Noite de prazer

O dia amanheceu. Eduardo levantou-se com o reflexo do sol que entrava pelas frestas da persiana do quarto. Colocou as pernas para fora da cama, apoiou os braços nas pernas, entrelaçou as mãos e pensou nas tarefas do dia.

Quase nú, apenas de cueca box preta, já não possuía o corpo de alguns aninhos atrás, o tempo investido no serviço era tanto que não tinha mais ânimo ou tempo para treinar.

Alguns de seus hobbies ainda eram praticados, mas só – e somente só- se tivesse tempo.

O rádio também despertara, no som ambiente o jazz ecoava pelos corredores e ambientes do apartamento. Ele levantou-se e foi higienizar-se. Enquanto o café passava na cafeteira automática.

O costume havia sido escolhido na noite anterior. Ele iria tratar de alguns negócios e passaria no supermercado, eis que receberia a visita de Isabel, para quem prometera fazer algo especial.

O dia foi corrido, os ponteiros do relógio não podiam ser vencidos, Eduardo mantinha-se com a aparência de calma e tranquilidade, apenas quem o conhecia de longa data poderia afirmar que ele não estava tão tranquilo.

Isabel por seu turno, acordava em mais um dia, logo que abriu os lindos olhos da cor pura do amor, lembrou-se do encontro e que precisava optar por qual roupa iria vestir.

O dia passava e na hora do almoço, Isabel resolveu enviar uma mensagem para Eduardo com a intenção de alterar os planos, preferia ir à algum lugar por aí, um restaurante ou um bar confortável.

Assim fizeram, mudaram os planos.

Eduardo decidiu que iria aproveitar o tempo que sobrara, eis que não precisaria mais passar no supermercado e iria para casa banhar-se novamente e trocar de roupa. O costume poderia ser muito formal para o local que tinha em mente.

Eles se encontravam em um local muito aconchegante, ambiente introspectivo, com jazz e MPB ao fundo, escolheram uma bela garrafa de vinho e  uma comida inesquecível.

Entre uma garfada e outra, rolaram beijos, olhares – o dela é fatal – e risos e sorrisos, tudo como em um verdadeiro conto de fadas.

Com a madrugada se aproximaram, optaram em irem à um lugar ainda mais reservado.

Chegaram ao motel e mal abriram a porta do quarto, já se pegaram na escada de acesso. Ele a jogou contra a parede, beijando-a e apalpando-a na bunda. Ela tinha uma bunda grande e gostosa.

Isabel levantou a perna direita e a apoiou na cintura de Eduardo.  Após alguns segundos, ela se ajoelhou, abriu a braguilha da calça dele e começou a lamber o pau dele através da cueca box.

Depois, abaixou a cueca e engoliu o membro de Eduardo, fazendo-o a chegar aos céus.

Após perfeitas lambidas e sugadas, Isabel levantou-se e empurrou Eduardo para baixo, era a vez dele retribuir o carinho.

Ele afastou a calcinha de Isabel e começou a beijar-lhe as pernas, coxas até chegar na vulva pulsante e úmida. Lambeu e sugou tudo: grelho, os lábios, enfiou a língua, tudo enquanto ia massageando os delicados seios de Isabel e apertando-a na bunda.

Eduardo se levantou , virando Isabel de costas, penetrando-a de uma só vez. Penetração que teve como corolário um sussurro de prazer.

Ela dizia “Isso, me fode. Me fode gostoso, sou sua puta”.

E Eduardo a fodia cada vez mais gostoso. Segurando-a pela cintura e mexendo os quadris como se brincasse com o interior da buceta de Isabel.

Então, ele começou a puxá-la pelos cabelos, enquanto ia metendo gostoso.

Ela já urrava de prazer.

Eduardo meteu até não aguentar mais, tirou a pica da buceta de Isabel e gozou naquele bundão gostoso, melando-o por inteiro.

Enfim, entraram no quarto e foram direto para a banheira.

Se higienizaram e abriram a garrafa de champanhe que estava à disposição.

Passados alguns minutos, Eduardo dedicou-se, ainda na banheira, a explorar ainda mais a buceta de Isabel. Chupando-a novamente.

Fez seu trabalho de forma satisfatória, sentindo todo o mel de Isabel, de gosto único.

Depois, vestiram os respectivos roupões e foram para a cama.

Deitaram e cochilaram, ambos juntos, como se fossem apenas um corpo.

Eduardo acordou recebendo uma mamada espetacular.

Quando, Isabel viu que Eduardo havia acordado, não fez cerimônia, sentou-se no colo do rapaz e rebolou gostoso. Depois, passou a cavalgar como uma égua no cio até que gozassem, ela  no pau dele. Ele na boca dela.

Retornaram ao banho e riram e tiveram ainda bons momentos.

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