Sadomasoquista: Meu Patrão Pertenço A Ele – PARTE II

Uns dias depois eu estava no balcão mexendo no caderninho de fiados, verificando os devedores e quem eu poderia cobrar, seu Valdene bem quietinho veio por trás. Pensei que ia começar a sarração ou dedada, mas surpreendentemente ele levantou e prendeu a minha saia no cós, deixando minha bunda à mostra, com a calcinha enfiada totalmente no rego.

– Rana fica assim aí, viu? Porque eu quero ver você o dia inteiro mostrando o rabo para mim e não reclame, senão gostar pode ir procurar outro emprego e saiba que sei que você é safada e que gosta de se exibir, me contaram de suas sacanagens atrás da Igreja, por isso fica quietinha e deixe-me fazer o que eu quiser, compreendeu raninha vadia??? Responda mocinha.

– Como que descobriu que fazia isso?

– Um dos seus amiguinhos das sacanagens me falou ontem, um daqueles que você tinha bagunça e que você engoliu a porra dele quando gozou.

Mas qual deles foi patrão?

– Paulinho, isso patrão?

– Deve ser, é um moleque feio prá caramba.

– É esse sim Senhor. Eu ficava com ele sim.

– Eu sei sua vagabunda, não adianta esconder.

– Desculpe seu Valdene, nunca mais depois que entrei aqui fiz sacanagens com algum moleque.

– Não importa, o que eu sei de você é que vale, és safada, então fique quieta e siga minhas ordens, fui claro sua biscate? E confirme se és ou não uma vadia?

– Sim Senhor, sou sim vadia seu Valdene, tentei esconder, mas agora que já sabe pode fazer o que quiser, não comente com ninguém e só não me machuca tá? Por favor, patrão.

– Vou pensar sua vagabunda se vou te tratar assim, porque você é puta e fica com muita frescura, querendo mostrar que é santinha, só se for santinha do pau oco.

Eu na hora pensei e já que eu estava gostando da putaria com o patrão, ele ver minha bunda não era nenhum exagero, já que até os dedos no meu cuzinho ele tinha enfiado e andava a cada instante mais excitada com o agora querido seu Valdene, imaginem que naquele instante eu já o achava querido e queria ficar com ele sendo usada e abusada, pois eu sei que ser puta é receber dinheiro por conta do uso do corpo e o que eu estava deixando o patrão fazer era o que???

Daí sentou-se na cadeira dele, numa mesa de canto cheia de papeis e ficou só me secando e apertando o pau, enquanto eu ajeitava tudo. O patrão me excitava mesmo, tenho que admitir. Então eu obedecia quando ele me dizia pra abaixar e pegar algum papel e já que estava na chuva ia me molhar mesmo, para provocar eu arreganhava ainda mais as pernas e com isso talvez o patrão visse o meu cuzinho. Fiquei atendendo clientes no balcão assim, com a bunda exposta pra ele, eu nem ligava, afinal sei que pertenço ao Sr. Valdene.

No final do dia ganhei outro bônus, de R$ 100,00. Valia a pena eu me mostrar ao seu Valdene, pois sempre ganhava algo e ele não me fazia mal algum. Umas passadas de mão, ver minha bunda, dedo no meu cu não gasta meu corpo, preciso de dinheiro então deixo fazer o que quer e querem saber estava cada dia mais gostoso ser bolinada por ele, e já que reconheci finalmente a ele que sou mesmo puta, e saibam como é gostoso, rsrsrs…
Na semana seguinte, depois de mostrar todos os dias a bunda prá ele, o estranho é que ele não baixou nenhuma vez minha calcinha, até imaginava que iria ficar passando a mão, dando palmadas, enfiando o dedo no meu cu, mas não ficava, apenas olhando-me. Nada demais, não acham?

Na segunda-feira no fim do dia, ele me chamou:

– Amanhã vem trabalhar sem calcinha.

Gelei, mas também fiquei com tesão. Fiquei sem saber o que falar.

– Entendeu puta que amanhã deve vir sem calcinha?

– Mas os clientes podem ver.

– Já te disse, você é minha vagabunda, faça o que eu ordenar sem negar-me nada.

– Sim senhor, virei sem nada por baixo.

– Seu Valdene sutiã pode?

– Pode sim, se eu resolver você tira aqui na padaria.

– Sim seu Valdene.

No dia seguinte, eu raspei tudo como deve ser raspada, a buceta e o cu sem pelo algum, antes de ir trabalhar sem calcinha. Agora que prendia a saia na bunda mesmo, pois era a minha pele que grudava no pano da saia.
Quando cheguei, fui ao banheiro e tirei a calcinha conforme o patrão me ordenou.

– E aí, a puta veio como mandei?

– Sim senhor. Virei de costas e mostrei a bunda sem calcinha.

