Conto erótico sobre a festa da empresa

Meu nome é Marcelo, sou negro com um corpo malhado e tenho 1,73 de altura e devido ao serviço de vez enquanto tenho que viajar.

A filial da empresa onde trabalho fica em uma cidade no interior de SP, e em uma dessas visitas saindo para almoçar, na praça de alimentação eu vi uma gordinha que me deixou completamente louco.

Linda, japonesinha de pele lisinha como neve no começo do inverno, quadril lindo, largo e gostoso, uma bunda empinada e seios deliciosos, uma boca pequena e linda.

Estava acompanhada por um colega de sessão, um cara negro e até bem parecido comigo no seu porte físico. Passei do seu lado, trocamos olhares rápidos e seguiram seu caminho, eu fiquei ali parado olhando para ela depois que passou por mim, admirando aquele rabo gostoso.

Continuei a minha rotina naquela semana e na sexta combinei com alguns amigos de sair depois do trabalho pra ir tomar alguma cerveja. Mas eles me falaram que sexta haveria uma aniversário e o pessoa combinou de fazer algo aqui mesmo na empresa.

Como a empresa estava dispensando o pessoal pro final de semana, apenas alguns iriam estar presente e que iria ser mais tranquilo. Finalmente sexta chegou e fui para a praça de alimentação para o tal aniversário e chegando lá para a minha surpresa a japonesinha gostosa também estava lá.

Um pouco perto das 11h da noite me levantei para ir ao banheiro e ao passar pelo espaço ondo o pessoa estava curtindo a música vi aquela gordinha. Estava maravilhosa, dançava que quase flutuava, sensual que só ela, linda como nunca havia visto igual. Estava com algumas amigas e um pouco mais ao lado, uma mesa onde estava o tal amigo dela e outras pessoas.

Fiquei admirando ela de longe, olhando fixamente aquele rosto lindo angelical, ela era incrível, e em uma girada na dança ela me viu, olhou e não desviou o olhar, dançava olhando no fundo dos meus olhos, quase que tentando ler os meus pensamentos.

Comecei caminhar em direção a ela olhando nos seus olhos, depois no seu corpo e voltava para os seus olhos, passei ao lado dela em direção ao banheiro, sem desviar o olhar, toquei em sua mão e falei.

– Licença por favor.

Ela apertou o meu dedo e disse.

– Claro, meu amor.

Na hora meu coração palpitou tanto, que achei que iria cair duro ali mesmo, respirando muito ofegante, passei por ela, segui para o banheiro e lá consegui finalmente voltar a respirar normal.

Terminei, lavei o rosto pra poder me acalmar e sai, quando seguia pelo corredor dos banheiros em direção a praça de alimentação, ela veio.

Parou na minha frente, olhou e disse.

– Temos alguns minutos sem alguém por perto, o que consegue fazer.

Não tive tempo nem pra pensar, agarrei ela e encostei na parede do corredor, começamos a nos beijar como loucos, sua língua se enroscava na minha, sua mão percorria a minha perna, seus lábios me faziam perder o chão.

Eu apertava aquela mulher contra o meu corpo, enquanto percorria as suas curvas com a outra mão, e ficamos ali nisso por alguns minutos. Uma ficada rápida, mas algo mais intenso que qualquer outra coisa que já tinha vivenciado na minha vida.

Nos recompomos e eu segui em direção a praça de alimentação e ela segui para o banheiro pra não dar bandeira. Voltei pra minha mesa mas não consegui mais conversar. Estava completamente louco de desejo e tesão. Aquela mulher tinha me deixado completamente perdido de vontade, completamente louco por ela.

A noite seguiu e eu vi que ela conversava com o amigo dela e olhava pra mim, voltava a conversar com o amigo e os dois me olhavam.

Depois de alguns minutos assim, os dois levantaram e saíram da praça de alimentação. Depois de um tempo eu vi que eles não voltavam e decidi ver o que estava acontecendo.

Sai no corredor da salas da empresa e vi que apenas uma lá no fundo havia luz acessa e segui até lá.

Chegando mais perto da porta já consegui ouvir gemidos de dentro da sala. Me aproximei devagar e olhei pelo vão da porta.

Aquela safada estava ajoelhada chupando com vontade o pau do amigo dela. Engolia com vontade, chupava a cabeça, as bolas, apertava e masturbava ele e voltava a enfiar tudo na boca. Enfiava até engasgar.

Estava tão excitado que não percebi que o amigo dela já tinha me visto.

