Professor de Violão

Espalhei cartazes nos postes do meu bairro anunciando aulas de violão, durante algumas semanas não houve efeito, mas um mês depois comecei a receber ligações e mensagens, até que finalmente alguém agendou uma visita.

Os primeiros alunos eram claramente emo. O cara tinha vinte e um anos, e eu jurava que tinha quinze, de tão piá que parecia, era muito branco e magro com cabelo preto e franja, e uma tatuagem da Fresno (inacreditável), aparentava ser meio sensível e usava maquiagem nos olhos, se chamava Dih. Ela se chamava Giorgia e tinha dezenove anos, cabelos artificialmente ruivos, com maquiagem pesada nos olhos propositalmente borrada, alargadores e um piercing na lateral do rosto, na covinha, ambos eram estilosos. Eram tímidos e se diziam um casal, mas não se tocavam e cada vez que ele tentava falar, ela soltava uma patada. Estava mais pra namorados brigando ou amigos.

A segunda aula, foi oficialmente a primeira e eles estava muito mais à vontade e espontâneos. Fiz a sala direitinho e ofereci um café e quando abri as portas do armário eles viram minhas garrafas de bebida e surtaram com o arsenal: whisky, tequila, vodka, licores e tudo que se pode tomar ou fazer drinks. Ela perguntou quando que eu convidaria eles pra beber fora da aula. Oportunidades não faltariam, ainda mais que as aulas eram aos sábados, era só chegar. Depois de olhar cada uma das garrafas a aula fluiu e eles aprenderam um Sol, um Dó e um Ré. Suficiente pra uma aula.

Semanalmente nos encontrávamos e acabei ficando amigo deles, eram muito engraçados, mas nunca vi eles se tocando, quem dirá um beijo. Me adicionaram em redes sociais e não exatamente com meu consentimento me adicionaram num grupo com os dois no whats e pediam sugestões de bandas pra conhecer. Nos tornamos tão amigos que esqueci que era dez anos mais velho que eles e tinha pena de cobrar as mensalidades, mas eles faziam questão e nunca atrasaram, durante três meses.

Eram tão frequentes que falharam uma a aula e já achei estranho. Mandei uma mensagem dizendo que não se preocupassem que eu não cobraria a aula. Visualizaram e não responderam.

Lá por quarta, Giorgia me manda uma mensagem privada no face dizendo que estaria presente na próxima aula, mas que queria um conselho e iria sozinha, ela não foi, muito menos ele, que não mandava nem sinal de fumaça. No sábado seguinte quando eu não esperava mais apareceu ela.

Estava com o cabelo mais curto e óculos de grau que deixava seus olhos menores e vestia uma calça com rasgos. Me explicou que a partir daquele dia faria aulas em dias diferentes do Dih, e que tinham se separado. Lamentei, disse que eles eram legais juntos e tocamos a aula. Senti um certo alívio nela. Estava mais bonita, falante e feliz. Ao fim da aula, ela interrompeu, colocou o violão de lado e disse:

– A gente podia tomar alguma coisa agora né. Tu prometeu e até agora nada. – Disse era com um sorriso.

– Tu que manda, o que prefere?

– Tequila.

– Caramba, as 17h isso faz um estrago, tem certeza que aguenta?

– Ah tosco, se pá tomo mais rápido que tu.

– Ah duvido, valendo uma aula grátis?

Sal embaixo da língua, um shot e limão. Ela não fez careta, mas ficou lacrimejando um pouco. Empate técnico, batemos os copos juntos.

– Eu não disse o que pagaria se tu ganhasse a aposta. Tu vai me dar aula grátis.

– Verdade.

– Vamos fazer com 2 doses, duas de aulas grátis. Se tu ganhar, escolhe.

– Difícil hein, não faço ideia.

Não é que ganhei? Ou aparentemente ela deixou ganhar.

– Pode escolher.

– Não sei cara. Aceito sugestões.

– Fecha os olhos, vou te mostrar uma coisa.

