A procuração

Fazia tempos que eles não se falavam, ele andava se ocupando com várias coisas, inúmeros projetos aos quais achava não daria conta.

Ela, estava bem, vivia a vida no mais perfeito “o que passou, passou”, e vida continua.

Mas a vida prega surpresas, monta as inúmeras armadilhas.

Fazia anos que ela já estava casada, dois filhos, ainda lutando para alcançar alguns sonhos de outrora. A cada dia, parecia que um passo a mais era dado. Mas, o destino, como se fosse uma onda, a fazia retornar alguns deles.

Um determinado momento, Cibele pretendia fazer um negócio, o qual exigia inúmeros documentos. Então, se lembrou de Pedro.

Apesar de não sentir algo profundo por ele, no fundo sabia que era uma das pessoas com as quais poderia contar, resolveu entrar em contato.

Assim, informou Pedro tudo o que precisava, ele deu algumas orientações, mas disse que, ao fim e ao cabo, precisaria de uma procuração para que pudesse peticionar em seu nome.

Após receber todas as orientações, Cibele correu atrás e conseguiu fazer a procuração, instrumento de mandato de representação, com firma reconhecida, coisa e tal.

Marcaram então um dia para a entrega da procuração. Na hora e local agendados, ela se surpreendeu com a aparência de Pedro que vestia uma camiseta de malha branca, encharcada de suor, shorts pretos e tênis de ginástica. Pedro havia desviado o curso de seu treino para pegar o documento. Ele costumava treinar todo dia bem cedo, antes de ir para o trabalho, pois precisava ir arranjando seu cronograma.

Ela, sempre provocativa, mas sem querer dar o braço a torcer, vestia uma calça branca e blusa vermelha, com uma espécie de sapatilha.

Ambos se abraçaram e respiraram fundo, o cheiro, provocativo, os remeteu ao passado. A cena foi brecada, como se estivessem em uma gravação, na qual o diretor gritara “Corta”, ele mesmo se antecipou e afastou o corpo, quebrando o clima do momento. A convidou para tomar um café, sendo o convite recusado.

Por outro lado, ele sabia, se fosse um milk shake, a resposta seria outra, mas a vida é um jogo, vence quem dá as regras.

Após uma rápida despedida, ambos retornaram à própria rotina.

Os dias passavam, com ele, os sentimentos iam e voltavam, as oportunidades surgiam e nem sempre eram aproveitadas.

Certo dia, ele mandou uma mensagem para ela:

“Você precisará comparecer na próxima semana para que a solução ao seu caso seja dada.”

Diante a informação, agendaram um dia.

Eis que chegara o momento. Cibele se dirigiu até o endereço indicado, era um prédio residencial.

Ao acionar a portaria, teve a entrada franqueada.

Cibele adentrou no local, rumou até o elevador, onde fez questão de, apesar de não querer demonstrar, verificar se estava bem arrumada, ajeitando os detalhes finais.

Após ouvir a campainha, Pedro dirigiu-se até a porta e, cordialmente, convidou Cibele a entrar e se acomodar.

A moça ficou sentada, observando o local, uma sala aconchegante, espaçosa, com um violão de canto, uma estante na parede direita repleta de livros.

Pedro retornou à sala e chamou Cibele para o escritório.

Logo após se acomodarem, Pedro mostrou para Cibele alguns papéis, todos devidamente assinados.

Ela estava divorciada do marido, de modo escuso, Pedro utilizou a procuração que lhe fora destinada para romper o casamento de Cibele, inclusive fixando uma série de contratos entre os dois.

Cibele ficou emputecida, avançou em Pedro que, conseguiu imobilizá-la, torcendo-lhe o braço, fazendo com que ela ficasse de costas para ele.

Pedro então, calmamente cheirou o pescoço da fêmea tesa e emputecida de raiva. Encoxou-a. Colocou o pau para fora e encoxou-a com gosto, chegando a melecar a calça de Cibele com o liquido pré-ejaculatório, enlouquecendo Cibele.

Ela ficou louquinha de tesão, se virou e abaixou para mamar a pica à sua frente.

Pedro a segurou, guardou o membro e disse para ela ler os documentos, teria que seguir sob pena de pagar uma indenização milionária.

Cibele leu. Ficou ainda mais puta.

Pelos termos do contrato teria que ser uma serviçal sexual de Pedro, em dias e horas determinadas.

Os dias passaram, Cibele verificou que não havia solução para o caso, e não poderia falar com Eduardo, seu marido que, oficialmente, não estavam mais casados.

Cibele tentava dar desculpas para Eduardo para justificar sua ausência, pois no dia seguinte seria fodida por Pedro. Apesar de estar excitada, estava preocupada e incomodada com a situação.

Todavia, Eduardo se antecipou e falou para Cibele que teria que sair no dia seguinte, pois havia uma reunião de última hora agendada e que, provavelmente, ficaria o dia todo ausente.

Cibele sentiu-se mais leve, não teria que se desculpar.

No dia seguinte, ela se vestiu adequadamente, com um vestido sensual, cheirosa e com sapatos de salto alto.

Chegando ao local, um imóvel acima de qualquer suspeita, foi novamente recebida por Pedro.

Entrou no local e ficou encantada, tudo muito “clean”, bonito, aconchegante, confortável, agradável. Mas, mal teve tempo de observar os detalhes, foi levada para uma sala, o lugar de abate, onde teria que cumprir o contrato, e se entregar plenamente para Pedro.

Ela sabia que Pedro era um cachorro, um cavalo indomável, um verdadeiro adepto do “style pimp, gostava disso.

No quarto havia uma cama com quatro colunas, nas quais haviam ganchos onde eram fixadas algemas e/ou correntes. Acima da cabeceira, havia uma prateleira presa na parede, na qual haviam brinquedos sexuais, cremes, velas, entre outros aparatos.

