Garotas fodendo e masturbando

Garotas fodendo e masturbando

Eu sou Pâmela, sou o que as pessoas chamam de “uma garota alta”. Nessa época tinha 18 e Susane, 19, meu cabelo é castanho claro cortado curto, tenho olhos amendoados, lábios macios e carnudos, seios médios com aréolas rosadas.

Suzane era minha vizinha e amiga de escola, acho que por isso sempre nos demos bem. Suzane na aparecia facial lembra Selena Gomes com seus cabelos pretos, olhos azuis e pele alva era o tipo de garota popular, melhor de tudo era bonita e invejada por muitas garotas.

Mas não dava bola para os estudos, nem para nada, ainda assim era sempre cercada de amigos. Também sou bonita, não perco para ela no quesito popularidade e amigos, mas a diferença é que eu era o tipo nerd, que estuda, passa a cola e faz todos os trabalhos.

No dia que tudo aconteceu, eu estava surfando na internet e Suzane apareceu me convidando para ir fumar uns cigarros e tomar umas cervejas no porão de sua casa. Não tínhamos idades para isso, mas tendo a oportunidades de beber escondido topei.

O convite para cigarros e bebidas foi uma desculpa. Ela até tinha um assunto que queria compartilhar. Disse que conhecia um rapaz. Não eram namorados, mas estavam se encontrando. Até que surgiu um namorico, transar não, apenas beijos e amasso.

E Suzane se aproximou de mim, como se fosse uma conspiradora e alguém pudesse estar a ouvindo falou. “Meu paquera falou que se nós o deixássemos ver nossas calcinhas e mostrássemos a bundinha, ele nos deixaria vê-lo se masturbar”.

Leitores repare como eu era deveras ingênua nessa época, Susane disse “nossas calcinhas”. Se eu nem o conhecia como ele quer ver minha calcinha? Então, ela me envolveu no assunto e nem me toquei que ela deveria ter dito “ele, o meu pequete quer ver minha calcinha e se eu mostrar a bundinha ele se masturba pra eu ver”.

“O que?” Se masturbar você é pirada? Esse cara é doido! Ele vai é nos estuprar! Sei que foram questionamentos e afirmações idiotas, mas eu não sabia o que dizer então disse. E ela continua a me enrolar. “Ele é um cara legal” Então vamos lá a casa dele? Agente mostra a calcinha e só um lado da bundinha e ele se masturba pra gente ver como é.

No inicio recusei. Ela me chamou de estraga festa. Chamei-a de louca, mas ela me ridicularizou me chamando de fresquinha, covarde. Tentando me converse disse que ninguém na rua ia ficar sabendo, pensei um pouco, porém estava ainda muito tensa. Tentei mais uma vez protestar.

Susane me mandou para de ser baitola e ir com ela. Não sou santa, mas talvez o efeito do álcool também cooperasse em tudo. Entretanto, tentei parecer desinteressada, mas falhei miseravelmente. No final deixei minha amiga me levar para um caminho de fetiches que iriam marcar minha vida.

Fomos um pouco trôpegas até a casa dele. Quando chegamos, fiquei com medo, mas não demonstrei. Suzane ligou para ele que atendeu. Susane diz “está certo aquele lance? Nós topamos”. Marcamos o encontro na praça. Estávamos lá sentadas, quando vejo um rapaz por volta dos 18 anos. Ele era um pouco mais alto do que eu. Ele olhou para Susane, depois para mim. Fiquei ali servindo como vela por um tempo, enquanto eles se beijavam.

Ele havia trazido consigo algumas umas latinhas de cerveja o que ajudou mais à descontração. Pediram para eu ir comprar uma carteira de cigarros. Fui sem reclamar, e quando voltei, eles estavam acabando de fumar um cigarro estranho com cheiro esquisito. E estavam bem diferentes. Achavam graça em tudo. Susane fala uma coisa deturpando tudo que aconteceu até aquele momento “A Pâmela disse que quer vê, foi ela que me convenceu”.

Maldita esperteza de Susane, além de me fazer de vela, ainda diz que sou a manipuladora pervertida, mas nada falei. Caminhamos em silêncio em direção a casa dele. “Seus pais estão em casa”, perguntei. Ele disse que estavam, mas não tinha problemas entraríamos pelo pátio em silêncio.

“Entre”, ele disse assim que chegamos. Eu estava me sentindo envergonhada. Na verdade ele também estava. Esperta e manipuladora Susane deu passo seguinte, ela o beijou e lhe fez algumas caricias mais ousada. Não demorou, ficou visível o estofamento na calça dele denunciar que a ferramenta aumentava de tamanho. Susane então segurou minha mão fazendo com que eu alisasse o pau dele.

