Comi a namorada ninfetinha do meu melhor amigo e ele assistiu tudo

Olá pessoal do Contos Eróticos VIP. Eu gostaria de compartilhar com vocês um conto sobre um acontecimento recente, mas revelarei apenas as iniciais dos envolvidos.

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Comi a Namorada Ninfetinha do Meu Melhor Amigo e Ele Assistiu Tudo
Olá, contarei a vocês um fato que aconteceu há uns meses atrás. Revelarei apenas as iniciais dos envolvidos para manter a discrição. Meu nome é J, tenho 22 anos, sou casado e tenho uma filha. Sou casado há 4 anos com a minha esposa, D. Temos um amigo chamado L, e nos tornamos amigos na mesma época que comecei a namorar com ela, que ela já era amiga dele há alguns anos. Já que estudávamos juntos, ele acabou se tornando meu melhor amigo e sempre estivemos juntos em todos os momentos, sempre ajudando um ao outro, parceiros para o que der e vier. Enquanto eu e minha esposa sempre estivemos firmes no nosso relacionamento durante praticamente todo esses 6 anos, o mesmo não podia ser dito dele.
Na época em que nos conhecemos, ele começou a namorar com uma garota detestável do nosso colégio, era uma cobra, por assim dizer. Todos nós o alertamos sobre o fato de ela ser uma megera, porém ele nunca deu bola, até que depois de muito sofrer na mão dela, o relacionamento dos dois foi decaindo depois de 3 anos, o que acabou, acreditem se quiser, em uma gravidez. Desde então, ele sempre foi um pai ausente, mal conseguia se sustentar e muito menos pagar a pensão. Irresponsável e incapaz de se manter em um emprego, ele acabou voltando com ela algumas vezes para aliviar a barra da pensão acumulada, até que alguns anos depois, depois também de alguns namoricos com algumas garotas e mais alguns rolos, ele acabou tendo que morar na casa do seu avô. Uns meses depois, ele começou a namorar com uma garota chamada S, que conheceu pelo Tinder.
Eles acabaram se gostando muito e decidiram morar juntos, porém seu pai queria montar uma lanchonete naquele espaço onde ele morava. Como também já tinha perdido direito ao banheiro da peça e estava usando o do seu avô, decidimos ceder a eles um quarto vago da nossa casa, já que ela trabalhava. A S tinha acabado de completar 18 anos, tem a minha altura, 1,70 m, cabelos pretos cacheados, pele branca, uma bunda relativamente grande, um rosto fofinho e olhos castanhos mesmerizantes.
Ajudamos eles com a mudança e depois de alguns dias morando juntos acabei descobrindo os gostos dela, que são praticamente idênticos aos meus. Acabamos virando amigos bem rápido. Um dos seus principais gostos é o sexo, que pôde ser notado logo na primeira noite em que passaram conosco. Devido ao fato de nossa casa ser de madeira, dava pra ouvir muito bem os dois transando, já que não eram nada silenciosos e não tinham nem um pingo de vergonha na cara.
– Vai L, me fode… Isso…! Mais rápido….AAAHhhh!! O dedo, isso! Enfia!”
E por aí vai. Acabamos então entrando num acordo de não precisar mais se conter na hora de transar, então podíamos meter à vontade sem ter vergonha.
Uma semana se passou e eu consegui emprego para o L na empresa onde eu trabalho. Nós quatro sempre combinávamos de sair para lanchar nos fins de semana e também jogávamos juntos no computador, acabamos ficando bem próximos. Um dia até acabamos assistindo hentai juntos. Depois desse dia, a S se tornou relativamente provocante em relação à mim. Andava de shorts curtos e camiseta sem nada por baixo perto de mim, conversava comigo sobre a intimidade dos dois, gostava de expor o seu decote, etc, incluindo também o fato de ela praticamente narrar o sexo com o L, expondo cada coisa que eles faziam e cada posição durante o ato.
O relacionamento entre a minha esposa e eu estava decaindo, as brigas eram cada vez mais frequentes, nosso sexo estava ficando fraco (mais fraco do que já era), era dia sim dia não e também não era tão interessante quanto o dos dois. Tudo isso, somado ao fato da S ficar me provocando, estava me fazendo sentir algo diferente por ela. Eu até emprestei a ela o meu video-game e ela acabou ficando viciada no meu jogo favorito, enquanto minha esposa nunca se interessou. Emprestei meu livro favorito a ela, e ela achou incrível e quase leu tudo. Minha esposa, pra variar, nunca se interessou. Apesar de tudo o que eu e a minha esposa já passamos juntos, eu estava começando a enxergar na S a mulher dos meus sonhos. Faminta por sexo, carinhosa e cheia de amor pra dar, combinava com todos os meus gostos… Assim ficava difícil para mim não se apaixonar por ela.
