Esposa Corrompida – Conto erótico

Olá, meu nome é Solange, tenho 30, sou bonita e possuo os lábios bem carnudos e o fato é que jamais pensei que na saída do trabalho, um homem iria me corromper e me convencer a oferecer a periquita pra ele e me transformaria numa excelente vadia biscate e eu ainda ia chupa e engoli todo o esperma dele.

E tudo se deu numa sexta feira em que sair do serviço e começou a chover, andei um quarteirão, sabia que existia um barzinho ali, encontro uma amiga e começamos a beber, porém diz ela que iria embora e resolvi ficar e percebo um carinha me observando, rapaz novo, por volta dos 24 anos.

Passo um wattsap ao meu marido falando que por causa da chuva, parei num barzinho, a resposta foi simples, ele está nem ai. Fico ali e o tal rapaz vem querendo sentar ao meu lado. E falei pode, porque não? E pergunto do porque me olha tanto?

Ele diz que chamei a atenção, e ouvindo isso mudo de posição, deixando discretamente o vestido levantar, perguntei o nome dele, é Valter e o seu? Cinira – falo mentindo, pergunto o que ele faz por ali e a resposta me deixou paralisada quando falou que procurava uma dama da rua pra mamar o picão dele.

Isso me indignou e digo o que está pensando? Se manca cara que sou casada, mostrei a aliança e ia me levantado, mas ele disse que tivesse calma, pois notou que eu era casada, e as casadas são as melhores por isso pagaria muito bem, se eu fizesse um programa de cadelinha.

Estranhamente essas palavras me excitaram, mas claro que não ia concordar, porém ele me convencer a voltar à mesa e aceitei, pois aleguei ficar por causa do tempo nublado. Mas a realidade é que a boceta ficou úmida e coçou. Ele pediu mais uma cerveja e perguntou se eu queria, e digo talvez na próxima, se um dia a gente se encontrar pela cidade – falei ainda meio raivosa.

– Acho que não vai ter próxima vez, porque não sou daqui, sou do Paraná e estou indo embora amanhã pela manhã. Eu estava sendo paquerada e isso eu estava gostando, embora estivesse me fazendo de durona.

Pedi licença e fui ao toalete, e mandei mais mensagens ao meu amado e ele falou – o que é agora? Toda mãozinha fica me ligando? E fique fiquei puta da vida com o total descaso e olhei-me no espelho e pensei, há é assim é? Então hoje viro uma dama da rua.

Arrumei a maquiagem, e falei, vai lá e mostre para aquele homem que quer de corromper, se ele pagar eu viro a vaquinha dele. Voltei à mesa bem mais descontraída e rolou diversas cervejas e entre papos o álcool fez efeito e passo a alisa o pau dele e digo que não precisava pagar e chupo de graça, e falei isso solvendo a espuma de cerveja dos lábios.

E para que entendam o meu modo de agir, o descaso de meu marido já se dava por meses, então ele estava a merecer uma esposa do lar que passa batom e vai trabalhar e, na volta de esposa do lar não tem mais nada, pois ela volta a casa como uma biscateira sem moral, com resíduo de esperma nos lábios e dá de graça é coisa de esposa putinha fudona, que nem cobra o macho.

Porém percebi-o pensativo e entendi o fetiche do poder másculo de homens; abortar a dama da sociedade com promessas de vantagens para ela se corromper e mostrar a ele a potência que existe nela como legitima dama da rua.

E questionei se ele era mesmo do Paraná e ele assentiu.

– Tudo bem, vou ser tua puta, vamos andar até a próxima rua à direita. Era uma rua sem saída com empresas já fechadas pelo horário, ótimo para o que precisava ser feito. Caminhando de mãos dadas como um casal de namorados sem levantar suspeitas, encostamos ao lado de um carro, não entendi pensei que íamos a um motel – ele falou.

Levei a mão até o pau dele sob a calça e falei – Você quer uma dama putona e pra putona qualquer lugar serve e quanto mais rápido têm relações é melhor. Valter sorriu e começamos a nos beijar e logo digo que queria ver o “garoto” Abri a calça dele e tirei o pau da cueca, era um pau bonito e grosso, de fato, era daqueles que abre a boca da puta, arreganha buceta e arrebenta as pregas da putinha.

Abaixei-me passando a língua no tronco e alguns selinhos na cabeça e meti na boca e o cacete foi ficando duro. Nossa que boca de veludo – Falou Valter. E para deixar o pau mais duro, fiquei batendo com o cacete no rosto e por ser branca, ficava nítidas a marca em minha face e isso o excitou e voltei a lamber e chupar o cacete.

– Esta gostando – Falei quase sem tirar da boca.

– Adorando sua putinha casada gostosa – falou

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– Putinha casada? – disse – sou sim, bem putinha muito linda. Casadinha vadia, gulosa, mama minha rola – falava e alisava meus cabelos e percebi na fala dele o uso constante das palavras, putinha e casada. E entrei no jogo.

– Uau, que pau gostoso, vai me dar leitinho vai? Vai gozar gostoso na boca casada putinha é? Essa puta sabe mama um rola? O dinheiro que pagaste pra casada chupar tá valendo a pena? Então me chame casada que se faz de santa, mas logo na oportunidade pega dinheiro pra chupa pica na rua.

