Uma noite de prazer

A festa estava sendo melhor do que o planejado, pessoal bonito, música agitada e bebidas caprichadas compunham o ambiente. E entre uma dança e outra que Pedro e Monique se identificaram. Pedro retornava do bar com um drinque novo, bonito de se ver, quando foi visto por Monique, que se encontrava na pista de dança.

Ela não pôde deixar de notar o sorriso de Pedro. Analisando mais detalhadamente, Monique percebeu que ele era gostoso, embora um pouco acima do peso, tinha trejeitos de um cara que valia a pena investir tempo.

Assim, ela começou a observar à distância os passos do rapaz.  Ela sabia disfarçar como poucas, tanto que ficou quase uma hora só analisando até que conseguisse planejar um modo de ser “abordada”.

Assim, Monique sentou-se bem próximo do grupo de amigos de Pedro, conversava com as amigas e, quando percebeu a brecha, levantou-se exatamente na hora que Pedro se dirigia para o bar novamente.

Com o leve esbarrão, Pedro pediu desculpas, o que foi surpreendido com um:

“não foi nada. Mas se quiser me pagar algo para tomar, te desculpo”.

O “tiro” foi certeiro, Pedro aceitou a “punição” e foram os dois para o bar. Lá chegando, não mais retornaram, passaram as horas faltantes do evento conversando, se conhecendo. Riram muito, falaram um bocado, gesticularam consideravelmente.

Monique estava sempre uma jogada à frente.

Quando a festa estava prestes a terminar, ela convidou o rapaz para caminhar na praia. Convite aceito.

Assim, o casal se despediu dos amigos e foram aproveitar o restante do luar que ainda iluminava as águas salgadas do mar.

Caminharam bastante, quase que por meia hora, quando Pedro tomou a iniciativa de pegar Monique pelas duas mãos, se postar de frente para moça, olhá-la nos olhos e pedir, com os olhos, permissão para beijá-la.

O beijo fora magnífico, ambos perderam o fôlego.  Enquanto se recuperavam, ambos optaram por sentar-se à beira mar. Ficaram alguns segundos em silêncio, observando as curvas que as águas faziam sobre  a areia.  Pedro, agora sem permissão, puxou o pescoço de Monique para si e a beijou novamente.

Não se passaram muitos minutos e o casal já estava deitado, as águas do mar umedeciam os corpos já ardentes.

Pedro abaixou as alças do vestido revelando os seios fartos de Monique, os quais receberam um tratamento especial dos lábios e língua do rapaz. Pedro sabia explorar a região, fazia movimentos com a boca e com a língua, ora circulares, ora em linhas retas que roubavam suspiros de tesão da moça.

O membro de Pedro já estava ereto, quando ele apalpou as nádegas de Monique. Ela apertava a bunda redonda da mulher que já implorava mentalmente pelo pau dentro de si.

Pedro beijou Monique no pescoço enquanto explorava suas regiões baixas, percebendo, quando tocou a buceta de Monique, que ela já estava úmida o suficiente para encharcar a calcinha fio dental que vestia.

Pedro foi mais para baixo e começou a sugar a bucetinha de Monique, alternando movimentos com língua, com introdução dos dedos e da própria língua.

Ele sugava com gosto, sentia cada milímetro do mel da moça. Monique, se pudesse, agarraria em algo. Mas, as areias úmidas da praia não ficavam muito tempo em seu palmo.

Passado algum tempo, Pedro se ajoelhou na areia e colocou o pau para fora, fazendo com que Monique devorasse todo o membro.

Ela também sabia fazer o serviço, explorou, sugou, chupou, cuspiu, tudo com a maestria de quem dirige uma orquestra.

Com o pau bem umedecido, Pedro se deitou por cima de Monique a penetrou em um papai e mamãe testemunhado pela lua, águas da praia e por ruídos longínquos que vinham da cidade que estava alheia à toda a situação.

Olho no olho, troca de respiração, o ar circulava entre eles, quente, evaporando, comprovando que o vermelho das peles não eram apenas de tapas e mordidas, mas também de muito tesão.

Pedro resolveu colocar Monique de quatro e a penetrou com a delicadeza de quem ama, respeita. Após alguns segundos, começou a estocar com mais força, desferindo tapas na bunda a moça, ao mesmo tempo que puxava os cabelos morenos com a outra mão.

Monique gostava de uns tapas. Isso a excitou de tal modo que ela gozou no pau de Pedro.

Em seguida, o rapaz, não aguentando mais ver a rebolada que Monique dava, tirou rapidamente seu pau de dentro e ejaculou nos seios da moça.

Ambos deitaram na areia e curtiram mais alguns minutos, para – posteriormente, banharem-se no mar.

A noite foi repleta.

Deixe um comentário