E sem pensar ele falou, pode entrar, a gente estava te esperando.

Ele ficou quieto alguns segundos, me olhou e falou novamente.

– Entra logo e tranca essa porta.

Confesso que aquilo me pegou desprevenido, estava tão nervoso que demorei para responder e quando finalmente consegui assimilar tudo eu respondi.

– Claro, não vejo forma melhor de terminar uma noite que segue perfeita até aqui.

Entrei na sala e tranquei a porta.

Ao entrar ela pediu para os dois sentarem nas cadeiras que tinham ali, e apenas observar.

Começou a tirar a roupa e finalmente pude admirar aquela mulher por completo, que corpo maravilhoso, que gordinha gostosa. Seios lindos, corpo perfeito, uma buceta carnuda e com um grelinho que quase explodia de tão duro de tesão.

Tirou toda a roupa e veio em nossa direção.

Primeiro, ajudou eu e ele a tirar a camisa, depois a tirar as calças junto com a cueca. Nos deixou completamente pelados e caiu de boca no pau do amigo dela, engolia com uma vontade que nunca vi igual, enquanto isso me masturbava, depois veio e começou a chupar o meu e bater uma pro amigo.

Que boca quente, que boquinha macia, engolia até engasgar, voltava a chupar a cabeça do meu pau e enfiar novamente até engasgar. Depois de chupar os dois com muita vontade, ela pediu para o amigo dela ficar de pé e eu pra continuar sentado na beirada da cadeira.

Pediu para o amigo dela chupar ela gostoso enquanto ela me chupava um pouco mais. Empinou bem alto a bunda e o amigo dela se ajoelhou atrás dela, enfiou a cabeça dentro das pernas dela e enfiou a língua tão fundo que ela deu um gemido alto e fino. Quando finalmente conseguiu respirar veio e começou a me chupar.

Segurava no cabelo dela e apertava a cabeça dela pro meu pau entrar bem fundo naquela garganta quente, ela engasgava, tossia e voltava a chupar. Depois de um tempo assim, nós invertemos as posições.

Me ajoelhei atrás daquela bunda gostosa, dei uma lambidinha naquele cuzinho, enfiei a cabeça no meio das suas pernas, e enfiei a minha língua fundo naquela buceta.

Ela deu outro gemido alto e fino, olhou para o amigo e falou.

– Nossa, ele chupa gostoso, enfiou a língua todinha na minha buceta esse safado.

– Ele sabe como chupar, esse safado está me chupando gostoso também.

Depois de chupar ela assim por um tempo, ela pediu para o amigo dela sentar na beirada da cadeira, virou de costas pra ele, e sentou no pau dele bem de uma vez.

Deu pra ver como aquela buceta engolia o pau dele com vontade, me puxou pra frente dela e abocanhou meu pau novamente.

Apertava a minha bunda e puxava pro meu pau entrar bem gostoso naquela boca quente, depois pegava o peito e colocava ele no meio e ficava me masturbando com aqueles seios maravilhosos, até que com tanto tesão em poucos minutos ela não resistiu e gozou a primeira vez no pau do amigo.

Gritou alto e um grito longo que achei que alguém ouviria na empresa, mas como o som estava alto, não perceberam. Apertou meu pau forte e vi que o seu corpo tremia por completo, quando finalmente conseguiu se controlar, olhou nos meus olhos e pediu pra trocar.

Sentei na cadeira e ela veio com aquela bunda na minha direção, encaixou a cabeça do meu pau na portinha daquela buceta gozada e sentou de uma vez. Entrou tudo sem dificuldade, aquela buceta quente, apertada, ensopada de porra quente engoliu tudo de uma vez.

Cavalgava como nunca tinha visto, sentava com força, gemia alto e forte e enquanto isso batia uma punheta e chupava o pau do amigo dela.

Ficamos assim até ela finalmente dar outro grito alto e longo, mostrando pra gente que tinha gozado novamente.

Quando fez isso ela jogou o corpo em cima de mim com o meu pau ainda encaixado, gemia de prazer gozando no meu pau.

Depois de alguns minutos levantou com a porra escorrendo pela pera e pediu pra pegar os tapetes da sala e ajeitar como se fosse uma cama e deitar neles, rapidamente fiz isso e deitei com o meu pau apontado para o teto da sala, ela veio em cima de mim, encaixou o meu pau novamente e sentou gostoso.

Rebolou e pulou algumas vezes e depois jogou o corpo em cima de mim e de repente senti algo raspando no meu pau.

