A amiga da minha irmã

Eu nunca pensei que um dia eu pudesse sentir atração por garotas. Mas aconteceu e eu não me arrependo nem um pouquinho. Meu nome é Camila, tenho 27 anos, sou magrinha, morena clara, cabelos longos, olhos grandes e castanhos e uma bunda que dispensa comentários.

No momento que escrevo este relato eu estou noiva e meu casamento está marcado para o final do ano. É claro que ainda tenho muito tempo para realizar algumas fantasias antes de me comprometer a um homem para sempre.

Creio que todas as meninas possuem fantasias. Algumas são fáceis de realizar e outras não. E algumas fantasias a gente nem percebe que tinha, até acontecer e deixar marcas profundas.

Há pouco mais de um mês a minha irmã mais nova, Laura, chegou em casa com uma nova amiga da faculdade. Eu nunca tive queda por meninas, mas quando eu a vi eu fiquei fascinada. Ela era bem alta, magra, corpo bem modelado, cabelos pretos e longos, uma cintura bem fininha e um olhar muito penetrante.
Não me recordo muito bem dos detalhes da roupa que ela usava, mas era uma calça legging bem apertada e uma blusinha, que mostrava um pouco de sua barriga e deixava parte de seus enormes seios à mostra. Fiquei alguns segundos olhando-a e nossos olhares se cruzaram de repente, ou seja, ela também estava me observando. Saí correndo de perto dela e fui para a cozinha.

– Camilaaaaaaaa!! – ouvi minha irmã me gritando do seu quarto.
– Falaaaaa!!! – gritei da cozinha.
– Vem aqui no quarto… a Dani quer falar com você! – a Laura falou e respirei fundo.

Por algum motivo eu me senti atraída por aquela garota. Fiquei muito confusa e senti meus seios ficarem maiores, mais tensos, e meus pelinhos começaram a se arrepiar. Meu deussss! Que coisa mais estranha! Fiquei com vontade de fugir de casa discretamente, mas acabei criando coragem e fui até o quarto da minha irmã.

Quando entrei a Dani estava sentada na cama da minha irmã olhando uns livros. Assim que entrei ela me perguntou se eu teria uns livros de direito para emprestar a ela, já que sou formada em direito e ela estava cursando a faculdade de direito junto com a minha irmã.
Fui até o meu quarto, peguei uns livros e voltei. Quando me sentei na cama ela veio e ficou coladinha em mim. Logo ela começou a me falar coisas sobre ela, me contou que tinha 19 anos, que seu namorado estava viajando, coisas assim. Ela falava tão perto de mim que eu podia sentir o seu hálito.

Continuamos nossa conversa enquanto minha irmã estava no telefone conversando com o seu namorado. De repente a Laura começou a ficar alterada no telefone e percebemos que ela estava discutindo com o namorado. Fiquei muito sem graça, e a Dani também. Nisso a minha irmã começou a chorar, pegou a bolsa dela, a chave da moto e saiu apressada de casa.

Depois que minha irmã saiu a Dani me olhou bem nos olhos, como se estivesse estudando as minhas reações. Eu queria encontrar um buraco e me enfiar nele.
– Você gostou, Camila? – ela me perguntou com a voz toda manhosa.
– Gostei?!?… gostei de que? – respondi completamente sem graça.

– De mim, sua boba…! – ela falou e passou a mão na minha perna. Nessa hora eu quis morrer. Dei um salto da cama.
– Ei… ficou doida, é?!?… tenho namorado! – falei e me preparei para sair do quarto. Ela veio e ficou entre mim e a porta.

– Eu vi o jeito que você me olhou, Camila…! – ela insistiu. – Eu sei que você me achou bonita… pode confessar… eu não vou te morder! – ela completou e veio aproximando a boca dela da minha. Escapei por um triz e saí apressada do quarto da minha irmã, e a Dani veio atrás.

– Espera, Camila… eu só queria tirar a dúvida… é que você me olhou de forma tão carinhosa! – ela falou e não sei o que deu em mim. Parei e deixei ela me abraçar por trás. Em segundos ela me empurrou para dentro do banheiro e me deu uma encoxada bem forte, me pressionando contra a parede.

Meu deusssss! Fiquei muito nervosa, pois isso nunca tinha me acontecido antes.
– Dani… a gente não se conhece… não sou o que você pensa… a Laura… minha mãe…!! – tentei falar mas eu não conseguia raciocinar direito.

– Você é uma delícia, Camila… tão cheirosinha… adoro meninas como você…! – ela falava e dava beijinhos na minha nuca. – Vem cá, vem… deixa eu beijar sua boca!
Ela ficava falando essas coisas e tentando enfiar a mão dentro da minha blusa. Fui sentindo um calor tão intenso que resolvi ceder.