O garoto agora sim estava pronto. Ela fez com que nós duas abríssemos o zíper da calça. Susane foi soltando minha mão, com a outra abaixou o seu short, mostrando a calcinha e caminhou um pouco encostando as mãos nas parede. Olhou para mim e disse “vai mostra a calcinha para ele”.

Eu apenas levantei a saia deixando a calcinha aparecer enfiada na minha racha e virei de costas para ele, que simplesmente tirou seu pênis. Olhando para trás eu o vi esperado por qualquer garota, um pênis duro. E seu pênis era curvado como uma banana madura com uma glande roxa e com um pesado saco escrotal pendurado cobrindo dois grandes testículos era provavelmente de tamanho médio, mas na época parecia ser enorme. E havia uma pequena gota de líquido claro na ponta.

“Mostre-me mais a calcinha e a bundinha, arque um pouco para frente, assim eu posso ver a boceta”, disse ele. Eu olhei para Susane que apenas sorriu para mim, abaixou a sua calcinha, e escorando-se a parede empinou sua bunda. Eu hesitei por um segundo, mas puxei a calcinha ao lado e fazendo o que pedirá, dando a ele teve um vislumbre da minha xota com pequenos pentelhos.

Confesso que estava gostando. E de forma sutil contrair as pregas do cuzinho umas duas vezes. Quando o garoto olhou, começou a lentamente se masturbar ritmicamente. Eu olhei para seu pênis duro, não me importava que ele estivesse olhando para minha boceta molhada.

Então olhei para o rosto dele ao mesmo tempo em que ele olhava para o meu. Olhei para Susane, vi que ela abria com uma mão a bundinha. Neste momento eu podia sentir que meu clitóris tinha crescido para um tamanho muito maior e inchado do que normalmente era. Na verdade, estava se projetando para fora através dos lábios de buceta e esfregando contra a minha calcinha de seda.

E acho que ele estava prolongando a ejaculação porque ficava parando a cada segundo. Ele se aproximou de Susane, parecia que ia meter, mas ele só tocou de leve na bundinha dela. Depois veio ao meu lado, tocando com o pênis duro na minha bundinha. Eu não sabia o quanto mais eu poderia aguentar.

Quando ele voltou a Susane, ela dá um leve empurrão para trás, e o pau encaixou na periquita dela. O nosso trato era só ele se masturbar. Mas pelo jeito ela queria mais e ele não se vez de rogado. Logo bombeava violentamente na sua xana melada por uns dois minutos.

Susana mostrou então que realmente era uma amiga de verdade, pois sabia que eu estava excitada e ela diz para ele “Mete o pau nela também, agora é a vez dela, então fode gostoso a minha amiga, fode ela fode”.

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Eu estava entregue a situação tanto pelo clima como pelas palavras de minha amiga. Apoiei as mãos numa pilantras, abrir mais as pernas. Ele veio e colocou o pau na minha bucetinha já muito molhada. Sentir minha racha ir abrindo e entrou macio até sentir as bolas bater em minha bundinha. Gostaria de dizer que demorou minutos longos, mas entendi que tanto Susane e eu gozamos no pau dele bem rápido em cerca de dois a três minutos.

Ele tirou o pênis de mim e falou “Pegue um papel”. Eu não sabia o que fazer. Lembrei-me do papel laminado que envolvia a carteira de cigarros e rapidamente tirei. Eu olhei para Susane e voltei para ele. “Depressa”, ele disse com certa urgência em sua voz. “Se aproxime e segure na minha frente, eu estou me preparando”.

Eu segurei o papel, Susane se aproximou. Juntas seguramos o papel olhado fixamente para seu pênis. O garoto sorriu e começou a acelerar a punheta. O líquido claro e pegajoso começou a sair em fortes jatos grossos.

Nós duas não tínhamos a experiência para saber que deveríamos ficar ao lado e não diretamente na frente dele. O primeiro tiro poderoso atingiu parte do rosto e lábios de Susane que assustada recuou surpresa, largando a mão do papel para limpar a face.

Outros jatos vieram. Posicionei melhor o papel, mesmo assim veio um jato forte em meu braço. Eu estava totalmente fascinada. Outras torrentes de espermas dispararam seguidas por outras ainda. Eu pensei que iria gozar apenas observando ele.

Mais alguns tiros fracos atingiram minha mão antes que ele terminasse. Ele ficou imóvel. Tive vontade de passar a ponta do dedo e saboreá-lo, mas deixei o papel encharcado cair no chão e Suzane se aproximou pegando no pau dele e começou a masturba-lo novamente e sendo garoto novo ele não precisava de descanso e eu fiquei imóvel, mas ela pegou minha mão e juntas o punhetamos de forma rápida e novamente.