Quando olhei, era o amigo que havia levantado a perna dela e começado a enfiar. Não deu nem pra ela terminar de se ajeitar, quando percebeu já estava-mos com os dois paus dentro dela. Ela deitada em cima de mim espremida entre dois machos, que fodiam aquela buceta encharcada de porra e prazer.

Ele parecia possuído, bombava forte e sem dó, parecia querendo abrir aquela gostosa ao meio. Fazia força por baixo pra enfiar o meu pau o mais fundo que desse, e ele por cima fazia a mesma coisa, o que deixava aquela safada completamente louca de tesão.

Seu rosto estava pegando fogo, vermelho, seu olhar demonstrava o tesão que estava tendo, o calor do seu corpo mostrava o quanto estava enlouquecida de prazer. De repente ele, começou a acelerar e finalmente encheu a buceta dela de porra.

Deu um banho naquele grelinho duro dela e no meu pau, e deu um gemido forte e longo. Ela ao perceber que ele estava gozando não resistiu e também gozou junto.

Os dois depois de alguns segundos conseguiram voltar ao normal, e olharam um para o outro e ela falou.

– Agora eu preciso fazer o nosso convidado gozar, deita aqui no chão pra mim que ele vai me fuder gostoso de 4.

Como um bom safado obediente, ele deitou de pau duro novamente, e ela sentou no pau dele rebolando gostoso pra encaixar bem, deu duas sentadas bem fortes, que fez com que ele gemesse forte e então empinou a bunda bem alto, colocou a mão pra trás e abriu aquela bunda gostosa e disse.

– Vem safado, enfia gostoso nesse cuzinho vai, deixa ele bem arrombadinho.

– E fode bem forte até encher ele de porra quente, goza no meu rabinho.

Sem pensar subi naquela cama e encaixei a cabeça do meu pau na portinha daquele cusinho, dei uma cuspida e comecei a forçar a entrada daquele rabinho. Centímetro por centímetro ele foi entrando, foi abrindo caminho pelas preguinhas daquele rabo gostoso aos poucos, até entrar por completo.

Quando ela sentiu o as minhas bolas baterem na bunda dela ela virou e disse.

– Pronto safado, viu como é apertadinho e gostoso o rabo.

Quase enlouquecido de tesão comecei da bombar naquela bunda gostosa, segurava o cabelo dela e puxada o suficiente pra poder ver o rosto vermelho dela e ouvir os seus gemidos de prazer.

Enfiava até o talo, depois puxava até ficar apenas a cabecinha dentro e voltava a enfiar com força. Dava as estocadas tão forte que a bunda dela começou a ficar vermelha e marcada.

Depois segurava na cintura dela, apertava e puxava contra o meu corpo para que meu pau entrasse naquele cuzinho bem gostoso, ficamos assim até que não resisti, comecei a falar pra ela que iria gozar e que iria tirar o meu pau pra isso.

Ela com uma voz de puta, gemendo e quase sem forças me disse.

– Não tira, enche o meu cu de leitinho, da um banho nele bem gostoso meu nego safado.

Ouvindo aqui não resisti, gozei como um animal dentro daquele rabo, gozei tanto que começou a escorrer pelas preguinhas, embaixo o amigo dela não demorou e gozou também enchendo aquela buceta vermelha e gostosa de porra, gemendo alto e forte também.

Ela se contorcia e tremia toda, gozando depois de alguns segundos ao sentir seu cuzinho e buceta completamente quentes de tanta porra que escorria pelos dois.

Ela deitou no peito do amigo dela, eu deitei nas costas dela ainda com o meu pau atolado naquele rabinho.

Ficamos assim por alguns minutos até que finalmente tirei o meu pau de dentro daquela bunda gostosa.

Deitamos um ao lado do outro, respirando de forma ofegante, suados e completamente exaustos.

Depois de nos recuperarmos ela se levantou, olhou para os dois e disse.

– Dois gostosos safados que sempre sonhei, dois pauzudos que me foderam muito.

– Gostaram de me fazer a japinha mais puta desse mundo?

Eu dei um sorriso bem safado e disse.

– Sim sua vagabunda, adorei fuder essa buceta e cuzinho gostoso.

Ele olhou pra mim e depois pra ela e disse.

– Sabe que sim sua cadela, sabe que adoro ver essa buceta vermelha de tanto levar pau.

Depois de uns minutos, nos levantamos e nos recompomos.

Nos separamos e voltamos para a festa como se nada houvesse acontecido.

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