Sex on the beach

O sol estava agradável, pensava enquanto espalhava protetor por toda a pele quente, sentia arrepiar-se com o protetor que contrastava com sua temperatura.

Parou por um momento, com a sensação estranha de que alguém a observava. Pensara que estaria só, na praia que escolheu, afinal era dia útil. Olhou para o lado, era um belo exemplar masculino, pernas definidas, tórax largo, mãos grandes e um olhar, que a devorava, percebeu sem jeito, tentou disfarçar o constrangimento voltando a tarefa de espalhar o protetor, mas não sem antes perceber o sorriso, aqueles que chegam aos olhos. Melhor era não falar com o desconhecido, afinal, não estava ali para flertar.
Quem seria aquela garota? Pensara, enquanto a observava com movimentos lentos, espalhar protetor solar, sua vontade era oferecer-se para a “árdua” tarefa, seu corpo era espetacular, curvas nas medidas certas, seios grandes, quadril largo, coxas grossas que invocava o desejo de estar entre elas, cabelos loiros até os ombros, boca definida, infelizmente estava de óculos escuros, era um pouco desorganizada observara, com sua garrafa de água, esteira e livros, um guarda sol completava a cena. A garota percebeu seu olhar e retribuiu curiosa, decidiu falar com ela.
A conversa foi estranha no começo, a garota parecia meio seca nas respostas, como se não estivesse interessada no dialogo, mas após alguns minutos, percebeu que a conversa fluía de forma agradável, ela era inteligente, com um senso de humor peculiar.


Ofereceu-se para passar o protetor nas costas, a garota não aceitou de imediato, insistiu e conseguiu convence-la que seria o melhor.
Sentou-se atras dela, colocou um pouco do protetor nas mãos, massageava lentamente sua nuca, ombros, a garota era sensível ao seu toque, tinha uma pele macia, que parecia implorar por seu toque, estava excitado com sua sensibilidade, então a virou, tirou os óculos da garota e beijou-lhe. Seus lábios eram macios, tinham um gosto suave, beijava bem, olhava seus olhos, enquanto a beijava, ela retribuía o olhar, como se o devorasse, algo tão intimo e peculiar.

Então suas mãos desceram até a minuscula peça do biquíni, que cobria os seios. Deslizou seus dedos por sobre o tecido, sentindo os bicos se enrijecerem, sensíveis a deliciosa exploração, apertou, ouviu seu gemido. Com a boca por cima do tecido, excitava-a provocava, afastou a peça e sugou o delicioso mamilo rosado o seio era grande, mordiscava, sugava, chupava. Deitou a garota na esteira, que abriu suas pernas, um convite silencioso. Afastou a calcinha do biquíni, com os dedos a estimulava, sentia sua umidade e ouvia os gemidos que imploravam para fodesse, abaixou a cabeça e chupou seu grelo leve, intenso, em movimentos de vai e vem, um de seus dedos entrava e saia de seu cuzinho, a garota gemia alto, sentiu contrair-se e gozar em sua boca, em um movimento rápido, penetrou.
Forte, vigoroso em movimentos de vai e vem a buceta era deliciosamente quente e o apertava, suas mãos ficavam em sua bunda, ditando a velocidade. Beijava-a intensamente nos lábios, olho no olho, sem resistir, gozou. Um gozo forte que o deixara cansado, deitou-se sobre ela, pensando na impossibilidade desse surpreendente encontro.
Ouviu alguém chamar lhe o nome ao longe, abriu os olhos e viu o garçom que trazia a água de coco que pedira, percebeu que cochilara, fantasiando com o estranho que conversara por poucos minutos e que encontraria mais tarde para jantar.

 

Enquanto se refrescava com a água de coco, pensava que a vida era cheia de possibilidades e talvez fosse um bom momento de não planejar, afinal a vida era cheia de possibilidades.

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