Meu mestre gostoso

Não sou nenhuma Messalina dissoluta e nunca me deitei com homem sem ser por puro prazer, por gostar demais da “coisa”. Porém, sou do tempo em que ser apalpada por um macho bonito, especialmente no meio da multidão, era sonho de consumo para moças de família, virgens ainda. Claro que tudo precisava ser no jeitinho, na manha, sem grosserias e com absoluta discrição. Mas que a gente gostava, ora se gostava.

Não havia pepeca que não ficasse molhadinha quando sutilmente tocada por uma mão-boba de homem. Eu ia ao delírio nessas ocasiões. E o que lhes conto hoje vem do tempo em que entrei numa escola de dança-de-salão. Eu era desajeitada para dançar e por isso era zoada pelas moças da minha turma. Elas diziam que eu tinha espinhaço e bunda travados. Fosse hoje, elas seria processadas pela prática de Bullying.

Mas nós ríamos todas juntas e eu concordava cem por cento com o que elas diziam. Era mesmo, minha espinha e minhas ancas não acompanhavam a vontade de dançar bem, especialmente para ser procurada o tempo todo pelos rapazes e por eles ser discretamente tocada nas “partes”. Aquilo era bom demais, e eu dava qualquer coisa para não ficar de fora do processo da bolinagem. Ser bolinada enquanto dançava, era tudo de melhor que eu queria. Venho do tempo em que levar na boceta pela primeira vez sem casar tinha graves implicações, o negócio era levar mão boa na pepeca e sentir ela se contorcer e se molhar todinha. Digamos que era a maneira de gozar das moças virgens daqueles idos.

Meu aprendizado incluía seis horas semanais de treinamento prático, além do estudo de um livro com figuras ilustrativas dos passos de cada estilo de dança de salão. Mas do que eu mais gostava era das aulas práticas.

Meu par era um gatão de meia idade, cabelos grisalhos, bigodes espessos, sempre exalando perfumes de boa qualidade e sutil mas enérgico em seus encostos. Quando ensaiávamos danças de corpos mais colados, eu sentia e me regalava com seu membro comprido e grosso que roçava de maneira avassaladora minha pepeca molhadinha.

“Seo” Odilon, premiado dançarino de salão, ganhava a vida ensinado as moças a dançar. Os moços da turma, por seu turno, eram instruídos por uma coroa que também era boa dançarina e professora habilidosa. Era visível pelo conjunto de alunos que o professor Odilon dava uma atenção diferenciada para mim, como também – e isto só eu sentia – que sua mão boba tinha uma predileção incomum pela minha pepeca. Virava e mexia, e lá estava eu sendo apalpada pelo mestre Odilon. Desnecessário dizer que eu passava as horas de treinamento com os pentelhos encharcados de gozo. Mas assim mesmo eu resistia. A ordem que recebi desde menininha, era de resistir aos ataques dos machos, que “só queriam se aproveitar da ingenuidade das mocinhas”. Ocorre, porém, que eu estava mudando de opinião a respeito desses ranços. O tesão que tomava conta de mim, especialmente quando estava nos braços do meu professor de dança de salão era enorme. Para falar bem direto, minha vontade, assim que o Odilon pegava em mim, era puxá-lo para o lado, tirar minha calcinha e enfiar o tarugo dele na minha pepeca. Aquele pau quente e grande estava sempre duro, então por que não meter no lugar em que ele gostaria de estar? Afinal de contas, eu já tinha 17 anos e por que ainda tão vítimas de estigmas e preconceitos?

Mandei todos eles às favas e comecei a demonstrar mais claramente para meu professor de dança de salão que eu queria, sim, foder com ele. Ele seria meu primeiro homem, romperia meu hímen e me faria mulher de verdade. Ao diabo o fato dele ser casado. Era casado mas não era capado, isto eu já havia comprovado sutilmente.

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Dei em cima dele e ele correspondeu direitinho às minhas avançadas, até que uma tarde daquelas, antes de me deixar pela próxima treinanda, mestre Odilon disse-me, com todas as letras, que passaria no meu colégio, ao final do turno de minhas aulas, e me levaria para viver o sonho de ser fodida por ele. Fiz um pouco de beicinhos, mas depois sinalizei que entraria no carro dele, sim, que ele parasse no local que lhe indiquei.

Ao final da última aula, saí de fininho do colégio, evitando até ser vista pelos meus conhecidos. Cheguei no lugar combinado e lá estava o carro do mestre Odilon. Ele abriu rapidamente a porta do carona e eu me acomodei no devido lugar.

Partimos direto no rumo dos mais afastado dos motéis da nossa cidade. O Porteiro no indicou um box de garagem, fazendo sinal que a chave estava na porta da suite, por fora.

Odilon estacionou, desembarco, abriu minha porta e me tomou em seus braços. Colamos nossas bocas uma na outra e fui carregada para cima da cama, impecavelmente limpa e cheirosa. Já estávamos os dois em ponto de bala, de modo que nos despimos totalmente, abri minhas pernas o máximo que pude e conduzi o volumoso caralho do mestre Odilon para o interior de minha pepeca pulsante e encharcada. Meu mestre forçou um pouco mais a entrada e seu gostoso caralho deslizou para dentro de mim, levando junto a membrana himenal que até então havia guarnecido minha gruta do amor. Sangrou um pouco. Mas só um pouco. Muito menos do que haviam me contado que acontecia na primeira vez. O que de fato senti em alta voltagem, foi a mais deliciosa comichão que uma boceta bem penetrada pode sentir.

Acabei-me nos braços do meu amado mestre, que me deu a melhor das primeiras vezes que uma garota tesuda de 17 anos poderia ter. Ele me fez a mulher que eu sonhara em ser. E fui sua segunda mulher por mais seis anos. Quanto gozo tivemos juntos, meu querido Odilon. Saudades!

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