Dei o cuzinho gostoso no churrasco

Meu nome é Beatriz, tenho 19 aninhos, moro e nasci no Rio de Janeiro, sou carioca da gema como dizem. Depois de ler muitos contos nesse site, resolvi escrever um contando algo que aconteceu comigo recentemente.

Era um sábado à noite, estava meio das minhas férias, nada pra fazer e a galera do meu condomínio resolveu organizar um churrasco. Todo mundo presente, muita cerveja, muita ice, música tocando alto, enfim, tudo pra dar uma relaxada e curtir um pouco. Tudo rolava normalmente, até que lá pelas tantas, finalzinho de churras, rolando um funkzinho básico, eu já tinha bebido algumas ices a mais, estava pra lá de “bebinha” e comecei a dançar empolgada ao som do batidão.

Não me descrevi antes, então agora é um bom momento pra isso. Sou moreninha, baixinha, tenho um pouco mais de um metro e meio, ratinha de praia, coxas bem grossas, não tenho muito peito, mas em compensação tenho uma traseira bem avantajada! Os meninos adoram a minha bunda e eu morro de vaidades com ela! O pessoal brinca (e força a barra) falando que eu pareço a Juliana Paes, sei que é só uma comparação boba e superficial, mas adoro quando falam que pareço com ela! E lá estava eu, de blusinha branca, sainha jeans amarela, saltão pra ficar menos baixinha e ficar com a bunda mais empinada, brincão de argola, pulseiras, enfim, toda produzida pra festa que rolava, empolgada, ou melhor, empolgadíssima ao som do funk. Já totalmente desinibida pela bebida, dançava com a mãozinha no joelho, sem me preocupar com as pessoas em volta, empinando a bundinha e rebolando sem parar!

Foi quando comecei a escutar um corinho, a princípio tímido e depois mais alto, dos meninos gritando pra mim: “Gostosa! Gostosa! Gostosa!”, eu me dei conta que era comigo e comecei a rir, mas não me intimidei, ao invés de parar de dançar, me virei de costas pra onde os meninos estavam, empinei toda a bunda pra eles e comecei a rebolar descaradamente me achando a mais gostosa do pedaço, senti que a minha sainha levantava e até aparecia minha calcinha, mas não estava nem ai. Foi quando o corinho mudou, ao me verem assim tão desinibida e empolgada, começaram a gritar outras coisas pra mim, e aos poucos se formou o corinho bem alto e claro pra quem estivesse por lá ouvisse: “Piranha! Piranha! Piranha!”. Olhei pra eles por cima dos ombros, dando gargalhadas de bêbada e nem me importei, quebrava tudo ate o chão e empinava o rabão todo na cara dos meninos. Eu era a verdadeira piranha bêbada dando um showzinho pra galera.

Passado um tempinho, a galera sossegou e eu também parei de dançar, ou pelo menos de rebolar descaradamente, e só fiquei na minha bebendo e dançando comportadamente. Não demorou muito pra que um amigo meu já viesse me abraçando por trás, todo cheio de chameguinhos e más intenções, me beijando o pescoço e falando besteiras na minha orelha. Ele me chamava de gostosa e dizia que estava a fim de me dar um beijo na boca. Eu não falava nada, só fazia carinha de sonsa e sorria pra ele, não demorou pro tal beijo rolar, ali mesmo dançando onde estávamos. Ficamos ali, aos beijos e amassos! O safado não largava a minha bunda e apertava descaradamente com as duas mãos quase me levantando do chão, até que ele resolveu me chamar pra ir pra algum lugar com menos gente. Eu que já estava bem bêbada e cheia de fogo, aceitei na hora.

Fomos até a parte dos fundos de onde ficava a churrasqueira e a área de festas, onde tinham uns carros estacionados e ninguém por perto. Ele ficou sentado no capô de um carro, comigo em pé na sua frente, nos beijando, sem claro ele soltar um minuto da minha bunda. Já metia a mão por dentro da saia beliscando e dando apertões fortes em uma das bandas da minha bundinha. Num determinado momento, ele abriu a bermuda e colocou o pau pra fora sem a menor cerimônia, e foi botando a minha mãozinha segurando o seu pau. Nem liguei! Continuei beijando ele, enquanto segurava e tocava uma punhetinha de leve no pau dele. Ficamos assim alguns minutos até que ele me pediu pra dar um beijo no pau dele: “Você fica me beijando assim, daí o meu pau vai ficar com ciúmes, tem que dar um beijinho nele também!”. Que papinho furado! Dei uma risadinha e o chamei de safado, ele respondeu de volta: “Você também é que eu sei! Anda! Dá uns beijinhos nele vai!”.