Ele riu e lambeu os beiços.

– Putinha exibida e deliciosa. Deixe os clientes doidos hoje, preciso vender mais para pagar umas contas altas. Se for um dia de boas vendas ganhará outro bônus, quer vadia rampeira?

– Quero sim seu Valdene, vou me esforçar, pois estou mesmo precisando, o senhor vai ver.

Assim eu fiz, me exibi o quanto pude sabendo do risco de verem que eu estava sem calcinha e se vissem também que mal tem? Mas, incrível, foi o melhor dia de vendas desde que eu comecei a trabalhar na padaria, não sei se foi porque estava praticamente nua ou sorte de vendas mesmo. Ninguém comentou nada, os clientes olhavam fixamente meu corpo, mas isso já faziam quando eu usava calcinha também, então acho foi um dia especial de vendas mesmo.

No final do expediente ganhei R$ 150,00, estava rendendo deixar o patrão me usar. Não tinha ideia que mostrar a bunda dava para ganhar assim. O patrão pode pedir o que quiser, que eu faço.

De tarde, ele me chamou pra organizar documentos no balcão. Eu tinha convicção que era pra me bolinar ou dar as palmadinhas de praxe.
Mal encostei e ele já veio com a mão direta no meu cu. Desceu pelo rego e alisou com força.

– Raninha abre as pernas agora.

Meio receosa assim eu fiz. Estava sem nenhum cliente na hora. Ele desceu a mão até minha buceta e esfregou com força

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– Não acredito no que sinto, é virgem vadia?
– Seu Valdene porque pergunta isso, tenho vergonha.

– Rana ainda vai levar rola demais, porque é das que gosta de putaria.

E eu estava toda úmida, tentava me concentrar mexendo nos papéis. Não sabia nem o que estava arrumando, mas mexia de um lado pra outro. O safado se aproveitou e começou a cutucar minha buceta com o dedo. Quando tentou enfiar, eu travei as pernas.

– Que foi sua vadia? Responda: ainda é virgem?
– Sim senhor, eu sou cabaço.
– Ai que delícia, aí é mais gostoso. Vamos Rana abre as pernas, abre essa buceta sem frescura.

Voltei à posição anterior, em pé com as pernas meio abertas.
Ele veio por trás de mim, me alisando com força, totalmente vidrado em meu corpo.
Pegou minha perna esquerda e apoiou numa banqueta, me deixando arreganhada. Voltou para o lado direito e voltou a me dedar. Como minha buceta estava mais aberta, muito melada e eu bem excitada, o dedo dele entrava mais. Não todo, só um pouco mais.

– Arrebita a bunda vagabunda, sei que está gostando.

Assim fiz, empinando o rabo. Ele parou pra apreciar a vista, meu cuzinho e buceta rosadinhos arreganhados. Depois voltou para o lado e veio com o dedo todo cheio de minha excitação e enfiou no meu cu de uma vez só.

– Rana que cuzinho arrombado e gostoso você tem. Fica quietinha que vou te dar um agrado hoje, quer vadia?

– Tô precisando seu Valdene. Obrigada, o Senhor é muito bondoso comigo.

Ele ficava dando dedada no meu cu. Depois tirava e melava de novo na minha buceta encharcada.

– Tá toda gozada, está escorrendo pelas pernas.

Nisso, ele puxou a minha mão e colocou por cima do pau dele na calça. Eu tirei. Ele colocou de novo:

– Deixa putinha, e tira meu cacete pra fora.

Puxei o zíper sem olhar e ele estava sem cueca. A pica saltou rapidamente e como era grossa e grande, era a primeira vez que eu via o pau dele, muito maior que dos meninos do colégio. Tinha bastantes pelos e eu senti medo dele me machucar se enfiasse aquilo em mim. Encostei-me ao saco dele, era grande e mole e fiquei com mais medo ainda. Mas tirei e fiquei punhetando, fazia tempo que eu não pegava mais em nenhum pau, eu trabalhando ficava cansada e não tinha ânimo de ir procurar meus amiguinhos de vadiagem.

Amassar a cabeça e apertar o tronco me dava tesão. E ele sabia disso porque meu cu se contraía.

– Isso Rana, morde meus dedos com o seu cu, vai. Relaxa a bunda, vou socar mais um dedo.

O senti cutucar e abrir espaço. Enfiou agora três dedos. Doeu, mas eu tentava relaxar pra deixar entrar e não soltava a mão da pica, já que estava bem gostoso eu ficar segurando.

Os três dedos foram entrando até que estavam totalmente enfiados. E ele ficou socando como se tivesse me comendo. Fez isso até eu me empinar, com os peitos encostados no balcão, abrindo a bunda, pra aproveitar melhor. Seu Valdene ficou acredito que quase meia hora só lambendo e enfiando os dedos para alargar meu cuzinho para depois dar passagem ao seu imenso pau. Aí ele veio rápido e se posicionou atrás de mim. Senti medo, mas na verdade, eu já estava era pedindo pra tomar no cu.