No teto, havia uma tela na qual era possível ver tudo o que se passava na cama, apesar de – a priori- parecer a imagem que apareceria se ali tivesse um espelho, a tela não possuia qualquer limitação de ângulos, ou seja, qualquer imagem feita na cama, considerando os 360º possíveis apareceriam ali, alternando o ângulo apenas com um comando vocal.

As janelas eram abertas e fechadas por um sistema eletrônico que permitia o “blackout” quando fechadas.

Em uma das paredes, aí sim, havia um grande espelho, o qual refletia quase que a plenitude do quarto.

O cheiro era agradabilíssimo, em decorrência de flagrâncias florais.

Cibele tentou se fazer de contrariada, mas não aguentava de tesão, a novidade gerava movimentos em seu organismo, causando-lhe arrepios intensos.

Pedro percebeu o que ela queria fazer e agarrou-a pelo pescoço dizendo:

– Aqui sou eu quem mando.

Ato contínuo, colocou uma coleira nela, determinando que ela o lambesse dos pés ao pescoço, explorando todo o seu corpo.

Nesse momento, Pedro já estava apenas de cueca, branca, de modo que sua piroca já se revelava.

Cibele lambeu a perna do amante, assim como a barriga, onde deu pequenas e leves mordidas. Sugou o peito de Pedro com vontade, força, fazendo-o soltar leves gemidos. Cada vez que o prazer de Pedro ia se intensificando, ele apertava ainda mais a coleira, fazendo com que Cibele ficasse mais ofegante, quase sem ar.

Ele, então, determinou que ela chupasse seu pau por cima da cueca e que apertasse sua bunda.

Foi atendido.

Depois, Cibele explorou a pica do rapaz, lambeou-o por toda a extensão, chupou a cabeça, lambeu. Sugou os bagos. Conseguia colocar todo o volume na boca e ainda lamber as bolas.

Pedro enlouqueceu e começou a puxar a cabeça da amante contra seu corpo, fazendo-a engasgar com o falo na boca. Ele não recebia mais um dos melhores boquetes de sua vida, ele que fodia a boca de Cibele, de forma insana e com agilidade ímpar.

Pedro, empurrou Cibele na cama e a vendou, amarrando-a ainda nas colunas. Fato contra o qual ela quis evitar, mas tinha uma estranha curiosidade do limite que o casal chegaria.

Por não saber o que se passava, perante um silêncio repentino, Cibele começou a ficar aflita.

Então, de repente, sentiu algo gelado em seu rosto. Não imaginava o que seria, até que sentiu um puxão no vestido e ouviu-o sendo rompido. Era uma faca.

Ficara sem roupa.

Em seguida, sentiu algo pingar em seu corpo nu, Pedro havia pego uma vela e estava derretendo-a em cima daquele corpo delicioso. A cada pingo, um gemido.

Pedro retornou a colocar o pau na boca de Cibele, enquanto ia gotejando lentamente a cera derretida nas coxas da companheira.

Ela, amarrada não podia fazer nada. Então, de forma súbita, Pedro a desprendeu de um lado da cama, prendendo-a nas mesmas colunas, agora apenas as centrais.

Virando-a de costas, Pedro começou a lamber as costas de sua serviçal, fazendo com que ela ficasse inteira arrepiada.

Ao chegar nas nádegas, ele alternou as lambidas com pequenos tapas, depois esses, foram substituídos por uma chibata.

A bunda de Cibele já estava marcada, havia tomado 8 chibatadas, quando Pedro começou a lamber o cuzinho.

Lambida, atrás de outra, ele ia estimulando a buceta de Cibele que estava molhada em demasia. De seu paraíso escorria um néctar branco, suficiente por manchar o lençol da cama.

Foi castigada por isso.

Tomou outras 3 chibatadas, seguidas da penetração anal.

Apesar de estar sendo um senhorio sexual de respeito, Pedro penetrou o ânus de Cibele com calma, tranquilidade.

Até que conseguisse colocar o membro inteiro.

Cibele começou a rebolar na pica de seu amante, enquanto ele olhava para cima, vendo toda a cena que passava na tela.

Para variar, Pedro virou Cibele novamente e continou comendo o rabo da gostosa, agora, estimulando novamente a buceta, na qual colocava um, dois, três dedos, retirava-os, entregando-os para que Cibele sentisse o próprio gosto.

Então, contrariando todas as orientações, Pedro retirou o pau do ânus de Cibele, fazendo-a lamber inteiro,

Após, estocou na buceta da moça que já não mais aguentava de tesão.

Ao perceber que Cibele estava quase gozando, ele a levantou e pediu para que ficasse de frente para o espelho, arrebitasse a bunda para que ele continuasse comendo-a.

Enquanto a fodia, ele puxava os cabelos de Cibele, determinando que ela fizesse cara de puta para o espelho.

Isso era facilmente atendido, pois era se sentia uma cachorra.

Então, ela, subitamente, começou a pedir para que Pedro comece novamente seu cu.

O rapaz se aproveitou e pediu para que ela implorasse, que gritasse, cada vez mais, que chamasse seu marido de “corno”, que falasse que ele não era homem o suficiente para fodê-la daquela maneira.

Assim, ao ser atendido, Pedro enfiou seu pau no rabo de Cibele que gozou imediatamente.

Passados alguns segundos, Pedro gozou, lavando toda a bunda gostosa da amante.

Ao terminar o serviço, algo inusitado ocorreu.

Pedro o espelho ficou transparente, revelando que Eduardo estava atrás, excitado com tudo aquilo e que tinha presenciado Cibele fodendo com seu amante.

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