A vida secreta de Fernandinho

Bom, vou começar minha primeira história me apresentando. Meu nome é Fernando, tenho 28 anos, sou bem branquinho e loirinho, tenho 1,80, peso 67kg, moro em SP e admito: amo um pau grande. Não pense que sou gay, aquele viadinho que todo hétero no fundo olha e já pensa “Que bicha!”. Sou hétero (pelo menos é como a sociedade me vê), já namorei e gosto de sair com mulher, sim. Mas, como disse, tenho um ponto fraco grande e grosso, por assim dizer (acho que me entendem).

Assisto a filmes pornô desde os 10 anos, mas só quando tinha 14 me dei conta de uma coisa curiosa, que aparentemente não acontecia com meus amigos: eu sempre prestava muito mais atenção no ator.

Sempre que eu gozava olhava fixamente para aquelas rolas grandes, de típicos machos alfa, metendo com força ou gozando nos rostos alegres de atrizes muito bonitas e gostosas, mas que não me atraíam mais do eles. Talvez alguém vá me entender, mas em todo caso me sentia hétero com forte atração por pica.

Bom, agora que já sabem um pouquinho sobre mim, quero contar minha primeira experiência com um pau – que não o meu, óbvio. Estava na oitava série e tinha um cara na minha sala um ano mais velho que eu. Um desses repetentes com pinta de bad boy, sabem? Ele claramente não valia nada.

Ia mal nas provas, arrumava confusão, pegava um monte de menina e só sabia jogar bola, falar de boceta e futebol. Com o tempo nos aproximamos um pouco, e eu era mais inteligente do que ele na escola (não que fosse difícil).

Como sempre, ele precisava de nota e quis fazer dupla comigo em um trabalho de geografia. Não sei bem porquê, mas aceitei. Nunca faria isso em sã consciência, mas algo dentro de mim falou “Sim, você vai fazer o trabalho com ele (para ele, na verdade)”. E marcamos na casa dele.

Nunca vou me esquecer desse dia. Era uma quarta-feira e fomos direto da aula para lá. Ele me falou que nunca tinha ninguém em sua casa de tarde, pois sua mãe trabalhava e sua irmã estudava. Depois de um rápido lanche na padaria, chegamos ao prédio, um condomínio de prédios de classe média-alta na Zona Norte da cidade de São Paulo.

O apartamento não era muito grande, porém muito bonito, iluminado e bem decorado. Fomos ao seu quarto e abrimos os livros e enciclopédias (na época não havia Wikipedia e o Google ainda não tinha a importância de hoje) e começamos as pesquisas para o trabalho. Evidentemente, em 5 minutos percebi que apenas eu estava levando o trabalho a sério, enquanto ele falava que não estava entendendo nada e já de saco cheio.

Pouco depois, o meu amigo, cujo nome é Emerson, sugeriu que deixássemos isso de lado para assistir a algum filme. A princípio hesitei, mas ele é desses tipos insistentes que (quase) sempre consegue o que quer com a lábia. Desisti do trabalho e fomos pra sala, ele fechou a cortina e começou a procurar um filme.

Depois de algum tempo procurando algum título interessante, ele virou pra mim e falou “Tive uma ideia, mas não sei se vai concordar. Vamos colocar um pornô e bater uma punheta? Só pra dar uma relaxada antes de voltar ao trabalho”. Na hora fiquei meio sem saber o que fazer. Falei “Tá louco? Bater punheta juntos? Que porra é essa?”.

Mas, como disse, ele é do tipo insistente e tenho certeza que um macho alfa como ele consegue perceber quando outro cara, mesmo que lá no fundo, curte uma rola. “Relaxa, só um pornozinho. Vai dizer que não curte?”, ele disse. “Curto, mas só vejo sozinho”, respondi. “Vejo direto com meus brothers, na boa. Não tem nada de viadagem nisso, só vamos bater uma rápida e pronto”.

Claro que ele me convenceu. Colocou um dos muitos DVDs pornô que tinha (Não lembro mais o nome do filme, mas envolvia negros roludos comendo meninas novinhas e bem magrinhas) e rapidamente ele abaixou as calças e a cueca e começou a se tocar. A partir daí, minha atenção começou a se mudar do filme para ele, conforme seu pau foi ficando duro e crescendo.

Eu nunca tinha visto outro cara de pau duro perto de mim, e logo percebi que estava gostando de ver ele se masturbar. Seu pau era bonito, tinha uns 17cm, bem cabeçudo e mais grosso do imaginaria. Rapidinho ele percebeu que eu o olhava e perguntou “Tá curtindo meu pau, é?”. Só nessa hora me dei conta de que estava com água na boca, sem saber ao certo o que sentia nem o que responder.

“Não, só queria comparar com o meu”, disse e sorri sem graça. “Pode admitir, não vou contar pra ninguém. Algo me dizia que você curte um pau, na verdade”. “Não curto, sério. É só que o seu pau é maior que o meu e fiquei meio impressionado”, menti.

Nessa hora, ele pegou minha mão e levou até o pau dele, e eu, obviamente, não ofereci nenhuma resistência. “Para de mentir pra você mesmo. Tá na sua cara que você quer sentir meu pau”, ele falou. E antes que pudesse responder já estava batendo uma punheta pra ele.

