O elevador

Algumas coisas na vida são reprovadas pela sociedade, mas parte delas, quando estão prestes a ocorrer, parecem não ser possível serem evitadas. Entre essas, posso mencionar algo que me ocorreu semana passada.

Moro em um prédio de apartamentos, fato que facilita para que você tenha um “convívio” com várias outras pessoas, desde o “bom dia” de elevador, até conversas rápidas na garagem ou áreas comuns.

No dia-a-dia nem sempre você nota aspectos atrativos de outras pessoas, mas não há como negar, algumas são notadas, admiradas, por serem lindas, sensuais, cheirosas, Denise sempre chamou minha atenção. Uma mulher de aproximadamente uns 40 e tantos anos, provavelmente beirando os 50, alta, com seios fartos, coxas grossas, um bundão grande e delicioso, cabelos ruivos, bem avermelhados e olhos azuis. Certo que, para muitos, ela está acima do peso, mas isso não diminui sua sensualidade, glamour, nem diminui a delicia de seu cheiro.

Sempre que a via no elevador, sentia “algo por dentro”. Tinha uma vontade louca de agarrá-la e transar com ela ali mesmo. Mas, sempre me mantive na distância correta, aquela que apenas nos permite o “bom dia”.

Então, semana passada, estava no elevador, quando ele parou no andar de Denise, ela ainda fechava a porta do apartamento, estava com várias coisas nas mãos, pastas, papeis, nem sei bem identificar o que havia ali, mas percebi que seria questão de tempo para que tudo caísse no chão.

Como cavalheiro que tento ser, desci do elevador e dei o apoio necessário, seguirei algumas coisas e, já me ofereci para ajudar.

Ela me olhou surpresa, agradeceu com as palavras, olhar e sorriso. Ela agiu como se eu tivesse praticado a maior das boas ações.

O elevador havia partido e nos deixado para trás.

Nós dois sorrimos e ela tentou se desculpar, no que foi interrompida, não era necessário, fiz aquilo pelo simples fato de tentar ser cortês.

Quando o elevador chegou novamente, deixei-a entrar primeiro. Depois, passamos por um momento de silêncio total. Foi estranho.

Fui com ela até o carro, entreguei os pertences à ela, me despedi e fui embora.

A noite, quando cheguei em casa, já passavam das 20:00 horas, o porteiro me interfonou para dar um recado, a “moradora do 132 pediu para quando o senhor chegasse, interfonasse para ela”.

Estranhei a mensagem, mas segui a orientação. Ela, grata pelo o que havia ocorrido, me convidou para jantar.

Eu não poderia ir de fato, estava atarefado até o pescoço, mas ela estava sendo tão solícita que aceitei.

Cheguei no apartamento dela, acompanhado de um belo vinho, nada como ser prevenido e amante dessa bebida, pois sempre temos algo bom na adega.

O jantar foi longo, muito agradável. Falamos um pouco da vida um do outro, descobri que ela tinha uma filha que morava com ela e com o pai, ou seja, dormia onde mais lhe conviesse, a menina tinha livre acesso às casas dos pais que se entendiam perfeitamente.

Só com essa informação, descobri que ela era uma pessoa especial.

Quando estava pensando em ir embora, ela me pediu para que ficasse um pouco mais. Bem da verdade, estava com muito tesão, durante todo o jantar tive que me conter, o cheiro delicioso dela e o olhar eram fatais.

Resolvi ficar.

Poucos minutos foram suficientes para que nos beijassemos.

Como ela beijava bem.

Logo estava apertando as nádegas dela. Que delícia.

O clima estava quentíssimo, ela apertava meu pau de um modo magnífico, poderia ejacular apenas com aquele movimento.

Eu enfiei as mãos dentro da calça dela. Apertava, arranhava, beliscava a bunda da Denise.

Logo também estava apalpando os fartos seios. Que delicia.

Não demorou muito e Denise sentou-se em meu colo. Aproveitei a oportunidada para abrir a camisa dela, retirar o sutiã e passei a mamar os seios dela.

Explorei toda a região: seios, ombros, pescoço, tudo fora devidamente explorado. Minhas mãos jamais abandonaram a bunda de Denise. Agarrava com força.

Ela retribuiu todas as carícias, mordia meu ombro. Sugava meu pescoço.

Tirei a roupa toda de Denise, ela colocou meu pau para fora e abocanhou. Certamente foi uma das gulosas mais deliciosas que já recebi na vida.

Ela era hábil, sugava o membro, lambia-o, explorava as bolas, chupava, da cabeça à base.

Só de me lembrar do momento, já tenho vontade de gozar.

Depois, foi minha vez. Ajoelhei no chão e passei a investir na bucetinha dela. Era cheirosa.

