Ensinando a patroinha a ser mais humilde

Oi, me chamo Alex, tenho 32 anos e sou um peão de fazenda dessas bem do interior. Sou de origem bem humilde, mas tive a oportunidade de me formar numa faculdade, pois meu patrão me deu uma bolsa e hoje sou formado em zootecnia e atualmente eu cuido da fazenda do meu patrão.

Toda semana eu venho até a cidade pra resolver as pendências lá da fazenda, mas às vezes só mesmo o chefe para resolver. Então ele tem de vir pra cá. Mas isso é raro.

Para encurtar a história, o meu patrão esteve muito ocupado no começo desse ano e não pode vir até aqui então eu tive de ir até a cidade dele. Até aí tudo bem, só não contava que ia ter de me aborrecer tanto na minha vida. Isso porque a filha do patrão…

[Pausa para contar a história do meu patrão —– meu patrão se chama Caio. Casou-se com uma bela mulher mas ela teve complicações na gravidez e morreu meses depois que deu à luz a Lavínnia, (a patroa ia direto a fazenda, essa é a razão do meu patrão não freqüentar a fazenda como antes, pelas recordações dela), uma garota de 18 anos, belíssima, porém hiper mimada e geniosa]

… a filha do patrão sempre detestou o campo, por isso nunca foi até a fazenda. Eu só a conhecia por uma foto sua que tinha na fazenda, mas era de bebê e eu não fazia ideia de como ela estaria atualmente. E também não me interessava já que a minha visita à casa do patrão era por outros motivos.

O fato é que ele tinha uma viagem agendada para aquela semana e só poderia sentar-se comigo para resolver os problemas acumulados da fazenda quando ele voltasse.

Tudo bem para mim eu pensei, afinal eu queria aproveitar a cidade grande. Eu já tinha reservado um quarto pra mim num hotelzinho, mas meu patrão insistiu que eu ficasse na casa dele. Aceitei. Me acomodei na casa da piscina. E a semana passou assim:

1º Dia: o mal entendido
O patrão viajara naquela tarde e fez o favor de não avisar a insuportável filha de que eu estava hospedado em sua casa. Ela tinha passado o dia na casa de uma amiga e chegou já a noite. Ela tinha ido para a área da piscina e estava pensativa, mas de repente ela viu uma movimentação na casa dali e viu que tinha um estranho mexendo nas gavetas (eu estava organizando para dispor os meus pertences ali). Ela pensou que fosse um ladrão e chamou a polícia. Eles chegaram em poucos minutos e imaginem a confusão.eu fui algemado e já ia ser levado para a delegacia não fosse a cozinheira ter chegado (ela tinha deixado a carteira no quarto dela e voltara para buscar) e esclarecido quem eu era, o que eu já fizera, mas era a palavra da dona da casa contra a de um estranho. Enfim, tudo se resolveu e todos foram dormir.

2º Dia: Bancando o motorista
Era uma sexta-feira. Acordei disposto a sair e conhecer a cidade melhor, estava na dúvida onde ir primeiro, mas uma pessoa colocou um ponto final na minha dúvida. Lavínnia descia para tomar café da manhã e a cozinheira logo a avisou que o motorista não estava bem de saúde naquela semana e que tinha saído para uma consulta. Ouvi Lavínnia dizer lá na sala de jantar:

– Está bem, o peão me leva.

Eu não fui consultado se eu queria ou podia levá-la, simplesmente ela decidiu assim. Ok, eu acatei a ordem e fui para a garagem. Logo ela apareceu e disse:

– Escuta peão, vou deixá-lo a par de como as coisas funcionam comigo:

eu não gosto de velocidade, não quero nenhum som me distraindo durante o trajeto, isso inclui você. Cuidado com os desvios, eu não quero um fio do meu cabelo fora do lugar. E gosto de pontualidade, mas hoje abro uma exceção, pois você precisará de um tempo para trajar-se adequadamente.

