Lésbica de primeira viagem

Da primeira vez que beijei uma mulher foi no final do ensino médio. Desde o início do ano letivo algo me chamava atenção nela… Não sabia direito o que era… Acho que as tetas muito duras e grandes, acho que a bocarra sempre risonha, acho que o despojamento em falar de sexo abertamente no grupinho tímido de meninas ainda sem experiência. E ela gesticulava muito, acariciava as próprias tetas pra mostrar como os caras faziam com ela, sentava com as pernas abertas, não usava sutiã, falava de masturbação, se depilava com barbeador na frente de todo mundo no vestiário da escola. Eu via os bicos acesos e duros das tetas dela e ficava imaginando como seria chupá-los.
Nas aulas de educação física eu esperava a turma dela entrar e ela ficar nua pra colocar o uniforme de ginástica. E ela ficava. Era a primeira a ficar nua e a última a se vestir. Ela gostava dos olhares. Ela gostava que eu olhasse. Ela sorria quando me via olhando a xoxota dela, as tetas. E eu também. “Que estranho! Porque gosto tanto de olhar para o corpo dela se eu gosto de beijar meninos?” me perguntava eu, antes de conhecer a bissexualidade.
Além de tetas duras e grandes, os bicos eretos quase furando a camiseta de malha vagabunda do uniforme, tinha a xoxota. A xoxota dela… Nunca mais vi uma buceta daquelas… Peluda, mas o pelo liso e bem preto não conseguia cobrir o grelo ereto e grande dela. Não tinha como não olhar aquilo. “Que lindo.. Que lindo…”, eu pensava. Uma xoxota vermelha e greluda. O grelo era hipnotizador e me dizia: “chupa aqui, vem, me lambe”. Eu sentia um tremor ao ouvir essa voz dentro da minha cabeça. Minha própria xota latejava e escorria de alegria e tesão. Mas eu fingia não ligar ao ver essa garota nua, desfilando sem vergonha pelo vestiário. Tomando banho com a porta do box aberta, sentada no banco do vestiário com as pernas abertas, enquanto penteava o cabelo… E eu ali, hipnotizada….
No final do ano não aguentava mais de tanto tesão encubado. “preciso ao menos tocar os bicos das tetas dela”. Só pensava nisso, obcecada pelos peitos, me imaginava sugando os bicos grossos e duros dela, enquanto ela dava aquelas gargalhadas, jogando a cabeça pra trás e gemia, igual como ela contava que tinha sido com os caras “na hora que eles me mamam”…
Tinha traçado então um plano “infalível”. “Fico sozinha com ela no vestiário e passo a mão sem querer nos bicos…” só isso já me molhava a xota e me fazia sussurrar de tesão “ai, ai,… Sssssss…. Acho que gozo assim”. Pois sim, na próxima aula eu passo a mão nos bicos…. Até lá quanta masturbação, quanta siririca pelas tetas dela, os bicos, a xota, o grelo duro me fitando. Horas e horas de masturbação, que delícia as minhas tardes. Conto depois como é bom tocar siririca e o quanto eu amo…
Lembro de pegar meu gozo e esfregar no meu próprio grelo e depois lamber os dedos, muito satisfeita pela gozada… Esperava mais um pouco e recomeçava…. Uns puxões gostosos no grelo e pronto… Mais gozo… Me molho, só de lembrar…
Finalmente chegou a terça-feira, o dia da aula… Fui a primeira a entrar no vestiário. Me preparei… “que tesão… Não toco uma siririca porque não dá tempo…”. Queria ficar nua também porque era tanto tesão que a camiseta roçando nos meus bicos me dava calafrios. “preciso tirar isso…” e tirei tudo. Fiquei nua. Queria me masturbar, mas as outras alunas iriam entrar e me ver… E o que eu queria mesmo era gozar depois de tocar os bicos das tetas dela… Só depois disso.
Eu já nua e minha xoxota molhada escorria, ela entra no vestiário e me vê. Olha pra minha xoxota, entreabre a boca pra falar algo, mas as outras entram correndo e ela desiste. “ela viu… Ela gostou da minha buceta…”.
