ídolos de outrora, Faith No More, banda que estampava a parede de fundo.

Logo após a entrada, havia uma pequena escada de 5 degraus, à direita de quem entra, onde havia um “piso” com uma sequência de 14 ambientes, cada um formado por uma dupla de sofás com 2 lugares cada e uma mesa central.

Adiante da porta, haviam 5 ambientes como descrito e à direita, dois ambientes, com sofás circulares, espaço reservado para grandes famílias e pequenos eventos.

No ambiente, havia uma jukebox original, importada direto da Califórnia e uma moderna, dessas que aceitam CD`s e MP3.

No cardápio, uma variedade de milk-shakes, lanches, hambúrgueres, hot-dogs, e alguns pratos que não poderiam faltar em uma lanchonete de respeito.

A reunião entre os sócios estava praticamente pegando fogo, quando uma dupla de princesas entrou no estabelecimento. A reação de Mr era ceder um espaço no sofá que ocupava, mas não teve a ousadia, não por não sê-lo, mas não era o lugar, nem hora para qualquer abordagem. Assim, as duas ficaram na fila de espera, ou seja, ele teria praticamente uma hora para se posicionar.

Findada a reunião, ele pediu seu whisky predileto, um Royal Salute 21 anos, que fica à exposição na prateleira do bar, mas intocável, apenas ele prova da bebida.

Com a companhia de sua bebida, ele aguardou em seu local. O sócio já estava no escritório trabalhando, ele, com o restante do tempo livre, ficou observando a movimentação e a dupla de princesas.

Percebendo que elas já estavam impacientes, dirigiu-se até as duas ofertando dois lugares à sua mesa, afirmando que faria questão de dar-lhes um tratamento vip.

As duas, tentaram fingir que não iriam aceitar, mas ele percebeu que o convite seria aceito, de modo que já sinalizou para o gerente para que fosse levada à mesa uma garrafa de The Glenlivet 12 anos, um whisky Single Malte floral, com notas de abacaxi e pera, cremoso, macio com notas de marzipan e avelãs ao final.

Assim que o gerente chegou, as duas se entreolharam e sorriram sutilmente, tinham certeza de que a espera já havia valido a pena.

Conversa vai, conversa vem, e as duas já haviam praticamente esgotado uns 60% da garrafa, ele continuava tomando seu Royal Salute. Entre risos, sorrisos e olhares, após terem provado o “prato especial do chef”, lanche com lagosta, ausente no cardápio, mas que era preparado exclusivamente para o chefe, ele as convidou para visitar “a sala”. Um ambiente reservado, localizado atrás da lanchonete, onde haviam dois sofás, dois “pufs” e uma mesa baixa, de uns 30 cm de altura que ficava em cima de um tapete felpudo cinza.

No local havia uma parede que era um aquário de água salgada e em outra uma televisão de 84 polegadas, as ouras duas paredes eram ornadas com quadros.

No sofá, eles começaram a conversar sobre sexo, quando ele indagou se elas já haviam ficado com outras mulheres. A resposta fora negativa.

Ele afirmou que adoraria vê-las se pegando, pois ambas eram magrinhas, filezinhos, uma delícia, além disso, vestidos que deixavam as curvas deliciosas, um preto e outro cinza.

Elas afirmaram que isso não iria ocorrer, pois eram amigas e não tinham interesse por pessoas do mesmo sexo.

O tempo foi passando e o papo cada vez mais quente, então ele começou a beijar uma delas, a de pele mais escura, uma morena jambo com o corpo do pecado. O beijo foi longo e demorado, a ponto de que, enquanto o executava, ele ficava olhando bem no fundo dos olhos da outra.

Logo após o término do beijo, ele puxou a outra pelas mãos e começou a beijá-la também.

Em uma estratégia muito bem delineada, ele passava as mãos nas pernas da morena pecado, que se aproximou ainda mais do casal e passou a beijar o pescoço de Mr.

Ela se aproveitou para abrir a camisa do distinto rapaz, acariciando o peitoral, enquanto as mãos deles já se aproximavam de sua calcinha. Ato contínuo, ele passou a beijar o pescoço da outra companheira, enquanto dizia sussurrando no ouvido dela para que ela beijasse a amiga.

O tesão era tanto que, Carina, nem relutou tanto e beijou o rosto de Patrícia, que – tentou segurar no começo, mas entrou na brincadeira, de modo que rolou um beijo explícito sexualmente falando entre elas.

Mr saiu do meio das duas, ajoelhou-se na frente de Patrícia, levantou o vestido, expondo um par de seios artisticamente criado por algum excelente cirurgião plástico e um corpo escultural, coberto, a partir daí, apenas com uma calcinha preta, fio dental, com apenas um fio nas laterais.

Ele explorou cada centímetro do corpo, seios, pescoço, barriga, pernas, deixando sempre a região íntima para quando a moça estivesse prestes a explodir de tesão. Ele contava com a ajuda de Carina, que sugava a boca de Patrícia.

Não demorou muito, para Mr afastas a calcinha de Patrícia e chupá-la cuidadosamente, explorando toda a extensão da xana e sentindo o modo que ela mais gostava. Ao ver os seios de Patrícia livre, Carina os abocanhou-os sugando um e acariciando o outro.

Com a língua, Mr. fez com que Patrícia chegasse ao primeiro orgasmo. Em seguida ele colocou o pau para fora e, sem que recebesse o costumeiro boquete, umedeceu o membro e penetrou Patrícia cuidadosamente no início.

Enquanto ele movimentava os quadris, pediu para que Carina ficasse em cima de Patrícia, de modo que ele pudesse chupá-la por trás. Assim, enquanto ele se movimentava, Patrícia gemia e Carina rebolava, abaixando as alças dos vestidos, passando a expor os seios e implorando para que a amiga os chupasse, o que foi feito.

Após alguns minutos da foda, já inesquecível, ele retirou o pau e penetrou Carina, que ainda recebia chupadas nos seios de Patrícia. Carina rebolava intensamente, aumentava o ritmo com os tapas na bunda que passou a levar e com a puxada de cabelo.

Carina estava indo ao êxtase.

Mr então, parou de foder Carina e voltou a comer Patrícia, ela deitada de costas para o chão, em um autêntico e não burocrático papai e mamãe. Enquanto isso, Patrícia começou a chupar a buceta já melada de Carina que sentou no rosto da amiga rebolando e inclinando ainda mais a bunda para Mr que estava enlouquecendo.

Patrícia chegou ao novo orgasmo.

Mr então umedeceu bem o cuzinho de Carina que estava piscando para ele, primeiro colocou um dedo, depois dois, até que – com muita calma- enfiou o pau dentro.

Ela urrava de tesão, pois Patrícia parecia ser especialista em ‘cunnilingus”. Não demorou muito para que Mr chegasse ao ápice do tesão. Assim, ele fez com que as duas ficassem ajoelhadas, enquanto ele, em pé, deixava as duas brincarem com seu pau. Tomando todo o leite ejaculado.

Os três estavam mortos, mas com um tesão danado. Mr. pegou um controle e abriu uma das paredes, revelando uma jacuzzi de respeito, local onde continuaram a brincadeira entre eles.

Enfim, Mr chegou à conclusão de que precisava fazer mais visitas na sua lanchonete.

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