50 Tons de dia das Mulheres

Havia chegado mais um dia das mulheres, nada de anormal na vida de Júlia, ela tinha acordado às 8:00 hs, cuidado das roupas, colocado a comida no fogo, se preparava para cuidar dos filhos, etc.
Eduardo tentava consertar algumas coisas, entre elas, providenciar a troca do rádio do carro, tentava colocar um aparelho de DVD novo, estava suando, sofrendo com o pequeno aparelho. Suava mais do que a normalidade, inclusive se levarmos em conta suas corridas matinais de 5 km.
A vida continuava, a rotina era a mesma, mas algo aconteceria para mudar a vida do casal.
Júlia não estava feliz, o arranjo de flores que recebera pela manhã junto com os bombons e o café na cama era algo que achava “muito manjado”, era preferia ter sido surpreendida de algum modo, algo que não ocorria em sua vida.
Após o almoço, era hora dos “mininus” descansarem, mas Eduardo foi incisivo em dizer que levariam as crianças para a casa da avó, pois era dia das mulheres e ela merecia ficar com os netos.

Júlia, contrariada, acabou cedendo a “determinação”, mas negou-se a ir até a casa da sogra, pois tinha afazeres domésticos e queria descansar um pouco.
Com rádio novo no veículo, Eduardo pegou as crianças e a levou até a casa de sua genitora. O percurso de ida e volta demorou cerca de 1 hora e meia.
Quando Eduardo chegou, disse à Júlia para ambos se banharem para que tivessem alguns minutos românticos. Garrafa de vinho aberta, taças e meia luz, completavam o cenário, mas Júlia ainda se via entediada.
Eduardo foi o primeiro a sair da banheira e, quando Júlia fez o mesmo, fora surpreendida por Eduardo que deixara alguns objetos em cima da cama: algemas, chicotes, vendas, velas, cremes, géis, integravam um kit do prazer.
Júlia ficara boquiaberta.
Então sem tempo de entender o que estava acontecendo Eduardo prendeu um de seus braços em um lado da cama e pediu para Júlia prender o outro. Assim que o marido ficara completamente preso e indefeso, determinou que Júlia abocanhasse seu caralho, o degustasse como se fosse a primeira foda que tiveram.
Foi prontamente atendido.
Júlia mamava o cacete, o engolindo integralmente, lambia a cabeça, as bolas, sugava-as, Eduardo quase chegou ao êxtase.
Então, Eduardo falou para a esposa fazer, o que mais quisesse, ela estava livre para curtir o dia das mulheres.
Júlia então, timidamente, pegou o gel de choque e passou no corpo do marido, peitos, abdômen e pau foram perfeitamente explorados. Júlia sentou no rosto do marido, para que ele explorasse sua buceta.
Dudu não perdeu tempo, explorou cada detalhe, lambeu os pequenos, grandes lábios, dedicou-se ao clitóris, enfiava e retirava a língua, ao passo que Júlia rebolava no rosto do marido que já se encontrava inteiramente melecada pelo mel de Júlia.
Eduardo então mandou que Júlia lhe desse alguns tapas na cara, no peito nas coxas. No rosto, Júlia negou-se, mas virou-se de costas para o marido, de modo que ele a chupasse e ficasse com a sua bunda maravilhosa exposta, e começou a dar tapinhas no peito e nas coxas do esposo. Os primeiros foram leves, mas conforme Júlia foi se acostumando com a ideia, passou a fazê-lo cada vez mais forte, até – enfim – se empolgar e pegar o chicote.
Júlia virou uma verdadeira carrasca, passou a chicotear o marido, até que alguns vergões começaram a aparecer no peito e nas coxas. Eduardo pedia mais, Júlia queria.
Assim, a esposa mais uma vez virou-se de frente e começou a passar o cabo do chicote na sua xavasca que já estava úmida e queimando de tesão. Enquanto isso, determinou que o marido chupasse seu rabinho, colocasse a língua e tudo mais.
Novamente Júlia virou-se de costas para o marido e começou a punhetar o esposo, até que ele implorasse pela continuação para ejacular, quando Júlia parou.
A esposa, então, desprendeu o marido e o prendeu novamente, agora de bruços.
Continuou seu papel de carrasca e passou a chicotear as costas do homem, que possuía excelente forma e expunha o dorso devidamente malhado. Passados alguns minutos, Júlia chicoteou a bunda do esposo, que urrava de dor e prazer.
Júlia começou a dar tapas na bunda do esposo e a punhetá-lo por baixo, fazendo-o com que quase gozasse mais uma vez.
Quando já mão aguentava mais de tesão, Júlia liberou o marido e pediu para que ele a fodesse contra a parede, como costumavam fazer tempos atrás.
Assim foi feito e os dois chegaram ao ápice do prazer com uma jorrada de porra fresquinha dentro da buceta de Júlia.
Os dois voltaram para o banho, onde gozaram mais uma vez.
Júlia gostou desse dia das mulheres e, irá querer bis, muito em breve.

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