Eu apenas sorri e respondi:

– Escuta senhorita. Vou deixá-la a par de como as coisas funcionam comigo:

eu não gosto de mulherzinhas irritantes ditando ordens para mim. Eu sou um zootecnista e essa é a minha função. E não o de motorista. Se a senhorita não está satisfeita, vá à pé! Mas eu ouvi a senhorita dizer que tem uma prova hoje na última aula.

Bom, se o colégio não for muito longe e se a senhorita caminhar bem rápido, talvez em duas horas chegue lá. Mas considerando o som, o vento e os “desvios” que encontrar pelo caminho, acho que o teu cabelo vai ter vários fios foras do lugar quando a senhorita finalmente chegar no colégio.

Ela ficou vermelha de raiva, mas não disse nada, apenas subiu na camionete e eu a levei até o colégio. No caminho, sem querer acabei olhando para as pernas dela, que eram lindas, grossas e bem torneadas. Quando chegamos ela me disse que voltaria com uma amiga para casa. —- Passeei pela cidade. Passei por algumas lojas especializadas em artigos de fazenda, adquiri alguns itens e voltei pra casa.

Resolvi dar uma olhada na camionete, porque estava com um barulho estranho. Fiquei apenas de calça e me perdi no tempo ali na garagem. De repente a cozinheira me chamou para ir almoçar e nesse momento a senhorita vinha chegando do colégio. Eu estava suado e sem camisa.

Ela me olhou da cabeça aos pés. Acho que foi a primeira vez que ela me olhou com desejo. A mãe da amiga dela desceu do carro para me cumprimentar e me comia com os olhos. Eu disse a ela quem eu era. Ela disse que adoraria conhecer um pouco sobre fazenda e me convidou para jantar com ela.

Eu aceitei, afinal sou homem e estava na cara que o que ela queria comigo era sexo. Eu estava sem transar por longos três anos. As mulheres do interior não eram muito generosas na cama, e como eu trabalhava muito, acabei ficando sem sexo por todo esse tempo. A última vez que transei com uma mulher, foi uma caboclinha da fazenda vizinha, mas ela era muito recatada e odiei o sexo oral porque ela não se depilava.

A senhorita Lavínnia interrompeu a nossa conversa dizendo:

– Ok então Margot. No jantar vocês falam mais sobre isso, agora o peão tem que almoçar e muito pra fazer ainda.

Vamos? – disse pra mim.

Anoiteceu e saí para o jantar com a Margot. Ela tinha marcado num restaurante de um hotel e já tinha reservado um quarto. Ela era uma bela mulher para a idade dela, 43. Estava provocante e eu já estava com pau meio duro de olhar pra ela.

Decidimos cancelar o jantar e subir para o quarto. Mas antes de pegar o elevador, o celular da Margot tocou. Era a filha dela dizendo que ia dormir na casa da senhorita Lavínnia porque ela estava passando mal. Eu me desculpei com ela, mas tive de deixá-la e ir ver como estava a minha patroinha nojenta. Quando cheguei ela já estava dormindo. E eu também fui me deitar pensando na gostosa da Margot.

3º Dia: o beijo
Acordei e fui ver com a cozinheira como a senhorita tinha amanhecido.

– Ela ainda não acordou. – disse a cozinheira.

Um tempo depois, ela vinha descendo com uma cara pálida, apesar de já ter tomado um banho e se arrumado. Fiquei olhando pra ela. Ela reclamou:

– Ai, que droga! Justo hoje que tenho uma festa pra ir eu tinha de acordar desse jeito! Eu estou horrorosa!
– A senhorita horrorosa? Imagina, nunca. Está um pouco abatida, mas nada que uma maquiagem não resolva. – disse a cozinheira.

– Tomara que sim Brida.

– Por que a senhorita não toma um sol hein? Está mais branca que o normal.

– Você tem razão, vou por meu biquíni.

Quando ela voltou, a cozinheira tinha saído para o mercado. E ela ficou parada com o frasco de protetor solar nas mãos. Ela olhou pra mim e disse:

– É, o banho de sol vai ter de esperar.- e ia saindo.

