O professor não gosta de Atraso

Alice acordou e preguiçosamente virou para o lado, piscou algumas vezes até que seus olhos conseguissem focar no relógio que estava no criado-mudo, quando conseguiu focar viu que ele marcava 7:20, virou novamente na cama se espreguiçando.
– Ahh não, de novo não!! – Ela deu um salto da cama em direção ao banheiro, tomou um banho rápido e foi se vestir, pegou um vestido tubinho preto, um blazer da mesma cor, colocou um Louboutin preto com acabamento envernizado fosco e a clássica sola vermelha era o destaque. Escolheu rapidamente os acessórios, brinco, colar, anel e relógio, todos de pérola com pequenas zicórnias cravejadas. Secou o cabelo para que ficasse um liso-ondulado quase natural, fez uma maquiagem leve simples e estava pronta. Pegou sua bolsa Dior “C’EST DIOR” de couro de bezerro que faz parte da nova coleção outono 2017 e se olhou no espelho, estava pronta, automaticamente seus olhos foram para o relógio já eram 8:05, ela deveria já estar na aula, pegou seu smartphone e abriu o aplicativo que, nesse momento, seria sua salvação…
Ela saiu do elevador, no pulso os ponteiros marcavam 8:25 ainda bem que existe UBER, em um suspiro de coragem ela avançou em direção a porta da sala, seu olhar suplicante cruzou com o do sério professor, apesar da feição de reprovação ele acenou com a cabeça, ela baixou os olhos por não mais que 5 segundos durante o primeiro passo em direção ao lugar costumeiro. Ao passar por trás do professor ele quase sorriu ao identificar a fragrância Olympea by Paco Rabanne que ela deixava como rastro por onde quer que passava. Ela sabia que era uma das favoritas dele e que ele adorava quando ela se vestia bem, mas ele não podia deixar isso interferir no julgamento dele, ela se atrasou novamente e ele havia avisado que não toleraria atrasos. Sua mente voltou para a classe que estava à sua frente esperando a continuação da aula. Cada vez que ele direcionava o olhar para Alice, ela suavemente baixava a cabeça e voltava a olhá-lo como sinal de respeito e rendimento à ele.
A aula de Direito empresarial já havia perdido a graça, ele só podia pensar em qual das diversas possibilidades ele iria escolher para castiga-la. Sua mente não focava mais, e ela de forma provocativa, pensando que tinha conseguido se livrar do castigo, mordia os lábios e o lápis ao mesmo tempo em que cruzava as pernas e assim deu continuidade ao restante da aula. De forma divertida ele dispensou a turma finalizando mais uma aula e os universitários começaram a arrumar seus pertences e a se direcionarem para a próxima aula que seria um ensaio de júri. Alice acompanhou os outros alunos sendo a última da turma a sair da sala, o professor estava se despedindo na porta quando ela foi sair de forma rápida e quase hábil ele segurou-a pelo braço e empurrou para dentro da sala novamente trancando a porta. Imediatamente ela se ajoelhou de cabeça baixa esperando a primeira ordem daquele que além de seu professor era também seu dono.
O professor abriu sua gaveta, pegou as algemas e ordenou que ela levantasse os dois braços no alto, ela obedeceu na mesma hora ele os algemou e instruiu que ela os mantivesse esticados. Pegou pelo corpo e fez ela apoiar a barriga na carteira e prendeu os braços dela no encosto da cadeira, levantou a saia do vestido e pode contemplar uma lingerie de renda preta que contrastava com a pele clara, a calcinha fio dental entalada entre as nadagas, ele acariciou um lado e outro, bom o polegar segurou o fio afastado e pode ver o cuzinho dela com as pregas quase intactas, ele sempre admirava como não importava o quanto ele arregaçasse o buraco após 2 ou 3 dias ele parecia virgem novamente. Cuspiu no cuzinho que reagiu imediatamente piscando e “engolindo” o cuspe, ele repetiu o movimento e o cuzinho reagiu de novo, dessa vez o polegar dele massageou a entrada, ela mordia o lábio para não gemer, afinal ele ainda não tinha autorizado que ela mostrasse prazer. Ela estava louca e ele adorava isso. O polegar começou a fazer pressão como se pedisse passagem, ela relaxou e dilatou e ele aproveitou para enfiar o dedo, começou um vai e vem com o polegar enquanto os outros dedos apertavam forte a bunda dela, o polegar da outra mão começou a dançar atrevido pelo cuzinho dela pedindo passagem também, e ela deu. O professor alternava a entrada dos dedos quando um saia o outro metia, ela já estava molhada e rebolava no dedo que estava invadindo-a. O professor notou ela dar os primeiros sinais de que estava quase no ápice do prazer, tirou um dos dedos acariciando a bunda e quando ela estava quase gozando veio a primeira chicotada, ela arqueou o corpo.