Eu fechei e senti o corpo dela se aproximando. Ganhei um longo e quente beijo. Fiquei nervoso, nunca tinha beijado alguém tão mais jovem do que eu. Ela pediu mais uma dose, e eu nos servi imediatamente. Tomou rapidamente e já tomou outra no restinho que sobrou da meia garrafa que tinha. Sentamos no sofá meio sem jeito, trocando olhares e assuntos banais, a língua dela já dava sinais de confusão alcoólica.

– Teacher, acho que vou indo.

Fiz aquela cena do tipo: fica mais, tá cedo ainda e tal.

Na porta, antes de ir embora me deu um abraço, três beijinhos de despedida, me encarou séria e nos beijamos ainda mais quente que da primeira vez. Ela era meio chubby e muito quente, desceu devagar minha mão até a cintura dela e eu puxei pra mais perto. Depois segurando minha mão, fez eu sentar no sofá e sentou no meu colo de costas e puxou meus braços pra que eu segurasse seus peitos sobre a blusa, e acariciei aquelas tetas gordinhas com movimentos circulares, logo os mamilos dela foram endurecendo e foi o convite ideal pra eu colocar as mãos por dentro da blusa, enquanto ela ainda vestida esfregava o rabo no meu colo. Ela inclinou seu rosto pra trás e durante um beijo começou a chupar minha língua como se fosse um boquete, meu pau estava entumecido e ela percebendo, ritmou as reboladas.

Ela pediu pra eu fechar os olhos e fez eu prometer não rir. Levantou-se e sentou da mesma posição que estava, com suas reboladas e me mandou abrir os olhos, ao mesmo tempo que colocava minha mão de volta nos peitos. A surpresa era que tinha tirado a blusa e agora o que sustentava aquelas tetas fartas eram as minhas mãos. Pude reparar as sardinhas juvenis nos ombros e senti os mamilos ainda mais duros e a pele toda arrepiada. Perguntei se ela queria conhecer meu quarto e ela disse que chegou a sonhar com ele.

Apaguei a luz, coloquei uma música e abri a calça dela, deixei cair com suavidade, logo depois baixei sua calcinha de algodão e deitei ela na cama. Tirei as calças e por dentro da cueca, a cabeça do meu pau já respirava pra fora antes mesmo de eu despir.

Deitei ao lado dela, acariciei seu rosto e comecei a massagear aquele clitóris duro e pronunciado. Os gemidos foram aumentando conforme ela se torcia e tremia, quando os gemidos se ritmaram ela segurou o meu pau com cuidado e começou a punhetar.

– Meu Deus que delícia.

Puxei uma camisinha (antiga) da gaveta do criado-mudo, vesti no cacete duro e levantando as pernas dela, segurando a parte de trás do joelho, enfiei tudo naquela bucetinha e estoquei beijando ela na boca e chupando seu pescoço.

– Goza pra mim profe?

Ouvir aquilo soltou uma trava e na hora senti a pulsação da porra querendo invadir ela toda por dentro e se conformando dentro daquela camisinha.

Ela relaxou e ficamos conversando na cama alguns minutos, abraçados. Ela reclamando do ex, enquanto alisava meu cacete mole. Mas os carinhos surtiram efeito, ele foi crescendo na mão dela no ritmo das carícias e logo ela estava punhetando ele pra mim. Quando o braço cansou, ela se ajoelhou na cama de frente pro pau, trocou o braço e começou a bombar próximo do rosto, de vez em quando passava o mamilo na cabeça do pau, até que abocanhou tudo de uma vez só e engoliu todo o leite despejado pela minha pica, deixando escapar uma gota pesada ao lado do rosto e engasgando um pouco. Ela me olhou nos olhos, com o dedo limpou a porra escorrendo, e depois chupou o dedo besuntado com meu gozo. Quem resiste a isso?