E sem dificuldade a cabeça foi empurrada para o comecinho do meu cu, e senti aquela pica grossa, dura e quente iria me invadir e seria pela primeira vez. Eu quase fui as nuvens de tanto tesão e a cabeça quando passou começou a lágrimas a caírem.

– Rana safada aguentei muito tempo querendo comer seu rabo e é p que agora você terá o que merece, ele deitou em cima de mim e empurrou todo o pau, parecia que me rasgava ao meio. Gemi alto por causa do ardor e meu patrão se excitou ainda mais e empurrou quase tudo. Eu vi estrelas. Mas enquanto ele socava a pica no meu cu, comecei a rebolar, porque era gostosooooooooooooooooooo demais. Delicioso. Como era bom e o seu Valdene sabe usar seu cacete no cu de quem ele fode. Acreditem que eu estava adorando ser fudida daquela forma.
Meu amado patrão me acariciava os mamilos e me masturbava. Com o vaivém do pau me penetrando, começou a crescer cada vez mais meu prazer, vinham em ondas de baixo pra cima e me lançavam num mundo de prazeres imensos nunca antes sentidos e gozados. Era aquilo que eu almejava há anos, e estava acontecendo ali naquela padaria, de uma forma esplendida. Eu rebolava, fazia ele me acariciar os mamilos, e me exultava de me sentir uma verdadeira fêmea nos braços daquele homem experiente.

Ele me segurava pelo quadril e metia, com a porta da padaria aberta, a qualquer momento alguém podia entrar e ver, mas o patrão estava alucinado, não ligava a nada que naquele instante não fosse me fuder. Enfiava as mãos por baixo da minha blusa e ficava beliscando os meus biquinhos… Que delícia! Ele enfiava e tirava o pau de dentro de mim, enterrava tudo de novo, como esse homem sabe comer um cu, estava dolorido sim, mas estava tendo um prazer inimaginável. Meu cuzinho com certeza estava totalmente laceado.

– Sua vadia agora vou gozar dentro desse cuzinho maravilhoso e se prepare que vou comer direto, você me pertence sua safada. Compreendeu rana?

– Sim seu Valdene, pode fuder quando o senhor quiser. Como é bom, continua, não para, que delicia patrão. É booooommmm demais.

Ele parou um pouco e deitou em cima de mim ficou dizendo palavras bonitas que me queria todos os dias, que eu fui a melhor funcionária dele e o pau não saia e nem amolecia, de repente começou a bombar de novo de inicio devagarinho, foi muito gostoso, mas logo depois com força.

Ainda deu tempo de levar umas boas socadas no rabo e sentir um jato grosso de porra se derramar dentro do meu cu. Isso foi bom! Fiquei doida pra gozar, mas não consegui, porque foi tudo meio rápido. Quando ele desengatou de mim, senti a porra sair do meu cu e descer escorrendo nas minhas pernas.
Parecendo combinado, um cliente entrou pela porta quase no mesmo instante. Ele foi muito rápido para o banheiro, pois estava com o pau pra fora, além de sujo (marronzinho, sabem porque, né? rsrsrs) estava gosmento de meu mel e a porra dele. E eu abaixei minha saia e fui atender, cheia de gozo vazando pelo cu e indo pelas minhas pernas abaixo.

Não sei se o homem desconfiou porque eu estava muito suada e esbaforida e acho que tinha cheiro de sexo, mas como eu estava só (ele não viu o patrão) e se desconfiasse de que eu estava fudendo, fazer o que? O atendi, ele foi embora e peguei minhas coisas pra sair, porque estava já na hora de ir pra casa.
Quando eu ia saindo, o meu patrão saiu do banheiro.

– Psiu… Vem cá rana. Vem logo menina.

Me aproximei, ele pegou a carteira e me deu R$ 200,00.

– Obrigada seu Valdene, o Senhor está me ajudando muito e eu tô precisando memso. Obrigada. Amanhã venho sem calcinha também?

– Venha sim sua putinha deliciosa.

– Até amanhã patrão.
– Não sabia que ainda ia comer um cuzinho de uma bela moça como você. Qualquer dia a gente mete na buceta, tá?

Gelei e fui pra casa tremendo. Minha virgindade anal tinha ido pro espaço!

Mas confesso que na hora de dormir me masturbei feito doida, lembrando-se dos momentos daquele cacete grosso engatado no meu rabo, até quase gozar, da forma que foi adorei, muito gostoso,

imaginem então se eu tivesse tido um orgasmo.

– CONTNUA –

2 comentários sobre “Sadomasoquista: Meu Patrão Pertenço A Ele – PARTE II

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