Chupei bem, me empenhei. Precisa retribuir.

Lambi tudo. Suguei o clítoris. Ela remexia de prazer e gozou em minha boca.

Depois, a penetrei.

Movimenta os quadris em cada estocada, olhava-a nos olhos, era lindo. Intenso.

Ela rebolava por baixo, ajudava para que a penetração ocorresse da melhor maneira.

As reboladas harmônicas faziam com que ela sentisse meu pau preenchendo toda sua vagina.

A bunda dela era uma delícia, então não poderia deixar de comê-la de quatro,

Então, ela ficou na posição em cima do tapete e aproveitei para apreciar ainda mais aquela delícia.

Passava meu pau na entrada da bucetinha, mas não a penetrava. Enquanto isso, Denise rebolava. Que safada.

Aproveitei para penetrá-la de uma vez. Ela gemeu gostoso.

Enquanto a fodia, acariciei o cuzinho dela. Ela tinha um rabo muito gostoso.

Eu percebi que ela gostou das carícias, mas tinha certeza de que aquilo era uma experiência nova, pois quando tentei explorar um pouco mais, ela rejeitou.

Quem sabe um outro dia?

Não demorou muito e já gozei, melequei a bunda dela com toda minha porra.

Ela ficou linda e muito mais excitante com meu gozo no bumbum.

Tomamos um banho juntos.

Quando estava indo embora, não sem antes tomar um café, a porta do apartamento, surpreendentemente, se abriu. Era Jessica, a filha de Denise.

Que linda a menina.

Só que diferentemente da mãe, era magrinha, corpo bem delineado, cinturinha de princesa, cabelos loiros, olhos cor de mel, boca delicada, rosto angelical.

Do mesmo modo que me surpreendi, Jessica também se surpreendeu.

Provavelmente ela não esperava que a mãe estivesse com companhia.

Naquela hora, dei graças a Deus de ter terminado a transa, seria constrangedor ser flagrado por uma garota de 20 e poucos anos.

Enfim, fomos apresentados, apertei a mão de Jessica e percebi que ela tinha uma pele delicada, como alguém na flor da idade.

Apesar de ser uma ninfeta das mais perfeitas, claro que Jessica não chegava aos pés da mulher que era sua mãe. Denise me deixou louco, não só pelo corpo delicioso, pelo rosto lindo, mas também por ser um tesão na cama.

Além de tudo era uma mulher legal. Daquelas seguras e que dão aconchego para os homens.

Durante a noite pensei muito em Denise, que havia me proporcionado uma transa espetacular.

Amanheceu o dia, Denise não saia da minha cabeça.

Tomei banho, pus um terno, e me aprontei para sair.

Estava no elevador quando ele parou, coincidentemente, no andar de Denise, logo me empolguei, pensava poderia ser aquela mulher fenomenal.

Mas, não era.

Ao invés daquele mulherão, surgiu à minha frente, Jessica, com uma saia descolada, top, roupa típica de quem estava indo para a faculdade ou algo do tipo.

Ela entrou no elevador e surpreendentemente, aproveitando que haviam outras pessoas ocupando o pouco espaço, grudou seu corpo ao meu, Senti quando ela arrebitou a bundinha.

Pensei algo do tipo: “PQP, o que essa menina está fazendo?”.

Tentei me afastar.

Quando o elevador parou, Jessica se virou para mim e perguntou:

– você me faz um favor? Preciso retirar umas coisas do carro para deixar no apartamento da minha mãe, você poderia me ajudar?

 

Falei que estava atrasado, mas pela insistência da moça, acabei indo até o veículo.

Chegando lá, não havia nada. Ela me agarrou e me deu um beijo incrível.

Pegou no meu pau. Que já estava duro em virtude da roçada do elevador.

Ela pôs meu pau para fora e começou a chupar.

Não havia como negar fogo, eu estava com um tesão danado. Sabia que era algo errado, mas não podia retroceder.

Assim, ela abriu o carro, entrou dentro dele e ficou de quatro no banco de trás.

Entrei em seguida.

Umedeci a mão com saliva, mas nem foi preciso, quando toquei na chana de Jessica, vi que ela estava molhadíssima.

A penetrei. Ela gemeu.

Bastaram algumas estocadas para que nós dois gozassemos.

Após a foda, percebi que fiz duas atitudes reprováveis: havia acabado de comer a filha da mulher que havia transado na noite anterior e havia gozado dentro.

Mas o tesão era enorme, de fato, não deu para segurar.

Jessica confessou que ficou louca por mim assim que me viu.

Denise fodeu muito mais gostoso, Jessica era uma menina, quase com idade para ser minha filha.

Me perdi no pecado e agora não sei o que será do futuro.

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