Meu primeiro anal

Não há como distinguir, homens quanto mulheres adoram ser cortejados, desejados e cantados. Se vai rolar alguma coisa, como dizia meu pai, “são outros quinhentos”.

Descobri minha sexualidade muito cedo, entre os nove e dez anos, já ensaiava minhas primeiras masturbações. Depois que aprendi gozar com ejaculação, não dava folga.

No ano que completará 13 anos, tive uma colega de escola muito assanhada. Samantha tinha a mesma idade, porém na safadeza, aparentava ser muito mais velha e experiente. Era filha de pais separados e seu irmão mais novo estava na escola na parte da tarde. Estudávamos pela manhã. Numa época daquele ano, ela sugeriu algumas festas dançantes entre os colegas às sextas feiras na parte da tarde.

Nas três primeiras, bombou. Metade da sala era certo em cada reunião. Os homens levavam refrigerantes e as mulheres, salgados. Normalmente, íamos das 14 às 18 horas. Era muito tímido naquela época, minha primeira parceira de dança foi Samantha e ela que escolheu a música. Na verdade, a ordem das coisas foi ao contrário, ela escolheu a música lenta. Em todas as festas, tinha que ter um cobertor na janela da sala, dava um ar melhor ao ambiente, ficávamos com a impressão de danceteria. O final era sempre com música romântica. Ia para essas festinhas para ficar olhando até aquela reunião.

Depois que Samantha escolheu a primeira música a ser tocada, a quarta festinha estava sendo na sua casa. Um dos colegas apagou a luz e os pares foram se formando. Não demorou para que ela estivesse em pé na minha frente, convidando-me para dançar. Tentei esquivar dando desculpa de não saber dançar mas não teve jeito, ela pegou na minha mãos e me puxou. Seus braços apoiaram em meu ombro e suas mãos se encontraram atrás de meu pescoço. Geleia quando seus pequenos seios tocaram meu peito. Fiquei sem ação de tal forma que precisei da orientação dela de onde colocar as mãos. Lá estavam minhas mãos em sua cintura. O suor brotava no rosto, o contato físico estava despertando outras sensações. Nem percebi se dancei direito, como nos portamos entre os outros pares e quando a música acabou. Como estivesse sendo despertador, escutei no ouvido: a música acabou. Todos nós olhavam sem entender nada. Estava com meu rosto colado ao seu e nada passava entre nossos corpos. Ao descolar, dei por mim, meu pinto estava duro como uma estaca. Ela deu um sorrisinho e foi até a radiola trocar de faixa no disco de vinil. Arrumei uma desculpa e fui ao banheiro. Não deu outra, a fera tinha sido atiçada, para aquietá-la, abaixei a calça, a cueca e investi com as mãos até ejacular. Meu corpo arrepiava só de relembrar a cena, sentir o corpo de uma mulher junto ao meu tão coladinhos. Limpei e voltei para a sala. Ela não estava dançando aquela música. Estranhei. Samantha era muito assanhadinha. Na escola, na hora do recreio, os monitores viviam tirando-a do colo dos meninos. Dava abraços apertados e beijos nos rostos. Até aquele momento, não tinha dado muita ideia. Era algo natural da personalidade dela, era muito extrovertida. Como era tímido, confesso, nunca acharia que um dia haveria algo entre nós.

Senti seus pares de mãos escurecerem meus olhos e no meu ouvido sua voz penetrar ao som das palavras: eu voltei, sentiu minha falta? Por um breve momento, perguntei onde ela teria ido. Com poucos segundos, não foi difícil deduzir que correrá ao seu quarto, usado maquiagem e perfume. Espera, vou trocar de música, quero dançar com você de novo.