Ela vai pro outro lado do vestiário e começa a tirar a roupa. Fica nua… Deliberadamente puxa os próprios bicos e eles ficam duros… Ninguém viu, mas eu vi. Ela fica passeando entre as meninas, nua, encostando a xota nas meninas distraídas, de vez enquanto puxando e acariciando os próprios bicos dos peitos. Fica se olhando no espelho, tá com tesão. Eu senti isso. As meninas vão saindo e finalmente ficamos sozinhas… Nuas… Cheguei perto e falei algo que não me lembro… Ela encostou na bancada da pia, abriu as pernas, passou dois dedos dentro da buceta e me mostrou: “olha como eu tô. Isso é tesão” e depois lambeu… Lambeu tudo… Minha xota latejava tanto que eu pensei que ia gozar… Com as duas mãos, eu puxei os bicos… Finalmente toquei neles… Macios, grossos, estufados me esperando, eu puxei e depois rodei pra um lado e depois pro outro. Ela riu e jogou a cabeça pra trás… Eu ri… “quero mamar, quero chupar” disse pra ela. “chupa, pode chupar que eu gosto”. Que delícia aquele bico duro na minha língua… Chupei, passei a língua, chupei novamente. Ela tocava siririca em mim, enquanto isso… Não queria gozar, queria mamar mais, queria mamar a xota… Seria a primeira vez que ia chupar uma buceta, mas eu precisava muito porque eu sabia que ia gostar…
Fui me abaixando, enquanto ela colocou uma das pernas em cima da pia, abrindo caminho pra eu abocanhar o grelão duro dela. E assim fiz… Ouvi o gemido dela: “aaaahhhh…. Aaaahhhhh…. Ai minha buceta, aaaai.. Aaaiii minha buceta….”
Comecei a sugar o grelo com força enquanto ela segurava minha cabeça contra a xota. “vai gozar” pensei. “aaahhhh… Vou gozar… Vou gozar… Morde, morde”. Eu mordi… Mordi a xoxota dela… Mordi o grelão…. Enfiei a língua na buceta enquanto ela se tremia de gozo, senti o gosto do gozo… Me levantei… A gente se beijou pela primeira vez. Ela era deliciosa, tinha uma língua quente e enfiou devagar na da minha boca, lá dentro a língua se entrelaçava com a minha e uma onda de tesão subiu pelas minha xoxota… Ela se abaixou e pela primeira vez eu senti uma boca de mulher na minha buceta. Eu estava tão molhada que ela passou os dedos e lambeu. Depois lambeu os meus grandes lábios, mamou os lábios… Eu gemia baixo, não querendo gozar e arreganhei as pernas o máximo que podia, depois de sentar na pia. Ela abriu um sorriso e meteu a boca na minha xota, as minhas pernas estavam bem abertas então ela lambeu com vontade. Eu gemia muito, que tesão. Mamando daquele jeito eu ia gozar rápido. Mas não faz mal, realizei meu sonho, consegui mamar nela.
Gozei de um jeito maravilhoso!! A boca grande dela conseguia colocar a buceta toda dentro… Que sensação incrível! E ela me dizia “puta!”, “gosta de buceta, né, vadia!?” . Pois é, gosto de buceta…
As férias chegaram e a gente revezava. Um dia na casa dela, outro na minha. Numa dessas vezes em que ela chegou à minha casa, minha vizinha de porta, uma mulher peituda dos seus 58, 59 anos, viu e perguntou se éramos primas. “Não, é minha melhor amiga…”, disse. Ela olhou para minha amiga, que com os braços levantados prendia o cabelo, mas também mostrava muito das tetas duras pela lateral da regatinha branca larga e surrada, e disse: “É? E que eu acho vocês duas tão parecidinhas, duas moças tão bonitinhas, que estão sempre juntas… Achei que eram primas… Cuidado, pra não aparecer seu peitinho, filha…”. Minha amiga botou as tetas pra dentro da blusa e sorriu, feito uma putinha. A vizinha sorriu de volta e nos convidou pra lanchar com ela. Mas isso já é uma outra história…

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