Ela foi embora e eu fiquei na sala com a tv ligada, mas preso nos pensamentos, ainda surpreso pelos últimos fatos acontecidos, fui interrompido pelo toque do meu celular e na linha estava Dih, o ex. Pediu pra trocar a aula para o domingo e disse que estava separado e andava decepcionado com as atitudes dela. Eu não queria dar bandeira e sabia que quando ele descobrisse que peguei sua garota, também ia se decepcionar comigo.

Um dia após eu transar com minha aluna, chegou o dia de enfrentar seu ex. Eu não falei nada sobre o dia anterior e deixei ele falando sobre ela, com papo de egoísmo e essas coisas de quem separa. Durante a aula ele não desenvolveu bem, o violão sequer estava afinado e mais olhava eu tocando do que acompanhava. Até que perguntou se eu tinha ainda aquela tequila. Eu gelei na hora. Pensei que ela tivesse contado algo. Inventei que tomei toda sozinho, mas que ainda tinha um Jack Daniel’s fechadinho. Ele aceitou. Sem apostas.

Servi as doses, pequenas e sem gelo, como deve ser. Ele pegou a dele, levantou e disse:

– Um brinde à minha ex. Que agora já deve estar dando pra outro.

Falei: – Saúde. – E bebemos.

Coloquei um pacote de Doritos num pote, enquanto bebíamos ouvindo músicas altas. Esses jovens ficam bêbados fácil, porque rapidinho ele estava na fase do “te considero pacas”, “toca pra caralho”, e essas coisas que embriagados falam. Mas soltou uma frase que me deixou meio desnorteado. “Acho que ela te curte”. Eu ri sem graça, troquei de seguimos bebendo, mas já comecei a desacelerar, pra não sair do controle. Mas ele não parava. Eu inventei uma desculpa tosca, pra não ficar perto enquanto ele bebia e fui pro quarto, e como bom solteiro, dobrei uma muda de roupas.

Quando voltei pra sala, tinha uma dose imensa servida e ele bebeu uns dez centímetros de whisky em dez minutos. Isso resultou num branquelo, molenga revirando os olhos sozinho no sofá. Que merda que eu fiz, não devia ter deixado ele sozinho. Felizmente era maior de idade, senão o bicho tinha pegado. Não seria o primeiro porre que eu ia enfrentar, então sabia mais ou menos o que fazer.

Chamei pelo nome e ele falava, mais como o Chewbaka do que como pessoa. Eu liguei o chuveiro gelado. Fui até a sala, passei o braço dele sobre o pescoço e encaminhei até o banheiro. Num surto de lucidez ele segurou na porta do box e disse:

– Minha roupa não! Depois não tenho outra, caceta. – E apagou de novo.

Também não era a primeira que vez que tive que despir um cara pra jogar bêbado no chuveiro. Tirei a camisa, tênis, meias fedorentas e joguei ele de cueca na ducha. Ele se escorou de costas na parede gelada, ficando apenas a linha da cintura no jato d’água, sua cueca foi ficando gradativamente transparente e um tico meia bomba e totalmente raspado foi aparecendo. Ele ficou uns dois minutos naquela posição, até que se equilibrou sozinho em pé e tirou a cueca de costas pra mim. Sua cabeça entrou na agua e ele ficou com ela pendendo pra frente e pude notar que ele raspou as nádegas também.

Da porta dava pra ver tudo e notei alguns lampejos de lucidez, quando ele pegou o sabonete e lavou (apenas as partes e o rêgo). O banho todo levou uns dez minutos de agua correndo, até ele desligar a ducha e ficar parado na mesma posição de cabeça baixa, mas começou a tremer freneticamente de frio e não atinava a se secar.

Fui até ele, peguei a toalha da mão e comecei secando os cabelos, depois o rosto. Sequei as costas até a altura da cintura e derrubei a toalha, quando me abaixei pra juntar e fiz menção de levantar, ele empinou a bunda, como se dissesse: faltou secar.