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Meu coração, veio literalmente à boca secando todo líquido que lá se encontrava, minhas mãos suaram e ele, ele endureceu de novo. Estava desconcertado. Ela iria voltar e quando nossos corpos estivessem juntos, seria pela última vez, imaginava. Fui para um canto da sala e não demorou para que ela me perguntasse se concederia outra vez. Fudeu, pensei. Tentei manter uma certa distância mas não teve jeito, ela aninhou seu corpo ao meu. Quando seu quadril tocou meu pau, senti que ela assustou retraindo-o imediatamente como água quente demais ou fria no chuveiro. Agora ela vai embora e pronto, escapei. Ela não me largou e conforme a música transcorria seu quadril foi aproximando, seu peito também ao meu e seu rosto colara mais. Ela estava esfregando seu quadril no meu pau e ninguém percebia aquilo. Quando a música acabou, minhas bolas estavam doendo, parecia que o sangue travava nas veias do saco e tudo parecia inchado, mal andei. Enquanto ela sumia em direção ao quarto, tive dificuldade para assentar.

Aos poucos, os colegas foram embora, eu mais três ficamos até terminar e colocar a bagunça em ordem. Havia um sorteio, naquela tarde, fiquei a contragosto, queria correr pra casa para tirar mais uma. Quase tudo arrumado, entrei no banheiro e quando voltei, estava eu e ela sozinhos. Não tinha demorado tanto assim. Espera, ela disse. Veio até mim e me deu um beijo na boca, deixando-me perplexo, espantado, sem ação, paralisado e por aí vai. Ela foi até o som, escolheu uma música e apagou a luz. No meio da sala, me chamou: vem. No meio da sala, nossos corpos relação é nossos lábios colaram, forçava contra seu quadril e ela contra o meu. Ela abaixou suas mãos, abriu minha calça e pegou meu pinto e o apertou. Inclinou, apertou minha glande com seus lábios e abaixou, ajoelhando diante de mim. Tentou me chupar mas era tudo novo e esquisito. Levantou e me puxou rumo ao sofá. Parecia tudo preparado, passou um gel em mim, ficou de quatro no sofá e me fez encaixar. Por extinto, coloquei minha cabeça entre seus grandes lábios. Abruptamente, ela pegou meu pinto e deu outra direção para a cabeça dizendo que ali era perigoso. Ela colocou meu pinto contra seu cue eu forcei para entrar. Parecia que dava contra uma parede, eu forçava e ela contraia o anel dificultando tudo. Minha cabeça esbranquiçou e mudou de aparência, ficando menor e mole passando a romper a resistência mas apenas uma parte mole entrava forçada pelo resto do membro duro. Ela contraia seu ânus e quando forçava, contraia as nádegas também. Era tudo muito estranho, os dois queriam mas havia a barreira da dor, a perca da inocência e a falta de experiência. Não sei o que houve, numa mexida de quadril dela buscando melhorar a posição,juntando a pressão que eu fazia, a cabeça afundou. Ela urrou de dor, gritou um “aí” gutural, um som rouco de sua garganta. Travei meus dentes, parecia entrar num tubo revestido com uma lixa. “Pára”! Ela contraiu cue nádegas, meu pinto pulsava. Meu coração batia no meu membro, apoiei minhas mãos em seu quadril e, instintivamente, queria empurrar mais. Sentia uma sensação estranha e na hora que forcei,vela deixou o corpo caí, meu pau saiu melando sua bunda e escorrendo para sua vagina. Ela começou a chorar. Não entendi nada. Levantei a minha calça, tentei abraçá-la e nada. Tinha gozado por causa daquela pressão toda. Pedi desculpa e saí. Na esquina encontrei com a mãe dela. Meu coração disparou, mais um pouco, ela nos pecuária.

Segunda e terça, ela não foi na aula. O resto da semana, parecia envergonhada e mal conversava e me evitou. Não contei para ninguém. Uma semana depois, entramos de férias, ela não foi na despedida e nem voltou a escola quando retornamos, havia mudado de bairro e escola. Fiquei muito tempo com um pesar na consciência, sentindo culpado e o pior menino do mundo, voltei a me masturbar à medida que ia esquecendo disso tudo. Anos mais tarde, nos encontramos.

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