Eu me ajoelhei ali na sua frente e fui pegando delicadamente no seu pau e chegando o rostinho perto. Fui dando uns beijinhos nele, primeiro na extensão daquele cacetão e depois na cabecinha. Dei uns beijinhos, umas lambidinhas, e quando percebi já tinha caído de boca naquela rola gostosa! Antes de sair de casa, tinha tido todo cuidado e capricho, pra escolher a melhor maquiagem, o melhor batom, o melhor perfume, e tudo isso pra que? Pra terminar ali ajoelhadinha que nem uma putinha boqueteira! Toda babada com o batonzinho todo borrado naquela rola! Mas eu estava adorando! Toda feliz chupando aquela piroca, dando risadinhas de bêbada, alegrinha brincando com um pirulitão! Olhei pra cima e vi aquele safado fazendo cara de quem estava muito mais feliz do que eu!

Eu continuava ali, ajoelhada e chupando com vontade aquele caralhão duro, olhando bem nos olhos dele com o seu pau todo na minha boquinha, era quase tortura pra ele, que se revirando de tesão me olhou no fundo dos olhos e falou: “Sua boqueteira!”. Eu já sabia da minha fama de boqueteira que eu tinha aqui na rua, mas escutar assim, tão diretamente, de um amigo que vejo todos os dias, enquanto eu me deliciava mamando a rola dele, falando na minha cara que eu sou uma boqueteira, puta que pariu! Que tesão que eu fiquei! Ai sim baixou o espírito de boqueteira de vez e eu quis honrar a minha fama e caprichei ainda mais no boquete. Chupava com força, lambia as bolas, esfregava e batia o pau todo na minha cara, estava me divertindo com o meu brinquedinho duro e grosso que eu tinha em mãos.

Foi quando ele botou a mão na minha cabeça e foi puxando pra trás, para que eu parasse o boquete e me deu uma camisinha pra botar no pau dele. Entendi que não ficaríamos só na chupada e fui encaixando a camisinha na cabecinha do seu pau, e desenrolando com a boquinha e encapando toda a sua pica. Colocada a camisinha, já fui me levantando e antes que eu pensasse em como eu ia montar naquela vara, ele se levantou rápido do capô do carro e num movimento brusco, me segurou pelo ombro, andando pra trás de mim e me empurrando em direção do carro. Bom, então eu não ia montar, eu ia ser montada! Fiquei toda debruçadinha no capô do carro, arrebitei bem a traseira e fui sentindo o safado levantando a minha saia e puxando a minha calcinha pra baixo, desenterrando ela do meu rabo e descendo pelas minhas coxas. Só o escutei atrás de mim soltando um desabafo: “Puta que pariu! Que rabo sensacional!”.

Escutando aquilo, eu fiquei mais empolgada ainda, me empinando toda, apoiada nos cotovelos, olhando pro nada, esperando ser comida! Tudo corria com naturalidade, até que eu senti a cabecinha do pau pincelando o meu cuzinho. Porra! Tem nego que é muito tarado mesmo! Eu acabei de ficar com o cara e ele já vem direto no meu cu! Dei um pulo na hora, de susto, de defesa, fiquei ali espremida entre o pau dele e o carro, mas tirei literalmente o meu cu da reta. “Na bunda não, pô! Vem na xotinha mesmo, seu tarado!”. Fiquei ali parada, de costas pra ele, revirando o tronco e torcendo o pescoço pra olhar por cima dos ombros, esperando que ele atendesse o meu pedido, mas ele não fez uma cara de quem gostou muito não. “Qualé, Biazinha? Tu dá essa bunda pra geral e vai querer regular comigo?”. Olhei assustada e resignada, “Geral? Quem é geral?”, e ele respondeu na ponta da língua: “A galera quase toda porra! O Léo, o Dieguinho, até o Rafinha da rua de trás falou que te enraba direto na casa dele!”. Se eu tinha olhado assustada antes, agora estava muito mais, acho que passou até o efeito do álcool! “Porra, homem é foda! Tudo fofoqueiro, né? E que historia é essa de enrabar? É assim que vocês falam de mim por ai, é? Que o Rafinha me en-ra-bou!?”.

