Cadela feliz de Dom Grisalho – Parte II

– PARTE II –

Devo dizer que desde criança me imaginava como escrava de alguém, servindo, sendo usada, abusada, humilhada, exibida, emprestada, punida. Muitas coisas se passavam na minha mente, mas não tinha a menor noção do que era. Cresci tendo essas visões e na adolescência comecei a me masturbar pensando nisso, sem ainda saber que existia o BDSM.

O tempo passou, eu continuava trabalhando em casa de seu Antonio e nossa amizade e a consequente intimidade aumentando cada dia mais, ele sempre me tratava com muito respeito e carinho, nunca me deixando em situação degradante ou desconfortável, em nossas conversas sempre elogiava meu trabalho e que eu era dona de uma beleza diferente e eu agradecia dizendo que eu era muito galanteador, mas eu fazia questão Dele perceber que eu gostava de seus elogios.

Suas conversas comigo nunca descambaram para sacanagem ou que fossem picantes em termos sexuais, embora várias vezes eu me visse acordada sonhando com Ele me pegando a força e me forçando a fazer tudo aquilo que um DOM faz com sua cadela. Eu chegava a molhar-me de tanto tesão, tinha medo de molhar a roupa que eu estivesse vestindo, pois constantemente o meu sumo descia coxas e pernas abaixo quando estava excitada. Eu já imaginava seu Antonio como meu SENHOR e MESTRE e eu sua escrava. Ele sempre muito educado, mas isso não o impedia de discretamente dar-me algumas olhadas, especialmente em minha bundinha, eu procurava colocar-me contra a luz para que minha silhueta observasse e quem sabe tomasse a iniciativa.

Uma noite, após sonhar com o meu patrão, levanto com muito tesão e logo de manhã cedinho bati uma siririca para poder tocar o restante do dia. Naquele dia eu iria fazer a faxina e pensei em provocar seu Antonio, sempre fui discreta em meu comportamento e minha forma de vestir, mas eu estava com o corpo ardendo, em verdadeiro fogo de tão excitada, queria de todas as formas ser assediada pelo meu patrão, que Ele tomasse a dianteira e me subjugasse fisicamente, pois mentalmente eu já lhe pertencia.

Claro que eu estava a fim de fazer alguma coisa com seu Antonio. Aliás, eu estava querendo fazer tudo com ele. Ele despertava em mim desejos que eu sabia que não seria capaz de controlar. Imaginei todas as coisas que eu morria de vontade de fazer. O imaginei tirando toda a minha roupa e me jogando na cama, ou me colocando em cima da mesa para lamber e morder meus peitos, ou me fazendo deitar no chão. Imaginei-me ajoelhada aos pés dele, enquanto ele colocava o pau na minha boca e eu o chupava com muito tesão. Iria motivá-lo o máximo possível, mas sem ele entender que eu queria ser fudida, desejava que Ele achasse que eu fosse conquistada.

Quando cheguei ao trabalho, troquei de roupa e coloquei um vestido muito bonito, curto e meio transparente que deixava minha minúscula calcinha à mostra, dava claramente para se ver as curvas de meu corpo. Foi uma sensação maravilhosa, nunca antes sentida. Sentia-me viva, cobiçada, e o grande teste aconteceu, logo depois, ele chegou. Com o coração saltando fiquei de costas na pia, cortando legumes e fiz de conta que não o ouvi. Ele chegou à cozinha e na porta parou, podia sentir os olhares excitados do patrão me admirando, e eu fazia questão de provocar, abria as pernas a todo o momento, pois conforme a luz do sol batia em meu corpo, realçava ainda mais minha forma física.

Quem sabe ele iria se aproximar e agarrar-me, era tudo que eu queria, comecei a sentir que minha calcinha estava molhada e que a minha respiração tinha acelerado. Após alguns segundos seu Antonio foi ao banheiro, que será que foi fazer? Rsrsrs. Mas nada aconteceu no restante do dia, fiquei frustrada, mas ainda iria fazer aquele homem ser meu DONO e MESTRE.

