A executiva

Ele andava muito confuso, seus desejos pecaminosos e indecentes tomavam-lhe a razão na grande maioria das vezes, seu raciocínio não era mais o mesmo, seu poder de concentração também não.

Ele travava uma batalha interna das mais agressivas, os desejos eram capaz de retirar-lhe também, a dignidade e a hombridade. Era a hora de se ajustar.

Mas, a vida nem sempre ajuda e nos coloca frente-a-frente com o pecado, de modo que não há para onde correr a não ser colocar-se em um pedestal de quase Deus, para, somente assim, resistir.

A força necessária para isso ficara para trás, não havia modo de vencer a vida boêmia, as fodas bem dadas, nem o acompanhamento ideal, o velho e bom álcool.

Então, em certo dia, cansado, Eduardo vai visitar um cliente, por fora o prédio era charmoso, imponente, daqueles que, só de olhar para, já se sabe que pessoas importantes ali trabalham.

Ao dirigir-se ao hall dos elevadores, teclou no computador que iria no 17º andar, em resposta a tela mostrou-lhe o elevador B1. Poucos segundos se passaram e Eduardo deu seu primeiro passo para entrar no transporte entre andares, quando viu uma moça se aproximando. Teresa falava ao telefone, parece que iria precisar de uma liminar contra um hospital, alguém estava internado e o nosocômio teimava em negar atendimento.

A moça parecia desesperada.

Ele não pode deixar de notar, o corpo baixo, um pouco cheio, era delimitado por uma calça branca com detalhes na mesma cor, destacando que ela tinha um derrièreindefectível. O casaco cinza cobria a camisa preta, extremamente decotada. Decote esse que chegava a beirar a vulgaridade, mas mostrava um lindo e grande par de seios, daqueles que se apalpa como se pegasse um melão.

Os peitos eram deliciosos.

A conversa não seria finda durante a estada de ambos no elevador. Perverso, ele não hesitou em ter os mais variados desejos e fantasias com Teresa, imaginava desnudá-la ali mesmo e fodê-la por trás, olhando para a câmera de segurança, enquanto o vigia presenciava tudo atrás do monitor, sem poder expressar o tesão que sentia com tudo aquilo.

Chegaram no elevador da moça que, estabanada, não podia segurar tudo ao mesmo tempo agora, bolsa, sacola, telefone e tudo o que uma mulher consegue e pode carregar.

Assim, ele bem que tentou, mas não logrou êxito, à frente do elevador estava Carlos, um rapaz de olhos azuis, alto, magro, bem trajado, novo, pronto para ajudar Teresa a chegar à sua sala.

Frustrado, Eduardo ficou no elevador e rumou até seu destino.

O tempo passava que era uma beleza, as horas pareciam segundos, o sol não parecia estático, mas em movimento contínuo, o mesmo de um carrossel.

Chegada a hora do jantar, Eduardo foi convidado por Duran para que provassem um restaurante italiano que havia sido inaugurado no quarteirão fazia apenas alguns dias.

Convite aceito.

Eduardo tinha vaga lembrança da mulher que encontrara ao chegar no prédio e passou a imaginar que bom que seria se ela pudesse degustar a massa italiana que o aguardava.

Eduardo e Duran conversaram durante um bom tempo. Jantaram. Beberam.

Na hora de ir embora, Eduardo apercebeu-se que havia esquecido uns documentos no prédio. Conversou com Duran que iria pegá-los, despedindo-se do amigo.

Ao entrar no prédio, Eduardo avistou que um dos elevadores estava parado no 12º andar, o mesmo no qual Teresa havia desembarcado pela manhã.

Hesitou, mas não conseguiu evitar.

Parou no andar e passou a vistoriar todos os corredores, até que avistou um canto com a luz acessa. Ao espiar, viu que o rapaz que havia ajudado a mulher estava em uma mesa, não havia mais ninguém com Carlos.

Porém, quando estava indo embora, Eduardo ouviu pequenos gemidos e retornou com cautela. Ao espiar novamente, conseguiu perceber que havia uma sombra embaixo da mesa, bingo.

Certamente, Carlos estava recebendo um boquete delicioso.

“Será que é a moça da manhã?”, era a indagação que ficava na cabeça de Eduardo.

Não havia alternativas, Carlos entrou no corredor como se estivesse perdido, e “flagrou”, Teresa se levantando, tentando ajeitar-se e limpando o canto dos lábios. A cena foi fatal, Eduardo imediatamente ficou de pau duro. Sua pica praticamente estourava a calça que vestia.

Fez-se de inocente.

Perguntou alguma coisa, que nem pode se lembrar posteriormente, e foi se aproximando. Chegou junto de Teresa e se ofereceu à ajudá-la a se vestir.

Eduardo se aconchegou, grudou no corpo de Teresa, fazendo-a sentir o membro duro ao mesmo tempo que tinha seus seios cercados pelas mãos do rapaz.

Teresa determinou que Carlos deixassem os as sós, o rapaz, ainda que hesitando, deixou o casal em um calor intenso, daqueles que queimam as partes íntimas, que seria capaz de forjar a maior representação do tesão.

Eduardo colocou o pau para fora e começou a encochar Teresa, melando a calça branca e entuchando ainda mais a calcinha de Teresa no rego.

A essa altura, a camisa de Teresa já estava aberta e o sutiã já expunha o par de seios deliciosos.

O pau de Eduardo latejava de tesão, Teresa já estava subindo os céus, louca para ser penetrada, desejo que vinha desde o boquete feito em Carlos.

Eduardo não teve dúvidas, afastou a calcinha de Teresa e a penetrou, rápido, firme, de forma intensa, o que fez com que Teresa solta-se um gemido alto e alternasse a cara de dor com a de prazer, como uma vadia no cio.

Ela rebolava, muito, deliciosamente formando círculos com os quadris. Teresa sabia arrebitar a bunda, ficava na posição como poucas, o que deixava Eduardo ainda mais louco.

As estocadas eram cada vez mais fortes, fazendo com que Teresa fosse jogada contra a mesa, que era deslocada centímetro, por centímetro.

O casal mudou de posição. Teresa deitou-se na mesa e Eduardo deitou por cima, penetrando-a e sugando os seios fartos da executiva, que mexia os quadris e gemia, pedindo cada vez mais.

Eduardo a penetrava vagarosamente, olhando-a nos olhos, sentindo o mel que brotava da buceta de Teresa, que gozou loucamente.

Após, ela ajoelhou-se e começou a lamber a cabeça do pau de Eduardo, ora sugando-o, ora lambendo-o e, ainda, engolindo-o.

Ainda chupou as bolas, enquanto punhetava o pau do rapaz.

A gozada foi intensa, fazendo com que Teresa bebesse a segunda leva de leitinho quente.

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