Dobrei a toalha e passei suavemente entre as nádegas e ele gemeu. Foi o bastante pro meu pau quase rasgar a calça de malha que eu vestia. O tesão subiu à cabeça e deixei a toalha de lado. Com as duas mãos, abri as bandas da bunda e vi aquele cuzinho recém raspado totalmente exposto e liso. O pau dele se manifestou e foi endurecendo. O rosto dele já estava bem corado e, ou ele estava bem e fingia que não ou não tinha nada. Saí do banheiro quando percebi e disse que as roupas estavam no quarto. Dez minutos se passaram e nada dele aparecer, sem barulhos nem nada, fiquei com medo que ele vomitasse no quarto. Eu abri a porta e a luz estava apagada, dava pra ver apenas que ele estava deitado, pelado de bruços na minha cama. Eu ia fechar a porta e deixar ele dormir pra se recuperar totalmente, até que ele chamou:

– Teacher.

Acendi a luz e ele ainda deitado, foi arrebitando o rabo pra trás, até ficar de joelhos e o rosto de lado no travesseiro. Meu pau saltou pra fora quando ele deu duas piscadinhas no buraquinho e falou vem. Aí estava desarmado e meu pau já babava o lado de fora da calça.

Apaguei a luz, tirei silenciosamente e roupa e fui até a cama. Nunca estive assim com homens, mas sabia o que eu queria àquela altura. Com ele de quatro, segurei o pau dele e usei de guia pra manter o buraquinho na altura do meu rosto. Primeiro mordisquei a nádega e senti ele tremendo o corpo inteiro. Mordisquei a outra e tremeu de novo. Eu abri a boca, coloquei toda a língua pontuda pra fora e encostei no meio daquele cuzinho cheirando a sabonete. Ele coordenava tão bem aquela musculatura, que enquanto eu lambia sua entradinha, ele piscava tão forte que mordiscava minha língua com suas pregas. Eu forcei cada vez mais a fundo enquanto ordenhava um pau gordo e cheio de veias.

– Teacher. Posso te mostrar uma coisa?

Eu estava muito excitado, teria feito qualquer coisa.

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Ele deitou na cama com os peitos pra cima, e começou a levantar os pés e dobrar pra trás com uma elasticidade rara, apontou o próprio pau até a boca e engoliu até a metade. Só pra mostrar que podia.

– Foi por isso que ela me deu um pé, entrou no meu quarto e eu estava me auto-chupando.

Situação sinistra, mas aquilo parecia ter libertado os dois, ou nesse caso, os três. Com ele naquela posição, fui “por trás”. Fiquei de joelhos na cama e naquela posição, encaixei as pernas dobradas pra trás na cintura, meu pau ficava ao lado do rosto dele, e enquanto ele se mamava, eu passei a lamber as bolas, correndo a língua delas até dentro do buraquinho branco dele. Ele gemia com voz de menina, ainda mais suave que ela. Desmanchei aquela posição. Segurei ele pela cintura, e puxei como se ele não pesasse nada. Com ele ajoelhado de costas, comecei a esfregar o pau no reguinho e nas bolas dele até ele começar a rebolar devagar, convidando minha pica pra penetrar seu cuzinho virgem de macho.

Meteu o pau dentro da própria boca. Aquilo me deu muito tesão, enquanto ele se chupava, o cu dele ficava perfeito pra eu lamber, e enfiei o dedo lá dentro, bem devagarinho, depois chupei as bolas lisinhas e ele se tremia todo.

Apontei a cabeça da minha pica e coloquei bem devagar, até ela sumir e tirei algumas vezes. Ele jogou o braço pra trás e me empurrou pelas costas até que entrasse todo o meu cacete no cuzinho dele. Cada batida entrava mais e senti que tocava o fundo com força, quando comecei a puxar sua cabeça pra trás, pelos cabelos, senti meu pau pulsando e dei uma das melhores gozadas da vida, conforme a porra quente ia saindo, ele rebolava extraindo o máximo que minha pica podia dar.

Ficamos deitados, um ao lado do outro, ofegantes, sem trocar uma palavra por uns três minutos e nada do pau de ninguém baixar.

– Vamos fazer controle remoto? – Naquela hora, a embriagues já tinha sido deixada de lado.