Conforme eu subia minha mão para cima e para baixo, ele ia me falando como gostava mais. “Segura com mais força. Agora desce menos a mão, bate mais perto da cabeça”. Cada pedido dele me dava mais tesão e meu pau também parecia uma pedra dentro da calça.

A essa altura eu já não recusaria nenhum pedido dele e ele percebeu isso e falou “Quero sentir essa sua boca me chupando. Já mamou alguma rola antes?”. “Nunca. Será que sei fazer isso?”, perguntei, com um pouco de receio de não fazer direito. E ele me tranquilizou: “Sempre tem uma primeira vez. Pode deixar que vou te guiar exatamente do jeito que gosto”.

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Eu me ajoelhei no sofá do lado dele e levei a boca até a cabeça enorme do seu pau. Por uma fração de segundo parei, meio que brigando comigo mesmo. Se eu fosse em frente com isso não ia ter volta: eu viraria um viciado em rola.

Meu lado hétero tentava me convencer de parar, mas ali, a 1 cm daquele pau, sentindo aquele cheiro de rola e olhando para ele duro e pulsante, eu já tinha me decidido.

Abri a boca, coloquei minha língua pra fora e comecei a lamber aquela pica, subindo da base para a cabeça, sentindo e adorando aquele gostinho. Conforme eu lambia, ele gemia baixinho de tesão, e foi aí que percebi que eu queria muito dar prazer a ele e fazê-lo gozar loucamente.

Depois de lamber bem, ele me segurou pelo cabelo, olhou no meu olho e mandou eu chupá-lo. Logo passei a mamar o pau dele, chupando a cabeça e descendo um pouco até perto da metade. A mão dele acompanhava o movimento segurando minha nuca com força, mas sem empurrar muito a fundo.

Em pouco tempo o pau dele estava muito babado, com minha saliva escorrendo pelas bolas e molhando a cueca dele. Eu já não tinha mais controle nenhum quando ele me afastou. Na hora pensei que estava fazendo algo de errado e fiquei com receio de não ter agradado, mas ele se levantou, tirou a cueca e a calça, que já estava abaixo dos joelhos e me falou para me ajoelhar no chão.

“Ufa, quando você me afastou achei que eu estava chupando mal”, falei. “ Pelo contrário, sua boca é uma delícia. Só quero te ver me mamando do joelho no chão, igual a essa atriz do filme”, disse. Já nem lembrava mais do filme, tão envolvido que estava com ele. Prontamente fui para o chão e comecei a chupar aquele pau extremamente duro novamente.

Tentava acompanhar os movimentos da atriz do filme, mas ela tinha uma experiência e técnicas que eu ainda iria desenvolver. Ele percebeu que me esforçava, mas sem conseguir chupar de um modo tão rápido e profundo quanto ela, e pediu para eu deixar minha cabeça parada enquanto ele ia foder minha boca.

Ele segurou minha cabeça com força por trás e começou a movimentar o quadril para frente e para trás, cada vez mais rápido e com mais força. Como não tinha habilidade para aguentar seu pau até minha garganta, ele metia até a metade sem que eu me engasgasse, mas com força o suficiente para ele ter prazer e eu quase não conseguir respirar.

Um minuto depois minha boca estava vazando saliva, escorrendo pelo meu queixo e caindo na minha camiseta, deixando uma mancha molhada no meu peito. Eu apenas segurava suas coxas com minha mão, enquanto ele fodia minha boca e não parava de gemer.

Eu sentia seu pau latejando lá dentro e sabia que a qualquer momento ele ia acabar gozando. Ele se empolgou um pouco algumas vezes e acabou enfiando o pau mais fundo do que eu aguentava, me fazendo engasgar, tossir e lacrimejar um pouco. E eu percebi que isso deu muito tesão nele, então não reclamei de nada. Um passivo que se preze tem que fazer de tudo para seu macho ser feliz, e aprendi isso bem rápido.

Alguns minutos depois ele cansou de foder minha boca e eu passei a mamá-lo e punhetar aquele pau totalmente molhado de baba. Aí era questão de tempo até que ele gozasse, o que não demorou a acontecer.

Com um gemido alto, ele tirou o pau da minha boca e começou a se masturbar rapidamente e me avisou: “Vou encher seu rosto de porra agora”. Sempre tive tesão nisso quando assistia a filmes pornô, logo, apenas aceitei mexendo a cabeça afirmativamente.

Segundos depois ele gozou. A porra era bem farta, quente e grossa e eu senti duas coisas conflitantes ao mesmo tempo: um pouquinho de nojo pelo cheiro, já que era a primeira vez que sentia alguém gozar em mim, e um tesão inexplicável que me fez sorrir enquanto estava ajoelhado e recebendo aquele leite no meu rosto.

O nojo passou rápido e o tesão foi muito maior, especialmente quando ele disse que tinha sido a melhor gozada da vida dele. Isso me fez sentir uma sensação de alegria e excitação que nunca tinha sentido, mas que iria ter muitas outras vezes.

Depois de alguns segundos ali parado, ele saiu e foi buscar uma toalha para me limpar. Depois de limpos, estávamos inspirados para concluir o trabalho da escola, o qual tiramos 10 e o ajudou a não ficar de recuperação de novo. Claro que esse não foi o único trabalho em dupla que fizemos, mas isso é assunto para outras histórias.

Abraços
Fernando

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