A índia

Ela estava apressada, o dia prometia. Já eram quase 07:00 horas da manhã e o tempo corria mais do que metrô no qual ela se encontrava.  Pelo andar da carruagem, ou melhor, pela locomoção do transporte público, seria impossível chegar no horário no serviço.

Já na primeira parada, ele entrou no vagão, imediatamente notou aquele belo corpo, magro, barriga “seca”, mas com um quadril notável, o qual ressaltava as curvas lindas naquele corpo moreno. Ele analisou cada centímetro da moça, cabelos lisos até a cintura, pele jambo quase negra, olhos redondos e negros, boca carnuda, seios irremediavelmente pequenos, mas no tamanho perfeito para que completassem a extensão de sua mão, cintura fina, quadris largos, coxas grossas e panturrilha bem torneada, não só pelo destaque que recebia da utilização do salto alto, mas da própria genética.

Ele sempre costumava dizer: “as mulheres brancas que me perdoem, mas as negras quando dão para serem gostosas, tornam-se imbatíveis.”. Seu ditado se encaixava nela. Certo é que durante um bom tempo, ele não conseguia ver as nádegas, mas o tempo lhe retribuiu. Assim que ela se virou, expôs sua bunda redonda, gostosa, a qual estava visivelmente “acobertada” por uma lingerie fio dental. Imediatamente ele ficou tarado, pensou em como seria bom se ele conseguisse fodê-la.

Mas, praticamente em uma crise existencial, ele sabia que sua presença era insignificante, não só pela atenção que ela destinava aos minutos, mas também pelo fato de que em momento algum, aqueles olhos negros se dirigiam à sua presença.

Após algumas estações, ela desembarcou em alguma estação, hesitando um pouco, ele acabou descendo também.

Durante ela caminhava, ele observava vidradamente os movimentos das nádegas, as mesmas que lhe deixara tarado minutos antes.

Que delícia.

Ela desceu pela escada rolante sem notar que estava sendo seguida, fato que favorecia a intenção dele, pois seria preciso encontrar alguma brecha para abordá-la.

Ao continuar observando-a, ele teve uma ideia, pegaria uma nota de dinheiro no chão, a chamaria para “devolver” o valor que, supostamente, teria caído da bolsa.

Assim, o fez.

Mas, o montante fora rejeitado, ela disse:

– O dinheiro não é meu.

 

Ele fez com a cabeça sinal de afirmativo, mas aproveitou o ensejo para elogiá-la, diante sua nítida honestidade. Elogios aceitos, ele se arriscou:

– Posso lhe pagar um almoço? Já que o dinheiro ficará comigo, pois não tenho para quem devolver? Assim, usufruímos do achado juntos.

A moça rejeitou também o convite. O achou audacioso, mas ficou internamente feliz, pois ele era um homem muito bem apessoado: moreno, alto, bonito e sensual (juro que nunca ouvi essa expressão antes, hehe).

Ele insistiu, mas não logrou êxito. Acabou entregando seu cartão para ela, caso mudasse de ideia.

Todavia, ela não era de mudar de opinião e pensou em jogar o cartão fora, mas por obra do destino o colocou no bolso “para não jogar na frente dele” e acabou esquecendo o contato na roupa.

Alguns dias passaram, eles não tiveram mais contato. Então, quando ela foi colocar a roupa para lavar, viu o cartão do rapaz.

Decidiu entrar em contato.

Assim, marcaram de se encontrar em um famoso restaurante de São Paulo, lugar belíssimo, com comida de alta qualidade e um “visu” expressivo.

Assim, as luzes da cidade testemunharam o surgimento da melhor mistura de sentimentos possíveis: mistura de ansiedade, com tesão, carinho, sedução, lascívia, libertinagem. O casal se preparava para ir embora, rumo a algum motel na grande metrópole, quando tiveram uma ideia inusitada, por qual razão não iam para algum outro lugar naquele mesmo prédio? O clima estava quente, o que facilitaria algo mais picante em alguma escada qualquer.

Desceram até o térreo, conseguiram se desvincular de outras pessoas que por ali circulavam e alcançaram a escada, desceram até a garagem, depois pegaram o elevador até o último andar. Assim, o acesso às “antenas” do prédio foi concretizado.

Chegando lá, aproveitaram a presença das inúmeras estrelas e começaram a se beijar ardentemente. Ele a pegou pela cintura e a puxou contra seu próprio corpo.

A índia sem hesitar, pulou no colo do seu homem, o prendeu por entre as pernas cruzadas e manteve o beijo que já lhe tirava o fôlego.

Após alguns segundos, teve sua bunda agarrada por mãos másculas, fortes, porém delicadas, de quem muito provavelmente passava muito tempo atrás de uma mesa, mas que sabia da importância da malhação.

Ela começou a mexer os quadris, fazendo com que o membro ereto, começasse a roçar seu clitóris, levando-a loucura.

Não demorou muito para que ele a colocasse em cima de uma pequena área de cimento, tirando-lhe parte da roupa e ajoelhando à frente daquela mulher caliente, sugando-lhe cada gota de sua humidade.

Ele contornava os grandes, pequenos lábios, clitóris, enquanto ia massagendo-lhe os seios. Não demorou muito para que ele tentasse explorar o ânus delicioso da fêmea sedenta, o que fez com que ela soltasse um gemido um pouco mais vibrante. Assim, ele enfiou, primeiro um, depois o segundo e o terceiro dedos dentro daquela chavasca, permanecendo a sucção no rabinho arrebitado.

Assim ela chegou ao primeiro êxtase, ela se levantou e começou a sugar o pau duro do rapaz. Fazia movimentos circulares com a língua, engolia o membro na totalidade, ajudava com a mão, também fazendo movimentos e forma de círculos enquanto passava a língua na cabeça, deixou aquela pica extremamente molhada.

Sentou-se novamente no cimento, encaixou o membro na porta de sua buceta e fê-lo penetrar de uma só vez. Enquanto ele se movimentava para frente e para trás, ela tentava encaixar suas reboladas em um só ritmo.

Abraçou-o pelo pescoço e jogou seu peso em cima dele, que  não demorou para se levantar e coloca-la contra a parede, segurando-a pela bunda, colocando as pernas deliciosas por cima de seus braços.

Quando estava quase gozando, ele a olhou bem no fundo dos olhos, quase que implorando para foder aquele rabão, o mesmo que fora destacado pelo fio dental de outrora.

Ela entendendo o recado, colocou-se de quatro e puxou a cabeça dele contra seu rabo, fazendo-o molhar ainda mais o caminho do pecado.

Ela rebolava de tesão, quando ele forçou um dedo, o qual entrou sem dificuldades.

Imediatamente, ele se levantou e a penetrou devagarinho, até que o membro ocupasse toda a extensão do buraco desejado.

Quando ela ficou mais a vontade, ele segurou os longos cabelos e começou a puxá-los, enquanto dava tapas nas nádegas perfeitamente redondas e soltava adjetivos vulgares para ela. O que a fez sentir-se realmente uma mulher repleta. Assim, ela começou a se estimular até gozar mais uma vez.

Quando ele percebeu que chegaria ao ápice, se levantou e ejaculou nos peitos deliciosos da índia.

Contrariando o preconceito humano, passou a lamber a própria porra, completando o ato com um beijo mais demorado da noite, o que fez com que ela engolisse todo o leite jorrado, limpando cada centímetro de sua boca.

Se ajeitaram e desceram novamente. A noite foi perfeita, a foda ótima. Se beijaram e se despediram, não sem antes marcarem um próximo encontro.

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