Ela, o vestido e eu

Ela, o vestido e eu

As sensações provocadas através dos seios são de inigualável prazer pra mim, sempre que olhados, desejados, ou tocados, me sinto deusa, materna, feminina e sexy.

Mesmo tendo amamentado dois filhos, praticamente seguidos, ainda considero meus seios bonitos.

Já não são mais durinhos como antes, no entanto não estão caídos, tem um tamanho médio pra grande, biquinhos pequenos e rosados. São daqueles que balançam discretamente ao caminhar sem sutiã, e ao roçar da blusa acende os faróis, deixando-os apontados pra frente a furar o tecido. Estando de sutiã eles parecem maiores e se destacam em qualquer blusa, tornando bela e notável minha comissão de frente.

Sinto tesão só de alguém reparar neles, quando elogiam então, me derreto toda….

Não sei se já ouviram isso, mas dizem que o ponto G feminino está nos ouvidos, e eu concordo.

Engraçado como uma parte do corpo provoca reações em outras distintas. A conexão e sincronia acontecem no olhar, no clima, na troca, onde há química entre duas pessoas, onde prevalece um certo mistério e expectativa.

Carinho, lambida, chupada, apertões, me enchem de volúpia, o toque nos seios funciona pra mim, como se ligasse um botão do prazer. Sinto uma contração na vagina e o clitoris se ascende, como se fossem interligados diretamente ao peito, num instante percebo a vulva em chamas, calcinha molhada e um tesão desmedido. Fico louca.

Então, o conto (ou relato) a seguir fala de uma situação até inusitada, que aconteceu comigo, mas que resultou num prazer puro e simples, proporcionado por meio deste meu fascínio por eles, meus peitos.

Ele destoa da maioria aqui, pois é apenas uma descrição de como é gostoso se sentir desejada.

E não desejada por qualquer um, o desejo de uma mulher por outra é algo mais intenso e profundo, não é como levar uma cantada ou ser assediada por homens, o que é bem comum e corriqueiro, mas vindo de outra mulher é muito mais sensual, sufocante e até intrigante eu diria. Ainda hoje, lembrando meu coração acelera e o fôlego aperta.

Então, vamos à história…

Eu seria madrinha de um casamento na semana que seguia e ainda não tinha escolhido um vestido. Andei por algumas lojas, mas nada agradava.

Entrando na quarta loja, até desanimada de continuar procurando, pensei que se não encontrasse ali, iria embora e noutro dia voltaria a andar por outros lugares.

Na porta uma senhora elegante, bem vestida e arrumada, percebeu que eu namorava a vitrine, me abordou sorridente e muito educada se prontificou a ajudar.

Eu disse que precisava de um vestido de gala e ela disse que tinha alguns modelos que combinavam com meu tipo de corpo. Olhamos entre os cabides e cores que me agradavam e escolhemos dois, ela, sempre solícita, me indicando quais me vestiriam melhor.

Escolhidos os modelos, me encaminhou a uma sala no fundo da loja para fazer a prova.

-Retire a roupa toda e fique só de calcinha, vou pegar uns alfinetes e já volto para te ajudar a vestir.

E voltou num pulo, como se não pudesse me deixar sozinha ali, me pegou ainda tirando a calça jeans. No susto pela porta abrir tão rápido, me livrei logo da calça e escondi os seios com as mãos, ela me devorou de cima abaixo, parando o olhar na altura da calcinha azul. Meio desajeitada e vergonhosa me abaixei pra recolher a calça e ela então quase se curva para admirar minha bunda com aquela tanguinha azul-claro completamente enfiadinha. Tenho a cintura fina e um bundão, toda calcinha que uso acaba entrando. Não tem jeito!

Enquanto me ajudava a vestir, a senhora elogiou admirada:

-Nossa, que corpão bonito, cheio de curvas… que seio maravilhoso, natural que vc tem…

Chegando bem perto, quase se encostando em meu corpo colocou o vestido sobre mim, ajeitando daqui e dali, puxou meus seios pra cima sem tocar nos bicos, arrumando o decote, mas com a desculpa para senti-los. O tom libidinal em sua voz, quase que sussurrada, denotava seu cortejo, o olhar faminto me degustava e constrangia.

Com a mão vagarosa, maliciosa, ela não perdia a oportunidade de me alisar e eu me fazia de desentendida sempre kkkk.

Depois do zíper fechado por trás, com uma agilidade e firmeza em que pude sentir sua pegada, ela vem à frente e despudorada invade o decote com uma das mãos. Agarrou um seio pela parte de cima e o puxou encaixando-o no bojo costurado por dentro do vestido, fez o mesmo do outro lado, de maneira que meus peitos quase saltaram decote afora, deixando tão a mostra que por um triz não se via um pedaço da aréola.

Quanta ousadia!

Eu senti aquela mão que segurava meu peito apalpando, sentindo minha pele em cada dedo e na palma, como se medisse ou pesasse, testando o toque, apreciando a textura, o cheiro e imaginando o gosto. Senti como se meu seio fosse uma fruta, prestes a ser chupada, saciando a fome ou o desejo de alguém.

Era uma senhora, mesmo assim fiquei tesuda na hora. Admito! Rsrsrsrs

Não sei se foi o tranco gostoso que ela me deu ao fechar a roupa, ou a mão boba agarrando meu peito por dentro do decote… os elogios, a voz sussurrante, sei lá…

Me arrepiei e tímida encolhi, num gesto de recuo, contra quem acabou de “avançar o sinal”.

