Uma raposinha em minha vida

Uma raposinha em minha vida

Uma raposinha em minha vida

Ela é minha raposinha e eu tento ser seu príncipe cheio de defeitos na busca de agradar. Ela sempre é o meu primeiro pensamento pela manhã e o último ao adormecer, sempre tento ser atento ao seu sorriso e a sua voz doce, porque de verdade ela me alegra o coração.

Desde que a conheci para mim foi uma surpresa, uma mulher alta, grande de aproximadamente 1,75 de altura, 70 quilos, morena clara e com uma gozada que me deixou louco e surpreso, quando vi aquilo pela primeira vez tive certeza que tinha sido contemplado com um presente divino.

Eu de maneira geral não sou nenhum ser de aparência especial, pelo contrário sou bem normal para dizer a verdade, tenho 1,80 de altura, magro, moreno escuro e com aproximadamente 80 quilos, nenhum traço que chame atenção de maneira imediata.

Já que falei um pouco sobre nossas características físicas, passo a agora a nos apresentar, seremos chamados para este relato de Marina e Junior como ela mesma escolheu, mas vez por outra posso deslizar e chamá-la de raposinha, pois é assim que eu a defino, como alguém que me cativou e que passei a me sentir responsável.

Se vocês me perguntassem que tipo de relacionamento nós temos eu diria que não sei, não consigo definir nos moldes atuais o que seria, só sei que a cada dia gosto mais dela e acredito modestamente que é reciproco, pois não existem cobranças ou compromissos formais, mas o desejo de estar próximo e querer bem só aumenta.

Não imaginem que não haja brigas e desentendimentos ou que seja tudo perfeito, pois, isso não detalharia a verdade, tem vezes que tiro ela do sério e tem vezes que ela me deixa extremamente irritado, mas diferente de tudo que já vivi, tentamos nos compreender e acabamos concordando que o mais importante e ficar próximo um do outro.

Neste enlace se passou mais de um ano dessa gostosa aventura, peço desculpa aos leitores por esta pequena introdução, mas para mim seria inócuo começar esta homenagem sem de alguma forma, sem pudor ou vergonha, deixar claro o quanto ela é especial para mim.

Desde nossas primeiras transas ela me confidenciou o desejo de realizar fantasias eróticas, e dentre elas a principal, um ménage feminino, eu de pronto fiquei extasiado e pronto a realizar aquela aventura, porque este também era um desejo a muito acalentado em minha alma, que pelo encontros e desencontros da vida nunca havia encontrado alguém desprendida o suficiente para realizar.

Ela por sua vez, me contou ainda um pouco acanhada, que tinha tentado comentar com namorados que tinha tido este desejo mas que era intimidada pelo nível de preconceito que apresentavam, incrível é que mesmo entre as amigas com as quais trocava tais confidencias, sempre ouvia frases do tipo: “você não é garota para isso ou isso não é a sua cara”.

Sabe, a maioria da pessoas preconceituosas acabam por definir as pessoas que desejam praticar um ménage como alguém pervertida ou tarada, nunca vendo que esta é uma fantasia que pode ser vivida e experimentada por apenas uma vez ou pelo resto da vida, e ainda, que as pessoas que assim desejam são pessoas normais que vivem por ai fugindo do óbvio e tentando ser o que realmente são.

Diante de dessa maravilhosa surpresa nos colocamos a procurar alguém para realizar o tão sonhado desejo, muitos foram os contatos, mas cada uma moça a seu modo achava uma forma de dizer não.

Nunca foi uma opção nossa desistir, porque era algo nosso, um dava força para o outro, animava e mantinha acessa a chama dessa aventura, para tal, até entramos no SEX LOG, mas por incrível que pareça não conseguimos pessoas palpáveis que estivessem dispostas a realizar um ménage feminino.

A dificuldade que se apresentou logo foi direcionada para outras possibilidades, e decidimos que se encontrássemos um casal compatível iriamos partir para a aventura, até batemos papo com um casal de nossa cidade, mas o que aparentou foi que o rapaz dominava todas as ações e que a moça ou não existia ou não conseguia interagir, o que nos deixou bastante frustrados e acabamos por desistir de contato pelo site.

Com quase um ano de buscas, promessas e decepções, em uma tarde, ela me mandou uma mensagem perguntando se eu lembrava de uma certa moça que tínhamos falado a alguns meses atrás e até enviado algumas fotos de nossas transas, eu sem saber direito disse que não lembrava, ela toda animada me falou que estava tudo certo para a próxima segunda.

Poxa aquilo realmente estava próximo, ela alegre e satisfeita contava os dias e eu pensava como homem se iria aguentar duas gatas selvagens e safadas. Cada dia parecia uma eternidade, eu queria que chegasse logo, conversávamos todos os dias sobre a transa, fazíamos planos e desmanchávamos só de ansiedade.

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Em fim o dia chegou, a moça que vou chamar de Ana tinha marcado para quatro horas da tarde, assim nos dirigimos para o motel um pouco antes para aguardar a convidada, o local não tinha nada de especial, era um motel como muitos por ai, mas aquele seria o nosso ninho de putarias, a cama era redonda e na cabeceira existiam vários produtos eróticos o que deixava o clima mais atraente para o sexo, a TV estava ligada em um filme de sexo onde casais trepavam a mil, nas paredes existiam desejos de um casal se amando, tudo que poderíamos esperar de um lugar aconchegante para nossa diversão.

