O som do tesão

Aquele tesão repentino, que vem com força total nas horas mais inapropriadas. Estava no meio do expediente e não conseguia mais se concentrar em nada. Era aquela risada gostosa dele. Estava ouvindo aquelas músicas que ele havia cantado para ela um dia e lembrou da risada safada que ele dava quando queria atentar ela. Sentia sua buceta pulsando e não via a hora de sair dali e ir para casa atrás daquela voz que tanto mexia com ela.

Tentou ligar para ele, sem sucesso. Ele devia estar ocupado, naquela correria diária que era seu trabalho. Estava cada vez mais ansiosa. Nem esperou dar seu horário. Dez minutos antes já estava correndo para casa. Não via a hora de ouvi-lo e senti-lo.

Não houve tempo para cumprimentos ou perguntas de como havia sido o dia de ambos. Ele estava sentado no sofá zapeando a programação da TV quando ela entrou em casa. Mal teve tempo de pensar e ela já tirou o controle de sua mão, subiu em seu colo e o agarrou. Sentia sua boca na dele. O calor de seu corpo era tanto que ele podia sentir através de suas roupas. Seu tesão era mais do que evidente. Nunca havia visto ela assim. Rapidamente seu pau endureceu. Ela percebeu e rebolava em cima dele. Pressionava seu corpo sobre o dele. Queria senti-lo mais e mais.

Não queria saber de preliminares. Queria que ele simplesmente a fodesse. Se livrou de sua calça e ajoelhou para arrancar as dele. Não resistiu à visão dele ali jogado no sofá, o pau extremamente duro chamando ela. Chupou, engoliu quase inteiro de uma vez só, lambeu, ouvia-o gemendo e ficava cada vez com mais tesão. Era isso que ela queria, ouvi-lo. Parou e voltou para seu colo, ainda de calcinha. Se esfregava naquele pau e ele ria, a chamava de safada. Sabia o que ela queria. Ela não falava uma palavra. Era desnecessário, somente olhava-o nos olhos.

Ele afastou sua calcinha para o lado e passou o dedo em sua buceta melada. Esfregou seu clitóris, a sentia rebolando em seus dedos, queria mais. Lambeu o dedo sentindo seu sabor. Retornou e enfiou logo dois dedos nela. Ela gemia pedindo mais.

Não aguentando aquela tortura, ela sentou no delicioso pau que ele tinha. De uma vez só. Estava tão molhada que não precisou nem de esforço. Quase gritou de tanto tesão ao senti-lo inteiro dentro dela. Rebolava, subia e descia em seu pau. Estava alucinada. Dava tapas e mandava que rebolasse mais e com força. “Rebola, safada. Mostra o que você quer. Minha putinha gostosa.”. E ela gemia cada vez mais alto. Não se importava que todos os vizinhos a ouvissem. Ele apertava sua bunda ao mesmo tempo em que ria em seu ouvido. Aproveitou a situação e todo aquele tesão, massageou aquele cuzinho com o dedo. Sentiu ela contrair ainda mais a buceta. Sabia que ela curtia. Começou a foder seu cuzinho com o dedo. Conhecia ela. Ela logo gozaria.

 

“Cachorra! Goza no pau do teu macho!”. E quanto mais sentia ela apertando seu pau com a buceta, mais ele chamava ela de cachorra, safada, putinha. Ela começou a gozar. Gritava, gemia, pedia para ele não parar. Perdeu as contas de quantas vezes gozou até eu ele finalmente gozasse, e quando ele anunciou o gozo ela ainda gozou novamente junto com ele.

Acordou assustada, sozinha na cama, suada e ofegante. Havia sido um sonho. A calcinha ensopada denunciava o que tinha ocorrido e a intensidade do gozo. Tirou os fones de ouvido e voltou a dormir. Ah, se ele soubesse o poder da voz e risada dele. Não via a hora de finalmente encontra-lo.

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