– Eu disse que não toleraria atrasos, não disse? – Perguntou ele preparando a próxima chicotada.
– Sim, senhor! – Uma nova chicotada veio com a resposta
– E mesmo assim a cadela se atrasou?
– Sim, senhor! – Outra chicotada.
– Gosta de apanhar cadela? Só pode ser já que faz questão de se atrasar ao invés de esperar na sala como seu dono te ordenou.
– Desculpe senhor! – Mais uma vez ela arqueou o corpo dessa vez ele deu duas chicotadas seguidas.
– Darei 5 chicotadas alternando os lados. Está sendo castigada por não ter obedecido minha ordem. Quero que conte cada uma delas, você entendeu isso?
– Sim, senhor! – Ao receber a resposta positiva dela ele rasgou a peça de renda que cobria o sexo dela e aplicou o castigo da forma como havia prometido. Ela contou e no final da quinta sua bunda estava vermelha e ardia. Ele guardou o instrumento de castigo, foi até ela. E acariciou seu rosto e beijou-lhe a face. Ela olhou para ele quando a mão dele se posicionou abaixo do queixo dela e fez uma leve pressão. O rosto dele era sereno, os olhos azuis eram profundos, penetrantes, e nesse momento eram de pura emoção, desejo, paixão, a pele levemente bronzeada e os cabelos bem escuros faziam com que ele tivesse uma beleza inigualável. – Obrigada senhor pelo castigo, sua serva aprendeu a lição. – Ele sorriu com o agradecimento finalmente poderiam ter prazer, o pau dele já estava doendo devido a ereção e a cueca já estava levemente melecada com o pré-gozo.
Ele tirou a calça e o pau pulou reto para fora, ele pisou com um pé em cada cadeira que estava ao lado, uma a esquerda e outra a direita, segurou no encosto que o braço dela estava preso e o pau encaixou na entrada da buceta e estocou uma vez de forma rápida e forte, tirou da buceta completamente encharcada e encaixou o pau na entrada do cu, beijou-lhe as costas e enterrou o pau de uma vez ela gemeu alto, ele tentou abafar o gemido com um beijo. Ele se manteve imóvel até que ela se acostumasse com a vara de 20 cm grossa que estava no seu cuzinho, quando ela relaxou ele começou um vai e vem lento, aproveitando cada cm que entrava e saía, ela empinou mais a bunda e ele aumentou o ritmo, ela sussurrava pedindo por mais e quanto mais ela pedia mais ele enfiava. Cadela, puta, safada, vagabunda, era assim que ele chamava ela e ela respondia “sim senhor!”. Cada vez que ele perguntava se ela queria mais ela empinava mais a bunda ou rebolava em resposta. As bolas batiam na buceta dela e ao se afastarem levavam junto o fio de mel que escorria daquela mulher “Leva vara do professor minha querida aluninha” ela gemia pedindo por leite e dizendo que iria gozar pelo cu. Ambos não aguentavam mais segurar quando ele sentiu o cuzinho engolindo toda a vara dele e mordiscando com as contrações ele não se aguentou, a cabeça inchada e o pau pulsando dentro do cu dela começou a soltar jatos de porra dentro daquele cuzinho e ela sentindo o liquido quente gozou mais, o liquido já escorrendo nas coxas deixava a cena ainda mais melada, ofegante ele deixou seu corpo cair sobre o dela, amos sorriram, quando o pau dele havia amolecido cansado ele tirou de dentro dela, ela lambeu e beijou para limpar o resto de gozo ele se vestiu, limpou ela com a boca e secou com uma toalha destravou as algemas, beijou-a na boca.
– Hoje vou te buscar em casa, vamos sair. 19 horas estarei lá. Não se atrase.
Ele trancou novamente a gaveta. Pegou sua pasta e saiu.
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