O clima de tesão exalava no ar mas como tudo na vida, nossos sonhos não escapam dos imprevistos, logo que chegamos ao local recebemos uma ligação e com ela um balde de água fria, ANA iria se atrasar e nos ficaríamos no motel durante duas horas sem fazer nada, pelo menos foi o que ela pensou (Risos), ela ficou muito nervosa com o atraso e começo a pensar que não ia mais rolar, eu tentava manter a credibilidade viva e começamos a nossa festa particular, de maneira sapeca começamos a nos beijar e logo eu estava chupando aquela buceta que me banha de gozo, ela gozava e dizia: “não podemos gastar as energias antes da hora”, eu fingindo ficar preocupado recuava só para logo voltar a carga de novo, ela gozava como uma putinha no cio e eu adorava ver ela tremer na minha pica.

Em meio aos gozos paramos para descansar e falamos do nervosismo do momento, ela muito apreensiva dizia não saber como se comportar, como beijar ou tocar outra mulher, eu disse que deveríamos somente aproveitar o momento porque aquilo que queríamos estava prestes a acontecer, ela sorriu para mim e fizemos uma pacto que seriamos a dupla de sempre e tentaríamos aproveitar ao máximo o momento sempre pensando um no outro.

Ana chegou até o motel, uma morena roxinha, 1.60 de altura, magra, com marquinha de bronzeado, uma tentação de tesão, ela estava prestes a ser chupada pela minha raposinha e eu estava achando o máximo. Ao entrar no quarto elas logo começaram a conversar coisas de mulheres, o que me deixou meio deslocado, começaram a beber uma cerveja e foram ficando mais soltinhas, do nada eu tive uma ideia e propus que estávamos com roupas demais, elas concordaram, eu tirei a parte de cima da lingerie da Marina enquanto ela tirava a roupa da Ana, logo estávamos todos nus e elas duas se beijavam lindamente como nem em sonho eu poderia imaginar.

Em meio aquele beijo doce elas deixaram suas bundas deliciosas expostas na minha frente, eu não resisti e pela primeira vez na vida toquei duas bucetas ensopadas ao mesmo tempo, minha mão esquerda dedilhava a buceta de Ana enquanto que com a direita tocava a xoxota de Marina, masturbei-as com tesão e só ouvia os gemidos entre os beijos e chupadas, não sei se pelos dedos em suas vaginas ou pelos tesão das chupadas que trocavam.

Logo Ana começou a chupar Marina com prazer e tesão eu olhando que a buceta de Ana tinha ficado livre, chupei todo seu néctar saboroso com força e cuidado, o que fez ela chupar Marina com mais força e tesão, foi quando veio o primeiro gozo forte e jorrante como de costume, ela gozou forte na cara da nossa amiga que não pareceu ter se importado muito devido o esguicho.

Para retribuir eu e Marina começamos a chupar Ana em conjunto, enquanto Ana gemia alto de tesão, pela primeira vez na transa eu olhei nos olhos da minha raposinha e trocamos um beijo apaixonado com a contribuição do clitóris de Ana, eu dei o beijo mais sincero e agradecido da minha vida e contemplei o sorriso mais puro e afetuoso que já recebi, naquele momento, entendi que tinha dado tudo certo, todas a inseguranças e obscuridades geradas pelo desconhecido tinham ficado para trás e agora era só aproveitar.

Marina de forma bem ousada partiu para o ataque, algo que para mim foi surpreendente, abriu as pernas da pequena Ana e chupou com tara e volúpia, Ana gemia mais uma vez forte, como gemeu várias vezes naquela tarde, eu por minha vez já me posicionei atrás de Marisa que estava de quatro a chupar a bucetinha de nossa amiga, e meti gostoso na buceta dela enquanto contemplava minha putinha safadinha chupando aquela buceta úmida.

Aos leitores que nunca experimentaram a sensação e a afetação estética de ver tal espetáculo eu posso afirmar, nunca vi coisa mais gostosa e excitante, e lindo ver aquela boca que te beija entre as pernas de outra fêmea lambendo e sorvendo como uma gata selvagem, depois de alguns minutos nesta posição mudamos mais uma vez, a eletricidade estava no ar e as moças queriam se pegar de novo.

Elas se entrelaçavam como forças da natureza, eu com expectador não queria atrapalhar a perfeição do momento, cada beijo e cada toque entre elas, parecia uma pintura viva dionisíaca que saltava da imaginação para a realidade. Eu olhava muito feliz e pleno até que cheio de alegria olhei diretamente nos olhos de Marina e perguntei em um gesto se eu poderia meter em Ana, Marina prontamente perguntou a nossa amiga: “tu quer sentir a pica dele?” Ela respondeu: “pode ser”.

Eu não esperei por mais nada, fui para Ana como um animal faminto e meti gostoso na sua buceta melada, babada e pronta para o sexo, enquanto eu metia na nossa amiga, Marina me olhava sendo chupada por Ana e sorria para mim com seus lábios me convidando para mais um beijo de doce singularidade, pois nunca tinha dado um beijo como aquele, um beijo regado a sexo, volúpia e tesão, mas um beijo de extrema cumplicidade e companheirismo, sinceramente nunca imaginei que existisse nada tão especial quanto isso.

Logo todos demos uma pausa, ao olhar para o relógio era chegada a hora de Ana partir, eu olhava para Marina e ainda faltava algo, coisa nossa, afeto único, nesse momento me aproximei da minha raposinha e meti nela com força e com todo tesão que tinha, em agradecimento e afeto por todos os momentos que ela tinha me proporcionado e ela logo correspondeu, gozando algumas vezes com o ritmo forte que nos impusemos, enquanto nossa amiga olhava cada detalhe da nossa foda com uma cara de safada e gosto de quero mais.

Aquela foi a noite em que duas pessoas que tinham uma ideia, uma sonho, uma fantasia, realizaram de maneira plena, não porque eram depravadas, promiscuas ou pervertidas, mas porque se permitiram ser humanas nada mais que humanas, vivendo sem preconceitos suas mais intimas vontades.

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