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Outra vez ele chegou pra almoçar e foi tomar um banho, eu escutava o barulho da água caindo e fiquei curiosa, quando me deu uma loucura e me vi ao estar fazendo uma coisa que nunca fizera em minha, discretamente fui e estava olhando pela porta entreaberta o meu patrão nu debaixo do chuveiro, aquela situação inusitada me deixava excitada, com o coração aos pulos eu via aquele homem grandão, bem cuidado, sem gordurinhas extras, um corpo viril, quase sem barriga, tendo um cacete pouco maior do que o do meu marido, mas muito grosso, bem mais grosso do que o do Quirino e ainda assim o pau dele estava meio duro, meio mole, querendo endurecer, eu fiquei super excitada com a visão de seu corpo nu, minhas pernas tremiam e minha buceta ficou toda encharcada de tesão, quase cai no chão e não aguentei, acabei batendo uma siririca lá mesmo admirando aquele maravilhoso macho que eu tanto queria e quero.

Mas voltei à razão após satisfazer-me e corri pra meus afazeres com as pernas bambas, morrendo de medo que ele pudesse ter descoberto que eu o vira pelado. Aquela situação encheu-me de uma excitação incrível e eu não pude pensar em mais nada naquele dia, a não ser no meu patrão charmoso e como poderia esquecer aquele cacete lindo e grosso, imaginando que Ele me desse uns tapas na cara e me fizesse mamar delicadamente o cacete lindo Dele e por fim me arrombasse pela frente e por trás. E gozei na siririca e como gozei pensando em tudo que pudesse acontecer entre nós dois, eu andava alucinada por aquele macho lindo. Mas voltei à razão após satisfazer-me e corri pra meus afazeres com as pernas bambas, morrendo de medo que ele pudesse ter descoberto que eu o vira pelado. Aquela situação encheu-me de uma excitação incrível e eu não pude pensar em mais nada naquele dia, a não ser no meu patrão charmoso e como poderia esquecer aquele cacete lindo e grosso, imaginando ainda que Ele me desse uns tapas na cara e me fizesse mamar delicadamente o seu cacete lindo e por fim me arrombasse pela frente e por trás.

Quando ele saiu do banho e me pediu que almoçasse com ele, alegou que a minha presença iria lhe dar muito prazer, com a visão daquele belo homem ainda nu em minha mente, não pude recusar o convite, o almoço transcorreu agradavelmente, nós conversamos sobre diversas coisas, e que lhe confidenciei sobre meu casamento, não entrei nos detalhes mais íntimos, mas dei várias indiretas de minha insatisfação e o fiz entender a respeito da decepção que tivera ao casar-me, pois era muito ruim o sexo com o incompetente de meu marido, embora eu o amasse não sentia prazer algum na cama.

Falei meio por alto de BDSM, que lera e achara interessante, e por incrível que pareça o seu Antonio surpreendeu-me mais ainda, pois conhecia e muito sobre o assunto e falou-me um bocado de coisas, eu dizia que não sabia de nada, conforme conversávamos Ele ia de uma forma muito inteligente passando-me suas ideias do que eu deveria fazer se Ele me quisesse como escrava, à medida que Ele me fazia perguntas sobre o que eu achava, eu ia respondendo, nada fui escondendo e da forma mais submissa que podia, foi me dando um frio na barriga, de medo e de excitação ao mesmo tempo, pois estava lidando com um Mestre e eu não sabia e que seu nick no BDSM era DOM GRISALHO.

Estava maravilhada, afinal encontrara alguém que entendia mesmo do assunto que eu tanto almejava estreitar desde criança. Quem sabe agora seu Antonio tomaria a iniciativa de possuir-me, não estava aguentando ficar próximo àquele macho maravilhoso e não poder fazer nada, mas não queria tomar a iniciativa para que ele não pensasse que sou uma puta (mas queria tanto ser dele e, claro que sim ser sua puta). Ficamos conversando sobre esse assunto até umas 17,00 horas, quando fui para casa, mas como era tarde Ele se ofereceu a levar-me e claro que eu aceitei, na esquina deu-me um beijo molhado na bochecha bem próximo aos meus lábios. Fiquei frustrada, pensei realmente que Ele iria me fuder, mas calculei que era simples questão de tempo e Ele iria se apossar de mim. Ao chegar a casa bati pelo menos umas três siriricas, foi difícil me acalmar. Mas sonhei com o que eu tanto queria: ser possuída por meu MESTRE…

– continua –

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