– Não sei o que é isso.

– Deita que te mostro eu vi na internet.

Ele se virou, ficando com a cara pro meu pau e o pau dele pra minha cara.

– Na internet é assim, como eu controlo, tudo o que eu fizer em ti, tu faz em mim.

Sem cerimônia ele deu uma linguada em toda a extensão do meu rego, e juro, já segurei o gozo. Logo ele deu um tapa na minha bunda: – Vai teacher faz igual.

Meti também a língua naquele rabo já comido, sentei o gosto da minha própria porra. E imitava ele a cada virada de língua que ele dava. Ele sabia o que estava fazendo mesmo e logo pegamos o jeito e um imitava os gestos do outro, e com o rabo na minha boca o pau dele babava todo o meu pescoço. Ele desceu até as bolas, dando grandes chupões e soltando e eu fiz o mesmo, sentia as bolas aumentando na boca e retraindo conforme soltava. Em seguida mamávamos um o caralho do outro. Aquele gosto salgado e forte preenchendo toda a minha boca eu nunca tinha sentido, logo ele começou a gemer e ´piscar o cuzinho e gozou na minha boca toda, que delicia, eu revirava os olhos e batia com o caralho esporrado no meu rosto e sumi com qualquer vestígio de porra que ele tinha jorrado, o prazer era tanto que mal reparei que tinha gozado todo o rosto do meu aluno sensível. Quando parei de gozar ele se virou e ficou me olhando com porra escorrendo pela bochecha. Tentou me beijar mas recuei. Que bobagem. Já tinha chupado um pau mesmo.

Ele tomou outro banho e saiu do banheiro, sem sinal de embriagues, vestido e pronto pra ir embora, ele voltou até o quarto onde eu estava já de bermuda.

– Cara, vou ter que te contar. Fiquei com a Giorgia ontem.

Ele foi até a porta, sério, abriu e antes de sair soltou um: – ela me contou.

Fiquei completamente atônito. Mal consegui trabalhar aquela semana inteira, pensando no que tinha acontecido. Como será que de aulas de violão fui me envolver numa enrascada daquela, transei com um casal, separado, consolei os dois, e gostei.

Na sexta-feira, olhei o facebook na saída do trabalho, e os dois postaram uma foto juntos. Voltaram!

Aí eu tinha me ferrado mesmo. Se um, contasse pro outro eu tô ralado. Ia perder meus alunos, meus amigos e talvez amantes fixos, embora estivesse realmente interessado apenas nela.

No sábado nada. Mandei mensagem pra ela. Visualizado e não respondido. No domingo a mesma coisa com ele. Visualizado e não respondido. Mandei pra ele, e nada também. Perdi os alunos.

Quando já tinha passado quase um mês, no sábado, apareceram os dois de mãos dadas. Sem os violões. Eu estava amarelo de tão sem jeito, e por dentro com um certo ciúmes plenamente disfarçáveis. Convidei eles pra entrar. E eles disseram que eu fui muito importante pra volta dos dois, que eles se compreenderam melhor e resolveram reatar, e pra comemorar foram me dar um presente. Tiraram da mochila uma tequila e um whisky. Eu agradeci, completamente sem jeito e ia guardar, quando ela disse:

– Não senhor, vamos tomar ao menos um desses agora. Pode ser a tequila mesmo.

Achei que era algum tipo de agradecimento estranho, mas servi os 3 shots. Enquanto eu servia, o casal se beijava no meu sofá. O mesmo sofá que eu tinha metido nela. As mesmas bocas que enchi de leite. Bebi tão rápido quanto pude. Botei um AC/DC pegado e alto no som da cozinha e fui pra sala conversar.

Eles tinham um plano e eu sabia que ia dar treta quando eles tiraram um baralho da mochila, e sugeriram um pife. O que eu tinha a perder?

Fomos bebendo, umas 2 partidas depois ela disse:

– Tá sem graça isso, jogo sem aposta é palha.

Ele concordou quase que ensaiado. E eu não ia discordar e estava curioso com aquilo.

