A mestiça e o lowrider

A luz do sol brilhava, o asfalto praticamente derretia, calor intenso, as garrafas de água não eram suficientes para exterminar a sede das gargantas, pneus praticamente derretiam ao rodar sob o asfalto, crianças jogando bola na rua, correndo para lá e para cá, risos, suor, sombras, mangueiras ligadas, assim era o cenário perfeito para a história de Johnny, que circulava pelas ruas da cidade em seu Impala Lowrider Custom hot rod 1962.


Por onde Johnny transitava, a atenção se voltava para ele e para seu “boy”, apelido que o rapaz dera para seu veículo. Boy era seu verdadeiro xodó, roxo com bancos de courvim branco náutico, inteiriço, pneus com faixas brancas, porta mala espaçoso, parcialmente ocupados pelo conjunto de bombas e baterias que faziam Boy pular mais alto, veículo 4 portas sem coluna, suspensão e direção hidráulicas, motor 6 cc e câmbio 3 marchas na coluna original.
Boy não transitava, desfilava.
Era comum mulheres, moças, velhos e a rapaziada “pagarem o pau” para Boy que, se fosse uma pessoa, se enquadraria facilmente no título da música “Eu sou o cara” do Rei Roberto Carlos. O switch era seu verdadeiro brinquedo, com ele, Johnny podia fazer Boy pular, dançar, “descer até o chão”, praticamente voar pelas ruas malcuidadas de São Paulo.
Assim, Johnny transitava pela rua quando viu Mestiça, uma japa descendente de corpo escultural. Com praticamente 1,70 m de altura, olhos puxados, cabelos lisos até a cintura, seios pequenos, mas eretos e indicadores do Sol, bundinha pequena, que facilmente caberia em suas mãos, mas bem torneada e durinha.
Mestiça estava vestida com um top branco que ressaltava ainda mais os pequenos seios, e o que chamo de “saia “shorts””, também podendo ser conhecido como saia com cropped, o que deixavam expostas as coxas bem delineadas.
EXTREMAMENTE SEXY, “She`s so hot”. Pensava Johnny.
Como por vezes a vida imita a arte, e esta a vida, Johnny estava parado na esquina aguardando o sinal abrir, quando Mestiça estava saindo de uma loja rumo àquela que seria a melhor travessia de rua de sua vida.
Mestiça iniciou seu caminho, não sem antes olhar para Boy, quando a fez abrir um leve sorriso e mexer a cabeça de modo que seus cabelos longos e lisos passeassem pelo ar.
Johnny também sorriu e deu uma piscadela para Mestiça, que diminuiu o passo propositadamente.
E o destino acabou por aprontar, a sacola que Mestiça carregava a compra estourou, o que a fez “perder o rebolado” e as buzinas dos veículos começarem a soar. Johnny, abandonou momentaneamente Boy e rumou junto à Mestiça para ajudá-la.
Toques de mãos, arrepios nas colunas, foi o suficiente para que ambos rirem de si mesmos. Johnny ofereceu carona, a qual foi recusada.
Johnny insistentemente convenceu Mestiça a passear com Boy. O cenário estava armado.

Mestiça ficou extasiada com Boy, passou a acariciá-lo delicadamente. Johnny estava admirando a beleza da moça.
Assim, foi o primeiro dentre os inúmeros encontros entre o casal, que restou apaixonado em tempo mínimo.
Mestiça se reservou por um bom tempo, mesmo após inúmeras investidas de Johnny, fato que tornava o desejo de Johny ainda mais intenso.
Então o grande dia chegou, Mestiça revelou que possuía um enorme desejo de trepar na estrada, com o testemunho de Boy.
Johnny ficou louco não só pelo desejo revelado, mas pela chupada que começou a receber no pescoço. Mestiça sugava a região como ninguém, o que fez com que Johnny se animasse rapidamente.
Mestiça se revelou uma verdadeira safada, subiu no colo de Johnny enquanto ele dirigia, arrancou-lhe a camisa, rasgando-a de uma só vez. O que fez com que o corpo bem delineado do rapaz ficasse exposto.

Mestiça sugou o pescoço, peito e abdômen de Johnny, que mal conseguia dirigir. Assim, retornando ao bando do passageiro, Mestiça abriu a braguilha de Johnny expondo o membro duro sob a cueca vermelha. A moça abocanhou a rola do rapaz por cima da roupa, sugando-o lambendo-o, até que Jhonny quase gozasse.
Minutos se passaram, e o membro foi exposto e engolido, massageado. Jhonny já dirigia com uma só mão, utilizando a outra para acariciar os seios, bunda e a buceta de Mestiça que chegou a gozar apenas com o toque sincronizado, preciso e delicado em seu clítoris.
O motorista não aguentou e parou o carro no acostamento da avenida, puxando Mestiça para seu colo, encaixando sua rola na buceta úmida de uma só vez, o que teve por corolário um gemido único da moça.
Mestiça rebolava no pau, alternando os movimentos com subidas e descidas, enquanto Johnny batia-lhe na bunda e sugava seus seios eretos.
Quando o casal estava no verdadeiro êxtase, Johnny começou a puxar os cabelos de Mestiça enquanto lhe dava breves tapinhas no rosto dizendo-lhe: “Goza para mim gostosa. Goza sua safada. Goza para seu macho”.
Mestiça não segurou e começou a rebolar mais intensamente, fazendo com que o Johnny ejaculasse dentro de sua xavasca, melando-a inteira.
Mestiça ainda mamou um pouco, para limpar todo o gozo do pau.
Boy sorriu para a lua.

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