Conto de Fetiche: Chupando o pau do policial

Chupando o pau do policial. Me chamo Maria (nome fictício) tenho 28 anos, sou morena clara, cabelos castanhos ondulados e tenho um corpo bonito, malho a 7 anos e consegui meu shape com muito suor.

Tenho uma tara enorme por homens fardados, o conto que vou relatar aqui aconteceu recentemente. Sempre fui safada na cama, gosto muito de sexo e a maioria dos meus namorados não dão conta, eu acabo enjoando e termino tudo, mas acabei pegando um homem lindo com uma pegada maravilhosa que me deixou louca.

O nome dele é Igor, tem mais ou menos 1,85, musculoso, moreno, cabelo raspado, tatuado e com pinta de bad boy, mas ele é policial militar e me abordou um dia quando eu estava saíndo de um show de Jorge e Matheus. Uma amiga minha tava bêbada, falou que ele era um gato e ele sorriu meio sem jeito. Me desculpei por ela e ele começou a puxar papo e falou que o turno dele acabaria logo, perguntou se eu não tinha telefone.

Passei meu número para ele, deixei meu grupo de amigos e fui encontrar com ele em uma rua próxima do show, onde era mais reservado. Ele falou que eu era linda e sexy com o vestidinho que eu estava usando e geralmente, eu que sou difícil com os homens, tava sendo bem fácil com ele.

Ele me fez chupar seu pauzão

Ele me tascou um beijo gostoso que deixou ele de pau duro rapidinho, mas ele disse que a gente tinha que sair dali, então ele andou pra uma rua mais distante dali e deserta, colocou o pau pra fora e disse:

-Chupa! quero sentir essa boca gostosa no meu cacete – e eu claro obedeci e chupei aquele caralho grosso e veiudo que devia ter mais ou menos uns 22 cm. Fiquei imaginando como aquele cacetão ia me arrombar se ele me comesse, bateu até um medinho mas senti tanto tesão quando ele ordenou que eu mamasse ele.

Ele ia empurrando minha cabeça para minha boca chegar na base do seu pau, eu tava entalada com aquela piroca mas ele não tava nem aí, metia fundo mesmo, me fez engolir aquele cacete babado cada vez mais. O gosto do pau dele era delicioso, um gosto bom e um cheiro de macho suado que me deixou louca.

Abri mais a calça dele pra dar de cara com um saco enorme, aquele homem além de gostoso era bem dotado e tinha uma resistência enorme, ele demorou uma eternidade pra gozar e gozou tudo na minha boca. Era uma porra grossa e farta, que encheu minha boca e sujou minha cara toda, uma delícia!

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Nesse momento eu tava me sentindo a putinha dele quando o safado disse:
– Ainda não acabou! Quero fazer você gozar também, sua gostosa!
E começou a enfiar os dedos na minha buceta, tocar uma siririca bem gostosa pra mim. Ele só não me chupou porque para ficar numa posição boa pra isso ia ser meio arriscado de dar na cara caso alguém visse a viatura parada.

Eu fiquei batendo punheta pra ele do jeitinho que ele pediu, aí sua pica ficou dura logo, ele tirou uma camisinha da carteira e quando ele abriu vi que tinha a foto de uma mulher e uma criança, logo depois soube que ele era casado, apesar de não usar aliança.

Quando ele colocou a camisinha, que mal dava no pau dele, o safado me fez sentar gostoso, olhando toda hora para os lados pra ver se ninguém aparecia, mas ali aquela hora seria bem difícil. O cara era muito safado, ele chupou meus peitos com tanta vontade, ele sabia fazer gostoso, mamava meus seios, dizia toda hora que meus biquinhos rosadinhos eram uma delícia!

Ele me segurava pela cintura metendo gostoso e falando muita sacanagem. Nesse vai e vem gostoso eu não aguentei e gozei com o pau dele dentro de mim, uma sensação deliciosa, então ele continuou metendo depois que gozei, minha buceta tava muito sensível e um pouco dolorida por causa da grossura do cacete dele.

Ele me comia me chamando de cachorra, de vadia, de puta, e confesso que eu sempre adorei ser chamada assim, me dá muito tesão. O safado do policial gozou mais uma vez, soltou um urro de macho bem sensual e começou a beijar minha boca.

Depois dessa foda deliciosa ele me levou pra casa, entrou comigo e me fez chupar o pau dele de novo. O homem tem uma resistência que me deixou louca, mas depois dessa experiência nunca mais o vi. Quem sabe ele lê esse conto e volta aqui em casa pra matar a saudade rs.

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