Apesar das brigas constantes com a minha esposa, eu estava gostando dessa situação toda. Podia ficar próximo do meu melhor amigo e ainda de quebra podia dar uma secada na novinha. Porém o mesmo não podia ser dito da D, que, talvez já percebendo algo diferente, estava morrendo de ciúmes de mim com a S. Com o L trabalhando fora, a D acabou entrando em conflito com ela. Dizia a D que o motivo da briga era por eles terem perturbado a nossa paz em morarmos sozinhos e que queria ficar apenas nós três, eu ela e nossa bebê, o que era irônico já que foi ela mesma que chamou os dois para morar conosco. Foi aí que os dois decidiram sair da nossa casa. Depois de uma semana de clima tenso dentro de casa, o L recebeu seu salário e eles começaram a procurar uma casa para alugar. Mesmo os três tendo se acertado e não existindo mais conflitos, no final de semana seguinte eles mudaram para uma casa no nosso bairro a algumas quadras de distância da nossa.
Uma semana depois, no sábado, meu pai, que havia brigado com a sua mulher, resolveu voltar para casa com toda a mudança para morar conosco novamente. Não gostamos muito da ideia é claro, mas como ele havia cedido a casa para nós, acabamos tendo que aceitar. Já que eu estava ocupado ajudando ele com a mudança, a D já de cabeça quente, decidiu ir dormir na casa da avó dela, que mora na cidade ao lado. Chegando a noite, terminamos com a mudança e eu estava morto de cansado. Decidimos fazer uma torta salgada, porém a forma foi emprestada para o L e a S. Eram umas 19:30 e lá fui eu buscar a tal forma.
Chegando lá os dois me receberam, e a S já foi me dizendo que tinha umas coisas pra me falar. Me ofereceram a cadeira antes e eu pensei “Putz, lá vem bomba”. Dito e feito. Ela primeiro disse que tudo que ela iria me falar estava totalmente aprovado pelo L (?), então ela veio com uns papos, relembrando a conversa que havíamos tido antes quando morávamos juntos, sobre como os dois queriam fazer sexo a três (!), o L com a S e mais uma guria, depois a S com o L e mais um cara. (Ela me vem com esses papos e o L junto, sentado do lado!) E como não haviam achado uma guria, eles decidiram fazer com um cara primeiro. Segundo ela o L havia me indicado, já que a condição seria ela fazer com algum cara que ela sentisse atração física, e eu encaixava perfeitamente nesse perfil(!!). Eu fiquei literalmente bugando por quase meia hora, sentado ali na cadeira, pasmo. Como a minha esposa tinha ido dormir fora, era a oportunidade perfeita.
(O que eu fiquei sabendo depois do que rolaria a seguir é que na verdade o L era totalmente contra essa ideia, e que me indicou apenas por achar que, por sermos melhores amigos, eu iria recusar. Sabe de nada inocente! Eu topei na hora!)
Eu já fui e falei que se fosse fazer teria que ser naquele mesmo dia. Para me certificar, confirmei com os dois, se eles realmente estavam de acordo, disseram que sim. E para garantir ainda mais, ainda disse:
“– Meia noite, mais ou menos, eu vou vir aqui. Se vocês estiverem de acordo, tudo bem, a gente faz. Mas se não, sem problemas, eu volto pra casa e tudo certo. Vocês vão ter até esse horário para pensarem melhor.”
Eles disseram que tudo bem, perguntei também se ela estava preparada pra caso rolasse DP. Ela disse que sim, porém não iria me dar o cuzinho, apenas a bucetinha. Eu disse que iria pegar as camisinhas e o gel em casa e voltar mais tarde no horário marcado, então peguei a forma e fui embora já que já eram 21:30. Chegando em casa, comecei a fazer a torta e depois de colocar pra assar aproveitei pra dar um trato no juvenal, dei uma aparada no saco e talz. Já era meia noite quando a torta terminou de assar então tomei um banho rapidão e parti pra guerra.