– Dani… meu deusssss… eu nunca fiz isso…! – protestei no exato momento que a boca dela colou na minha. Que delícia! A língua dela se enroscou na minha e um turbilhão de sensações invadiu meu corpo. Os lábios macios, o gostinho da saliva, sua respiração, tudo isso fez minha xoxota contrair de tanto prazer.

– Ahhhhhhhhhhh… não faz isso… uhhhhhhhhhh…! – gemi deliciosamente quando ela colocou uma mão em um de meus seios e enfiou a outra por debaixo da minha saia. Senti sua mão empalmar a minha buceta, ainda protegida pela minha calcinha. Na mesma hora levei a mão na bunda dela e senti sua calcinha totalmente enterrada no meio de suas nádegas durinhas.

– Te quero, Camila… quero você todinha pra mim, sua linda…! – a Dani sussurrou no meu ouvido e me deixou excitada ao extremo. Na mesma hora os dedos dela enrolaram nas laterais da minha calcinha e a desceram até o meio das minhas coxas. Fiquei muito apavorada.

– Nãoooo… a g-g-g-gente… não… pode… a Laura vai voltar… meu deussss… minha mãe pode chegarrrrrr… meu pai… meu irmão… isso é loucura… aqui em casa não vai dar…!! – falei, muito confusa e cheia de hesitação. Mas eu queria tanto fazer aquilo. Eu queria por tudo tirar a roupa dela e deixar ela tirar a minha.

– Vamos para o seu quarto, amor… se alguém chegar a gente disfarça…! – a Dani falou e deu uma mordida na minha orelha. Minha xana ficou tão molhadinha que ensopou o fundo da minha calcinha. Nem consegui falar nada. Apenas a olhei e balancei minha cabeça afirmativamente.

Saí quase correndo para o meu quarto e a Dani veio atrás, com a mão enfiada no meio das minhas pernas. Entramos no quarto, tranquei a porta e fui praticamente jogada na minha cama. Em segundos a Dani estava montada de cavalinho em cima de mim e prendendo minhas mãos acima da minha cabeça.

– Você é gostosa demais, Camila… vou te comer todinha…! – ela falou com uma cara de safada, com aquele cabelão cheiroso jogado de lado e tocando o meu rosto. Em segundos nossas bocas se encontraram novamente em um beijo super apaixonado.

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Ficamos quase uns cinco minutos nos beijando e curtindo o cheiro uma da outra. Depois ela tirou a minha blusa e meu sutiã lentamente e desceu beijando meu pescoço e meus seios.
– Ahhhhhhhhhhhhh… Ssssss… que delíciaaaaaaaa… isssooooo… chupa bem aí, Dani!! – gemi gostoso quando ela começou a chupar os biquinhos dos meus peitos.

Enquanto ela massageava, beijava e sugava os meus seios eu consegui tirar sua blusa e seu sutiã também. Uns seios grandes saltaram diante dos meus olhos, com uns bicos rosados e duros. Nossaaaaaa!! Apertei os mamilos dela e ela soltou um gemido longo e agudo.

– Deixa eu sentir o cheiro da sua buceta… pode? – ela me perguntou olhando no fundo dos meus olhos. Não falei nada. Apenas balancei a cabeça e ela desceu com a língua pela minha barriga, lentamente, dando beijinhos pelo caminho. Quando vi que ela estava chegando ao meu umbigo eu mesma dei um jeito de me livrar da minha saia e da minha calcinha.

A Dani beijou e lambeu o meu umbigo, me provocando sensações que eu nunca tinha sentido antes. Ela sabia muito bem o que estava fazendo. Enquanto sua boca brincava com a minha pele, suas mãos não paravam de explorar o resto do meu corpo. E eu ali, agarrada ao lençol da minha cama e tentando conter os meus gemidos.

– Deusssssssss… ohhhhhhhhhhhhhhhh… estou gozandoooooooo… Dani de deussssssss… estou gozandoooooooooooo…!! – perdi totalmente o meu controle quando ela abriu os lábios e abocanhou minha buceta, dando uma chupada bem gostosa mesmo, sem nojo, como só uma menina sabe saber. Meu orgasmo veio tão forte que me contorci na cama.

Meu corpo ainda tremia da minha gozadinha e a Dani continuava saboreando a minha xoxota, dando lambidas bem lentas no meu clitóris. Quando ela percebeu que eu já estava mais calma ela subiu em cima de mim novamente e nossas bocas grudaram mais uma vez.