– Vou encher sua boca de porra sua putinha casada galinha ordinária se faz de santa, mas implora pra chupa meu pau quando abanei dinheiro – falou amarando meus cabelos nas mãos forçando o pau na minha boca e mamei com gosto, afinal esse homem havia me corrompido pra isso. Até que ele disse – Vou gozar Cinira vadia.

E incremento dizendo, que chegava a hora da mulher santinha do lar tomar o seu saboroso leitinho de pica. E veio os jatos na garganta, engoli rápido, pois mais veio e após deixa-lo limpinho, Valter me levantou e passei a entender prazeres sem pudor másculos de muitos; gozar e trocar beijos em trocas de línguas com a puta.

E o negócio estava bom e digo se ele pagar fatura minha periquita, porém ele passou o dedo por trás e enfiou a ponta no meu anelzinho e apertei o arinho deixando o dedo pressionado entre as argolinhas e como dama da rua eu dei um sorriso e disse, aí é mais caro. Mais deixei o dedo dele do meu cuzinho até que retirei e como ambos encostados no carro. Abaixei a calcinha, abri um pouco as pernas e coloquei o pau na buceta e entrou macio e, ao mesmo tempo em ele abria a carteira e me pagava.

E fiquei metendo uns 20 segundos, mas o fato interessante é que passou um casal e o cara perguntou se meu macho tinha fogo, e ele acendeu um cigarro e meio envergonhada até aceitei, e estava nítido que mesmo de costas para eles eu estava fodendo.

Mas mesmo sendo flagrado, o certo é continuar metendo o pau na buceta como uma puta de rua e quando tomei coragem, olho para os lados, e a uns quinze metros já estava à parceira do cara mamando o pau dele, e ela me viu olhando e fez sinal com o polegar como que diz… Também estou na luta pelo macho.

E vendo toda essa putada eu perdi as estribeiras, falo ao meu comedor meter por trás e eu dava o “anel” de graça, e me virei de costas e estando de salto alto, a posição ficou ideal fui esfregando a bundinha no pau até fica encaixada na entradinha do cuzinho.

E ardeu bastante quando começou a abrir minha rosca, mas com algumas reboladas e estocadinhas minhas fui dando o anelzinho rosado para ele. Foi quando ele pôs a carteira na minha frente e diz- fala pra eu foder a bunda, diz que tenho que pagar e poder foder e gozar no teu rabo.

Bem, eu ia dar o cuzinho de graça, mas ele me contratou, então o certo é a dama do biscate aproveitar e tirar o que pode do macho e pequei a carteira tirei tudo, afinal ele estava se aproveitando na rosquinha de mulher casada.

E no meu papel de biscate, meu dever é excitar o homem que come minha bunda e, digo pra ele fazer meu marido de corno e chamei também meu comedor de futuro corno e, que o destino dele é pagar pelos caprichos de uma puta na rua, e que ele é doido pra arrumar uma namorada e casar e ela que vai dá de graça pra outros.

E devo ter acertado, pois ele me puxou pela cintura e tudo levava a crer que ele iria encher minha bunda com esperma, pois me ouvindo o chama de corno, ele parecia gostar, e quando olho ao lado a mulher bateu palmas para mim e apenas sorrir.

Afinal tinham duas putas se observando e sem constrangimentos, e coloquei as mãos nas nádegas abrindo-a e o cacete fez a penetração completa, dei altos gemidos de dor e recebi estocadas nas argolas abertas, e passo a toca siririca, e no meu intimo prazer, desejava que a puta me visse leva bombadas no anel e vê meus esparmos de gozo e rebolei ao sentir espermas a adentrar no cuzinho e coloquei as duas mãos nos joelhos e arrebitei a bunda e apertei as pregas frouxas no pau dele e levo mais alguns jatos no ânus e fiquei nessa posição até a derradeira gozada e ajeitei a calcinha.

Mais e à putinha do lado? Olhei para ela que também me olhava e percebi nela um olhar de excitação e troquei diversos beijos de língua com meu comedor, e fiz questão que ela visse meu ato, tirei o dinheiro do sutiã, guardei na bolsa, passei batom nos lábios e com um selinho nos lábios daquele que me corrompeu e nos despedimos.

Afinal ele comeu e já havia pagado pelo serviço pedido, e foi serviço completo atendido, não pode ficar arrependido. E chegando a casa dei beijos na testa do meu marido e fui ao banho e uma vez lá, olhei-me no espelho e contei o pomposo lucro de ser uma esposa corrompida e nem de longe arrependida em ser uma casada puta vendida e fique tão contente que acabei o banho voltei nua à sala e dancei nua para meu marido e ele ficou de pau durão e secretamente eu o chamava de corno você merecia.
著者 Maísa Ibida.

2 comentários sobre “Esposa Corrompida – Conto erótico

  1. Esse conto me foi enviado pela leitora Selene Solange,(assim ela se apresentou) ,ela diz que não é uma legitima puta de rua ,porém adorou um dia de meretriz e não se arrepende. E segundo ela aconteceu mesmo e levou uma vara na boca e na boceta e teve uma grossa enfiado na bunda dela, ou seja, ela foi uma legitima casada que deu muito o cu.E por uma questão de ética fica evidente que não citarei de qual site ela me conheceu e quis que eu escrevesse sua historia…Um dia de puta de Selene Solange.

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