O real e a fantasia se separam no final

“Em Brasília, 19 horas”.

Por coincidência, estava entrando no taxi, em Brasília, na frente ao Congresso Nacional, quando começou a transmissão da indefectível “ Voz do Brasil”. Dali até o meu hotel, não levaria nem 15 minutos, porque o Setor Hoteleiro da capital do País fica muito perto do Senado Federal.

Como jornalista, havia sido destacado de São Paulo para o DF para cobrir um evento político. Foi um dia penoso – como são penosos todos os contatos com essa gente dissimulada.

Cheguei no hotel disposto a pedir algo para comer no próprio apto e dormir rapidamente. Mas, de repente, me deu vontade de “biritar”. Não costumo beber sozinho, mas fui até o restaurante, no 14º andar do hotel, com vista panorâmica, para aliviar as tensões.

Lá em cima havia uma confraternização, algo assim. Depois fiquei sabendo que estava acontecendo uma convenção do Conselho de Administração e um grupo de pessoas conversava animadamente, ocupando várias mesas do bar.

Por volta das 22h, eles foram se dissipando e sobrou apenas um casal, que parecia disposto a prolongar a noitada. Ela: uma loira estilo “classuda”, bem vestida, elegante e, à primeira vista, “biriteira”. Bebia mais do que o companheiro. Ele: um moreno alto, quase negro, jeitão simpático e amável, com uma tipóia no braço esquerdo.

Logo percebi que não eram casados, tampouco namorados, porque a loira olhava pra mim de forma indiscreta e provocadora. Certamente pelo efeito da bebida que não parava de entornar.

Fui ao banheiro e o moreno me seguiu. Enquanto mijavamos, lado a lado, ele sussurrou: “Ela quer te conhecer”.

– Hein?!

Sim, a loira queria me conhecer. Era isso. Voltamos juntos para a mesa, como se tudo estivesse combinado. Beijos, apresentações, mais birita nos copos, risos, histórias e…

Bem, eu nunca havia conhecido uma mulher tão objetiva quanto a Dany:

“Quero experimentar 2 homens”, disse, olhando bem nos meus olhos.

O Tadeu, seu companheiro, apenas sorria nervosamente. Parecia torcer muito para que eu topasse a brincadeira.

É lógico que eu topei. Pagamos a conta, entramos no elevador e, antes de descer, falamos quase ao mesmo tempo:

“Em qual apartamento?”

Havia 3 apartamentos disponiveis. Fomos para o do Tadeu, que era o mais próximo, como se isso fizesse alguma diferença. Ainda no elevador, já estava de pau duro. Encostei suavemente na coxa da Dany e ela arrepiou. Sorriu maliciosamente.

O quarto era grande, dois ambientes, com uma varanda olhando para o Shopping Conjunto Nacional. Dany procurou o frigobar para abrir mais tres latinhas, idéia prontamente aprovada. Brindei com ela e a beijei com gosto de cerveja.

Tadeu chegou por trás e começou a despi-la. O ambiente era de luxuria. Mais tarde descobri que ela estava querendo esquecer um drama romântico. Era noiva e foi flagrada traindo-o com um médico. O noivado foi para o espaço, mas a Dany não parecia traumatizada, tampouco arrependida.

Muito rapidamente estavamos completamente despidos, na cama. Dany pediu para brincar com os dois paus. Ficamos deitados, olhando para o teto. Ela começou a nos chupar com muita e sensualidade. Segurei pra não gozar.

Toda aquela atmosfera poderia levar qualquer um ao orgasmo ao menor contato fisico. Dany disse que sonhava com aquilo em suas fantasias. Mas Tadeu não estava tão duro quanto eu e a menina biriteira concentrou sua habilidade no meu pau. Lambia minhas bolas, chupava carinhosamente e bolinava a buceta freneticamente.

Havia algo errado no ar. Por que, afinal, o Tadeu estava meio por fora? A Dany sabia. E, para a minha surpresa, ela beijou o negrão na boca e deitou suavemente com ele na cama, bem próximos de mim. Quando menos esperei, os dois estavam se beijando e me chupando simultaneamente.

Sim, o Tadeu era bissexual. Enquanto ele & ela me chupavam, ele ficou muito mais excitado, pau duro, punhetando com a única mão que lhe sobrava (lembre-se que ele usava uma tipóia no restaurante). A Dany deixou-o sozinho deliciando-se na minha pica e foi recompensá-lo com uma chupada. Em questão de segundos o Tadeu gozou na boca dela.

Eu estava meio assustdo com a situação, mas mantive a calma. Havia bebido quase tanto quanto a loirtinha safada, que parecia divertir-se como nunca. Coloquei-a de quatro, na minha posição preferida. Tadeu, a esta altura, estava fora de combate, sentado numa poltrona, como mero espectador.

Ameacei comer sua bunda, mas ela disse “não”. Respeitei. Aliás, um conselho para todos os homens do planeta: nunca tente comer um cu sem que a parceira esteja realmente a fim de dar. Deve doer pra caramba.

Meti muito gostoso na buceta mais lubrificada que já vi na vida. Gozamos juntos.

Foi, talvez – pelo conjunto da obra – a melhor trepada da minha vida. Preendo repetir, mas não sei se chamamos o Tadeu da próxima vez.

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