Jess e Carlos o primeiro encontro

Enfim eles iriam se encontrar, Jess e Carlos haviam se conhecido em uma rede social, por algum motivo Jess apareceu na “timeline” de Carlos, chamou a atenção e foi adicionada como amiga.

Ela, por seu turno, aceitou o pedido de amizade e o adicionou em seu círculo.

Gradativamente foram aumentando a “amizade”, o respeito e a convivência, o que antes era apenas um “bom dia”, passou a ser piadas, brincadeiras e conversas interessantes, as quais foram aumentando com os dias.

Ela tinha bom gosto, gostava de viver bem, embora tivesse em si uma insegurança injustificada. Ele por seu turno, seguia a vida e gostava de se arriscar, era o que mais fazia na vida.

Entre papos e confidências, quando perceberam estavam desejando um ao outro loucamente, quando falavam sobre sexo, os ânimos se exaltavam, de modo que era preciso que eles se tocassem, utilizando a imaginação como berço do prazer.

Com o passar do tempo, a vontade de se encontrar era cada vez mais forte e intensa, até que, enfim, ambos combinaram de se encontrar feriado seguinte.

A imaginação dos dois pegava fogo e, embora não se conhecessem pessoalmente, ambos já sabiam o que o outro gostava.

Os minutos voaram, assim como Jess, que pegou um avião para São Paulo.

Carlos ficou de buscá-la no aeroporto.

Assim que Jess apareceu no desembarque, ambos já estavam felizes e excitados.

Primeiro foi um abraço apertado. Depois, um “olho no olho” único, os olhos dela pareciam o infinito do mar, com ondas e vida o suficiente para agitar o coração de Carlos.

Em seguida, o inevitável beijo. Ele segurou-a pelo pescoço com a mão direita, com a esquerda protegeu a cintura de Jess e se beijaram por minutos.

A cena foi ousada. Os transeuntes viravam o pescoço para ver um casal teso e feliz.

Os dois não se aguentaram. Foram até o banheiro masculino, onde Carlos recebeu, de imediato, um boquete maravilhoso. Jesse envolvia o pau dele com carinho e precisão, alternando movimentos rápidos e firmes, com lambidas tranquilas e serenas.

Carlos levantou Jess, colocou as mãos por baixo do vestido dela, afastou a calcinha, umedeceu a região e a penetrou. O movimento foi tão intenso e perfeito, que ambos pareciam ter ensaiado antes.

Jess gozou logo após a penetração. Estava muito excitada e não poderia controlar o que foi o melhor orgasmo de sua vida.

Carlos metia com força. Quanto mais Jess arrebitava a bunda, ele ia mais fundo e forte. Ela olhava para ele, dentro dos olhos, enquanto era fodida e tinha os cabelos puxados.

Certamente, todos que estavam no sanitário, ouviam os gemidos incontroláveis do casal.

Quando Jess percebeu que Carlos iria gozar, tratou de se virar rapidamente, não queria sujar o vestido, pois possuía um grande carinho nele, que havia sido presente da mãe. A roupa havia sido feito por sua avó, como presente para a filha por alguma data qualquer.

Assim, Jess tratou de punhetar Carlos, até que ele ejaculasse e melecasse sua mão. Enquanto Carlos se ajeitava, Jess fez cara de safada e lambeu dedo por dedo, até ficar com as mãos limpas.

Após se arrumar, o casal saiu correndo do sanitário, dando várias gargalhadas pela traquinagem praticada.

Ao avistar o carro, Jess tomou um susto. Carlos curtia carros antigos e aquele veículo, que ela desconhecia, era encantador. Com bancos inteiriços branco, o carro azul por fora e branco por dentro, possuía marcha nas mãos.

Logo que entrou no veículo, Carlos pediu mais um boquete para Jess. Ela o atendeu, na verdade, logo que viu o carro, foi a primeira coisa que pensou, era o veículo perfeito.

Recebendo uma chupada com dedicação, Carlos dirigia com a sensação que estava indo para a lua.

Então, ele estacionou o carro no caminho, embaixo de umas placas de anúncios, um lugar um pouco isolado, mas romântico, onde dava para ver os aviões decolando e pousando quase que na distância da palma das mãos.

O casal desceu do carro, Jesse sentou no capô e teve a calcinha agressivamente rasgada e arrancada. A penetração foi fácil, ela estava encharcada e o pau melado da chupada.

A foda estava fantástica, mas Carlos queria ainda que Jesse ficasse de quatro para que ele pudesse fodê-la enquanto via sua raba.

Assim, levantou Jesse a virou e a fez inclinar no capô. Carlos a penetrou novamente, agora, avistando a raba grande e deliciosa de Jess.

Não demorou muito para ele deixar marcas de suas mãos nas nádegas de Jess. Que era branquinha e marcava com facilidade. Jess gozou no pau de Carlos, aumentando ainda mais as reboladas lindas que só ela podia fazer.

Carlos gozou novamente, mas agora na boca de Jess.

O vestido ficou intacto.

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