Chegando lá, eram meia noite e meia. Fui recebido pela S, que já me levou para o quarto. Nisso ela subiu na cama e o L foi colocar uma música no computador. Sentei na cama enquanto esperava e ela me perguntou se estava tudo bem, já que eu estava respirando fundo. Eu falei só que estava um pouco nervoso. Quando a música começou, ela pediu para nós dois ficarmos de frente para a cama. Ela ajoelhou em cima da cama e me olhou no fundo dos olhos, fazendo o mesmo com o L. Depois ela voltou até mim com o mesmo olhar e foi soltando a minha cinta, sem tirar o olhar dos meus olhos. Como ela estava com dificuldades, ajudei ela, que já desabotoou a minha calça, e no mesmo instante que abaixou minha cueca, já caiu de boca na minha pica.
Mano… Não dá pra descrever o quanto ela chupa bem, mamava na minha pica parecendo uma bezerrinha esfomeada. Confesso que deixou minha esposa no chinelo. Ela chupava a cabeça, engolia ele todo, depois tirava e lambia em volta. Nem preciso dizer que tava bom pra caralho,  mas como tudo que é bom dura pouco, ela largou meu pau e foi para o L, repedindo o procedimento enquanto me batia uma punheta meio desajeitada. Depois de um tempo chupando ele, ela me pediu pra deitar,  tirou a camiseta, os shorts e a calcinha e já foi subindo em cima de mim, porém para o meu desagrado, quando ela estava quase encaixando aquela bucetinha gostosa dela no meu pau nu, ela recuou dizendo:
– Acho que estou esquecendo alguma coisa né?”
E eu disse que talvez sim, frustrado. Ela me deu licença, eu coloquei a camisinha e passei um pouco de gel, e ela rapidamente retomou a posição. A bucetinha gostosa dela deslizou fácil na minha pica, e ela deu uma suspirada, seguida de um sobe e desce que eu nunca havia experimentado. Ela gemia baixinho enquanto tentava me observar. Ela ainda estava de sutiã, branco, mas mesmo assim eu puxei ela mais pra perto do meu rosto, e enfiei a cara no peito dela, a. Eu a abracei, peguei na bunda dela e fiz um vai e vem com ela no meu pau que fez ela gemer mais alto. Depois de alguns minutos sentando no meu pau, ela decidiu dar um pouco de atenção pro L. Ela pediu pra ele deitar na cama e começou a chupar ele, e ela lá com a bundona branca empinada. Levantei, grudei nela por trás e comecei a meter de novo, dessa vez num ritmo mais rápido. Ela tentou, mas não aguentou chupar o L enquanto era comida daquele jeito, gemendo. Ainda grudada em mim tentou levantar o corpo pra me beijar mas quando nossos lábios encostaram o meu pau escorregou da bucetinha dela.
– Ah… Saiu…”
Ela disse, ofegante. Enfiei de novo e comecei a beijar ela porém quando aumentei o ritmo ela começou a gemer mais alto e não conseguiu continuar beijando. Ela voltou a chupar o L e eu aproveitei pra tirar o resto da roupa e dar uns tapas na bunda dela, enquanto metia rápido.
– Isso, bate mais! Ahh!”
Depois de alguns minutos metendo naquela bundona gostosa, acabei gozando, então sentei do lado dos dois para descansar um pouco. Aproveitando a oportunidade, ela subiu na cama e sentou na pica do L. Enquanto eu fiquei ali viajando na maionese um pouco, depois de uma gozada tão gostosa, eles aproveitaram pra foder um pouco. Ao invés de ficar encarando os dois, fiquei ali brisando, observando as visualizações do AIMP na TV deles, que era bem grande. Quando o cansaço passou, saí da beirada da cama e cheguei mais perto dos dois.
– Pode deitar ali na beirada, J. Não esqueci de você, eu já vou te dar atenção.”
Fiz o que ela mandou, deitei em paralelo com os dois, com a cabeça quase fora da beirada. Ainda em cima do L, ela se curvou e começou a chupar meu pau, ainda com a camisinha gozada. Depois de mais de um minuto me chupando, ela já estava com saudade de sentir o meu pau enterrando nela. Ela saiu de cima do L e subiu em cima de mim, dessa vez já me beijando. Ela pediu silenciosamente pro L chupar o cu dela, e eu comecei o vai e vem. Repeti o mesmo procedimento de antes, puxei ela um pouco mais pra baixo então enfiei a cara no meio dos peitos dela. Então ela pede, na maior cara de pau, para o L tirar o sutiã dela. Finalmente consegui ver as belezinhas, que não eram grandes, mas mesmo assim deu pra aproveitar. Enquanto ela fazia o sobe e desce eu abocanhei um dos peitos dela, chupando somente o bico depois chupando tudo o que eu conseguia enfiar na boca e então lambendo ele inteiro, fazendo o mesmo com o outro, enquanto ela pirava.