– Espera! – eu disse e ela fez uma cara de desprezo e certo nojo, então a puxei pelo braço, a virei com um pouco de brutalidade:

– Não seja orgulhosa! Não tem mais ninguém aqui pra passar o protetor em você. Ou você vai arriscar ficar no sol e prejudicar a sua tão sedosa pele?

Ela ficou me olhando sem resposta, então peguei o protetor da mão dela e comecei a passar o protetor nas partes onde os braços dela não alcançavam. Ela disse:

– Ai! Que mãos ásperas!

– Mãos de trabalhador.- eu disse e ela se calou.

Na verdade minhas mãos eram calejadas, mas a pele dela era macia demais, qualquer mão pareceria áspera para aquela pele. Assim que terminei ela se deitou de costas à beira da piscina e pude ver bem o quão gostosa aquela garotinha era.

Fiquei de pau duro e tive de sair dali rapidamente antes que ela percebesse. Passei o resto da manhã e da tarde na casa da piscina, uma vez ou outra olhava pela janela e vislumbrava aquela gostosa. Num determinado momento não me contive e precisei me aliviar numa punheta frenética, gozei ali na janela.

Quando anoiteceu, a cozinheira me chamou e me disse que a senhorita ia para uma festa e que eu devia levá-la, pois o motorista só voltaria na segunda-feira. Eu disse que sim, mas perguntei se eu devia trazê-la de volta, ao que ela me respondeu que não, porque a senhorita voltaria com o namorado dela. “o quê?” eu pensei. Ela tinha um namorado. Isso me incomodou.

Em meia hora ela descia. Estava lindíssima. Fiquei com a boca aberta. Percebi um sorrisinho de satisfação no rosto dela ao me ver assim. Então ela se dirigiu para fora e subiu no carro. Ela me deixava perturbado. Chegamos ao local da festa e ela nem se despediu. Eu resolvi ficar por ali um pouco mais, mas num lugar meio distante para que ela não percebesse a minha presença.

Duas horas depois, eu a vi saindo de lá caminhando com pressa e um garoto atrás dela. Ele a puxou pelo braço e ela pedia para ele soltá-la, mas ele insistia. Não me contive, funcionei a camionete e me aproximei. Desci e fui logo dando um soco no infeliz. Pedi pra ela subir no carro e saímos Dalí. No caminho a conversa foi essa:

– O que você estava fazendo ali? Eu não mandei você ir embora? Por acaso estava me espionando? – disse indignada.

– Ah, olha só a garotinha mal agradecida! Se não sou eu chegar lá, sabe lá o que aquele cara ia fazer com a senhorita.

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– Está bem já chega desse assunto!

– Se não me disser o que aconteceu vou ter de contar pro teu pai que…

– Não! Não, não. Ok, a verdade é que ele me disse que sou arrogante e…

Eu não consegui disfarçar e dei uma risada. Então ela me deu um tapão no rosto e desceu da camionete. Mas eu a detive antes que ela entrasse em casa e a beijei à força. Ela mordeu meus lábios e então eu a beijei de novo, dessa vez com mais violência. A encostei na parede e comecei a acariciá-la. Apalpei aqueles seios que tanto me encheram de tesão naqueles dias. Eu chupei o pescoço e quando levei a mão e apertei a bunda dela, ela disse:

– Me solta, eu tenho nojo de você! Não faz assim ohh, não… eu sou virgem!

Fiquei surpreso, porque mesmo ela tendo apenas 16 anos, ela tinha um corpo bem desenvolvido e delineado, sem contar que ela tinha um namorado e sabem como são os namoros hoje em dia, pura orgia. Tive uma crise de consciência e pensei com a cabeça (de cima, rsrsrs). Fui me deitar. Uma noite péssima estava por vir.

4º Dia: a transa
Acordei com olheiras. Era domingo e eu tinha de ficar longe dali pra não encarar a patroinha. Eu me arrumei pra sair, não sabia para onde, mas eu tinha de me afastar. Quando abri a porta, ouvi um barulho vindo da cozinha do casarão. Fui checar e encontrei a patroinha no meio de uma bagunça, ela me olhou e ficou nervosa, mas me disse:

– Hoje é a folga da Brida.

