A atriz pornô

Em tempos nos quais nós, homens, tínhamos que praticar verdadeiras aventuras para ter acesso à algum conteúdo pornográfico e erótico, havia uma atriz que lhe chamava a atenção em demasia, Keyla

Keyla. era morena, baixinha, bunduda, com seios fartos, olhos castanhos mel e cabelos encaracolados longos. Fazia filmes amadores, inclusive com estranhos. Chegou a contracenar em estacionamentos, praias, cinemas, ou seja, nos mais variados tipos de lugares públicos.

Ele pagava um pau imenso por essa atriz, seria capaz de contratá-la para ter uma noite prazerosa, eis que, além de ser uma mulher com as curvas da mulher brasileira, ainda era uma safada de primeira grandeza.

Enfim, ele viu e tinha todos os filmes dela, era realmente um fã.

O tempo passou, chegou a era da internet, acesso fácil à pornografia e, toda vez que ele tocava no assunto “filme de sacanagem”, Keyla lhe vinha à mente.

Mas, a vida é foda e apronta sempre.

Em determinado dia, ele saia para trabalhar, de terno, gravata, sapatos italianos, estava perfeitamente trajado, quando avistou à porta do elevador se abrir. De repente, ingressou no elevador um casal com uma filhinha que teria meses de idade.

Quando ele foi responder o cumprimento de “bom dia”, tomou um susto quando viu que a mulher que formava o casal era ninguém menos do que Keyla. Ele esboçou um sorriso.

Mas, ficou sem reação, não poderia imaginar o que o marido sabia, agora poderia ser que ela estava em outra profissão e não mais queria rememorar lembranças de outrora.

Embora, tenha se contido, ele ficou excitado, já imaginou retirando a roupa de Keyla e trepando com ela ali mesmo, na frente do marido e tudo mais. Seria uma perversão pura.

Mas, logo o pensamento passou.

Ela agora era mulher de família e não iria se submeter à vida desregrada.

Então, ele continuou sua vida na mais pura rotina. Se despediu do casal, pegou o carro e foi para a padaria tomar o bom e velho café da manhã.

Quando estava no local, avistou Keyla ingressando no recinto, ela havia se despedido do marido e da filha, vez que o esposo deixaria a filha na escola.

Novamente ele foi surpreendido, Keyla sentou-se ao lado dele, o cumprimentou novamente e fez o pedido.

Em poucos segundos, ela puxou assunto e explicou que havia se mudado para o prédio fazia alguns dias e que estava gostando do local. Além disso, foi direta e reta, ao afirmar que percebera o olhar de admiração dele por ela durante o encontro no elevador.

Ele não pode negar.

Desse modo, sem perceber o transcorrer das horas, ele prolongou o encontro, até que o clima começou a esquentar entre eles.

Mal o convite foi feito, ela aceitou. Assim rumaram para um motel próximo dali.

A ansiedade dominava-o, ela percebia isso, e ficava excitada. Acabou confessando para o amante que logo que o avistou, ficara com vontade de trepar.

Já no quarto, eles se agarraram, ele a beijou como se fosse o último beijo de sua vida, agarrou e apertou a bunda de Keyla que soltou um gemido enquanto era devorada pela língua do rapaz.

Logo ela teve arrancado o vestido que usava, revelando que era muito mais gostosa do que nos filmes. Em seguida ela colocou a mão por dentro da calça dele, para agarrar-lhe o pau, o que provocou um êxtase no rapaz que quase gozou no momento.

Já nus, ela o jogou na cama e abocanhou de uma só vez o pau já ereto dele. Ela fazia movimentos circulares, alternando com movimentos das mãos, línguas, sugadas intensas e lambidas exemplares.

Se há um boquete perfeito, esse era o da Keyla.

Então, ele se ajeitou para se esforçar no cunnilingus, rasgou a calcinha de Keyla e expôs uma bucetinha já encharcada, o líquido de vênus escorria pelas coxas roliças da moça.

Assim, ele não hesitou e começou a retribuir o favor, lambendo e explorando os lábios, o clítoris, sugando-o, lambendo-o.

Rapidamente o casal gozou simultaneamente.

Mas, o tesão ainda predominava no ambiente pecaminoso.

Ele colocou Keyla de quatro e a penetrou de uma só vez, fazendo-a soltar um nome gemido. Ela passou a rebolar como uma verdadeira vadia no cio. A cena era deliciosa.

A bunda grande, redondinha e com marquinha de fio dental deixava-o louco. Ele se aproveitou da situação e começou a colocar um dedo no rabinho de Keyla, que passava a rebolar cada vez mais de forma intensa.

Quando ele iria gozar pela segunda vez, se deitou na cama e pediu para Keyla sentar em cima, para que cavalga-se nele enquanto ele comia seu rabinho.

Keyla atendeu, era experiente e sabia como fazer um homem delirar.

Assim, ela passou a se tocar também. Seu gozo e fluído escorria pelas coxas, demonstrando o quão tesuda estava.

Não demorou muito e ele jorrou seu leitinho, melecando a bunda de Keyla.

A foda havia sido fantástica.

Como a vida é foda, porque pode nos proporcionar a foda de nossas vidas.

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