Saindo de cima de mim, ela resolveu me chupar mais um pouco, antes de continuar a foda. Enquanto ela me chupava, dava pra ver na cara dela que ela queria estar fazendo aquilo tudo sem camisinha, a qual eu ainda estava usando. Depois de mais uma boa chupada, ela voltou em cima de mim e cavalgou por mais alguns minutos, até que eu não aguentei mais e gozei novamente. Ela saiu de cima de mim e eu deitei no canto da cama, ofegante. Aproveitei também para tirar a camisinha e ir ao banheiro jogá-la fora. Enquanto eu descansava um pouco, ela voltou a dar atenção ao L, porém por estar deitado eu não prestei muita atenção nos dois. Depois de quase uns dez minutos, ela já estava me querendo novamente. Ela ficou de quatro quase totalmente em cima de mim.
– Quer que eu te chupe pra deixar ele durinho antes da gente fazer mais um pouco?”
Respondi que sim, e ela já foi abocanhando ele, que dessa vez estava nu, me tirando o folego novamente. Enquanto ela chupava deliciosamente, aproveitei pra ajeitar o cabelo dela, que estava solto, e fazer um cafuné. De vez em quando eu abaixava a cabeça dela para enfiar tudo em sua garganta, e ela ia e ficava sem reclamar. Depois de mais alguns minutos me chupando, ela manda:
– Vamo fazer gostoso de novo?
Nem precisei responder, levantei e peguei a última camisinha no criado-mudo, abri e vesti o bicho. Quando subiu em cima de mim, ela já estava tão molhada que nem precisamos do gel. Meu pau deslizou que foi uma beleza pra dentro daquela bucetinha gostosa. Fazendo o sobe e desce de sempre, depois de um tempo ela resolveu chamar o L para a brincadeira. Ela pediu pra ele chupar o cu dela de novo, mas dessa vez pediu também pra ele meter no cuzinho dela, tudo isso enquanto a gente ainda estava metendo. Ele começou enfiando os dedos, mas ela já estava sentindo um pouco de dor. Depois de amaciar um pouco o buraquinho, ele resolveu meter. Foi entrando aos poucos e a S gemendo de dor:
–  Ai, ai! Sssssss! Ai, que dor.”
Ela foi gemendinho, até que ele enfiou tudo. Quando colocou tudo, foi bombando devagar, até que foi fazendo um pouco mais rápido. Tudo isso enquanto ela reclamava, em cima de mim, quase me mordendo de dor. Chegou uma hora que ela não aguentou mais e pediu pra parar, mas ele ainda continuou em cima dela. Ela então teve a brilhante ideia de se jogar pro lado enquanto ele ainda estava em cima, o que obviamente acabou machucando ele um pouco. Achei engraçado, mas o L não gostou muito e a repreendeu. Passado quase um minuto com ela pedindo desculpas, ela resolveu deixar ele de lado, emburrado, e foi me dar atenção de novo. Deitei novamente e ela já foi subindo em cima de mim, encaixando meu pau, que não estava muito duro mas ao ser alisado pela bucetinha da S, já ficou a ponto de bala. Ela foi fazendo o sobe e desce como de costume, e apesar da situação anterior, dessa vez ela parecia estar com muito mais tesão, pois antes calada, me perguntou:
– Tá gostando de comer minha bucetinha?”
– Sim, muito.” 
Impossibilitado de falar mais devido ao tesão, tratei de puxar ela pra mim, a abracei e beijei ela com um sentimento que não dá pra explicar, como se estivesse tentando transmitir tudo o que eu sentia por ela. Ficamos sem fôlego e depois de respirar um pouco voltamos a nos beijar, tudo isso com ela subindo e descendo no meu pau, e o L assistindo. Depois de mais uns amassos e umas chupadas no peito, cheguei novamente ao meu limite.
“J: – Vou gozar!”
“S: – Isso, goza tudinho!”
Gozei gostoso com ela deitada em cima de mim. Ela levantou e quis sair do meu pau mas pedi pra ela ficar mais alguns segundos. Passado o tempo, ela saiu de cima e voltou a dar atenção para o L, e eu resolvi descansar sentado dessa vez, para poder observar os dois. Entediada, depois de cavalgar o L um pouco, ela diz:
“S: – Gente, já tô sem ideias. Vocês tem alguma ideia de posição diferente?”