E com esse gesto, ali mesmo entreguei que estava excitada, ela percebeu e passou a me atender com uma demora lânguida, desconcertante, ousando mais e mais, me tocando e esbarrando de vez em quando “sem querer”. Parecia uma gata no cio.

continua depois da publicidade

Ela me encarava de perto, aspirando forte meu cheiro, que suada após a andança nas lojas, devia estar exalando meus feromônios, misturados ao perfume do creme que sempre uso na pele. Sua boca denunciava a salivação nervosa, quando ao engolir soltava pequenos suspiros e gemidos baixinhos, sempre molhando os lábios com a pontinha da língua, se insinuando provocante, instalando-se assim um clima de sedução envolvente e angustiante no ar.

Minha buceta contraía muito, ardia, latejava louca e eu apertava as coxas uma na outra, numa tentativa inútil de conter o tesão que estava sentido.

Com uma mão nas minhas costas, empurrando de leve pra frente, e outra no meu ventre, quase em cima do púbis, empurrando pra trás, ela insistente, dizia pra eu ajeitar a postura e estufar o peito para realçar o decote.

-Eles precisam sobressair e você pode ostentar orgulhosa, pois seus seios são lindos!

-A bunda não empine tanto, pra não ficar deselegante…

Ela vez por outra alisava meu busto e quadril, por cima do vestido, apertava minha cintura, conferindo o caimento do traje, olhava fixamente para os seios e contemplativa deixava claro o desejo de tê-los pra ela, ou apenas para um momento de puro deleite.

O vestido caiu como uma luva, não precisou ajuste a não ser no comprimento. E aquela senhora me admirava, sem pudor algum, dentro do vestido e se desfazia novamente em elogios, enquanto eu, vermelha de vergonha, apenas sorria e respondia rapidamente.

E ela continuava dizendo que eu deveria sempre abusar dos decotes, pois essa exuberância merecia ser destacada, para meus seios serem vistos e apreciados. Eu respondia a ela que era uma pessoa discreta e tímida, que evitava chamar atenção…

Ela trouxe um puff pra perto de mim e me convidando a sentar, de frente para o espelho que cobria a parede, disse que iria sugerir um penteado. Atrevida, nem perguntou se eu gostaria disso ou não. Ao que eu, mesmo sem a pergunta, disse-lhe que tudo bem.

Soltou meu cabelo, que estava num coque meio atrapalhado, e com mãos hábeis, colocou ele de um jeito meio preso meio solto, testando de um lado e de outro, simulando um penteado pra festa. Deixou caídos uns fios do meu cabelo ondulado próximos ao meu rosto e outros desfiados na nuca, caindo pelas costas de encontro ao vestido.

A todo momento me afagava, quase massageando passava a mão pela minha nuca, de maneira sensual alisava meus ombros e aspirava forte o cheiro do meu cabelo, suspirando sem parar.

Mais do que rápido, buscou um salto e fez questão de colocar em meus pés, novamente me alisando e apreciando o toque. Ora segurava firme meu tornozelo, se apoiando enquanto marcava a barra, ora levantava e abaixava a saia do vestido puxando o forro para ajustar o comprimento ao salto da sandália.

Tudo acertado, ela me puxou pela mão me fazendo dar uma volta de 360 graus, avaliando de cima a baixo, com um brilho exaltado no olhar, e com um gesto de cabeça afirmativo, aprovava o que via.

Depois de uns longos 40 minutos nessa agonia, eu confirmei que ficaria com o vestido e nem precisava experimentar o próximo, ela logo se propôs a me despir…

Abre o zíper da parte de trás do vestido, deixando seus dedos deslizarem pelas minhas costas até encontrar a calcinha, ainda por trás de mim, ela desliza as alças pelos meus ombros me causando mais um arrepio. Seguro os bojos do vestido e espero que ela termine de tirar, passando a minha frente ela puxa o vestido abaixo deixando mais uma vez seus dedos deslizarem por toda a lateral do meu corpo, a começar pelos seios, que estavam eriçados como nunca, passando pela cintura, quadril até chegar nas canelas. Sempre respirando fundo com o rosto bem próximo a minha pele.

Ela me deixa só de calcinha e sandália, enquanto afasta o vestido e volta a se concentrar no desabotoar das sandálias, sentindo e apalpando minha panturrilha. Pensei: -meu Deus é agora…affff

Ao se levantar, percebo o olhar dela percorrendo minhas pernas, parando de novo na minha calcinha. A senhora recolhe o vestido junto com as sandálias, se afasta sem tirar os olhos da minha calcinha, sorri arfando satisfeita ao ver que estava ensopada. Percebendo meu constrangimento, respeitosamente se retira da sala e diz que vai embrulhar o vestido.

Visto minha roupa, desfaço o cabelo e volto ofegante e apressada a frente da loja, onde ela me espera com o vestido num cabide, protegido por uma capa própria. Passo pelo caixa, onde a moça me atende bruscamente, enciumada.

Volto a ela percebendo que não tirou os olhos de mim, nem por um minuto, me entrega o vestido, encarando profundamente meus olhos, como se esperasse algo.

Agradeço pela atenção ao me atender e me despeço. Ela retribui beijando uma das minhas mãos e me acompanhando até a porta diz que espera que eu volte sempre, sempre e sempre.

-Me traga uma foto da festa….

Sorrio tímida e faço que sim com a cabeça.

Coisa louca né, não esqueço… nunca recebi um atendimento tão atencioso e cortez… rsrsrsrs

Resultado: saí da loja as pressas pra casa, ávida por tomar uma chuveirada daquelas de lavar a alma, e me acabar naquele chuveirinho.

A saga do glamouroso vestido continua…

Na próxima vou contar o sucesso que ele fez na festa e após ela…

Deixe um comentário