– Faz em mim agora… faz… quero sentir sua boca na minha buceta…! – a Dani falou depois de alguns minutos.
– Mas eu nunca fiz, amor… nem sei como começar! – falei e começamos a rir.

– É só fazer do jeito que fiz em você… você vai aprender rápido! – ela disse e se deitou toda arreganhada na cama. Calmamente eu chupei os biquinhos de cada um de seus seios, sempre massageando, cheirando, lambendo e mordiscando. A Dani apenas gemia bem baixinho, com os olhos fechados.

– Vamos tirar essa calça agora? – sorri pra ela e ela mesma se encarregou de levantar os quadris um pouco, permitindo que eu tirasse sua calça legging. Sua calcinha foi aparecendo aos poucos e meu corpo começou a se tremer todo. Pela primeira vez eu estava sentindo tesão em ver uma garota só de calcinha.

É engraçado como as coisas são. Eu já tinha visto minha mãe só de calcinha, minha irmã, minhas primas e amigas. Eu já tinha até ficado pelada na frente de algumas amigas, e elas também. E eu nunca tinha sentido nada. Mas com a Dani era diferente. Só de ver ela de calcinha minha buceta ficou toda babadinha.

Fiquei vários segundos brincando com os meus dedos na costura da calcinha dela, sentindo o tecido, o formato, a forma como ela apertava o pequeno volume da buceta dela. Finalmente cedi à tentação e fui aproximando meu rosto, sentindo o cheiro de xoxota, o cheirinho de xixi, o cheiro de calcinha que foi vestida na noite anterior e que ainda não tinha sido trocada.

A Dani estava quietinha, com o olhos fechados e a boca semi aberta, talvez esperando os meus próximos movimentos. Bem calmamente eu fui puxando a calcinha dela para baixo, revelando uma buceta bem depiladinha e com marcas de bronze. Meu deussssss! O grelo dela estava durinho e muito saliente.

Tirei sua calcinha completamente e beijei suas pernas e coxas, lentamente, como um castigo por ela estar fazendo aquilo comigo. Fui subindo, lambendo, passando a ponta da língua, até chegar com a minha boca bem em cima de seu clitóris. Dei uma lambida completa, de baixo para cima. Nessa hora a Dani me agarrou pelos cabelos.

– Chupaaaaaa… gostosaaaaaaa… chupa essa buceta, Camilaaaaa… chupa ela todinhaaaa… sssssssss… você vai me matar assim… ssssss… ahhhhh…!! – ela gemeu e apertou meu rosto contra a sua xoxota. Chupei seu grelinho e beijei deliciosamente seus grandes e pequenos lábios. Enquanto isso enfiei um dedo em sua grutinha quente e bastante melada.

– Ahhhhhhhhhhhhhh… isssooooo… enfia mais um dedo… enfiaaaa… bem fundo… esses dedos em mim… Camilaaaaaa… ohhhhh… faz eu gozarrrr… faz… faz a sua mulherzinha gozarrrr… ohhhhhhh… vou… vou… gozarrrrr… estou… sssssssss… estou gozandoooooooo…! – ela rebolou na minha boca e percebi que sua xoxota babou muito.

Depois de gozar a Dani me puxou para os seus braços e ficamos agarradinhas, deitadas na minha cama. Durante vários minutos nós duas trocamos carinho, brincamos com nossas cabelos, cheiramos uma a outra, como se já fôssemos namoradas há um tempão. Depois entrelaçamos nossas pernas e conseguimos fazer uma xoxota roçar na outra. Gozamos em questão de segundos.

Alguns minutos mais tarde a gente se vestiu e fomos para a cozinha preparar o almoço, pois já eram quase 1:00hs da tarde e minha irmã não tinha voltado para casa ainda. Almocei com a Dani e conversamos bastante. Bem mais tarde minha irmã chegou e logo o resto da minha família chegou também.

Uns 10 dias depois foi a minha vez de ir visitar a Dani na casa dela. A família dela ia viajar e ela inventou uma desculpa para não ir. Fiz amor com ela várias e várias vezes. No último dia ela foi ao banheiro e voltou com um strap-on. Era uma prótese de uns 19cm. Nesse dia ela quase me matou de tanto penetrar minha xoxota. Mas eu fiz nela também.

Ainda continuo me encontrando com a Dani ocasionalmente. Dia desses ela me apresentou uma de suas amigas, e eu acho que vai rolar alguma coisa com ela também, talvez nós três juntas. Ninguém da minha família sabe disso. E espero que continue assim, pois não quero desistir do meu casamento.

Meninas que já tiveram experiências parecidas comentem pra gente conversar mais.

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