Suzane se abaixou e passou a mamar o pau dele e eu via Suzane passar a língua ao redor da cabeça, e começou a punheta-lo ele gozou. E como se nada houvesse acontecido Susane pegou minha mão e limpamos o semém na calça dele. Deu-lhe um beijo e apenas disse “Obrigado pelo show”. Quando chegamos do lado de fora “Você já viu algo assim em sua vida? Como você se sentiu? E gozei rápido e você?” Susane perguntou ofegante.

Eu mal conseguia falar. “Sim, isso foi muito legal”, foi tudo que consegui dizer. Quando chegamos à minha casa, eu dispensei Susane. Corri para dentro rumo ao banheiro e liguei o chuveiro. Uma vez lá dentro, com a porta trancada, levantei minha saia e empurrei minha calcinha até meus joelhos. Não houve tempo para sair dela.

Segurando minha saia com a mão esquerda, usei outra mão para separar os lábios peludos da minha boceta expondo meu clitóris latejante ao ar fresco do banheiro. Sem demora eu formei um “V” invertido com meus dedos indicadores e médios.

E esfreguei meu botão inchado três ou quatro vezes enquanto jogava imagens fantasiosas do pau do garoto cuspindo gozo em mim em todo meu corpo e especial aos meus lábios e bunda e com essas imagens em minha mente acelerei a masturbação e gozei mais do que nunca em toda a minha vida.

Pois sendo garota nova de 18 anos, quando me masturbo meu primeiro tiro é mais poderoso seguido por outros vários de menor intensidade, mas esses primeiros espasmos foi como nunca tinha experimentado, vazou na minha mão e correu entre os meus dedos. Quando a contrações diminuíram e finalmente foi parando, senti como se fosse desmaiar ali mesmo no banheiro.

Sentei em baixo do chuveiro deixando a água refrescar meu corpo saciado pela masturbação violenta de meus dedos. Estava satisfeita? Por um momento pensei que sim, mas logo peguei a escova e sentada mesmo meto todo o cabo na boceta. Iniciei outra masturbação.

Eu estava construindo mais um orgasmo auto induzido. Senti meu orgasmo se aproximando rapidamente. Acelerei a minha foda ainda mais rápido do que antes. Minha respiração ficando mais pesada a cada impulso na minha boceta e aperto do meu clitóris e veio meus espasmos de gozo. Agora sim eu podia ir dormir.

Depois, já no quarto dormi esfregando a boceta no travesseiro. No dia seguinte acordei do mesmo jeito, esfregado a xota com força no travesseiro. Nos dois dias seguintes, tudo em que consegui pensar foi no pau do rapaz.

Acreditem, eu tentei não pensar nisso. Não funcionou. Eu disse a mim mesmo como estava errada, isso também não funcionou. Então eu finalmente tive coragem de perguntar a Susane se ela poderia organizar um desempenho repetido.

“Ah! aquele garoto. É só passatempo, só queria ver ele se masturbar, queres dar uma de pequete com ele?” questionou-me. Sem deixar-me responder falou “Te passo o numero do celular, não me importo, já estou com outro garoto mesmo. Você gostou do que agente fez foi muito legal não foi?”.

“Foi? Foi sim”. Escondi minha decepção, fiquei desapontada. Eu ainda pensava muito sobre isso, mas certamente era uma coisa de uma só vez, para nunca mais acontecer… Não por ela, pois se acontecesse eu teria que o procurar!

Assim os dias passaram rapidamente. A escola voltou à velha rotina de manhã cedo e lição de casa. Ainda assim, eu não conseguia tirar a imagem do pau daquele garoto esguichando nos meus braços e se Susane não estivesse por perto eu até tinha experimenta chupar. Eu me masturbava todas as noites pensando nisso. Comecei a ansiar pelo próximo ato, queria voltar lá.

Bem a verdade é que Susane armará para mim e mostrou ser amiga para tudo que presta e o que não presta, seria justo agora usar o nome dela para procura-lo. Como já falei eu era garota nova, mas não era santa. Liguei para ele dizendo que Susane havia falado que ele queria falar comigo.Acabamos nos encontrado e para resumir, viramos namorando.

Dei a buceta para ele e adoro o masturbar ou quando ele me masturba ,pois esse é meu fetiche. Mas ele não vai ser o primeiro a pôr o pau em minha boca. Aguarde a continuação… Provável titulo “Foi assim que aprendi a chupa pica” A história de Pâmela. E devo dizer que não foi culpa minha, mas eu tive que chupa e ainda eu ainda ofereci a rosquinha.

Autora; Maísa Ibida.

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