 
“L: – Sei lá…”
Então eu respondo, com toda a confiança:
“J: – Eu tenho. Faz o seguinte: deita na cama de barriga pra cima, na beirada, e com as pernas pra fora.”
“S: – Olha só… Já é entendido kkkk”
“L: – Malz aí…”
“J: – Finalmente os hentais me serviram pra alguma coisa kkkk”
Ela deitou na cama como eu tinha pedido, e eu fui pra beirada, de frente pra ela. Levantei as pernas dela e encaixei meu pau na bucetinha dela, começando devagar e depois aumentando o ritmo. Eu pensei comigo: dessa vez vou fazer ela gozar. Fui metendo cada vez mais rápido e ela não conseguia mais se conter, gemia alto e gritava o meu nome na maior cara de pau pro L e todos os outros inquilinos escutarem. Ela se contorcia de tanto prazer, gemia e dizia:
– Aaaahh, isssssoooo! Continua J! AAhhhh! J! Isso J!”
Eu segurava firme as pernas dela enquanto ela se contorcia. Continuei bombando naquela bucetinha gostosa até que ela não aguentou mais.
– Isso! Assim, J! Eu vou gozar! Eu vou gozar, J! IssssooOOOOO!!! AAAAAAHHH TO GOZANDOOO!!!”
 
– …Eu também…..!!!!”
Tendo suas pernas seguradas firmemente por mim, ela enlouqueceu enquanto gozava pois eu não parava de meter. Depois de gozar e deixar meu pau terminar de pulsar ainda dentro dela, tirei ele e dei uma cambaleada. Dessa vez o cansaço estava me vencendo. Ela respirou fundo, levantou meio tonta também, e eu disse:
– Nossa rsrsrs Nunca vi alguém gozar desse jeito.”
– É que tava muito bom mesmo, e eu quando gozo não consigo me controlar.”
Dessa vez deitei um pouco e ela já foi de encontro com o L. Passado alguns minutos, resolvi levantar e ver o que estavam fazendo. Ela estava chupando ele, com a bunda empinada na minha direção. Resolvi bolinar ela um pouco. Fui pegando na bunda branca dela de leve, depois fui passando o dedo no cu e na bucetinha dela e comecei a foder ela com o dedo. Depois de juntar dois dedos, ela já estava gemendo. Me ajeitei e comecei a fazer cada vez mais rápido, e ela gemendo enquanto chupava o L. Teve uma hora que eu acabei subindo a mão demais e acabei enfiando o dedo no cu dela, que ainda estava um pouco sensível da foda de antes com o L.
– Ai meu cu!”
Respondi, sarcasticamente:
“J: – Opa, foi sem querer.”
“S: – Aham, sei.”
 Continuei fodendo ela com os dedos e chegou uma hora que ela deu uma gemida mais alta e até deu uma cambaleada pro lado, acho que ela deu uma mini gozada. Eu, que nunca havia conseguido fazer minha própria esposa gozar, fiquei pasmo. Fiquei em dúvida se minha esposa era muito difícil ou a S que era muito fácil. Depois de um tempinho, ela resolveu cavalgar o L novamente, e disse:
– Vem cá, J. Quero te chupar mais um pouco.”
Como o L estava encostado na parede e ela estava sobre ele, não tinha como a gente fazer do outro jeito que havíamos feito. Perguntei como, e ela disse que era pra eu ficar de pé em cima da cama. Levantei, meio desajeitado, e fui até ela, que abocanhou meu pau com gosto. O L, para não deixar barato, aumentou o ritmo dos movimentos, o que a fez gemer mais enquanto me chupava, e quase a fez me arranhar também. Devido a minha posição, eram bem evidentes as marcas de arranhão nas costas e ombros do L, que denunciavam o comportamento da S durante o sexo. Depois de um tempo, ele reclamou que estava sentindo dores e resolveu parar por ali mesmo.
A S então saiu de cima dele e voltou a me chupar, ajoelhada na cama, e dessa vez dizendo que iria tirar a camisinha pra poder me chupar melhor. Encarar ela daquele jeito, que me olhava com um olhar safado sem igual, estava me deixando com um puta tesão. Enfiei o pau na garganta dela algumas vezes, e ela deixava sem reclamar. Eu estava doido pra gozar na boca dela, o que não havia tido a oportunidade antes. Até tirei o pau da boca dela e pedi pra ela chupar o meu saco, enquanto me masturbava. Ela disse:
– Vai gozar na minha boquinha?”
