Contos eróticos – Um domingo qualquer…

Cantarolava distraidamente uma de suas músicas favoritas, enquanto dançava alegremente a caminho do banho, pensando no homem que encontraria em pouco tempo.
Sentia-se sexy e levemente excitada com a perspectiva do encontro, acariciava seu corpo com o hidratante, pensava na boca, no gosto, no cheiro do homem.

Em pouco tempo chegou no ponto de encontro e horário combinado, não o vira, até ligar e vê-lo fazendo graça na rua, provocando-a, reparou em seu olhar que a devorava, sentia que estava nua, seu sangue ferveu quando foi beijada, não um beijo qualquer, mas o beijo que toda mulher deveria receber de um amante, um beijo de corpo inteiro.

Tinham combinado de visitar uma praça, mas em meio a conversas leves, não resistiu e provocou seu homem, dizendo que estava ansiosa por senti-lo dentro de si.

Mudaram o caminho, entraram no primeiro motel que encontraram, roupas ao chão, prende suas mãos para que pare de despir, deliciando-se com a visão de sua puta, toca sua pele, a coloca no colo para beijar seus lábios, olhos nos olhos, sacanagens ao pé do ouvido, deitando a na cama, arranca a calcinha e chupa sua buceta, alternando entre lambidas, chupadas e mordidas, enlouquecida de tesão, grita seu nome.

Retribui, chupando seu delicioso pau, olhando sua cara de prazer, dominador, para deita-me e penetra-me fundo, sinto toda a intensidade do seu tesão, primeiro lentamente, aumentando o ritmo.

Ao fundo ACDC, completa o momento, o ambiente, a luminosidade, nada importa, só existem dois nesse mundinho particular, bate, xinga, phode, morde…

Vira-me e come meu cú, devagar, sinto-o moldar a seu tamanho, o prazer da invasão é tão grande que em poucos minutos, explodo em um orgasmo arrebatador.

Então me vira e continua me foder, agora de frente, olhando nos olhos,  enchendo- me de porra e luxuria.

Descansa em meus braços pela intensidade do prazer, nos levantamos, tomamos banho rindo enquanto damos banho um no outro e vamos embora.

Sinto-me plena, sua puta, ansiosa para atender seus caprichos e servi-lo. Em um domingo qualquer…

 

Beijos e até o próximo mini-conto!

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