Frisei bem no enrabar, termo mais machista e tarado de usar. “Porra Biazinha, não é isso! É que você é gostosa demais! Não dá! Sério! Toda vez que te vejo na praia de fio dental todo enterrado no rabo eu tenho que tocar uma punheta quando chego em casa! Você não tá entendendo! Eu tenho que meter nessa sua bunda! Fica a galera toda contando essas historias que já comeu o seu cu, eu fico com vontade também, né?”.

Já que ele pediu com tanto jeitinho, fiquei até com pena! Abri um sorriso e voltei a me debruçar no carro outra vez, ainda olhando por cima dos ombros, falei com carinha de putinha pra ele: “Fica tocando punheta sonhando com o meu rabo né? Então fode ele, seu tarado!” Pra que fui falar aquilo! Despertou de vez a fúria e tara que ele tinha contida dentro dele. Encaixou a cabecinha no meu cu e foi empurrando aos pouquinhos, o quanto o meu cuzinho ia cedendo, ele ia enfiando. Depois que o meu cuzinho já tinha aceitado aquele caralho todo dentro, foi só alegria, pelo menos pra ele né, porque pra mim, era uma gritaria só!

Acho que ele descontou mesmo os anos de punheta, porque engatou uma quinta marcha e me pegava de jeito, num ritmo frenético! Me fodendo e me xingando, todo tarado, o carro chegava a balançar a cada bombada que ele dava na minha bunda. “Caralho! Que bundão gostoso você tem! Com um rabo desses tem mais é que tomar no cu mesmo! Tá gostando, vadia?”. Eu não falava nada, nem tinha como, eu só gemia que nem uma putinha e aguentava o tranco lá trás! Aliás, a cada tranco que ele me dava, meus brincões de argola chacoalhavam todos, no ritmo das pirocadas que eu estava levando! Enquanto ele gemia e bufava atrás de mim, eu mordia os lábios pra abafar os meus gritinhos, não podíamos fazer muito barulho, estávamos perto de onde estava todo mundo. Aliás, eu era a verdadeira vadia ali, bunda empinada, calcinha nas coxas, levando uma varada no cuzinho nos fundos da minha própria rua!

Mas no final das contas, tudo não passou de dez minutos, e nem podíamos! Ele me pegava forte, gemendo e me xingando que nem um tarado e já dava mostras que estava prestes a gozar, aumentando a velocidade das bombadas e me puxando pelos cabelos dizia: “Toma no cu, sua gostosa! Gosta de rebolar esse rabo pra todo mundo que nem uma piranha! Toma no cu, toma!”, começou a grunir e me xingar mais alto, até que me agarrou forte e começou a gozar! Deu umas duas ou três socadas no meu cu e enfiou tudo caindo por cima de mim. Ficamos ali debruçados no carro, ele por cima das minhas costas e eu esmagada e de rabo cheio de porra! Ele me deu um beijão no pescoço e uma mordida nos ombros e desengatou de trás de mim…

Ele vestiu a bermuda, me deu um beijo na boca e falou que ia voltar pra festa, pra eu esperar um pouco e ir depois, pra ninguém reparar nada. E lá ele se foi, me deixando ali sozinha, empinada, calcinha arriada, toda descabelada e com batonzinho todo borrado do boquete que eu tinha feito. Era a imagem da própria puta depois de uma boa foda! Esperei um tempinho, recuperei o folego, me ajeitei me olhando pelo espelho do carro e voltei pro churrasco. Cheguei quietinha, mansinha, peguei um refrigerante e sentei num canto, aliás, sentar não né, mal conseguia sentar, fiquei toda de ladinho, quieta e sem falar nada com ninguém. Ninguém falou nada e nem precisava, pela maneira que me olhavam, parecia que todo mundo já sabia o que tinha rolado. Nos poucos minutos que fiquei ali sozinha pensativa, cheguei a uma reflexão óbvia que não dava mais pra esconder, eu sou mesmo a piranhona da rua, agora era oficial!!!

O churrasco seguiu, não por muito tempo, não demorou nem uma hora e já estava todo mundo indo embora, pois já estava clareando o dia. Despedi-me de umas amigas, passei pelos meninos sem falar nada e fui pra casa. No dia seguinte, de tarde, de férias ainda, com tédio e nada pra fazer, toca o meu celular… Era o garoto do dia anterior. Eu já atendi imaginando o que ele queria… E a minha vida de piranha e vagabunda não para.

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