Ela estava com um livro de receitas e vários utensílios, estava nítido que ela não sabia cozinhar, mas de tão orgulhosa, nada me disse. Então eu disse:

– Quer ir a um restaurante? Ou se quiser eu mesmo posso preparar algo e….

Ela me interrompeu dizendo asperamente:

– Sabe o que eu quero mesmo? Que você vá embora! Eu te odeio e tenho nojo de você! Odiei você desde o primeiro momento que te vi naquela noite. No escuro. Seus olhos que … que… são horríveis. Odiei quando você andou por aí sem camisa, querendo se exibir… você nem é tão bonito assim. Na verdade, nem um pouco bonito. Odiei quando você se aproximou, esse teu cheiro…ahh…me deixa… enojada. E como se não bastasse, odiei você ficar me vigiando como se quisesse me proteger, como se você se importasse, porque você não se importa de verdade.

Aquilo foi uma nítida declaração, não perdi tempo e respondi:

– É muito bom ouvir isso, porque assim tudo se esclarece, aliás deixa eu dizer o que eu quero! Eu quero mesmo ir embora daqui. E se você acha que tem nojo de mim, saiba que eu também tenho nojo de você, mas não do teu cheiro, que parece uma flor, uma rosa, linda, cheirosa e macia, mas cheia de espinhos! Eu tenho nojo dessa arrogância, desse nariz empinado, dessa boca …

(nisso já tinha me aproximado dela, pegado na nuca)

… essa boca vermelhinha, macia e tão … tão…gostosa, como tudo em você deve ser gostoso…
(ela fez uma cara de raiva)

… esse pescoço lindo, o cabelo sedoso, os seios médios que cabem na minha mão e devem ser deliciosos de chupar… ahhh… essa bunda redondinha que dá vontade de por de quatro e meter forte no cú… ohhh… e a buceta….
Ela estava estupefata com tudo que estava ouvindo. Acho que ninguém nunca disse aquilo pra ela, pelo menos não assim. Eu poderia foder ela ali mesmo, mas resolvi torturá-la. E quando estávamos com as bocas quase juntas, encerrei:

– Mas como a senhorita mesmo diz, eu sou só o peão.

Ela então me empurrou e deu um tapa ardido na minha face.(au!) E disse:

– Nunca mais fale comigo assim! Como se atreve a ter esses pensamentos em relação à mim? Você não se enxerga? Eu te odeio! Te odeio! Te odeio! Te …

Segurei os braços dela e a encostei no balcão de mármore gelado. Beijei-a com violência. Ela perdia o fôlego. Tentou se esquivar, mas rapidamente eu passei a acariciá-la. Apertei o bumbum, levei a mão por dentro da calcinha dela e forcei um dedo. Ela gemeu gostoso.

– Ohhh! Não… por favor… ohhh…. ohhh! Pare…

Rasguei a camisola que ela ainda vestia e a deixei só de calcinha. Ela estava nitidamente envergonhada, acho que nunca ficara nua para um homem antes. Ergui ela sobre o balcão e abri as suas pernas. Afastei de lado a calcinha que estava molhada e iniciei uma chupada.

Ela se arrepiou instantaneamente e contraia o corpo sem parar em meio a gemidos como as das atrizes de filmes pornô. Enquanto chupava aquela buceta rosinha, apertava com força os seios dela, mais ainda os mamilos. Ela soltava gemidos de dor e prazer intenso. Passei dez minutos chupando-a e ela não mais agüentou. Gozou e eu enchi a boca com o seu gozo. Me aproximei para beijá-la e ela me disse em tom enojado:

– Não! Que nojo! O que pensa que vai fazer?

Segurei firme seus braços e a beijei com muita força. Fiz ela sentir o gosto daquela buceta deliciosa. Nos beijamos por um tempo e então a fiz descer. Peguei-a pelos cabelos e a arrastei até a sala de estar. Mandei ela ajoelhar pra chupar meu pau e ela ofereceu resistência, então dei um tapa na cara dela e a derrubei no sofá. Ela disse com a voz trêmula:

– Eu não sei fazer isso!