– Quem bater por último tira uma peça de roupa e toma 2 shots. Ela mesma sugeriu.

E ele disse:

– E quando acabar as roupas?

Ela deu uma risada e disse:

– A gente dá um jeito.

Foi tudo muito rápido. Perdi primeiro. Tirei a camisa devagar e os dois me olhavam. Ela perdeu depois, tirou a dela. Porra de sutien, estraga tudo. Perdi de novo. Foram os sapatos e depois de perder a calça. Só estava de cueca e com vergonha. Aí só ele perdeu, ficamos os dois de cueca e ela sem camisa apenas.

Estávamos muito bêbados já. Na margem do perigo de dar perda total. Ela disse que ia equilibrar a partida.

Levantou, tirou as calças. Logo reconheci a mesma calcinha, que ela sem dar voltas, despiu e depois tirou o sutien, e pediu:

– Profe, empresta o quarto pra gente?

Eu desanimei e disse: – Claro, aproveitem.

Eles foram pro quarto e eu fiquei na cozinha ouvindo gemidos e risadas, desmotivado, bêbado e afim de bater uma. Quando ele gritou do quarto: – Professor, preciso de ajuda.

Quando entrei no quarto, eles estavam lado a lado, apenas rindo, pelados. Ela disse:

– Vem pra cá. Deita entre a gente.

Eu obedeci e ela me beijou. Enquanto ela mordia minha boca, ele começou a tirar minha cueca, e tocar uma punheta no meu caralho, deixando ele no ponto, deu duas lambidas no meu pau retornou a deitar ao nosso lado. Ela começou a beijar ele e com maestria apontou o cacete dele e meteu dentro da xota toda. As bolas lisas dele já estavam molhadas com a buceta escorrida dela. Eu fiquei olhando, só, quando ela disse: – Mete também, vacilão.

Eu olhei pra baixo e ela deu duas piscadinhas no cu. Me convidando pra entrar.

Deitaram de lado, sem ele tirar a pica e eu encaixei naquele cuzinho e entrou fácil de tão lubrificado que estava. Ela gemia diferente da outra vez, obedecia ao ritmo das estocadas, alternando tremidas e gemidas, parecia que ia chorar a qualquer momento.

Ela afastou nós dois, e disse: Quero na boca, os dois machos. Se virou de barriga pra baixo na cama, com os nossos dois caralhos, um de cada lado. Ela chupava muito, um e outro, e as vezes os dois. Enquanto ela me chupava, eu metia o dedo na buceta dela e lambia um dedo por um. O clima todo foi propicio pra uma gozada rápida no cabelo dela. Que levantou rapidamente e ouvi o chuveiro ligando.

Ficamos os dois ali, de pau duro, melado e babado. Ele disse: – Controle remoto, teacher. E se virou, abocanhando meu pau.

– E ela?

– Ela já sabe e pareceu gostar.

Eu mamei aquela cabeça quente chupando com força fazendo uns estalos altos. Estava tão bom, que nem vimos ela entrar. Quando eu senti a língua dela dentro do meu cu, cheguei a tomar um susto, mas estava maravilhoso que gozei na boca dele. O tesão deixou minha porra mais forte e mais grossa do que com ela. Ela perguntou a ele:

– Amor. Gozou já? – Ele fez com a cabeça que não e ela disse: Então vem.

Ela lambia meu rabo e eu de olhos fechados não notei que ela chamava ele pra meter em mim e não nela.

Me vi de quatro com ela deitada por baixo de mim mamando meu pau que estava meia bomba e o namorado emo dela enfiando a ponta da cabeça no meu cuzinho. Meu pau foi crescendo, e doía já conforme ele entrava no meu rabo, o controle remoto funcionou, porque quando preparei pra gozar os peitos dela, senti uma injeção de porra preenchendo meu rabo completamente. Me senti macho, fêmea, cachorro e cadela, dominante e dominado, mas faria aquilo o resto da vida se tivesse chance.

1 comentário sobre “Professor de Violão

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