Uma bela comida no fast-food

Costumeiramente ele se alimentava em um desses restaurantes de comidas rápidas, conhecidos como fast-foods. Dirigia-se até o caixa, fazia o pedido, pagava, pegava o ticket com o número da chamada e pronto, bastava esperar alguns (muitos) minutos para ser chamado e retirar o prato escolhido.

Eduardo procurava ser educado e atencioso com todos os empregados do estabelecimento, tornando a relação muito amistosa.

Todavia, em determinado dia, ele chegou ao balcão de atendimento e viu uma nova funcionária, linda, gostosa, vistosa. A moça, Daniele, vestia-se com uma calça suplex, cinza que marcava como nunca as suas curvas perigosas, cinturinha fina, quadris largos e um bumbum grande e durinho.

A camisa decotada também destacava os seios fartos da moça. Eduardo não podia negar, demorou a perceber que a atendente possuía lindos olhos cor de mel, um rosto delicado, mas não menos “safado”, com um sorriso maroto que roubava um pouco da atenção dos poucos cabelos loiros que teimavam em não se esconder embaixo da toca de proteção.

A colega de Daniele falou alguma coisa no ouvido da nova funcionária que, não resistindo, soltou um sorriso esperto, gostoso, sapeca olhando para os olhos de Eduardo. O desejo surgiu, o rapaz ficou louco para foder com a atendente, já fantasiou os mais loucos desejos e só parou quando percebeu que a relação poderia muito mais além do que a imaginação poderia levar.

Enfim, Eduardo fez o pedido, pagou, retirou o ticket, olhando – sem disfarçar- o decote da moça. Passado algum tempo, retirou o prato e o devorou, imaginando a putaria que poderia fazer com Daniele.

Finda a comida, Eduardo levantou-se, deu um breve aceno para as moças e dirigiu-se para as escadas rolantes, quando sentiu alguém encostar no degrau acima, quando olhou, era Daniele, que lhe disse no meio de um sorriso maroto:

“- Moço, você se esqueceu do troco.”

Assim, Eduardo não se segurou, pegou Daniele pelas mãos e se dirigiu até a escadaria mais próxima. Abriu a porta incisivamente e agarrou a moça dando-lhe um beijão, forte, firme e molhado.

Ela então pulou em cima dele, dando uma chave de perna em volta da cintura. Ele a beijava enquanto agarrava-a pelas nádegas, apertando-as de modo único.

Em seguida, ele a jogou contra a parede e começou a chupar-lhe o pescoço, mordendo-o com força, o que fez com que ela soltasse um pequeno grito estridente de dor e tesão.

A vontade dele era de rasgar a calça suplex e meter com força, pois ele tinha a certeza de que a vulva de Daniele pulsava, querendo ser preenchida na integralidade.

Mas, Daniele gostava de um boquete, ajoelhou-se na frente do rapaz, abaixou as calças e começou a degustar o pau dele, que já estava enrijecido. Ela engoliu, lambeu, sugou, chupou, fez círculos com a língua na cabeça, aproveitou bem os 22 cm que estavam à beira de lhe servir. Eduardo, percebendo a gula de Daniele por sua piroca, fez um rabo de cavalo com os cabelos da moça, segurando-o e forçando a engolida, cada vez mais intensa e forte.

Quando ele estava prestes a ejacular, ele puxou Daniele pelos cabelos, forçando-a a olhar para cima, desferindo-lhe alguns tapinhas no rosto e a chamando de vadia.

Ela urrava de prazer, queria ser fodida, preenchida, queria tomar, sem chorar, todo o leite derramado.

Eduardo então, abaixou a calça de Daniele e colocou a perna esquerda da moça em cima de seu ombro, passando a devorar a buceta quente e úmida de sua mais nova amante.

Ele lambia os dois lábios, sugava o clítoris, enquanto fazia massagem no cú de Daniele que já estava pronta para ser fodida.

Ela empurrava a cabeça de Eduardo demonstrando que estava querendo que ele a possuísse com a língua.

Gozou na boca de Eduardo.

Assim, ele se levantou, virou Daniele de costas e meteu de uma só vez, tendo a mais bela visão de um rabo redondo e perfeito.

Ela rebolava, rebolava muito. Apenas essa visão, já proporcionava um estase inigualável à Eduardo que teve que se segurar umas 3 vezes para não gozar.

Enquanto ela rebolava, ele podia ver seu pau entrando e saindo de forma rítmica, molhado, duro e latejante.

Ele já não aguentava mais, quando deitou no chão e fez com que Daniele sentasse em cima, de costas para ele, de modo que ele fosse testemunha da penetração a cada rebolada gostosa que ela dava.

Aquela altura, os dois já não se aguentavam de tesão, ela ficou de quatro e implorou para ser penetrada daquela forma. Gostava de sentir o membro no seu interior nessa posição.

Ele não se fez de rogado, meteu com força e começou a desferir tapas nas nádegas deliciosas de Daniele.

Não demorou muito e ele gozou, melecando a bunda de Daniele, passando o pau em cima do gozo, espalhando-o inteiramente.

Ela ainda quis provar o leite quente, engoliu o pau de modo a deixá-lo limpo para a próxima foda.

Se recompuseram e vestiram.

Daniele antes de partir, olhou para trás com o sorriso safado e disse:

“volte sempre, será muito bem atendido.”

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