– Eu comando os movimentos. Anda! Abra essa boquinha linda!

Ela então abriu a boca e eu meti com tudo o meu pau. Meti até chegar na garganta. Ela ficou com ânsia, mas não liguei e iniciei uma penetração frenética em sua boca. Fiz ela abrir as pernas e pincelei meu pênis na buceta dela. Ela virou o rosto pra não ver e eu a agarrei pelos cabelos novamente e fiz ela olhar na sua bucetinha sendo rasgada lentamente pelo meu pênis (não vou me gabar dizendo que ele mede 24 cm, ele tem 19cm apenas, mas é bem grosso).

– Aihhhh! Hum, está ardendo demais, chega por favor!

Quando senti que entrou tudinho, tirei e fiz ela olhar pra ele todo vermelho de sangue. E penetrei novamente, mas dessa vez com violência e muitas vezes. Ela gemia sem parar. Parei para colocá-la de quatro. E meti gostoso de novo. Pude foder aquela buceta de várias maneiras.

Fiz menção de foder aquele cú branquinho e apertadinho, mas não tinha nada para lubrificar. Eu ia pegar margarina, mas ela disse que era alérgica à corantes e conservantes. Então encerrei por ali. Eu também já estava cansado, já tinha gozado várias vezes naquela buceta que até estava sem porra.

E ela estava exausta. Mal conseguia andar. Peguei ela nos braços e levei até a sua suíte. Era um lindo quarto, imaginei que pudéssemos foder ali depois. Desci e fui tomar um banho também. Dormimos, cada um em sua cama, durante aquele dia.

Anoiteceu e ouvi um barulho de carro. Fui ver o que era e percebi que ela tinha saído. Fiquei imaginando mil coisas, que ela poderia ter saído para prestar queixa de estupro na polícia ou sei lá. Mas, uns quarenta minutos depois ela vinha chegando com um pacote, foi até a cozinha e de lá veio até a casa da piscina. Disse:

– Eu fui buscar o jantar. Eu não comi nada o dia inteiro e nem você.

– Ah não, eu comi sim, e uma coisa muito gostosa. – passeei meus olhos por aquele corpo.

– Não gosto de trocadilhos! Mas, voltando ao assunto, eu trouxe o jantar, só falta aquecer.

– Claro, eu faço isso. Vamos!

– Não, espere! – ela tirou da bolsa um frasco de vaselina.

Eu entendi e começamos a nos beijar. Ela já estava sem calcinha e o vestidinho era fácil de tirar. Rapidamente ela estava nua e de quatro e eu de pau duro.

Enchi ele de vaselina e passei no cuzinho dela também. Percebi que ela já estava limpinha. Eu então, forcei a glande no cu, ela disse bem gostoso ”aihhh” e fui penetrando lentamente aquele buraquinho. Peguei-a pelos seios e comecei a meter sem parar. Ela estava com a respiração descompassada. Uns sete minutos depois eu gozei naquele cuzinho apertadinho. Hummmm

Fomos jantar e depois dormimos e durante a madrugada acordamos e transamos mais.

No dia seguinte, segunda-feira, o motorista e a cozinheira voltaram. E naquela tarde o patrão já ia voltar também. Eu a vi só por um momento naquele dia, mas quando anoiteceu eu fui ao quarto dela e transamos na caminha dela.
No outro dia, resolvido as pendências da fazenda, peguei minhas coisas e voltei pra fazenda.

Esses dias, falando ao telefone com meu patrão ele comentou que talvez venha nas férias aqui pra fazenda. E que provavelmente a filha vem junto. Ele disse que ela mudou muito, está mais humilde e pensa em vir pra fazenda passar uns dias e cavalgar nos cavalos da fazenda. Eu espero que essas férias cheguem logo e que ela venha cavalgar em mim. hummmmm

whts (Onze)nove,quatro,onze,cinco,sete,nove,dois,cinco

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