Diferenças entre eles

Ela tinha 23 anos, ele 37, se conheceram no mundo virtual, onde não há limites para a distância, imaginação, nem lugar para inibições. Muito gata, a morena possuía uma pinta sexy no rosto, propositadamente ali adicionada para que despertasse o desejo dos homens, era um afrodisíaco natural, que instigava, despertava e excitava.

Os Olhos castanhos escuros combinavam melhor com os cabelos encaracolados de uma foto do perfil, o decote provocador da imagem revelava a mulher sedutora que possuía muita curiosidade para o prazer, apesar de menina, seus sentimentos se misturavam com seus desejos, formando um íntimo da mais pura sagacidade erótica.

Ela seduzia.

Os homens não demonstravam abertamente, mas caiam de joelhos por ela, por sua atenção, para poderem passar os dedos lentamente nos lábios sensualmente marcados pelo batom vermelho, cor que combinava com o esmalte  nas unhas, que limitavam os dedos cumpridos e finos das mãos lindas e desejadas.

Menina filé, gostosa, sedutora.

Ele passeava por aquela rede social, quando um papo sobre sexo, cinema, teatro ou algo assim, fora iniciado e dirigido para o tema “zoofilia”, terminando em um papo gostoso e cômico.

Assim, iniciaram suas conversas, que passaram a ser cada vez mais constantes e envolventes, sendo o processo de um jogo de sedução e inteligência, desenvolvido naturalmente.

Algo nele era o suficiente para prender a atenção dela, parecia que algo a instigava, algo que não estava claro, mas que era suficiente para que, por vezes, a temperatura aumentasse.

Assim, em um determinado dia, após algumas trocas de mensagens e imagens, nas quais era possível averiguar a linda mulher que estava do outro lado.

Ela pediu aulas, sobre coisas da vida, recebeu como resposta que a melhor aula seria a de “como pecar”, lição que seria dada em alguns passos, importantes para que fossem levadas à lua, a representação erótica do “um pequeno passo para o homem, um grande passo para a humanidade”.

Ela o desafiou.

Então, ele passou a narrar o encontro dos dois, onde tudo se iniciaria com o “olho no olho”, de modo que todo o intenso desejo pudesse ser revelado, as palavras não mais precisavam ser ditas, apenas a mão masculina machucada pelos aparelhos de musculação agarrou-a pela cintura.

Um abraço surgiu em seguida, ainda segurando a cintura da moça, ele começou a respirar cada vez mais próximo do pescoço lindo, esguio, cumprido.

Passou a dar-lhe pequenos beijinhos, selinhos no pescoço, sentindo pelo olfato um dos cheiros mais sexys que devem existir.

Nada mais. Apenas os toques, pele com pele, cheiro, a música de fundo passou a ser isolada, apenas era possível ouvir dois corações disparados batendo forte, os órgãos pareciam iam explodir.

AS unhas dela iniciaram uma longa viagem por toda a extensão das costas dele, pequenos arranhões, enquanto ele dava pequenas e leves mordidas nas orelhas, nos ombros, enquanto sentia o calor saindo do seu corpo. A pele já havia mudado de cor, o suficiente para que fosse prescindível um termômetro para que a temperatura fosse medida e verificado seu aumento.

Os toques diziam muito, significavam muito.

Ela tinha grandes expectativas, pela experiência que ele tinha, por isso foi deixando que ele a conduzisse, sabia que seria um caminho sem volta para o pecado, mas que valeria a pena.

Ele a puxou abruptamente, juntando os corpos, como se fossem um, tascou-lhe um beijo sedento, profundo, intenso, teso, ardente, segurando-a nas mãos, os dedos se entrelaçavam e apertavam, a cada mordisquela nos lábios um leve gemido.

Em seguida, ele passou a acariciar as coxas grossas e roliças desenhando com os dedos uma sequência de desenhos abstratos, enquanto as duas línguas brigavam para que as mentes chegassem logo ao paraíso do prazer.

Cada vez que ele apertava as coxas, a buceta era mais lubrificada, ele foi seduzindo-a, subindo centímetro por centímetro até alcançar a polpa da bunda, quando ele passou a reforçar com os dedos a linha divisória entre as nádegas e as coxas, para deixar claro que tratava-se da linha do equador do corpo humano.

Inevitavelmente, ela começou a roçar sua xana no pau ereto dele, a cada movimento, sua saia se movimentava proporcionando alguns breves contatos entre sua calcinha encharcada e a braguilha da calça, melecando-a do seu néctar que já superava o tecido macio da calcinha.

Então ele passou a agarrar aquela linda e gostosa bunda, apertando, comprimindo-a, trazendo-a cada vez mais próxima, enquanto sua língua explorava várias regiões sensíveis do corpo feminino, boca, orelha, pescoço, ombro, era um tudo ao mesmo tempo agora.

Ela não segurou e abriu o zíper da calça, revelando o membro de cabeça grande, grosso, o seu objeto de prazer e pecado.

Ato contínuo, ele passou a explorar os limites da lingerie e da buceta, fazendo todo o contorno, enquanto a puxava pelo pescoço para beijá-la ainda mais intensamente.

Ela não aguentou, pulou no colo dele, que afastou a calcinha, propiciando a penetração.

Ela se agarrando no pescoço dele, ele segurando-a pelas coxas, propiciando que ela rebolasse com a pica dentro de si. O beijo era interminável, mas parecia ter acabado de ser iniciado.

Ele a soltou com uma das mãos, para poder acariciar os seios que já revelavam, fazia tempo, bicos enrijecidos e lindos.

As mãos exploravam o seu corpo por baixo da camisa e sutiã. Ela sussurrava palavras excitantes e perversas, o desafiando a lhe dar mais e mais prazer.

Assim, ela foi posta no chão, de modo que ele a virara intensamente contra a parede, afastou a calcinha e a penetrou por trás, como Michael Douglas fez com Demi Moore em assédio sexual.

Foda intensa.

A buceta passou também a ser explorada pelos dedos, que já estavam úmidos como se tivessem sido postos em um pote de mel.

Ela urrou de prazer ao gozar, ao sentir o aperto na buceta provocado pelo êxtase do gozo, ele foi obrigado a tirar o pau e gozar na bunda dela, molhando inclusive seu cuzinho que piscava de prazer.

Assim, ela gozou de frente para o computador.

Voltou a si. Olhou para o lado e verificou estar sozinha no quarto, se tocando enquanto lia as palavras que ele digitava de algum lugar.

Eram quase 3 da manhã. O silêncio era total.

Ela pensava que ele havia gozado e que deveria ter ido se limpar, eis que fazia algum tempo que não digitava mais nada.

Então, a campainha toca. Assustada, ela foi atender.

Ao abrir a porta, surpreendeu-se com ele, postado ali, com cara de cachorro logo para por em prática tudo o que fora escrito na rede virtual.

A noite estava só começando.

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