Ela até abriu a boca e ficou com a linguinha pra fora. Eu até tentei, mas como já havia gozado quatro vezes, todas elas de um jeito gostosíssimo, eu já havia esgotado minha cota de porra daquele dia. Até brinquei com ela:
– Aff acho que tô sem munição….”
Como o L havia ido ao banheiro, ela deitou na cama, abriu as pernas e disse baixinho:
“S: – Vem, vamo fazer mais um pouquinho.”
“J: – Mas como? Eu já tô sem camisinhas.”
“S: – Não tem problema. Pode vir.”
“J: – Tem certeza?”
“S: – Sim, vem.”
Hesitei um pouco, pois havíamos combinado antes que iríamos fazer só com camisinha. Aí ela vem logo me pedindo pra fazer sem? Assim ela vai me deixar doido…
Ajoelhei e encaixei o pau na bucetinha rosada dela, levantando suas pernas. Comecei um vai e vem devagar, e eu disse, com ela gemendo um pouco:
“J: – Assim é bem melhor né?”
“S: – Ah… Aham…”
Continuamos assim, aumentando o ritmo até que o L voltou. Aparentemente ele não estava muito contente de nos ver naquela posição enquanto ele havia ido ao banheiro. Acho que ela viu a expressão dele e me pediu pra dar licença. Eu saí de cima dela e sentei na cama. Ela disse:
– J, acho que chega por hoje ok? Pode ficar deitado um pouco aqui na cama pra descansar, não precisa ter pressa tá?”
Respondi que tudo bem, e deitei no canto da cama. Ela deitou no meio e depois de alguns segundos levantou e disse:
– Querem sobremesa?”
Respondemos que sim, e eu levantei. Ela foi toda pomposa, ainda peladinha, na cozinha buscar a gelatina que haviam me mostrado antes. Curiosamente, o que talvez deixou o L mais bravo ainda, ela serviu gelatina primeiro pra mim, depois pra ele. Comi a gelatina e deitei mais um pouco para descansar, e logo depois ela também deitou.
“S: – Nossa gente, tô acabada.”
“J: – Eu quem diga, parece que um trator me atropelou e deu ré em cima de mim, umas três vezes.”
“L: – Também tô morto.”
“S: – Haha, quem diria que eu ia conseguir nocautear vocês dois kkkkk”
“J: – Nocaute delicioso Kkk Você chupa muito bem viu…”
Acho que ela ficou um pouco constrangida.
“S: – ……..Obrigada….”
Depois de alguns minutos sob um silêncio constrangedor, com nós três refletindo sobre o que havia acabado de acontecer, já passavam das 2h da madrugada. Fiquei morrendo de calor depois de toda aquela brincadeira, e quando o frio bateu novamente resolvi levantar e vestir minha roupa. Eles aproveitaram pra fazer o mesmo também. Pronto pra voltar pra casa, peguei o gel, juntei a camisinha usada e joguei no lixo do banheiro, voltei e me despedi dos dois:
“J: – Mano, obrigado por tudo e até mais.”
“L: – Nada, que isso.”
“J: – S, obrigado por me deixar comer sua……gelatina kkk”
“S: – Ah tá, achei que ia falar… Deixa quieto.”
“J: – Até mais, e obrigado por tudo mesmo.”
“S: – De nada, deixa que eu abro o portão pra você.”
Ela me acompanhou silenciosamente até o portão, eu disse tchau novamente e fui embora. Não fui mais lá, e uma semana depois, não aguentei mais e resolvi falar pra S tudo o que eu sentia por ela, além de intimá-la pra algo mais sério. Infelizmente ela além de me rejeitar, contou tudo ao L, e a minha esposa também ficou sabendo. Fiquei sabendo nesse dia que um dos principais motivos de eles terem saído de casa foi que a S estava começando a gostar de mim, e inclusive já tinha até sonhado com tudo que havíamos feito. Eu e o L acabamos ficando brigados desde então por conta dessa situação toda e o meu relacionamento com a minha esposa também nunca mais foi o mesmo.
Então amiguinhos, lembrem-se: peguem mas não se apeguem. Mas se já se apegaram, não se peguem: vai dar ruim. Principalmente quando se trata da propriedade dos outros.
Até a próxima.

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