Motorista gostosa fazendo sexo na estrada

Bia estava cansada, dirigia naquela estrada há horas. Necessitava de alimento, sair daquele carro, refrescar-se um pouco. Procurou um posto de abastecimento, estacionou o carro e saiu sentindo a sensação de liberdade que desejava. Andou alguns minutos para esticar as pernas, sentou-se no barzinho pedindo algo para beber.

Da mesa vizinha percebeu que um homem a olhava. Era um motorista de caminhão, tinha certeza. Os shorts azul, a camiseta folgada, os chinelos de dedos eram bem característicos.

O homem estava com os braços sobre a mesa encarando-a com interesse e gula. Bia reparou o cara onde os cabelos pretos revoltos caiam sobre a testa, a barba por fazer moldava um rosto de feições fortes e masculinas, os braços e pernas musculosos deixavam claro que tinha abraços poderosos. Bia chocou-se, como pensava em sexo com um estranho que encontrava no meio da estrada?

O homem continuava a olhá-la.

Percebeu que ela também o avaliava. Rastreou todo o corpo da moça, parando nos seios que a camisa de alguns botões abertos não escondia. Ela não tirava os olhos homem, alguma coisa a fascinava no olhar de desejo que ele lançava. A expressão da Bia fez o homem sorrir.

Seu rosto encheu-se de malícia, encontrando no da mulher a mesma expressão. Ele levantou-se, foi até ela a levando para fora do restaurante. Caminharam em direção a um caminhão muito grande, todo branco. O homem abriu a porta do passageiro e ajudou a safada a subir, empurrando-a com delicadeza pelas nádegas. A gata foi conduzida para o espaço atrás dos bancos, lá uma cama onde, com certeza, o homem dormia.

Ele tirou a sua camiseta e os shorts. Bia, não pensou, estava tomada pela sensação louca de se atirar nos braços viris daquele homem, tão diferentes dos do seu próprio marido, flácidos, esbranquiçados, sem ânimo.

Começou tirando a camisa, jogou longe os mocassins, depois desfez-se da calça. Aquele homem, como ela, queria sexo. Era aquilo o que teriam. Deixou que ele, ainda de cuecas, tirasse seu sutiã e sua calcinha. O homem deliciou-se ao ver o corpo arredondado da taradinha, era daquilo que ele gostava.

Passou as mãos grossas por todo o corpo da mulher, indo se alojar em seu pescoço; puxou-a em direção a si, beijando-a suavemente de início, e de forma lasciva a seguir.

O tesão tomou conta daquela mulher gostosa

A boca de da safada tornou-se pequena frente a gula do homem: ele a beijava, sugava os seus lábios, apertava o seu corpo. A mão desvencilhada explorava todos os cantos do corpo da moça, detendo-se nas partes internas das suas coxas, segurando as suas nádegas, esgueirando os dedos por toda a vulva. Tanto fez, mexeu e remexeu, tantas vezes contornou o clitóris, fez movimentos rápidos e repetitivos, tanto era o vigor e o interesse daquela mão que a gata não conseguiu conter o gozo.

As mãos deve eram grandes e invasivas, mexiam-se com experiência e vigor. O homem parou de beijá-la e olhou com um sorriso, o sorriso do macho que faz feliz a sua fêmea. Continuo fazendo o que estava por muito tempo até Bia implorar que parasse, sentia-se quase desfalecer. O homem puxou-a pelas pernas abrindo-as, olhando para onde iria em breve penetrar tirando sua calcinha.

A vadia viu de relance o caralho do estranho, grande, forte, grosso, bem grosso. A safada não pensou duas vezes e foi logo caindo de boca no cacete. A safada mamou gostoso por uns 10 minutos deixando o caralho todo babado. A cada mamada a vadia se lambuzava mais de tesão.
Logo depois o cara deitou todo o peso sobre o corpo da garota e tentou invadi-la com um único golpe, sendo refreado pela buceta apertada da puta. O que o cara fez então foi empurrar com força para dentro dela. Apesar de muito molhada, a tarada sentiu dor frente a força que o homem fazia para colocar-se inteiro mas suportou sabendo que o prazer que ele lhe dera valia qualquer sacrifício que fizesse por ele.

Aos poucos, o homem passou a bombar seu cacete com força crescente. Apoiava-se nos antebraços para que os ajudassem na pressão que fazia para dentro do corpo da mulher. De tão grosso a parte superior do caralho tocava o clitóris da safada. Aquelas metidas acabavam levando-a pouco a pouco a um estado de perda de controle. Abriu-se mais para ele, cruzou suas pernas ao redor das suas costas, dando a ele espaço para que fizesse o que desejasse.

Ele aproveitou-se e enfiou-se ainda mais, como se quisesse colocar seu corpo todo dentro do dela. A vagabunda sentiu sua xota estirar-se, se esgarçar. Aquele ritmo, o pau grosso esfregando o clitóris, o peso do homem, a sua sofreguidão, o desejo descontrolado, fizeram Bia emitir um grito profundo e gozar alucinadamente na giromba. Sem conseguir contorcer-se como desejava por falta de espaço por baixo do corpo do homem. Ele forçou mais ainda e dando mais algumas estocadas profundas, esguichou dentro dela toda a porra quente.

A vadia estava esgotada, mas o homem não.

Minutos depois ele ajoelhou-se puxou a pelas pernas colocando-a de quatro empinando bem a bunda. O cara adorou o que viu, fartas, roliças, femininas, tudo o que mais gostava. Beijou-as com carinho, estava extasiado diante da beleza postada à sua frente. Aquela foi realmente uma bela aventura sexual que valeu a pena para ambos.

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